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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Tempo aberto deve predominar no Centro-Sul do Brasil em boa parte da semana, com temperaturas amenas – Rural Clima – MAIS SOJA

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De acordo com o alerta agroclimático da Rural Clima, o tempo aberto deve predominar no Centro-Sul do Brasil em boa parte da semana, com temperaturas amenas.

A meteorologista Ludmila Camparotto sinaliza que o ingresso de uma nova massa de ar polar deverá trazer quedas das temperaturas no Centro- Sul do Brasil no final da semana, mas sem maiores preocupações em torno de geadas.

Paraguai

No Paraguai, as temperaturas deverão seguir amenas em parte do país até terça-feira, por conta da atuação de uma massa de ar polar. “As chuvas devem retornar ao Paraguai no início da segunda quinzena de agosto, mas não em grandes volumes”, avalia.

Apenas a partir do dia 20 de agosto é que são esperadas chuvas um pouco mais expressivas para o Paraguai.

No que tange a frio, segundo Ludmila, não há grandes preocupações à vista para o curto prazo.

Fonte: Arno Baasch / Safras News



 

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Sustentabilidade

PIB-Agro/CEPEA:Após forte avanço em 2025, PIB do agro recua 2% no 1º tri – MAIS SOJA

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Depois de registrar crescimento acima de 12% em 2025, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), apresentou queda de 2,01% no primeiro trimestre de 2026.

De acordo com o Cepea/CNA, com base nos dados consolidados de janeiro a março, o PIB do agronegócio está estimado em R$ 3,13 trilhões, sendo R$ 1,88 trilhão no ramo agrícola e R$ 1,25 trilhão, no pecuário. Considerando-se estes resultados e o desempenho do PIB nacional no mesmo período, a participação do setor na economia é estimada em 22,8% em 2026, abaixo dos 25,2% registrados em 2025.

Pesquisadores do Cepea/CNA ressaltam que esse desempenho negativo dá continuidade à tendência observada no quarto trimestre de 2025, quando o PIB apresentou retração em relação ao trimestre imediatamente anterior, interrompendo a trajetória de crescimento registrada até o terceiro trimestre daquele ano. Embora essa reversão tenha marcado uma mudança de tendência no final de 2025, o PIB do agronegócio encerrou o ano com significativo crescimento, sustentado pelos resultados positivos observados nos três primeiros trimestres.

No primeiro trimestre de 2026, todos os segmentos do agronegócio apresentaram queda, com destaque para o segmento primário (-4,15%), seguido por insumos (-2,15%), agrosserviços (-1,25%) e agroindústria (-1,03%). Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado foi influenciado pela expectativa de redução do valor da produção em 2026, decorrente principalmente da queda dos preços, que superou os ganhos projetados de produção em diversas atividades agrícolas e pecuárias.

No segmento industrial, as agroindústrias de base agrícola registraram retração, enquanto as de base pecuária avançaram, devido à redução mais intensa do consumo intermediário. Já os agrosserviços foram influenciados pelos desempenhos dos segmentos a montante, com queda no ramo agrícola e crescimento no pecuário, sustentado pela maior demanda por transporte, comércio e demais serviços associados ao aumento esperado da produção pecuária.

Tabela 1. PIB do Agronegócio: Taxa de variação acumulada no período (%)

Fonte: Cepea/USP e CNA

Fonte: CEPEA


FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Farsul envia para FPA propostas de emendas à MP 1.376/2026 – MAIS SOJA

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A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) encaminhou nesta quarta-feira (5/8) à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) duas propostas de emenda à Medida Provisória nº 1.376/2026, que trata da renegociação de dívidas rurais. Os textos foram enviados prontos para uso dos parlamentares, que têm até amanhã (6/8) para apresentar as sugestões de alterações ao texto. Segundo a entidade, se aprovadas, as mudanças devem ampliar de 10% para 90% a proporção de produtores gaúchos aptos a acessar as condições facilitadas da medida.

A iniciativa dá sequência ao diagnóstico apresentado pela Assessoria Econômica da Farsul no fim de julho, quando um levantamento com casos reais de produtores apontou que 88,3% do saldo devedor analisado (R$ 93 milhões em contratos de crédito rural) ficava fora do alcance da MP. Apenas R$ 10,85 milhões, o equivalente a 11,7% da amostra, reuniam as condições de enquadramento previstas na norma.

O estudo identificou como principal gargalo a exclusão das Cédulas de Produto Rural (CPR) das linhas de crédito com juros controlados, entre 6% e 12% ao ano, modalidade que hoje responde por 42,8% de todo o crédito rural concedido no Brasil na safra 2025/26. A pesquisa também expôs o que a Farsul chama de “paradoxo gaúcho”, onde o Rio Grande do Sul tem a menor taxa de inadimplência rural do país (5,3%, segundo a Serasa Experian), mas concentra a maior carteira de crédito rural problemática em valor absoluto, R$ 39,9 bilhões em abril de 2026, segundo o Banco Central. Esse valor é quase o dobro do Mato Grosso, segunda colocado.

As propostas de emenda

A primeira emenda altera os artigos 1º, 2º, 4º, 5º, 6º e 10 da MP e reúne as seis frentes de ajuste já anunciadas pela Farsul: a inclusão da CPR entre os instrumentos elegíveis nas mesmas condições do custeio; a ampliação do artigo 6º para abranger CPR emitidas em favor de cooperativas e de revendas ou distribuidores de insumos, e não apenas de instituições financeiras; a possibilidade de que parcelas de investimento renegociadas por aditivo formal acessem a linha facilitada mesmo sem declaração expressa de inadimplência; a substituição da data-limite fixa de 31 de maio de 2026 (anterior à própria publicação da MP, em 15 de julho) por um critério vinculado à data de contratação da nova linha de crédito; uma exceção à vedação para quem já renegociou sob a MP 1.314/2025, quando houver novo evento de perda; e a criação de uma porta de entrada específica para operações de capital de giro vinculadas à atividade rural, hoje sem enquadramento em nenhum inciso da norma. A justificativa do texto argumenta que a redação original, ao beneficiar mais quem deixou de pagar do que quem se esforçou para permanecer adimplente, cria um incentivo regulatório adverso à cultura de pagamento em dia.

A segunda emenda inclui um parágrafo 11 ao artigo 1º voltado aos produtores de grãos: permite que a comprovação das perdas de renda exigida pela MP seja feita, na ausência de laudo técnico de profissional habilitado, por atestado ou relatório emitido no âmbito da Infraestrutura de Verificação Agrícola, Monitoramento e Conformidade de Grãos (Infraestrutura VMG), instituída pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. A proposta não dispensa a comprovação da perda nem substitui o laudo já aceito, apenas cria um meio alternativo para produtores que não conseguiram, por razões operacionais ou de disponibilidade de profissionais na região, obter o documento dentro do prazo.

Duas frentes de atuação

A Farsul mantém atuação simultânea em duas frentes. No Legislativo, articula com os parlamentares da bancada gaúcha e da Frente Parlamentar da Agropecuária a apresentação das emendas até o fim do prazo regimental. No Executivo, mantém contato direto com o Ministério da Fazenda para que o governo federal reconheça os problemas identificados na medida e elabore um novo texto, mais abrangente, para a renegociação das dívidas rurais.

A MP 1.376/2026, publicada em 15 de julho, autoriza linhas de crédito rural para renegociação de dívidas de custeio, investimento e CPR, além da participação da União em um fundo garantidor para produtores afetados por eventos climáticos, com juros de 6% a 12% ao ano e prazos de até dez anos para quem se enquadra. O prazo para conversão da MP em lei se encerra 120 dias após a publicação.

Proposta de Emenda I

Proposta de Emenda II

Fonte: Farsul


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Sustentabilidade

Tempo seco pode dar falsa sensação de segurança no manejo de doenças da soja – MAIS SOJA

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Períodos de estiagem podem reduzir temporariamente o avanço de algumas doenças da soja, mas não eliminam os fungos presentes na lavoura. A falsa sensação de segurança provocada pelo tempo seco pode atrasar o início do manejo e elevar o risco de desfolha, redução do enchimento dos grãos e perdas de produtividade com a retomada das chuvas. 

De acordo com a Embrapa Soja, cultivares suscetíveis à mancha-alvo podem sofrer desfolha e perdas de até 40% de produtividade. A incidência da doença também é favorecida pela sucessão da soja com culturas hospedeiras do fungo, como algodão e crotalária. 

“O produtor precisa avaliar o histórico da área, a cultivar utilizada, as culturas anteriores e a previsão do tempo para definir o momento adequado do manejo. A antecipação é decisiva para evitar que a doença avance quando as condições voltarem a ser favoráveis”, orienta André Ricci, gerente de Comunicação e Marketing na Ourofino Agrociência.  

Diferentes patógenos respondem de maneiras distintas às condições climáticas. O fungo causador da mancha-alvo, por exemplo, pode permanecer em sementes infectadas, restos culturais e plantas hospedeiras. Com o retorno das chuvas, o aumento da umidade e do período de molhamento das folhas volta a favorecer novas infecções. 

Manchas foliares, como a mancha-parda, também podem avançar quando encontram temperatura e umidade favoráveis. Os primeiros sintomas visíveis, entretanto, nem sempre representam o início da infecção. Quando as lesões aparecem, o fungo pode já estar instalado e comprometendo parte da área fotossintética da planta.

“O planejamento preventivo deve incluir monitoramento frequente, utilização de sementes sadias, escolha de cultivares adequadas, rotação de culturas e eliminação de plantas voluntárias e hospedeiras, além do correto posicionamento dos fungicidas. A alternância de diferentes mecanismos de ação também é importante para preservar a eficiência das tecnologias disponíveis”, informa Ricci.  

Entre as soluções da Ourofino Agrociência para o manejo preventivo da soja está o Dotte®, fungicida sistêmico à base de protioconazol e picoxistrobina, registrado para o controle da ferrugem-asiática e da mancha-parda. Com ingredientes ativos de diferentes mecanismos de ação, o produto deve ser inserido em um programa de manejo e utilizado de acordo com as recomendações de bula e a orientação de um engenheiro agrônomo. 

Sobre a Ourofino Agrociência       

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira.  

Mais informações, clique aqui

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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