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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Projeções da Abiove confirmam recorde para complexo soja em 2025 – MAIS SOJA

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A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) divulgou as projeções para o Complexo da Soja em 2025. Os dados confirmam a perspectiva de recorde para o setor e vieram acompanhados de resultados positivos no desempenho mensal. As estimativas para o ano permanecem em patamares elevados. A produção de soja deve atingir 170,3 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento está projetado em 58,5 milhões de toneladas, avanço de 0,7%. A produção de farelo e óleo de soja deve somar, respectivamente, 45,1 milhões e 11,7 milhões de toneladas, aumento de 0,7% e 0,4%.

Segundo Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da ABIOVE, o crescimento no esmagamento mostra que a indústria mantém um ritmo consistente, sustentado pela demanda de farelo e pelas exportações, além do aumento do consumo interno de óleo para biodiesel. “O avanço do B15 reforça o papel do biodiesel como um dos principais motores da cadeia e consolida o produto como o biocombustível mais eficiente e sustentável disponível no mundo”, destaca.

No cenário externo, as perspectivas continuam positivas. O Brasil deve exportar 109,5 milhões de toneladas de soja em grãos. As vendas externas de farelo devem se manter em 23,6 milhões de toneladas, assim como as de óleo de soja, prevista em 1,35 milhão de toneladas. Já as importações de óleo de soja estão estimadas em 100 mil toneladas, enquanto as de soja devem avançar 800 mil toneladas, para complementar a oferta no mercado interno.

Em julho, o processamento somou 4,7 milhões de toneladas, alta de 3,4% frente a junho. Na comparação com julho de 2024, o aumento foi de 6,1%, quando ajustado pelo percentual amostral. No acumulado do ano, o processamento atingiu 30,6 milhões de toneladas, crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As informações são da Abiove.

Autor/Fonte:  Revisão: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência Safras News

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Baixa oferta e vendedor retraído sustentam recuperação de preço – MAIS SOJA

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Após a queda observada em junho, a cotação do algodão em pluma no mercado doméstico voltou a subir em julho, sobretudo na segunda quinzena do mês.

Segundo o Cepea, a recuperação dos preços esteve atrelada principalmente à postura firme dos vendedores, sustentada pelos valores mais altos no mercado internacional, pela oferta restrita de lotes de qualidade superior e pela necessidade imediata de parte dos compradores. Esse cenário ocorre em um momento em que a colheita e o beneficiamento estão em ritmo lento no Brasil e o saldo remanescente da safra 2024/25 de melhor qualidade permanece limitado.

De acordo com pesquisadores do Cepea, do lado da demanda, a indústria mantém postura cautelosa diante do desempenho ainda lento das vendas de manufaturados. Além disso, vendedores passam a priorizar o embarque dos contratos a termo à medida que a disponibilidade da safra nova aumenta gradualmente.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.

A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.

O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.

As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”

Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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