Agro Mato Grosso
Aprosoja MT debate impactos da Reforma Tributária com o Conselho Regional de Contabilidade

O episódio tem como objetivo levar informação técnica e jurídica de forma acessível aos produtores sobre os impactos da reforma tributária
A Comissão de Política Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) realizou, nesta segunda-feira (18.08), mais uma live com foco no tema “Impactos da Reforma Tributária no Agro”. O convidado foi o Prof. Dr. Jonas da Costa Cruz, contador, perito e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que possui ampla experiência acadêmica e prática na área e trouxe uma análise detalhada sobre como as mudanças podem afetar diretamente o setor produtivo.
A transmissão foi conduzida pelo consultor de relações governamentais da Aprosoja MT, Thiago Rocha, que questionou Jonas sobre um dos pontos que mais preocupam os produtores, que é a necessidade ou não de se tornarem pessoa jurídica diante da reforma tributária. Segundo Jonas, a mudança de cadastro não trará diferenças significativas, já que a cobrança incidirá sobre ambos os regimes.
“Do ponto de vista da reforma tributária não terá tanto impacto o produtor ser pessoa física ou pessoa jurídica, porque o IBS irá impactar e influenciar o produtor da mesma forma. Não vai ser isso que fará com que a pessoa opte por trabalhar de uma dessas formas. Indiretamente o IBS e o ICBS impactarão a contabilidade, mas tudo vai depender da estratégia do que o produtor quer daqui para frente”, explicou.
Para o Prof. Dr. Jonas da Costa Cruz, a questão principal sobre a reforma tributária é a organização financeira, principalmente no controle de fluxo de caixa e das notas fiscais, destacando os riscos de falta de planejamento.
“Acaba que como a apuração do IBS será mensal, no próximo mês que ele tiver mais crédito a promessa é de devolução dos valores em três dias úteis. E o problema é que se eu não tiver controle desses créditos que eu já aproveitei, inclusive financeiramente, ou seja, se eu não tiver essa previsão na hora que eu for vender e ter que pagar o tributo cheio, será um problema. Se o produtor gastar esse crédito de maneira antecipada no momento da venda pode ser um problema, sim”, alertou.
Outro ponto de atenção destacado pelo especialista durante a live foi o creditamento na prestação de serviços, além das regras para aquisição de máquinas e implementos agrícolas. Segundo ele, a possibilidade de aplicar alíquota zero representa um avanço para o setor.
“Pelo texto que nós temos hoje, bens de capital, tratores e máquinas terão pagamento do IBS e CBS suspensos. Pelo texto da lei, fica assegurado o crédito integral e imediato, então se a colheitadeira virá com 26,5%, eu fico com crédito integral imediato, ou seja, ou eu compenso com o que vem com o tributo que eu tenho para pagar ou posso pedir a restituição no mês subsequente. Mesmo assim, a gente fala que fica suspenso, no caso da produção rural, o pagamento do IBS e CBS. E quando houver a incorporação ao ativo imobilizado, ou seja, quando eu provar para o Fisco que de fato esse ativo foi incorporado à minha produção rural, haverá a aplicação da alíquota zero. Eu penso que, desse ponto de vista, nós tivemos um avanço. Pode ser inclusive que o custo dessas máquinas e implementos seja reduzido”, explicou.
A live integra a série de episódios da Aprosoja Mato Grosso voltados a levar informação técnica e jurídica de forma acessível aos produtores rurais para ajudá-los a se preparar para os impactos da reforma tributária. Para assistir o episódio completo, acesse o canal oficial da Aprosoja Mato Grosso no Youtube.
Agro Mato Grosso
Pane a cada 10 minutos: mais de 400 motoristas pedem resgate na BR-163 durante feriado

Além das panes, 28 pessoas passaram mal durante o trajeto e receberam atendimento nas bases de apoio da concessionária.
A cada 10 minutos um motorista precisou de ajuda na BR-163 durante o feriado prolongado do Dia do Trabalhador, entre sexta-feira (1º) e domingo (3). Ao todo, 412 veículos foram atendidos pela concessionária Nova Rota do Oeste por causa de diferentes tipos de pane.
A maior parte dos atendimentos foi por problemas mecânicos:
- 🧑🔧Falha mecânica: 67% dos casos
- 🛞Falhas nos pneus: 13%
- ⛽Falta de combustível/pane seca: 8%
- 🚘Pane elétrica: 5%
- 🔥Superaquecimento do motor: 4%
Além das panes, 28 pessoas passaram mal durante o trajeto e receberam atendimento nas bases de apoio da concessionária, distribuídas ao longo da rodovia.
Do total de ocorrências, quase metade (46%) foi resolvida ainda na pista, permitindo que os motoristas seguissem viagem sem precisar de remoção do veículo.
Para atender a demanda maior no período, a concessionária informou que reforçou as equipes e reposicionou viaturas em pontos estratégicos da rodovia. Foram usados ambulâncias, guinchos, caminhões-pipa e veículos de inspeção para agilizar os atendimentos.
Quando um motorista pede ajuda, a equipe identifica o local com apoio de câmeras e envia a viatura mais próxima. No local, os profissionais fazem a sinalização da pista e prestam o atendimento necessário. Em casos mais complexos, o veículo é levado por guincho até um ponto de apoio.
Agro Mato Grosso
Veja; os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026

Confira os diferenciais do trator M5 lançado pela Valtra na Agrishow 2026
Segundo Afonso Pavan, coordenador de marca e produto, o modelo chega com novo chassi, três opções de potência e pacote focado em conforto, hidráulica e versatilidade para cana, grãos e pecuária.
Apresentado no estande da Valtra na Agrishow 2026, o M5 é o novo passo da marca no segmento que consagrou a linha BH. Em entrevista à CanaOnline, Afonso Pavan afirmou que o lançamento preserva a robustez histórica, mas evolui em projeto, ergonomia e capacidade hidráulica para operações intensivas, com atenção especial à cana-de-açúcar.
A série chega com três motorizações: 165 cv e 185 cv (quatro cilindros) e 205 cv (seis cilindros). O trator estreia chassi remodulado e frente mais robusta, inspirada na linguagem da série T, além de adotar padrões globais de identidade visual, com a identificação concentrada na plaqueta frontal. A proposta é ser um trator para diferentes operações, do transbordo na cana ao uso com implementos em grãos e pecuária.
No conforto, a cabine ficou mais ampla e teve ergonomia aprimorada, com comandos na coluna lateral. Um diferencial é a geladeira integrada, com acionamento próprio e desligamento automático ao apagar o trator. Na transmissão, o M5 mantém a robustez da família BH, mas busca mais suavidade: o câmbio é sincronizado e a troca entre faixas também pode ocorrer sob carga. Há ainda “steps” de marcha no botão (mais/menos), com atuação automática para reduzir marchas quando o esforço aumenta e retomar quando a carga alivia.
Voltado à realidade da cana, o M5 evolui em hidráulica, com mais capacidade de levante e maior vazão que o BH: segundo Pavan, são 205 litros, destaque na categoria. Para usinas, pode sair de fábrica com preparação de frenagem e freio auxiliar, aumentando a segurança com carretas e implementos. Na cabine, há opção de piloto automático e tomadas elétricas dedicadas, com proteção por fusíveis e relés. Lançado na Agrishow 2026, o M5 já está à venda na rede Valtra, com versões definidas para o mercado brasileiro.
C/canaonline
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