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12 de agosto de 2026

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Mato Grosso gera mais de 360 mil empregos no primeiro semestre de 2025

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Mato Grosso gerou 360.493 empregos com carteira assinada no primeiro semestre de 2025, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O volume representa um crescimento de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O saldo entre admissões e desligamentos no período foi positivo, com 41.853 novas vagas formais criadas. O desempenho mantém Mato Grosso entre os líderes na geração de empregos no país. O estado foi o oitavo que mais contratou no Brasil e o segundo da região Centro-Oeste, atrás apenas de Goiás.

Em Mato Grosso, o setor de serviços foi o maior responsável pela geração de empregos formais no primeiro semestre, com 118.870 contratações. Na sequência, estão o comércio (93.151 admissões), agropecuária (67.486), indústria (46.867) e construção (34.119).

Entre os municípios que mais contribuíram para o desempenho estadual, Cuiabá se destaca por apresentar o maior número de empregos gerados, totalizando 70.309 novos postos de trabalho, 19,5% do total.

A segunda cidade que mais contratou foi Rondonópolis, com 29.483 admissões (8,18%), seguida de Sinop, com 24.539 (6,81%), Várzea Grande, com 18.844 (5,23%) e Sorriso, com 17.348 (4,81%).

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, ressaltou que os dados do Caged refletem o bom momento que Mato Grosso vive e a efetividade das ações voltadas ao desenvolvimento econômico.

“Mato Grosso vem colhendo os frutos de uma política sólida de investimentos em infraestrutura, inovação e apoio aos setores produtivos. Os mais de 360 mil empregos gerados apenas no primeiro semestre de 2025 refletem a força da nossa economia e a confiança do empresariado em continuar investindo no estado. Com um ambiente favorável aos negócios, segurança jurídica e gestão responsável, seguimos impulsionando o crescimento e consolidando Mato Grosso como um dos motores econômicos do Brasil”, avaliou.

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Amizade de anos entre Pivetta e Gisela ajudou a consolidar nova chapa ao Governo

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Deputada também foi escolhida em consenso pelas principais lideranças do União Brasil

A escolha da deputada federal Gisela Simona (União) para ser candidata a vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) foi construída com respaldo das principais lideranças do União Brasil. A definição ocorreu após consultas internas sobre o nome que representaria o partido na composição majoritária.

Segundo o deputado estadual Júlio Campos (União), houve uma videoconferência conduzida pelo presidente nacional do Progressistas, Nilson Leitão, para ouvir parlamentares e dirigentes sobre a indicação. Gisela teria reunido consenso entre os participantes.

Amizade de Gisela e Pivetta também foi levada em conta…

Além do aval político, a escolha também é marcada pela relação pessoal construída há anos entre Gisela e Pivetta. Os dois mantêm uma amizade antiga e uma relação considerada próxima e saudável, o que contribuiu para a boa receptividade do nome da deputada dentro do grupo.

A definição ocorreu após Fábio Garcia (União) deixar a disputa pela vice e anunciar o retorno à corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados. Com Gisela, o União Brasil permanece na composição da chapa encabeçada por Pivetta para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

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Na Assembleia, Wilson Santos defende Mauro Carvalho após Operação Heritage

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Parlamentar citou trajetória empresarial e afirmou não ver elementos suficientes contra o ex-secretário

O deputado estadual Wilson Santos (PSD) fez um desagravo ao ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho durante a sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, nesta quarta-feira (12). O parlamentar afirmou ter dúvidas sobre o envolvimento de Carvalho nas suspeitas investigadas pela Operação Heritage, da Polícia Federal.

Wilson destacou a trajetória empresarial do ex-secretário e sua passagem pela Casa Civil. Segundo o deputado, Carvalho construiu seu patrimônio no setor privado antes de ingressar no serviço público e, até o momento, não haveria elementos que justificassem colocá-lo entre pessoas que considera desonestas.

“Ele fez carreira na vida privada, ganhou dinheiro honesto como empresário, gerou milhares de empregos no Estado de Mato Grosso, paga mais de R$ 400 milhões por ano de impostos”, afirmou.

Wilson também lembrou dos serviços prestados por Mauro Carvalho na Casa Civil. De acordo com Wilson, talvez Mauro tenha sido o melhor secretário a ocupar a pasta.

“Foi o mais longevo secretário-chefe da Casa Civil da história republicana de Mato Grosso. E eu tenho muita dúvida do envolvimento dele nisso. Um secretário exímio, educado, dinâmico, cumpridor dos compromissos”, comentou.

Mauro Carvalho deixou o comando da Casa Civil na terça-feira (11), cinco dias após ser alvo da Operação Heritage. Em carta publicada nas redes sociais, afirmou que pretende se dedicar à família, às empresas e ao esclarecimento dos fatos investigados. Ele também negou participação no acordo de R$ 308 milhões entre o Governo de Mato Grosso e a Oi.

A Operação Heritage investiga suspeitas de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro relacionadas ao acordo. A Polícia Federal cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Entre os nomes citados estão o ex-governador Mauro Mendes (União), o deputado federal Fábio Garcia (União) e outros agentes públicos, empresários e advogados.

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Reinaldo Morais é convidado por Michelle Bolsonaro para ser vice de Wellington

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O produtor rural Reinaldo Morais (Novo) foi convidado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para concorrer como vice do senador Wellington Fagundes (PL) na chapa ao governo.

A intenção seria apaziguar a turbulência dentro do Partido Liberal (PL), especialmente entre a ala dos bolsonaristas mais “raiz”, que vê no empresário uma figura mais próxima de seus valores.

A estratégia teria começado a mostrar efeito. Fonte ouvida pelo Livre afirmou que, nos últimos dias, Reinaldo Morais passou a receber apoio do grupo de Wellington e dos bolsonaristas “raiz”.

O senador, no entanto, ainda não tomou sua decisão. Ela deve ser anunciada no fim de semana, quando se encerra o prazo para o registro de candidaturas. Oficialmente, o médico Alencar Farina continua como candidato a vice.

Michelle Bolsonaro ligou para Reinaldo Morais na semana passada. Ele já havia sido indicado por ela como o nome mais adequado para compor a chapa com Wellington.

A preferência teria relação com a aliança construída em 2021, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro se filiou ao PL para concorrer à reeleição. Reinaldo participou da campanha em Mato Grosso e, desde então, passou a ser visto como uma figura capaz de unir a corrente bolsonarista e o eleitorado geral.

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