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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Mercado interno de soja deve registrar mais um dia de liquidez reduzida – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve registrar mais um dia de liquidez reduzida, refletindo a fraqueza dos seus principais formadores de preço. O dólar comercial abriu instável, alternando entre altas e baixas, enquanto a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera em queda desde cedo, pressionada pela melhora nas lavouras norte-americanas e pela expectativa em torno do relatório trimestral de estoques do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Ontem (29), o mercado brasileiro de soja encerrou a sessão em ritmo lento, com poucas ofertas e preços recuando diante da combinação de dólar mais fraco e perdas na Bolsa de Chicago. De acordo com Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, os prêmios tiveram poucas mudanças e não compensaram as telas vermelhas de hoje.

Segundo Silveira, os produtores seguem focados na safra nova, com atenção ao plantio em andamento no Brasil, e evitam negociar no disponível. “O mercado não vem a ofertar e não há grande demanda pela soja, o que resume o dia em uma sessão de poucas ofertas”, explicou.

No mercado físico, os preços recuaram. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00, e em Santa Rosa (RS), de R$ 132,00 para R$ 130,00. Em Cascavel (PR), a cotação passou de R$ 130,00 para R$ 129,00. Em Rondonópolis (MT), o preço baixou de R$ 126,00 para R$ 125,00, enquanto em Dourados (MS) seguiu em R$ 124,00. Já em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 122,00 para R$ 121,00.

Nos portos, os preços também cederam. Em Paranaguá (PR), a saca caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00, enquanto em Rio Grande (RS) recuou de R$ 137,00 para R$ 135,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem baixa de 0,34% no contrato novembro/25 do grão, cotado a 10,07 centavos de dólar por bushel.

* O mercado é pressionado pela melhora das lavouras norte-americanas de soja e a expectativa pelo relatório trimestral de estoques trimestrais na posição 1o de setembro. A ausência da China nas compras do produto dos Estados Unidos e o avanço da colheita no país reforçaram o viés negativo.

* Os números dos estoques em 1o de setembro serão divulgados nesta terça-feira (30), às 13h, pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Analistas e corretores consultados por agências internacionais projetaram estoques trimestrais de soja em 322 milhões de bushels, abaixo dos 342 milhões registrados em igual período de 2024.

* No relatório sobre a evolução da colheita, o USDA informou que, até 28 de setembro, 19% das lavouras de soja haviam sido colhidas, contra 24% no mesmo período do ano passado e acima da média de cinco anos, de 20%. Na semana anterior, o índice era de 9%.

* Quanto às condições das lavouras, 62% estavam entre boas e excelentes, 27% regulares e 11% ruins ou muito ruins. Uma semana antes, os percentuais eram de 61%, 27% e 12%, respectivamente.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,22%, a R$ 5,3094. O Dollar Index registra perdas de 0,08%, a 97.820 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerram mistas. Xangai, +0,52%. Tóquio, -0,25%.

* As bolsas da Europa operam em alta. Frankfurt, +0,01%. Londres, +0,14%.

* O petróleo tem preços mais altos. Novembro do WTI em NY: US$ 62,11 o barril (-2,11%).

AGENDA

—-Terça-feira (30/09)

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

– Estoques trimestrais e previsão de safra de inverno USDA, 13h.

—–Quarta-feira (1/10)

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

—–Quinta-feira (2/10)

– Eurozona: A taxa de desemprego de agosto será publicada às 6h pelo Eurostat.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: A taxa de desemprego de agosto será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (3/10)

– Eurozona: A leitura do índice de preços ao produtor de agosto será publicada às 6h pelo Eurostat.

– EUA: O relatório oficial de vagas criadas (payroll) de setembro será publicado às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.

– O IBGE divulga a Pesquisa Industrial Mensal de agosto, às 9h.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Ritiele Rodrigues – Safras News



 

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Sustentabilidade

Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.

A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.

O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.

As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”

Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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