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Sustentabilidade

Chuvas intensas! Precipitações podem chegar a 200 mm nos próximos dias; saiba onde

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A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja do país indica um cenário de chuvas irregulares nos próximos dias. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o Sul do país mantém boa umidade no solo, enquanto a umidade avança para o Sudeste.

Por outro lado, o Centro-Oeste e o Matopiba devem registrar precipitações pouco volumosas e distribuídas de forma desigual nos próximos cinco dias.

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Que chuva!

O destaque vai para Mato Grosso do Sul e o interior de São Paulo, onde os volumes de chuva podem ultrapassar 50 mm em cinco dias.

Previsão para Sinop (MT)

Em Sinop, uma das regiões agrícolas mais importantes, os acumulados devem ficar entre 25 e 30 mm nos próximos três dias. Chuvas mais intensas, de até 200 mm, são esperadas a partir da segunda quinzena de novembro.

Entre os dias 16 e 20, a precipitação se espalhará pelo país, porém ainda de forma irregular e pouco intensa.

Bahia

No oeste baiano, em Barreiras, as chuvas devem retornar com maior intensidade entre 17 e 20 de novembro, com acumulados que podem superar 60 mm no período.

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O cenário reforça a necessidade de acompanhamento diário das condições climáticas para o planejamento das atividades agrícolas, especialmente em regiões onde a chuva se distribui de forma irregular.

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Sustentabilidade

RS: Safra de milho se encaminha ao fim com desafios climáticos e bom desempenho em parte das áreas – MAIS SOJA

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A cultura está em fase final de safra. A área colhida alcança 90%, e houve avanço limitado das operações no período em função da ocorrência de precipitações, sobretudo na Metade Sul, onde a umidade dos grãos se manteve elevada, e houve restrição do tráfego de máquinas. Restam por colher lavouras implantadas em períodos intermediários e tardios, que se encontram em estádios reprodutivos ou em final de enchimento de grãos, amplamente beneficiadas pelas recorrentes chuvas desde meados de março, consolidando os componentes de rendimento.

As condições meteorológicas ao longo do ciclo resultaram em desempenho produtivo heterogêneo. Episódios de déficit hídrico nas fases críticas, como pendoamento e floração,
impactaram negativamente parte das lavouras de plantio intermediário, reduzindo o potencial produtivo.

A qualidade dos grãos, de modo geral, é considerada satisfatória nas áreas colhidas sob condições adequadas, embora a elevada umidade em períodos chuvosos tenha imposto restrições operacionais e maior cuidado no momento da colheita. A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita evoluiu de forma lenta em função da elevada umidade dos grãos, decorrente de sucessivos períodos com chuvas e elevada nebulosidade. Em Candiota, a colheita iniciou em área composta majoritariamente por pequenas propriedades. Em São Gabriel, 85% dos 3.000 hectares cultivados foram colhidos, restando 10% em maturação e 5% de lavouras implantadas entre o final de janeiro e início de fevereiro, as quais estão em enchimento de grãos com bom potencial produtivo. As perdas associadas ao déficit hídrico nas fases de pendoamento e floração resultaram em redução de aproximadamente 25% em relação ao potencial inicialmente estimado.

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Na de Caxias do Sul, a predominância de tempo seco favoreceu o avanço contínuo da colheita, que atinge cerca de 70%. As produtividades apresentam bom desempenho, variando entre 7.200 e 9.000 kg/ha, com grãos de qualidade adequada, refletindo condições favoráveis durante a fase final do ciclo.

Na de Ijuí, a colheita de milho safra está consolidada, restando apenas pequenas áreas de safrinha (cerca de 2%) em final de enchimento de grãos, com elevado potencial produtivo. As produtividades nas áreas colhidas chegam a 9.240 kg/ha. Na de Pelotas, 45% da área foi colhida, sendo interrompida pela ocorrência de chuvas, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a entrada de máquinas nas lavouras. As áreas remanescentes estão em enchimento de grãos (29%), em maturação (18%) e em floração (8%), evidenciando heterogeneidade no desenvolvimento da cultura.

Na de Santa Rosa, 94% da área cultivada foi colhida. As lavouras remanescentes se distribuem entre enchimento de grãos (4%), floração (2%) e maturação (1%). Observa-se intensificação das atividades de planejamento para a próxima safra, incluindo aquisição antecipada de insumos e implantação de plantas de cobertura. Há expectativa de incremento na área cultivada, e têm sido adotadas estratégias de semeadura mais precoce, visando mitigar riscos climáticos durante a floração.

Na de Soledade, a colheita de milho semeado no período inicial está praticamente concluída, restando apenas áreas pontuais, que se encontram principalmente em relevo acidentado, onde a colheita ocorre de forma manual. Na região, cerca de 65% da área total foi colhida. As lavouras implantadas em períodos tardios se encontram majoritariamente em fases reprodutivas, entre florescimento e enchimento de grãos, sob condições favoráveis de temperatura, umidade do solo e radiação solar, o que contribui para a adequada formação dos componentes de rendimento.

Comercialização (saca de 60 quilos)

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho aumentou 0,31%, de R$ 58,00 para R$ 58,18 em média no Estado.

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Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Colheita do milho se encaminha para o final no RS – MAIS SOJA

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A cultura do milho está em fase final de safra e a área colhida alcança 90% dos 803.019 hectares cultivados nesta Safra 2025/2026. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23/04), houve avanço limitado das operações no período, em função da ocorrência de precipitações, sobretudo na Metade Sul, onde a umidade dos grãos se manteve elevada, e houve restrição do tráfego de máquinas. Restam por colher lavouras de milho implantadas em períodos intermediários e tardios, que se encontram em estádios reprodutivos ou em final de enchimento de grãos, beneficiadas pelas recorrentes chuvas desde meados de março, consolidando os componentes de rendimento médio estimado para o Estado em 7.424 kg/ha. A expectativa de produção total se mantém em 5.961.639 toneladas de milho nesta safra no RS.

A qualidade dos grãos, de modo geral, é considerada satisfatória nas áreas de milho colhidas sob condições adequadas, embora a elevada umidade em períodos chuvosos tenha imposto restrições operacionais e maior cuidado no momento da colheita.

Milho silagem – As lavouras de milho destinadas à silagem se encontram, em sua maioria, colhidas. As áreas remanescentes (safrinha) seguem em fase reprodutiva, com bom acúmulo de biomassa, favorecido pela umidade adequada do solo. A área colhida alcança cerca de 87%, porém o avanço ocorreu de forma limitada no período, devido à elevada umidade das plantas e do solo, associada às chuvas frequentes. Essa condição tem dificultado o corte e a eficiência de enchimento e compactação dos silos, e pode haver impactos à qualidade da fermentação do material ensilado. A estimativa da Emater/RS-Ascar indica área de 345.299 hectares, e produtividade média de 37.840 kg/ha.

Enquanto o milho vem sido colhido de forma escalonada, de 3 a 5% na semana, a soja tem a colheita concentrada e avança para o terço final, condicionada a janelas de tempo firme. A chuva atrapalhou um pouco, mas os produtores gaúchos aceleraram a colheita nos períodos de tempo seco e atinge 68% da área cultivada no RS, que é de 6.624.988 hectares.

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Soja – A colheita da soja apresenta avanço significativo, mesmo condicionada às precipitações mais concentradas na Metade Sul, e irregulares no restante do Estado. As chuvas, mesmo desiguais, impuseram um ritmo mais lento na operação, e foram necessárias readequações para viabilizar a atividade, especialmente no aumento de número de máquinas colhedoras e ampliação de jornadas nas janelas de tempo firme. De modo geral, observa-se elevada variabilidade produtiva, como reflexo da distribuição irregular das precipitações ao longo do ciclo, principalmente durante o enchimento de grãos, quando episódios de déficit hídrico, associados a temperaturas elevadas, comprometeram o potencial produtivo. A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar está em 2.871 kg/ha.

Feijão 1ª safra – A colheita está encerrando, com rendimentos próximos das expectativas iniciais na maior parte das regiões produtoras. Na Região dos Campos de Cima da Serra, onde se concentra a maior produção estadual, a colheita está praticamente concluída, restando apenas áreas pontuais com cultivares tardias. Na região, a produtividade média não deve superar 1.200 kg/ha, ficando aquém do esperado. Há expressiva diferença de desempenho entre sistemas de cultivo: áreas irrigadas alcançaram até 2.800 kg/ha; lavouras de sequeiro variaram entre 900 e 1.200 kg/ha, demonstrando o impacto das condições hídricas sobre o resultado final da safra. Essa redução deve influenciar negativamente o resultado estadual, estimado em 1.781 kg/ha pela Emater/RS-Ascar. A área cultivada com feijão 1ª safra está estimada em 23.029 hectares no Estado.

Feijão 2ª safra – As lavouras da segunda safra se encontram em fase reprodutiva avançada de enchimento de grãos e início de maturação, e há pequena proporção colhida. O desenvolvimento da cultura tem sido favorecido pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas amenas. As plantas apresentam desenvolvimento vegetativo e reprodutivo satisfatórios, além de formação de vagens e enchimento de grãos ideais, mantendo o bom potencial produtivo. A Emater/RS-Ascar projeta área de 11.690 hectares, e produtividade média de 1.401 kg/ha.

Arroz – A colheita das lavouras de arroz irrigado no RS supera 88%, embora o avanço das operações tenha sido condicionado pelas precipitações recorrentes no período. As chuvas, mesmo em volumes moderados, associadas a períodos de elevada umidade relativa e de garoa, mantiveram o teor de umidade dos grãos elevado, restringindo o ritmo de colheita e exigindo maior seletividade nas janelas operacionais. As áreas remanescentes estão em estádios finais do ciclo (maduras e prontas para colheita).

De modo geral, o desempenho produtivo das lavouras de arroz está satisfatório, sustentado por condições climáticas favoráveis ao longo do ciclo, apesar das variações localizadas decorrentes de fatores operacionais e de problemas pontuais de manejo. A qualidade dos grãos está adequada, com bom rendimento industrial. A área cultivada nesta safra, segundo o Instituto Riograndense do Arroz (Irga), é de 891.908 hectares e a produtividade projetada pela Emater/RS-Ascar é de 8.744 kg/ha.

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Fonte: Emater/RS



 

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Soja/RS: Colheita avança com desafios climáticos e alta variabilidade produtiva – MAIS SOJA

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A colheita da soja apresenta avanço significativo, mesmo condicionada no período pelas precipitações mais concentradas na Metade Sul, e irregulares no restante do Estado. As chuvas, mesmo desiguais, impuseram um ritmo mais lento na operação, e foram necessárias readequações para viabilizar a atividade, especialmente aumento de número de máquinas colhedoras e ampliação de jornadas nas janelas de tempo firme. A área colhida alcançou 68%.

De modo geral, observa-se elevada variabilidade produtiva como reflexo da distribuição irregular das precipitações ao longo do ciclo, principalmente durante o enchimento de grãos, quando episódios de déficit hídrico, associados a temperaturas elevadas, comprometeram o potencial produtivo, especialmente na Metade Oeste.

A maturação desuniforme tem sido recorrente, resultando em necessidade de dessecação em parte das áreas, além de impactar a qualidade final dos grãos, que apresentam registros de elevada umidade, presença de grãos imaturos e redução da massa específica.

Em algumas situações, perdas qualitativas têm aumentado devido ao retardamento da colheita, decorrente das condições inadequadas de tráfego nas lavouras. Em relação ao aspecto fitossanitário, as intervenções foram concluídas na maior parte das áreas, restando aplicações pontuais em cultivos tardios, em safrinha, com destaque para o manejo de ferrugem-asiática e percevejos.

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A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar está em 2.871 kg/ha, e a área cultivada em 6.624.988 hectares. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita apresenta evolução distinta entre a Fronteira Oeste e a Campanha, estando mais avançada na primeira e ainda incipiente na segunda, onde não ultrapassa 10% da área em muitos municípios, com exceção de Caçapava do Sul (25%). As operações foram frequentemente interrompidas por chuvas, concentrando-se em curtos períodos. Em Manoel Viana, as produtividades estão em torno de 1.620 kg/ha, representando redução de aproximadamente 40% em relação ao potencial inicial. Em São Borja, 40% da área de 105.000 hectares foi colhida, com forte variabilidade produtiva.

Em São Gabriel, 20% dos 125.000 hectares foram colhidos, com média de 1.800 kg/ha e registros pontuais de até 3.000 kg/ha. Na Campanha, em Hulha Negra, as produtividades variam entre 2.100 e 2.400 kg/ha, mas há descontos devido à umidade (16% a 20%) e à elevada presença de grãos chochos e imaturos, superando 8% em algumas cargas.

Observa-se atraso na dessecação em função das condições de campo. As lavouras implantadas em dezembro e início de janeiro apresentam melhor desempenho relativo. Na de Caxias do Sul, o predomínio de tempo seco favoreceu o avanço da colheita, que ocorre de forma mais contínua em relação a outras regiões. Ainda assim, as produtividades continuam abaixo do esperado em função da restrição hídrica e das altas temperaturas, registradas principalmente entre a segunda quinzena de janeiro e o mês de fevereiro, as quais afetaram as fases críticas da cultura.

Na de Ijuí, a colheita alcança cerca de 75%, mas em ritmo mais lento devido à elevada umidade dos grãos. Pequenas propriedades estão próximas da finalização, enquanto áreas maiores ainda concentram lavouras em maturação (20%) e granação (5%), especialmente em Jóia, Cruz Alta e Salto do Jacuí. A produtividade média regional está próxima de 3.000 kg/ha.

Na de Passo Fundo, a colheita atinge aproximadamente 75% da área; ainda há 25% entre maturação fisiológica e ponto de colheita. As produtividades médias chegam a 3.500 kg/ha, mas há variações entre cultivos como resultado das diferenças de manejo e distribuição de chuvas.

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Na de Pelotas, há ampla distribuição fenológica. Predominam lavouras em maturação (43%) e enchimento de grãos (31%); 25% foram colhidos. A colheita foi interrompida por chuvas generalizadas, que limitaram o avanço das operações. Pequena parcela (1%) ainda se encontra em floração.

Na de Santa Maria, a colheita está heterogênea, alcançando cerca de 45% em Santa Maria, e aproximadamente 60% em São João do Polêsine. As precipitações, embora irregulares, foram suficientes para interromper temporariamente as operações. Na de Santa Rosa, a colheita atinge aproximadamente 65% da área; 23% estão em maturação fisiológica; 11% em enchimento de grãos; e 1% em floração. Em Garruchos, a elevada umidade do solo e dos grãos, além das precipitações em 16 e 17/04, limitou as operações. Observa-se menor densidade da massa colhida e redução de rendimento por carga.

Em áreas de resteva de milho, as plantas apresentam porte limitado, e há inserção baixa de legumes, o que eleva as perdas na colheita. Ainda são efetuadas aplicações fitossanitárias em áreas específicas, especialmente para ferrugem-asiática e percevejos. A produtividade aquém do esperado tem gerado impactos econômicos relevantes, afetando a capacidade financeira dos produtores e o sistema de arrendamento.

Na de Soledade, a colheita foi desacelerada pelas chuvas fracas, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram o tráfego de máquinas. O avanço está mais expressivo no Alto da Serra do Botucaraí e Centro-Serra (85%) em comparação ao Baixo Vale do Rio Pardo (65%). A produtividade média regional está estimada em 2.880 kg/ha, com ampla variabilidade. As lavouras tardias ainda recebem tratamentos fitossanitários para doenças de final de ciclo e para controle de percevejos. A área colhida corresponde a 75%; estão em maturação 23%; e pequenas parcelas ainda em enchimento de grãos (2%).

A cotação média da soja passou de R$ 119,78 para R$ 117,22, reduzindo 2,14% em relação à semana anterior, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.

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Fonte: Emater/RS



 

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