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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Análise Ceema: Cotação do trigo fechou a quarta-feira em US$5,29/bushel contra US$5,27 uma semana antes – MAIS SOJA

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A cotação do trigo, para o primeiro mês cotado, fechou a quarta-feira (26) em US$ 5,29/bushel, contra US$ 5,27 uma semana antes (dia 27/11, quinta-feira, foi feriado nos EUA). Neste momento, o trigo trabalha perto das mínimas do mês em Chicago.

Dito isso, o trigo de inverno, nos EUA, até o dia 23/11, estava semeado em 97% da área esperada, ficando dentro da média histórica para a data, sendo que 55% das lavouras estavam em condições entre boas a excelentes.

Por sua vez, os Estados Unidos embarcaram 474.530 toneladas de trigo na semana encerrada em 20/11, ficando acima do esperado pelo mercado. Assim, no atual ano comercial os EUA já exportaram 12,8 milhões de toneladas, ou seja, 20% a mais do que no mesmo período do ano anterior.

E na Argentina, segundo a Bolsa de Comércio de Rosário, a produção poderá ser ainda maior do que o indicado dias atrás, atingindo a 24,5 milhões de toneladas de trigo em 2025/26. Desta forma, o Brasil terá mais trigo para importar do vizinho país. Somando os estoques iniciais, os argentinos terão uma disponibilidade de 28 milhões de toneladas, com quase 20 milhões para exportação, o que significa cerca de 4 milhões a mais em relação ao ano anterior. Os argentinos esperam exportar 5 milhões de toneladas de trigo para o Brasil neste novo ano comercial. Todavia, um dos problemas existente no vizinho país é a qualidade do trigo colhido neste ano. Em visita realizada ao setor produtivo argentino, os participantes do Giro Abitrigo-Argentina teriam constatado a ausência de segregação na exportação e condições climáticas indicando uma provável queda na qualidade do produto. Esse cenário foi confirmado por técnicos, produtores e analistas durante visitas a campos, moinhos e terminais portuários. Isso exige mais atenção por parte dos moinhos brasileiros ao importarem o produto argentino. Representante do Ceará no Giro afirmou que “é essencial conhecer mais sobre a origem do trigo argentino, especialmente importante para o Nordeste, onde 85% do trigo consumido é importado, com grande parte vindo da Argentina” (cf. Abitrigo).

Por outro lado, com o Real um pouco mais desvalorizado dias atrás, as importações ficaram um pouco mais caras, favorecendo a manutenção dos preços nacionais nos atuais níveis. Mas, diante dos custos de produção, os mesmos estão muito baixos.

Além disso, no Rio Grande do Sul, apesar de uma colheita importante, parte do trigo está com baixa qualidade devido a ter sido atingido por doenças, o que leva o mercado a pagar apenas o preço do produto tipo ração.

Enfim, segundo a Conab, até o dia 22/11, a colheita brasileira de trigo chegava a 86,9% da área cultivada, contra 87,8% na média. O Rio Grande do Sul registrava 81% colhido, contra a média de 78,4%; o Paraná estava com 96%, ficando na média; e Santa Catarina com 39,2%, contra a média de 57,5%. Nos demais estados produtores a colheita estava concluída.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).



 

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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