Sustentabilidade
Rovensa Next adota nova comunicação nas embalagens de seus produtos no Brasil – MAIS SOJA

A Rovensa Next, empresa global de biossoluções para a agricultura sustentável, anuncia que, a partir deste mês de julho, todas as embalagens dos produtos comercializados no Brasil passarão a adotar uma nova comunicação visual. A mudança é parte de um processo gradual e acompanha a estratégia da companhia de unificar a identidade visual das 12 empresas que deram origem à marca.
O novo layout, mais minimalista, traz na frente do rótulo somente o nome do produto e a logomarca da Rovensa Next com uma flecha cuja cor indica a categoria de cada biossolução da companhia: verde para bionutrição, alaranjada para adjuvantes, vermelho escuro para biofertilizantes e marrom para inoculantes. Os produtos da linha de biocontrole não passarão por modificações, pois, no Brasil, são enquadrados como biodefensivos e necessitam ter uma embalagem padrão, por legislação.
Segundo Lucas Ronca, coordenador de Marketing da Rovensa Next Brasil, a padronização reforça a conexão entre os produtos e a marca. “Essa era uma demanda da nossa comunicação global, pelo fato da empresa ser fruto da união de outras 12, cada uma com um estilo próprio. Agora, o produtor, os canais de venda e os demais interessados verão a nova embalagem e imediatamente a associarão à Rovensa Next”, explica.
O novo visual já estava sendo utilizado em todos os países onde a empresa atua e foi concebido para comunicar com simplicidade e clareza, ao facilitar a identificação e deixar explícito o segmento do produto. Isso é importante para, por exemplo, melhorar a experiência de quem lida com as biossoluções Rovensa Next no dia a dia.
“É preciso destacar que a alteração se concentra exclusivamente no rótulo, sem modificações na formulação, quantidade, tamanho ou qualidade. E para não deixar qualquer sombra de dúvidas a respeito disso lançamos uma campanha que carrega o slogan ‘Embalagem renovada, confiança preservada’, reforçando se tratar de uma mudança apenas estética, sem impacto nas características técnicas”, explica Ronca.
A substituição será feita gradativamente, a depender do estoque. Pode demorar até um ano para concluir o processo. Durante o período de transição, será comum encontrar o rótulo antigo em uma região, o novo em outra ou até mesmo os dois num mesmo local.
“Queremos deixar claro ao público que a mudança é visual, mas a essência das nossas biossoluções continua a mesma: confiável e inovadora”, esclarece Ronca, que também informa que WETCIT e VORAX serão os últimos a passarem por alteração. “No momento que isso acontecer, o público será comunicado por meio de nota oficial”, conclui.
Sobre a Rovensa Next
Nascida da união de 12 empresas pioneiras em soluções para agricultura sustentável, a Rovensa Next é a resposta do Grupo Rovensa para liderar as transformações na produção de alimentos. Dentro das lavouras, os produtores rurais buscam por alta produtividade e eficiência no controle de pragas e doenças. Fora delas, os consumidores querem alimentos saudáveis e produzidos com respeito ao meio ambiente.
Para tanto, a companhia desenvolveu um portfólio que cobre todo o ciclo de vida da planta. Destaque a uma gama de produtos voltados a bionutrição, biocontrole e tecnologia de aplicação. A Rovensa Next possui 14 plantas industriais, sendo duas no Brasil, localizadas em Monte Mor (SP) e Arapongas (PR). Soma 3.000 funcionários no globo e a marca está presente em 90 países.
Possui uma rede global de 30 laboratórios de Pesquisa & Desenvolvimento e mantém parcerias com outros 84 centros de pesquisa e universidades de referência. “Na Rovensa Next, temos um forte compromisso com a sustentabilidade e não estamos medindo esforços para nos tornarmos líderes globais no mercado de biossoluções para agricultura”, conclui Riccardo Vanelli, CCO da companhia.
> Para conhecer o portfólio completo da Rovensa Next, acesse www.rovensanext.com.br/
Fonte: Assessoria de Imprensa Rovensa Next
Sustentabilidade
Doenças em soja: controle de fungos necrotróficos exige medidas integradas de manejo – MAIS SOJA

Durante o ciclo de desenvolvimento da soja, diversas doenças podem acometer a cultura, afetando diferentes órgãos e estádios fenológicos da planta. Os patógenos responsáveis por essas doenças são, em sua maioria, de origem fúngica e podem estar presentes no ambiente de cultivo antes mesmo da semeadura, comprometendo inclusive as fases iniciais de estabelecimento da lavoura.
Além dos fungos biotróficos, que dependem de tecidos vivos do hospedeiro para sua sobrevivência e desenvolvimento, como ocorre com o agente causal da ferrugem-asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi), existem fungos capazes de sobreviver em restos culturais e matéria orgânica presentes no solo. Esses patógenos, classificados como fungos necrotróficos, utilizam tecidos vegetais mortos como fonte de sobrevivência e podem permanecer viáveis entre safras, dificultando a redução do inóculo e favorecendo a ocorrência de novas infecções quando encontram condições ambientais adequadas de temperatura e umidade.
Entre os principais patógenos necrotróficos associados às doenças da soja destacam-se a mancha olho-de-rã (Cercospora sojina), a cercosporiose (Cercospora kikuchii), a mancha-parda (Septoria glycines), a antracnose (Colletotrichum truncatum), a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) e as podridões radiculares e de colmo associadas a espécies dos gêneros Rhizoctonia, Fusarium e Sclerotinia. A capacidade de sobrevivência desses patógenos em resíduos culturais dificulta a controle efetivo dessas doenças e reforça a importância do manejo integrado de doenças, envolvendo práticas como rotação de culturas, tratamento de sementes, manejo da população de plantas, nutrição equilibrada e uso estratégico de fungicidas (Forcelini, 2010).
Figura 1. Esquema de manejo integrado de doenças causadas por fungos necrotróficos em soja.
Considerando que a manutenção da cobertura permanente do solo é uma das premissas fundamentais do sistema plantio direto, a destruição dos resíduos culturais (palhada) não constitui uma estratégia tecnicamente recomendada para o manejo de fungos necrotróficos em ambientes agrícolas. Nesse contexto, a redução da sobrevivência e do potencial de inóculo desses patógenos deve ser baseada em práticas integradas, reforçando a necessidade da rotação de culturas com espécies não hospedeiras, do uso de cultivares com maior resistência genética e do tratamento de sementes com fungicidas eficientes e específicos.
Dessa forma, a definição adequada das culturas que compõem o sistema de rotação, priorizando espécies pertencentes a diferentes famílias botânicas e sem relação de hospedeiro com os principais patógenos, é fundamental para interromper o ciclo de sobrevivência dos fungos necrotróficos e reduzir a pressão de doenças na soja. Além disso, estudos indicam que sementes infectadas ou contaminadas podem representar importantes fontes de inóculo inicial desses patógenos em áreas de cultivo de soja (Reis; Reis; Zanatta, 2022). Portanto, o uso de sementes com elevada qualidade fisiológica e sanitária, associado ao tratamento de sementes com fungicidas apropriados, constitui uma etapa essencial no manejo integrado de doenças, contribuindo para a proteção inicial das plantas e para a redução da disseminação dos patógenos na lavoura.
Referências:
FORCELINI, C. A. DOENÇAS EM SOJA: ENTENDENDO AS DIFERENÇAS ENTRE BIOTRÓFICOS E NECROTRÓFICOS. Revista Plantio Direto, N. 7, 2010. Disponível em: < https://pt.scribd.com/document/711702511/3-230207-193658 >, acesso em: 24/06/2026.
REIS, E. M.; REIS, A. C.; ZANATTA, M. QUANTO A EFICÁCIA DO TRATAMENTO DE SEMENTES COM FUNGICIDAS. – ÊNFASE EM GRANDES CULTURAS DE GRÃOS. Summa Phytopathol, 2022. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/sp/a/5CQ64Z9QkJkhM7yvGr9xgcw/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 24/06/2026.

Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Oferta restrita sustenta preços – MAIS SOJA

Mesmo com o retorno pontual de compradores em parte das regiões produtoras, o mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresenta baixa liquidez. De acordo com o Cepea, produtores seguem retraídos diante dos atuais patamares de preços, considerados insuficientes para remunerar adequadamente a atividade.
Com isso, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta disponível continua restrita em parte do estado, sustentando as cotações em praças específicas. Ao mesmo tempo, agentes consultados pelo Cepea acompanham novos sinais do mercado internacional e as perspectivas climáticas para a safra 2026/27, fatores que podem influenciar as estratégias de comercialização nos próximos meses.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Business
Exportações podem atingir novo recorde em junho MT

Mesmo durante a entressafra, a ampla disponibilidade de algodão em pluma no Brasil e a necessidade de escoamento do excedente produtivo vêm mantendo intenso o ritmo de exportações.
De acordo com pesquisadores do Cepea, durante as últimas safras, o País consolidou sua capacidade de abastecer o mercado internacional de forma contínua ao longo do ano, diferentemente do padrão observado anteriormente, quando os embarques se concentravam no segundo semestre. Como resultado, as exportações brasileiras passaram a apresentar maior regularidade, alcançando recordes mensais inclusive em meses tradicionalmente marcados pela menor disponibilidade da pluma.
Segundo dados da Secex, os embarques brasileiros de algodão em pluma somaram 146,8 mil toneladas nos 14 primeiros dias úteis de junho/26. Embora esse volume ainda esteja 49,6% abaixo do registrado em maio/26, já supera em 10,6% o total embarcado em todo o mês de junho/25. A média diária atingiu 10,49 mil toneladas, expressivos 57,9% acima das 6,64 mil toneladas observadas no mesmo período do ano passado.
Se mantido o ritmo atual, as exportações podem alcançar cerca de 220 mil toneladas em junho, um novo recorde para o mês e superando com folga as 160,4 mil toneladas registradas em junho de 2024, até então o maior volume da série histórica da Secex para esse período.
Fonte: Cepea
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