Sustentabilidade
O USDA divulgou o progresso da colheita de soja nos EUA para a safra 2025/26, avanço de 10,00 p.p. em relação à semana anterior – MAIS SOJA

Na última semana, o óleo de soja em Chicago foi cotado a US$ 49,84/lb, queda de 3,78% no comparativo semanal, influenciado pela indefinição da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) quanto às metas de biocombustíveis. O farelo acompanhou a retração, sendo negociado na média de US$ 277,66/t, redução de 2,66% em relação à semana anterior.
Esse movimento foi impulsionado pela queda no preço da soja na CMEGroup, pressionada pela suspensão temporária das tarifas de exportação na Argentina, medida que elevou a competitividade do país e estimulou a demanda chinesa pela oleaginosa do país sul-americano. No entanto, o limite de US$ 7 bilhões em exportações foi atingido em apenas dois dias, antecipando o encerramento da medida.
No mercado mato-grossense, o óleo de soja recuou 0,89% na semana, cotado na média de R$ 6.515,13/t. Já o farelo caiu 3,05%, precificado em média a R$ 1.489,58/t. Além de seguir a tendência do mercado internacional, essa desvalorização reflete a queda de 3,22% no preço da soja em grão no estado.
AVANÇO: na última sexta-feira (26/09), a semeadura da soja em Mato Grosso alcançou 5,97% da área prevista, avanço de 5,42 p.p. em relação à semana anterior.
QUEDA: com a menor demanda nos portos devido à isenção dos impostos de exportação na Argentina, o indicador prêmio Santos recuou 6,47% no comparativo semanal.
RETRAÇÃO: o preço da soja em MT registrou desvalorização de 3,54% na semana, influenciado pela redução dos prêmios de exportação e pela queda no preço da oleaginosa em Chicago.
O USDA divulgou o progresso da colheita de soja nos EUA para a safra 2025/26, avanço de 10,00 p.p. em relação à semana anterior
Até o dia 28/09, 19,00% da área prevista havia sido colhida, 5,00 p.p. abaixo do mesmo período da safra 2024/25. Entre os estados com maiores percentuais, destacam-se Louisiana (78,00%), Mississippi (66,00%) e Arkansas (44,00%).
Quanto às condições, 62,00% das lavouras foram classificadas como boas/excelentes, Já no desenvolvimento, 79,00% das áreas apresentaram desfolhamento. Vale ressaltar que a colheita ainda está em fase inicial, e a definição da produção ocorrerá apenas ao término.
Até o momento, o USDA estima 17,05 mi de t, redução de 1,51% em relação ao ano passado. Por fim, os próximos meses serão decisivos, pois trarão uma definição mais precisa do tamanho da safra e maior clareza sobre o relacionamento com o a China, principal compradora da soja norte-americana.
Confira o Boletim Semanal da Soja n° 867 completo, clicando aqui!
Fonte: Imea

Autor:Boletim Semanal da Soja
Site: IMEA
Sustentabilidade
Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.
A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.
O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.
As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.
Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”
Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.
No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.
O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
Sustentabilidade
Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.
Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.
O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.
Fonte: Agência Safras
Sustentabilidade
Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.
A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.
Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.
Fonte: Agencia Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
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