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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em alta com compras de proteção por parte dos Fundos – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeonômica, comentários referentes à 16/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 16/09

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 1,48% ou $ 6,25 cents/bushel, a $429,50. A cotação para março fechou em alta de 1,36% ou $ 6,00 cents/bushel, a $ 447,00.

ANÁLISE DA ALTA 

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. As cotações do cereal subiram em sintonia com as demais commodities do complexo grãos. O mercado de forma geral buscou se proteger de posições sobrevendidas antes do relatório sobre a economia americana desta quarta-feira.

Assim como na soja, o mercado diverge dos dados oficiais do governo americano sobre o volume total da safra que os produtores começaram a colher. Todos concordam que a safra será recorde, mas a diferença entre o mercado e o USDA é de até 8 milhões de toneladas. Com isso, os Fundos estão atentos aos trabalhos nos campos e buscando uma proteção extra.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em alta puxado por Chicago

Os principais contratos de milho encerraram em alta nesta terça-feira. As cotações da B3 ganharam apoio na alta de Chicago. Segundo dados da Secex, as exportações de setembro
estão em um ritmo próximo aos de 2024, com 47,57% do volume embarcado no mesmo período, totalizando 3.055.389 milhões de toneladas. No entanto as vendas seguem travadas com os produtores, que seguem relutantes em entregar grandes volumes.

OS FECHAMENTOS DO DIA 16/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,50, apresentando alta de R$ 0,14 no dia e baixa de R$ 0,68 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 70,50, com alta de R$ 0,05 no dia e baixa de R$ 0,78 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,53, com alta de R$ 0,59 no dia e baixa de R$ 0,01 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-COLHEITA LENTA E AGRICULTORES NA RETRANCA (altista)

Os preços do milho estão subindo em Chicago, com os fatores que impulsionam as altas incluindo a atividade de compra de fundos; um progresso da colheita um pouco mais lento do que o esperado, que pode ser exacerbado pelas chuvas esperadas nos próximos dias nas Grandes Planícies e no norte e oeste do Centro-Oeste; a relutância dos agricultores em validar os preços atuais dos novos grãos; e a perspectiva positiva contínua para as exportações dos EUA, apesar do recente relatório negativo da semana anterior.

EUA-EFEITOS DO RELATÓRIO DE SAFRA DE ONTEM (altista)

Ontem, o USDA relatou o progresso da colheita de milho em 7% da área adequada, em comparação com 4% na semana anterior; 8% no mesmo período em 2024; a média de 7% para o período 2020/2024; e a previsão de 9% pelos comerciantes. Em relação às condições da lavoura, a proporção em boas/excelentes condições diminuiu de 68% para 67%, um número que superou os 65% no mesmo período do ano passado e a média de 66% prevista pelos produtores do setor privado. Os dois principais estados produtores, Iowa e Illinois, apresentaram queda na condição das plantas de 80% para 79% e de 55% para 54%, em comparação com 77% na mesma época em 2024 para ambos os estados.

BRASIL-RELATÓRIOS DAS DUAS SAFRAS (baixistas)

Em seu relatório semanal de ontem, a CONAB informou o avanço da colheita do milho safrinha 2024/2025, atingindo 99,1% da área apta. Em relação à safra 2025/2026, informou o avanço no plantio do milho primeira, atingindo 14,7% da área prevista, em comparação com 9,6% na semana passada; 12% na mesma época em 2024; e a média de 12,9% dos últimos cinco anos.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Baixa oferta e vendedor retraído sustentam recuperação de preço – MAIS SOJA

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Após a queda observada em junho, a cotação do algodão em pluma no mercado doméstico voltou a subir em julho, sobretudo na segunda quinzena do mês.

Segundo o Cepea, a recuperação dos preços esteve atrelada principalmente à postura firme dos vendedores, sustentada pelos valores mais altos no mercado internacional, pela oferta restrita de lotes de qualidade superior e pela necessidade imediata de parte dos compradores. Esse cenário ocorre em um momento em que a colheita e o beneficiamento estão em ritmo lento no Brasil e o saldo remanescente da safra 2024/25 de melhor qualidade permanece limitado.

De acordo com pesquisadores do Cepea, do lado da demanda, a indústria mantém postura cautelosa diante do desempenho ainda lento das vendas de manufaturados. Além disso, vendedores passam a priorizar o embarque dos contratos a termo à medida que a disponibilidade da safra nova aumenta gradualmente.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.

A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.

O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.

As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”

Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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