Sustentabilidade
Vice-presidente da Aprosoja TO comenta expectativas para o plantio de soja 25/26

A partir desta quarta-feira (1º), a semeadura de soja no estado de Tocantins será liberada, após o fim do vazio sanitário. O time do Soja Brasil conversou com o vice-presidente da Aprosoja do estado, Thiago Facco, que comentou as expectativas para o plantio 2025/26 da oleaginosa.
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O tempo como aliado da soja
“Estamos na iminência do início do plantio. Já registramos algumas chuvas na região, porém sem grandes acumulados. A expectativa é que, a partir de 10 a 15 de outubro, as áreas estejam aptas para a semeadura”, explica Facco.
Desafios
Segundo o presidente, o ano é desafiador. “Enfrentamos uma situação delicada, com custos elevados, escassez de crédito e juros altos. A remuneração da safra tende a ser baixa, caso ocorra algum retorno, considerando os custos elevados e preços reduzidos”, acrescenta.
“Trata-se de um desafio que exige planejamento rigoroso por parte dos produtores. Um ponto positivo é a expectativa climática. Há a possibilidade de ocorrência de uma La Niña, o que pode favorecer bons índices biométricos na região e beneficiar a produtividade. Entretanto, mesmo com essa perspectiva, a safra exige cautela e atenção ao manejo”, conclui Facco.
Andamento da semeadura de soja pelo Brasil
O plantio da safra 2025/26 de soja no Brasil atingiu, até o último domingo (28), 3,5% da área prevista, segundo o boletim semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O avanço representa 2,9 pontos percentuais (p.p.) a mais em relação à semana anterior.
Em comparação com o mesmo período da safra 2024/25, quando 2,1% da área havia sido semeada, o plantio está 1,4 p.p. adiantado. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 3,6%, observa-se um leve atraso de 0,1 p.p.
Entre os estados produtores, o Paraná lidera, com 13% da área plantada, seguido por Mato Grosso, com 6%. Mato Grosso do Sul registra 2%, enquanto Santa Catarina aparece com 1%.
Entre os principais produtores, o Paraná lidera os trabalhos, com 13% da área plantada, seguido de Mato Grosso, com 6%. Mato Grosso do Sul conta com 2% da área plantada e Santa Catarina, com 1%.
Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Médias mensais são as menores do ano – MAIS SOJA

A pressão de compradores no mercado interno e nos portos, diante do início da colheita da segunda safra, segue influenciando os valores do milho na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em parte das praças, principalmente nas produtoras, as médias da parcial deste mês (até o dia 18) são as menores do ano, em termos nominais.
Segundo o Centro de Pesquisas, consumidores internos seguem atentos ao avanço da colheita de segunda safra, além de indicarem ter estoques para o consumo no curto prazo. Esses agentes têm postergado as negociações, devido às recentes quedas dos preços internacionais, o que reduz a paridade de exportação.
Do lado vendedor, os que não necessitam “fazer caixa” ou liberar espaço nos armazéns ainda limitam as negociações, apontam pesquisadores do Cepea.
A atuação do El Niño foi confirmada no Brasil, e o fenômeno climático pode aumentar as chuvas na região Sul do País e trazer irregularidade das precipitações e aumento do calor no Centro-Oeste, justamente em um período importante para a safra verão. Segundo o Cepea, especificamente para o milho, a semeadura pode ser prejudicada no Sul do País; no Centro-Oeste, caso ocorra atraso na safra verão, a semeadura da segunda temporada pode ocorrer fora do período considerado ideal.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Trigo fecha em baixa em Chicago com dólar forte e perspectiva de ampla oferta global – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em baixa, pressionada pela valorização do dólar e pelas perspectivas de ampla oferta global. Ainda assim, o contrato julho acumulou ganho de 3,24% na semana.
O mercado foi pressionado pela valorização do dólar frente às principais moedas e pelas perspectivas de ampla oferta global de trigo. O índice do dólar atingiu o maior nível em um ano após a reunião de política monetária do Federal Reserve reforçar as expectativas de elevação dos juros nos Estados Unidos.
A valorização da moeda norte-americana reduziu a competitividade do trigo dos Estados Unidos no mercado internacional, tornando o cereal mais caro para os compradores externos. Também pesou sobre as cotações a expectativa de uma grande safra na Rússia, principal exportadora mundial de trigo.
Operadores também ajustaram posições antes do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, que manterá os mercados de Chicago fechados nesta sexta-feira (19). Além disso, a queda do petróleo contribuiu para o movimento negativo observado ao longo da sessão.
O cenário de ampla disponibilidade global continuou limitando o impacto positivo da demanda observada recentemente em licitações internacionais. A agência estatal de grãos da Argélia (OAIC) comprou mais de 800 mil toneladas de trigo de moagem em uma licitação internacional encerrada nesta quarta-feira (18), segundo traders europeus.
As vendas líquidas norte-americanas de trigo para a temporada comercial 2026/27, iniciada em 1º de junho, somaram 400.800 toneladas na semana encerrada em 11 de junho, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O principal destino foi o Japão, com 167.400 toneladas. Para a temporada 2027/28, foram registradas vendas adicionais de 26.900 toneladas. O volume ficou dentro da faixa esperada pelo mercado, de 300 mil a 650 mil toneladas considerando as duas temporadas.
Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,05 3/4 por bushel, com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 1,14%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,14 por bushel, com queda de 7,25 centavos de dólar, ou 1,16%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana sem movimentações relevantes. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a ausência de negociações na Bolsa de Chicago impediu uma formação mais efetiva dos preços ao longo desta sexta-feira. Segundo ele, as cotações observadas foram basicamente nominais, servindo apenas como referência para os agentes do mercado.
Silveira destaca que não houve registro de negociações expressivas ou de grandes lotes ao longo do dia. “A semana fechou sem volumes importantes rodando”, resume.
Cotações de soja
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 127,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 128,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 116,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
- Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,1640 para venda e a R$ 5,1620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,1325 e R$ 5,1685. Apesar da baixa desta sexta-feira, a divisa acumulou valorização de 2,08% na semana.2,08% na semana.
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