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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Rovensa Next adota nova comunicação nas embalagens de seus produtos no Brasil – MAIS SOJA

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A Rovensa Next, empresa global de biossoluções para a agricultura sustentável, anuncia que, a partir deste mês de julho, todas as embalagens dos produtos comercializados no Brasil passarão a adotar uma nova comunicação visual. A mudança é parte de um processo gradual e acompanha a estratégia da companhia de unificar a identidade visual das 12 empresas que deram origem à marca.

O novo layout, mais minimalista, traz na frente do rótulo somente o nome do produto e a logomarca da Rovensa Next com uma flecha cuja cor indica a categoria de cada biossolução da companhia: verde para bionutrição, alaranjada para adjuvantes, vermelho escuro para biofertilizantes e marrom para inoculantes. Os produtos da linha de biocontrole não passarão por modificações, pois, no Brasil, são enquadrados como biodefensivos e necessitam ter uma embalagem padrão, por legislação.

Segundo Lucas Ronca, coordenador de Marketing da Rovensa Next Brasil, a padronização reforça a conexão entre os produtos e a marca. “Essa era uma demanda da nossa comunicação global, pelo fato da empresa ser fruto da união de outras 12, cada uma com um estilo próprio. Agora, o produtor, os canais de venda e os demais interessados verão a nova embalagem e imediatamente a associarão à Rovensa Next”, explica.

O novo visual já estava sendo utilizado em todos os países onde a empresa atua e foi concebido para comunicar com simplicidade e clareza, ao facilitar a identificação e deixar explícito o segmento do produto. Isso é importante para, por exemplo, melhorar a experiência de quem lida com as biossoluções Rovensa Next no dia a dia.

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“É preciso destacar que a alteração se concentra exclusivamente no rótulo, sem modificações na formulação, quantidade, tamanho ou qualidade. E para não deixar qualquer sombra de dúvidas a respeito disso lançamos uma campanha que carrega o slogan ‘Embalagem renovada, confiança preservada’, reforçando se tratar de uma mudança apenas estética, sem impacto nas características técnicas”, explica Ronca.

A substituição será feita gradativamente, a depender do estoque. Pode demorar até um ano para concluir o processo. Durante o período de transição, será comum encontrar o rótulo antigo em uma região, o novo em outra ou até mesmo os dois num mesmo local.

“Queremos deixar claro ao público que a mudança é visual, mas a essência das nossas biossoluções continua a mesma: confiável e inovadora”, esclarece Ronca, que também informa que WETCIT e VORAX serão os últimos a passarem por alteração. “No momento que isso acontecer, o público será comunicado por meio de nota oficial”, conclui.

Sobre a Rovensa Next

Nascida da união de 12 empresas pioneiras em soluções para agricultura sustentável, a Rovensa Next é a resposta do Grupo Rovensa para liderar as transformações na produção de alimentos. Dentro das lavouras, os produtores rurais buscam por alta produtividade e eficiência no controle de pragas e doenças. Fora delas, os consumidores querem alimentos saudáveis e produzidos com respeito ao meio ambiente.

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Para tanto, a companhia desenvolveu um portfólio que cobre todo o ciclo de vida da planta. Destaque a uma gama de produtos voltados a bionutrição, biocontrole e tecnologia de aplicação. A Rovensa Next possui 14 plantas industriais, sendo duas no Brasil, localizadas em Monte Mor (SP) e Arapongas (PR). Soma 3.000 funcionários no globo e a marca está presente em 90 países.

Possui uma rede global de 30 laboratórios de Pesquisa & Desenvolvimento e mantém parcerias com outros 84 centros de pesquisa e universidades de referência. “Na Rovensa Next, temos um forte compromisso com a sustentabilidade e não estamos medindo esforços para nos tornarmos líderes globais no mercado de biossoluções para agricultura”, conclui Riccardo Vanelli, CCO da companhia.

> Para conhecer o portfólio completo da Rovensa Next, acesse www.rovensanext.com.br/

Fonte: Assessoria de Imprensa Rovensa Next



 

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Sustentabilidade

Preço da soja no Brasil não resiste à nova queda de Chicago: veja as cotações

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Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão de pouca movimentação, com negócios pontuais e ritmo lento tanto nos portos quanto no mercado interno.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.

Ao longo do dia, o analista menciona que a Bolsa de Chicago operou em queda, enquanto os prêmios não conseguiram compensar o movimento recente de baixa. "As ofertas continuam depreciadas em termos de valor", acrescenta.

Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. Segundo Silveira, o ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Todo mundo está esperando os números da próxima semana, que serão divulgados na próxima terça-feira, dia 12”, resume.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): R$ 123,50
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 118,50 para R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 107,50
  • Dourados (MS): R$ 110,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 109,50 para R$ 109
  • Porto de Paranaguá (PR): baixou de R$ 128,50 para R$ 128
  • Porto de Rio Grande (RS): permaneceu em R$ 128,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), mas acima das mínimas do dia.

Silveira pontua que o comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo, foi determinante para as oscilações da soja, em dia de muita volatilidade e de ajustes.

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O petróleo iniciou o dia com fortes perdas, mas reduziu a retração na parte da tarde, chegando até mesmo a operar no território positivo.

“Tudo gira em torno das negociações entre Irã e Estados Unidos em busca de uma solução para o conflito no Oriente Médio. A falta de novidades trouxe certo ceticismo ao mercado”, relata o analista.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,50 centavos de dólar, ou 0,2%, a US$ 11,92 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,86 3/4 por bushel, com retração de 2,25 centavos de dólar ou 0,18%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,15 centavos de dólar, com perda de 0,87 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 4,9222 para venda e a R$ 4,9202 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8954 e a máxima de R$ 4,9304.

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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Sustentabilidade

Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

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Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).

Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Fonte: Prof Fábio Marin

Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.

Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).

Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).
Fonte: INMET (2026)

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.

Fenômenos ENSO

Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).

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Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.
Fonte: IRI (2026)


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.
Fonte: IRI (2026)

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.

Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.


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Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.

IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

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