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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Agosto teve preços da soja melhores no Brasil e em Chicago; negócios ganharam ritmo na primeira parte do mês – MAIS SOJA

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 O mês de agosto foi marcado por preçoes em elevação no mercado brasileiro de soja. A comercialização ganhou ritmo na primeira quinzena, mas a disposição dos negociadores em negociar diminuiu na segunda parte do mês. Em Chicago, o período foi marcado por boa alta nos contratos futuros, compensada em parte pela queda do dólar frente ao real.

A saca de 60 quilos subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00 em Passo Fundo (RS) no mês. Em Cascavel (PR), o preço avançou de R$ 132,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT), a cotação aumentou de R$ 121,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 137,00 para R$ 139,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, acumularam valorização de 5,43% no mês. Na manhã da sexta, 29, a posição estava cotada a US$ 10,43 por bushel, após iniciar o mês na casa de US$ 9,89.

O movimento de alta se intensificou após o relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que cortou as projeções de safra e estoques americanos para níveis abaixo do esperado pelo mercado. Logo depois, a tradicional crop tour da Pro Farmer confirmou uma estimativa de produção ainda mais baixa do que o número do USDA.

Importante frisar, no entanto, que tanto USDA como Pro Farmer indicaram safras cheias. E esse foi um ponto que limitou a recuperação dos contratos e os retirou das máximas do mês. O clima, pouco antes da colheita da safra, segue beneficiando o desenvolvimento das lavouras.

Outro ponto de atenção no mês foi a demanda chinesa. Apesar de apelos do presidente Trump, os compradores asiáticos seguem preferindo o mercado sul-americano. E o sentimento no mercado, mesmo com altos e baixos nas negociações comerciais, é de que a procura chinesa pelo produto americano continuará limitada.

O câmbio foi um fator negativo para as cotações internas. Diante da perspectiva de corte nos juros americanos, o dólar comercial perdeu força, acumulando queda de 3,47% e fechando o mês a R$ 5,40.

Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News



 

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Baixa oferta e vendedor retraído sustentam recuperação de preço – MAIS SOJA

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Após a queda observada em junho, a cotação do algodão em pluma no mercado doméstico voltou a subir em julho, sobretudo na segunda quinzena do mês.

Segundo o Cepea, a recuperação dos preços esteve atrelada principalmente à postura firme dos vendedores, sustentada pelos valores mais altos no mercado internacional, pela oferta restrita de lotes de qualidade superior e pela necessidade imediata de parte dos compradores. Esse cenário ocorre em um momento em que a colheita e o beneficiamento estão em ritmo lento no Brasil e o saldo remanescente da safra 2024/25 de melhor qualidade permanece limitado.

De acordo com pesquisadores do Cepea, do lado da demanda, a indústria mantém postura cautelosa diante do desempenho ainda lento das vendas de manufaturados. Além disso, vendedores passam a priorizar o embarque dos contratos a termo à medida que a disponibilidade da safra nova aumenta gradualmente.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.

A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.

O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.

As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”

Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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