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20 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Aprosoja MT debate impactos da Reforma Tributária com o Conselho Regional de Contabilidade

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O episódio tem como objetivo levar informação técnica e jurídica de forma acessível aos produtores sobre os impactos da reforma tributária

A Comissão de Política Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) realizou, nesta segunda-feira (18.08), mais uma live com foco no tema “Impactos da Reforma Tributária no Agro”. O convidado foi o Prof. Dr. Jonas da Costa Cruz, contador, perito e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que possui ampla experiência acadêmica e prática na área e trouxe uma análise detalhada sobre como as mudanças podem afetar diretamente o setor produtivo.

A transmissão foi conduzida pelo consultor de relações governamentais da Aprosoja MT, Thiago Rocha, que questionou Jonas sobre um dos pontos que mais preocupam os produtores, que é a necessidade ou não de se tornarem pessoa jurídica diante da reforma tributária. Segundo Jonas, a mudança de cadastro não trará diferenças significativas, já que a cobrança incidirá sobre ambos os regimes.

“Do ponto de vista da reforma tributária não terá tanto impacto o produtor ser pessoa física ou pessoa jurídica, porque o IBS irá impactar e influenciar o produtor da mesma forma. Não vai ser isso que fará com que a pessoa opte por trabalhar de uma dessas formas. Indiretamente o IBS e o ICBS impactarão a contabilidade, mas tudo vai depender da estratégia do que o produtor quer daqui para frente”, explicou.

Para o Prof. Dr. Jonas da Costa Cruz, a questão principal sobre a reforma tributária é a organização financeira, principalmente no controle de fluxo de caixa e das notas fiscais, destacando os riscos de falta de planejamento.

“Acaba que como a apuração do IBS será mensal, no próximo mês que ele tiver mais crédito a promessa é de devolução dos valores em três dias úteis. E o problema é que se eu não tiver controle desses créditos que eu já aproveitei, inclusive financeiramente, ou seja, se eu não tiver essa previsão na hora que eu for vender e ter que pagar o tributo cheio, será um problema. Se o produtor gastar esse crédito de maneira antecipada no momento da venda pode ser um problema, sim”, alertou.

Outro ponto de atenção destacado pelo especialista durante a live foi o creditamento na prestação de serviços, além das regras para aquisição de máquinas e implementos agrícolas. Segundo ele, a possibilidade de aplicar alíquota zero representa um avanço para o setor.

“Pelo texto que nós temos hoje, bens de capital, tratores e máquinas terão pagamento do IBS e CBS suspensos. Pelo texto da lei, fica assegurado o crédito integral e imediato, então se a colheitadeira virá com 26,5%, eu fico com crédito integral imediato, ou seja, ou eu compenso com o que vem com o tributo que eu tenho para pagar ou posso pedir a restituição no mês subsequente. Mesmo assim, a gente fala que fica suspenso, no caso da produção rural, o pagamento do IBS e CBS. E quando houver a incorporação ao ativo imobilizado, ou seja, quando eu provar para o Fisco que de fato esse ativo foi incorporado à minha produção rural, haverá a aplicação da alíquota zero. Eu penso que, desse ponto de vista, nós tivemos um avanço. Pode ser inclusive que o custo dessas máquinas e implementos seja reduzido”, explicou.

A live integra a série de episódios da Aprosoja Mato Grosso voltados a levar informação técnica e jurídica de forma acessível aos produtores rurais para ajudá-los a se preparar para os impactos da reforma tributária. Para assistir o episódio completo, acesse o canal oficial da Aprosoja Mato Grosso no Youtube.

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Avião que caiu em fazenda e deixou dois pilotos mortos em MT estava em fase de teste após manutenção, diz delegado

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avião de pequeno porte que caiu em uma fazenda e deixou dois pilotos mortos, em Poxoréu, a 259 km de Cuiabá, nessa sexta-feira (18), havia passado por manutenção em uma empresa de Primavera do Leste antes de realizar o voo. As vítimas foram identificadas como Zelicio Filgueira Tomaz, de 58 anos, e Rafael Pereira Guedes, de 22 anos. (VIDEO ABAIXO)

Segundo o delegado Éric Martins, a aeronave passou por alguns reparos antes da decolagem.

“Inicialmente, com as informações que nós temos até agora, esse avião estava tendo uma manutenção. Então, estavam sendo trocadas algumas peças, fazendo alguns reparos, e foi feito um voo teste para essa aeronave. Pouco depois de levantar voo, ele veio a ter algum tipo de falha e teve o acidente“, explicou.

Zelicio era piloto profissional e estava conduzindo a aeronave. Rafael também era piloto e, acompanhava o voo para aprendizagem.

“Até o presente momento, a gente tem noção de que a pessoa mais idosa era realmente piloto, fazia uso dessa profissão, e a pessoa mais nova estava em treinamento, em aprendizagem”, disse o delegado.

Ainda não há confirmação oficial sobre o modelo do avião envolvido no acidente. Funcionários da empresa Soma informaram que a aeronave seria um Comp Air 7SL, mas a informação ainda depende de confirmação pelos órgãos responsáveis pela apuração do acidente.

Em nota, a empresa Soma Aviação afirmou que irão aguardar o laudo do órgão responsável pela investigação o Cenipa.

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Entenda o caso

 

Zelicio Filgueira Tomaz, de 58 anos, e Rafael Pereira Guedes, de 22 anos, morreram na queda de avião em MT — Foto: Reprodução/Redes sociais

Zelicio Filgueira Tomaz, de 58 anos, e Rafael Pereira Guedes, de 22 anos, morreram na queda de avião em MT — Foto: Reprodução/Redes sociais

Segundo a Polícia Civil, a queda ocorreu na Fazenda Água Funda, na região da MT-130. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h35, junto com uma Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ainda não há informações sobre quanto tempo o avião permaneceu no ar antes da queda. As circunstâncias e as causas do acidente também deverão ser apuradas.

Quando chegaram na propriedade, os bombeiros encontraram a aeronave em chamas e localizaram os corpos dos dois ocupantes. Um médico do Samu confirmou as mortes ainda no local.

O impacto da aeronave provocou um incêndio que se espalhou pela vegetação da fazenda. Segundo o Corpo de Bombeiros, entre 4 e 5 mil metros quadrados de pastagem foram queimados. Os militares combateram o incêndio e conseguiram controlar as chamas. Em seguida, fizeram o rescaldo da área para evitar novos focos.

Essa é a segunda queda de aeronave no estado em menos de 10 dias. No dia 10 de setembro, outro avião de pequeno porte caiu em uma região de fazenda, a cerca de 20 km da área urbana de Água Boa, e deixou três mortos. Até o momento, apenas uma vítima foi identificada oficialmente: Vanderlei Sattler, de 65 anos.

Queda de avião que deixou dois mortos provocou incêndio em pastagem em MT — Foto: Reprodução

Queda de avião que deixou dois mortos provocou incêndio em pastagem em MT — Foto: Reprodução

VIDEO:

 

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Fisioterapeuta morre após carro bater contra carreta em Tangará da Serra I MT

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A fisioterapeuta Ana Carolina de Brito Ramos, de 41 anos, morreu após o carro que ela conduzia bater de frente com uma carreta, na rodovia MT-358, em Tangará da Serra, a 320 km de Cuiabá, nesse sábado (19).

Segundo a Polícia Civil, os veículos trafegavam em sentidos opostos e o acidente ocorreu em um trecho de pista reta.

O motorista da carreta, de 35 anos, relatou à polícia que seguia pela rodovia quando viu o carro da vítima vindo no sentido contrário. Segundo ele, ao se aproximarem, o carro teria entrado repentinamente na frente da carreta.

O motorista disse ainda que não soube informar o motivo da manobra e que não havia outro veículo à frente que pudesse ter provocado o deslocamento. Com a batida, Ana Carolina ficou presa às ferragens e morreu ainda no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou os procedimentos para retirar o corpo da vítima do veículo.

O local foi periciado e a Polícia Civil investiga as causas do acidente.

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Dengue em Cuiabá chega a mais de 800 casos e número cresce nas últimas semanas

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Cuiabá chegou a 878 casos confirmados de dengue em 2026, segundo o boletim mais recente da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O número vem crescendo nas últimas semanas: eram 569 casos na semana 27, em julho; 739 na semana 33, em agosto; e 878 na semana 36, em setembro.

Apesar desse aumento, a Secretaria de Saúde informa que a média de casos registrados por semana está 6% abaixo da observada em 2025. Na semana mais recente, foram notificados três novos casos, enquanto outros 110 registros incluídos no total eram referentes a semanas anteriores.

Três pessoas morreram em Cuiabá em decorrência da dengue neste ano, segundo o boletim.

As equipes de saúde já vistoriaram 805.397 imóveis em Cuiabá neste ano. Desse total, 87.158 imóveis foram tratados, 97.270 depósitos receberam tratamento e 23.268 foram eliminados.

O número de imóveis vistoriados também aumentou ao longo do ano:

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  • Semana 27: 597.753 imóveis;
  • Semana 33: 756.353 imóveis;
  • Semana 36: 805.397 imóveis.

Em relação à chikungunya, o boletim registra 133 casos confirmados em 2026, sem óbitos. O número de notificações acumuladas é de 143 e a média semanal é de quatro casos, 98,7% inferior à registrada em 2025.

Já em relação à Zika, foram registradas nove notificações e três casos confirmados, com incidência acumulada de 0,4 caso por 100 mil habitantes e sem registro de óbitos.

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