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4 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Manchas e pintas: entenda como onças-pintadas são identificadas no Pantanal de MT

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O avistamento de onças-pintadas no Pantanal de Mato Grosso vem acompanhado de um turbilhão de emoções e, sobretudo, de uma técnica que está sendo aprimorada ano após ano. É a identificação dos felinos por meio das manchas e das pintas nas pelagens. Todo esse cuidado e rigor técnico foi catalogado em um documento do Sesc Pantanal, divulgado no sábado (29), que serve como guia de orientação na Reserva Particular do Patrimônio Natural do Brasil (RPPN), em Barão de Melgaço, a 121 km de Cuiabá.

As imagens que compõem o guia foram coletadas a partir de 165 armadilhas fotográficas espalhadas dentro da reserva. Ao menos 39 onças foram registradas entre 2020 e 2023, e algumas delas chegaram a ter nomes escolhidos por meio de uma votação popular. Esse número, contudo, não expressa a quantidade de onças que vivem na região, e sim apenas aquelas que foram avistadas.

Para o pesquisador Guilherme Servi, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o guia separa as onças por machos e fêmeas, com imagens de diferentes regiões para identificar cada animal, além de árvores genealógicas dos felinos no final do documento.

“As onças-pintadas possuem um padrão único de pelagem para cada indivíduo, funcionando como uma impressão digital. Suas pintas e rosetas das laterais do corpo, da face e da cauda formam combinações exclusivas para cada animal”, explicou.

A iniciativa da catalogação também integra o Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Grupo de Estudos em Vida Silvestre (GEVS) e a Fiocruz.

“A expectativa é que no ano que vem possamos divulgar a estimativa populacional de uma área tão importante para a conservação da onça-pintada e do Pantanal como um todo, que é a RPPN Sesc Pantanal”, destacou.

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O monitoramento de onças na região também é feito por outros tantos projetos que incentivam o ecoturismo. Um deles é o Jaguar Camp, em que o guia de turismo e gestor ambiental Ailton Lara mantém um extenso catálogo de onças que são fotografadas a cada passeio de barco pelo rio.

“Não se trata apenas de ver a onça, mas de conhecer cada indivíduo e sua história. Com base em observação direta e no uso de armadilhas fotográficas, é possível contribuir muito para o conhecimento local e para a experiência dos visitantes”, disse.

Ele ainda ressaltou que a observação do comportamento dos felinos ajuda a entender a dinâmica deles com o meio ambiente. “Esses guias podem reunir anos de registros de avistamentos, genealogias, interações entre indivíduos, possíveis casos de consanguinidade, formação de coalizões entre machos algo que já observamos algumas vezes, além de interações agonísticas, acasalamentos de machos com fêmeas que ainda têm filhotes (incluindo casos de falso cio como estratégia de proteção), entre outros comportamentos que ajudam a entender a dinâmica de cada indivíduo”.

Para Lara, a população só é capaz de proteger a natureza e os animais a partir do momento em que passa a conhecê-los. “Você só protege aquilo que ama e amar é o primeiro passo para proteger”, acrescentou.

🐆Como identificar uma onça?

Segundo a 12ª edição da coletânea “Conhecendo o Pantanal”, cada onça-pintada possui uma combinação única de manchas, que são chamadas de rosetas, e pintas em sua pelagem, de acordo com o guia.

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Apesar das rosetas serem semelhantes, a combinação é exclusiva para cada onça, assim como as impressões digitais dos seres humanos (veja exemplo a seguir).

Entenda como identificar uma onça-pintada no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

Entenda como identificar uma onça-pintada no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

O pesquisador Servi explica como proceder ao avistar, de longe, uma onça para ser identificada. “Ao vê-lo, pode-se tirar fotos do animal e marcar a localização. Depois, o fluxo a ser seguido é folhear o guia buscando por onças já encontradas naquele local ou nas proximidades. Se for possível definir o sexo da onça, o leitor já refina sua busca para a seção de machos ou fêmeas. E, a partir daí, a tarefa é procurar uma correspondência entre as fotos tiradas com as onças do guia que melhor se enquadrem no perfil”, orientou.

Para identificar visualmente cada roseta ou um conjunto delas, a forma que elas são associadas pode facilitar nesse achado, como a forma de um sol ou de um triângulo.

“Uma vez associada, essa roseta serve como uma referência e, a partir dela, podemos observar seu entorno e definir se há ou não uma correspondência. Cada flanco possui um padrão distinto. Por isso, o ideal é visualizar ambos os lados de um indivíduo. Nem sempre isso é possível, então podemos recorrer a outras regiões corporais”, diz a explicação de um trecho do guia.

As partes mais importantes de identificação de uma onça são os perfis, como a testa e a face, e o traseiro, que inclui a cauda.

“Essas regiões também possuem manchas características que possibilitam a individualização. Uma boa visualização lateral ou do flanco traseiro também permite a confirmação do sexo do indivíduo”, destaca o guia.

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Manchas e pintas de uma onça-pintada no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

Manchas e pintas de uma onça-pintada no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

O que pode atrapalhar nesse processo é a iluminação e o ângulo da foto. Isso porque pode alterar a forma com que se visualiza as rosetas. “Por isso, antes de dar um veredito a respeito da identidade de uma onça, é fundamental ter várias correspondências entre as rosetas da sua imagem de interesse com as imagens de referência”, esclarece o documento.

Este trabalho, nos próximos anos, deve ser cada vez mais ampliado, segundo Servi. “A expectativa para os próximos anos é expandir o alcance do guia e possibilitar o uso de dados de Ciência Cidadã e registros obtidos por turistas para ampliar o guia e aumentar o escopo do monitoramento das onças-pintadas na região da reserva”, conclui.

Refúgio das onças

 

O Parque Estadual Encontro das Águas, no Pantanal mato-grossense, é considerado um dos maiores abrigos de onças-pintadas do mundo. O lugar fica localizado entre os rios Cuiabá e Piquiri, em Porto Jofre, entre Poconé e Barão de Melgaço.

Combinado com o ecoturismo, os turistas podem passear de barco pelo bioma enquanto fazem o monitoramento das onças através de fotos e vídeos.

Entenda como identificar uma onça-pintada fêmea no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

Entenda como identificar uma onça-pintada fêmea no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

Veja manchas e pintas como identificação de onças no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

Veja manchas e pintas como identificação de onças no Pantanal de MT — Foto: Sesc Pantanal

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Agro Mato Grosso

Valtra aposenta a lendária linha BH e lança Série M5 na Agrishow 2026

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Após 26 anos dominando os canaviais, linha histórica do trator BH dá lugar a tratores mais tecnológicos, confortáveis e preparados para a agricultura digital

A Valtra oficializou, durante a Agrishow 2026, uma virada histórica no mercado de mecanização agrícola: a aposentadoria da consagrada Série BH e o lançamento da nova Série M5, apresentada como a “evolução da lenda”. Mais do que uma troca de portfólio, o movimento simboliza a transição entre gerações de tecnologia no campo brasileiro. Com 26 anos de trajetória, o BH não foi apenas um trator — foi um marco na mecanização do setor sucroenergético. Lançado em 2000, com os modelos BH140, BH160 e BH180, a linha rapidamente se consolidou como sinônimo de robustez e confiabilidade em operações severas. Herdando a tradição dos clássicos Valtra-Valmet 1580, 1780 e 1880S, o BH se tornou o “canavieiro raiz”, dominando os canaviais e sendo peça-chave em atividades como preparo de solo, plantio e transbordo.

Evolucao - trator BH e serie M5 plantando da Valtra

Ao longo dos anos, a linha evoluiu em ciclos consistentes: a Geração 2 (2007) e a Geração 3 (2013) reforçaram sua liderança, enquanto a Geração 4, em 2017, elevou a potência para até 220 cv. Em 2018, a chegada da BH HiTech marcou o salto tecnológico com transmissão automatizada no segmento pesado. Esse histórico rendeu à Valtra, por uma década consecutiva, o reconhecimento do prêmio Master Cana como melhor trator do setor sucroenergético. Agora, esse legado ganha continuidade — e sofisticação — com a Série M5.

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A evolução da lenda

A nova linha chega com os modelos M165 (165 cv) e M185 (185 cv), projetados para ampliar a produtividade em culturas como grãos, arroz e, naturalmente, cana-de-açúcar. Segundo a fabricante, a proposta é clara: preservar o DNA de força do BH, mas incorporar inteligência operacional, eficiência energética e conforto ao operador.

Em entrevista exclusiva a Marcio Peruchi, diretamente da feira, o diretor de marketing da Valtra, Fabio Dotto, destacou que a decisão não representa ruptura, mas evolução. “O BH fez uma história muito bonita no agro. Ele evoluiu desde os anos 2000 até hoje sempre ao lado do produtor. Tudo aquilo que fez o BH ser reconhecido foi mantido.

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O que estamos fazendo agora é evoluir com tecnologias necessárias para os dias atuais”, afirmou. “Melhoramos a transmissão, trouxemos mais conforto e tecnologia na medida certa. O DNA permanece.” Essa visão é reforçada por Winston Quintas, coordenador de Marketing e Produto Trator da marca: “É uma nova era que começa. A Série M5 marca o próximo passo da evolução histórica da família BH, pensada estrategicamente para entregar máxima performance nas principais culturas do agronegócio brasileiro.”

Evolucao - trator BH e serie M5 subsolando o solo da Valtra

Tecnologia embarcada e foco no operador

A Série M5 materializa esse avanço em uma série de inovações técnicas e operacionais. O conjunto é equipado com motores AGCO Power de 4 cilindros, reconhecidos pela eficiência e economia de combustível. A nova Transmissão Power Shift HiTech 3 sincronizada permite trocas de marcha com o trator em movimento, com maior suavidade e ganho operacional — um ponto crítico em jornadas intensas no campo.

O sistema hidráulico também foi reforçado, com vazão de 205 litros por minuto, garantindo desempenho consistente mesmo com implementos pesados e em condições severas.

No campo do conforto, a evolução é ainda mais evidente. A cabine foi completamente redesenhada, com novos revestimentos, assentos aprimorados e soluções práticas como uma “cooler box” integrada — detalhe que evidencia a preocupação com o bem-estar do operador em longas jornadas.

Visualmente, o trator também marca uma nova fase, com design mais moderno e robusto, destacando o novo capô de 5ª geração.

DNA canavieiro preservado

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Mesmo com a ampliação de atuação para diferentes culturas, a Série M5 mantém uma ligação direta com o setor que consagrou o BH: a cana-de-açúcar. O tradicional kit canavieiro segue presente, incluindo eixo dianteiro com bitola de 3 metros, freio pneumático e barra de tração pino-bola — elementos fundamentais para operações de transbordo com máxima eficiência.

Tradição e futuro no mesmo equipamento

Para a Valtra, o lançamento da Série M5 representa mais do que um avanço tecnológico — é a consolidação de um conceito: unir a força do passado com as demandas do futuro

“O que fizemos foi honrar a herança de força incansável da linha BH, elevando a máquina ao seu ápice tecnológico. Entregamos um trator que respeita sua história, mas que olha para frente com inteligência operacional e conforto. É o encontro entre o trabalho bruto e a agricultura digital”, resume Winston Quintas.

O fim da Série BH encerra um dos capítulos mais emblemáticos da mecanização agrícola brasileira. Já a chegada da Série M5 deixa claro que, no campo, a evolução não apaga a história — ela a transforma em base para o próximo salto.

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Agro Mato Grosso

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

Leia mais:  Frente fria muda tempo e interfere no ritmo de colheita e plantio no País

O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

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Agro Mato Grosso

Plantio e validação de clones de eucalipto para regiões do estado de MT

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O estado de Mato Grosso apresenta elevado potencial para o reflorestamento e redução da pressão sobre suas florestas nativas. Embora predominem cultivos e pastagens, observa-se crescimento gradual das áreas com plantios comerciais de árvores. Historicamente, a indústria florestal local foi abastecida por espécies nativas da Amazônia, mas a redução do extrativismo e os compromissos ambientais têm impulsionado a demanda por produtos de florestas plantadas.

O cultivo de eucalipto, antes limitado pela baixa demanda, tornou-se promissor com a instalação de indústrias de etanol de milho (como FS Bioenergia, INPASA, ALD Bioenergia, Etamil, Enermat etc), que utilizam esses exemplares como biomassa. A projeção é de 324 mil hectares plantados, com foco em áreas próximas às usinas (raio de 150 km). Além disso, a indústria de celulose EucaEnergy, prevista para iniciar operações em dezembro de 2025 no Vale do Araguaia, demandará cerca de 200 mil hectares.

Caso todos os projetos se concretizem, estima-se que uma área de cultivo de eucalipto alcance 500 mil hectares em dez anos, favorecendo também sistemas de integração laboral-pecuária-floresta (ILPF) voltados à produção de biomassa.

Entretanto, a expansão dos plantios tem ocorrido em solos arenosos e regiões com restrições hídricas, o que afeta o desempenho dos clones comerciais atuais (H13, I144 e VM01), resultando em desfolhamento, mortalidade e baixa produtividade. Essa situação foi relatada à AREFLORESTA (Associação de Reflorestadores de Mato Grosso) por produtores, que buscaram apoio da Embrapa para estabelecer uma nova rede de pesquisa com eucaliptos no estado.

A demanda crescente por biomassa para energia e secagem de grãos, somada à instalação de agroindústrias e ao Plano ABC+ MT (que prevê 285 mil hectares de florestas plantadas até 2030), reforça a atratividade do reflorestamento comercial. No entanto, os produtores enfrentam dificuldades pela falta de conhecimento sobre espécies e clones adaptados a diferentes regiões, além da adoção de práticas silviculturais prejudiciais, que favorecem problemas abióticos e bióticos. Diante disso, torna-se essencial desenvolver estratégias baseadas em pesquisa para garantir o sucesso dos projetos florestais, cujos retornos são de médio e longo prazo.

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A Embrapa, em parceria com associados da AREFLORESTA, propõe a instalação de Testes Clonais Ampliados (TCA’s) para validar clones comerciais no estado. Serão avaliados 60 clones (BRS) em comparação com três até clones já utilizados na região (H13, I144 e VM01), em parcelas de 100 plantas (10 x 10), distribuídas em sete locais (Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Antônio do Leverger, Brasnorte, Santa Rita do Trivelato, São José do Rio Claro e Sinop) que representam diferentes condições edafoclimáticas de Mato Grosso.

O objetivo é disponibilizar materiais genéticos com alta produtividade e características adequadas para uso energético, como alta densidade básica e alto índice de rachaduras nas toras, o que reduza custos no preparo da biomassa para o setor agroindustrial. Por se tratar de uma proposta com avaliação de clones multiespécies em uma região de alta demanda, os resultados serão de grande interesse para as empresas.

O projeto tem o potencial de provar a redução do risco da atividade florestal, o aumento da produtividade da madeira, a identificação de clones que podem ser usados ​​como genitores em futuros programas de melhoramento genético, o treinamento de estudantes e profissionais e as contribuições de um Programa de Pesquisa Florestal em Mato Grosso. O principal resultado será a indicação de clones mais adaptados, com informações acessíveis à sociedade florestal mato-grossense.

O projeto tem a Embrapa Agrossilvipastoril como proponente e responsável pela execução, e faz parte da equipe de pesquisadores da Embrapa Florestas e associados da AREFLORESTA, os quais cedem áreas experimentais e importantes com mão de obra, fortalecendo a geração de tecnologias específicas aos produtores. (com Assessoria/Embrapa Agrossilvipastoril)

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