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22 de setembro de 2026

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Maior evento de soja do mundo começa hoje em Campinas

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Começa hoje (21) em Campinas (SP) o maior evento técnico-científico da cultura da soja no mundo. Os debates e exposições seguem até quinta-feira (24) e reúnem representantes de todos os elos da cadeia produtiva da oleaginosa. São esperadas 2 mil pessoas de vários países. Sob a perspectiva dos 100 anos da soja no Brasil, a pauta é sobre os desafios do amanhã nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação, sem descuidar do mercado, um ambiente o Brasil é líder absoluto em produção e exportação.

Realizado a cada três anos, em sua 10ª edição o Congresso Brasileiro de Soja comemora os 50 anos da Embrapa Soja, que também é a realizadora do evento. Em paralelo ocorre também o Mercosoja 2025. Mais de 50 expositores estarão participando da Arena de Inovação. A proposta do espaço é apresentar os novos processos, produtos e inovações que beneficiam os diferentes segmentos da cadeira produtiva da soja, desde como colher, beneficiar e secar sementes e grãos, até novas ferramentas de biotecnologia para agregar melhoria à qualidade do óleo e da proteína de soja.

“A soja no Mercosul um século depois” é o tema da conferência de abertura, nesta segunda-feira, 21 de julho, às 19 horas. Para debater a evolução da cultura na região haverá um bate-papo com importantes atores da evolução recente da cultura no Mercosul. Entre os convidados o pesquisador da área de melhoramento genético Romeu Afonso de Souza Kiihl, da MGS Melhoramento Genético e Sementes; o professor Tuneo Sediyama, da Soygene; Rodolfo Luis Rossi, ACSoja – Argentina e Gerardo Bartolomé, do Grupo Dom Mário. O debate será conduzido pelo jornalista Giovani Ferreira, do Canal Rural.

Em um mundo em plena transformação, política e econômica, a geopolítica não poderia ficar de fora das discussões. Esse é o assunto e tema da conferência da terça-feira, 22 de julho, a partir das 8h30, apresentado por Guilherme Bastos, da Fundação Getúlio Vargas. A proposta é destacar as relações comerciais do Brasil com outros países influenciada pela produção, comércio e consumo do grão. Para debater a sustentabilidade da cadeia produtiva da soja em números está prevista uma conferência, quarta-feira, 23 de julho, a partir das 8h30. A conferência será apresentada pelo professor Edvaldo Velini, da UNESP Botucatu.

E o que esperar da relação com a China na agricultura? É o tema da conferência da quinta-feira, 24 de julho, às 9 h, a ser conduzida por Leticia Frazão Alexandre Leme, do Ministério das Relações Exteriores e por Larissa Wachholz, da Vallya Agro. As conferencistas têm ampla experiência nas relações do Brasil com a China, que é o principal parceiro comercial do Brasil.

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A programação técnica contará com 4 conferências e 15 painéis em que serão realizadas mais de 50 palestras com especialistas nacionais e internacionais de vários segmentos ligados ao complexo soja. A comissão organizadora aprovou 328 trabalhos técnico-científicos que serão apresentados na sessão pôster. Outra inovação na programação do CBSoja será a realização do Mãos à Obra, um espaço dedicado ao debate de questões práticas em cinco grandes temas: Fertilidade do solo e adubação, Manejo de nematoides, Plantas daninhas, Bioinsumos e Impedimentos ao desenvolvimento radicular. 

Também haverá destaque para os desafios da produção de soja no Mercosul e um workshop internacional Soybean2035: A decadal vision for soybean biotechnology, cujo objetivo é debater os próximos 10 anos das ferramentas biotecnológicas no melhoramento na soja, com palestrantes da China, Estados Unidos, Canadá e Brasil.

Canal Rural e Unity Agro

O Canal Rural estará na cobertura do evento e também conta com um estande na área de exposições do CBSoja 2025. Na posição de número 70, o espaço fica próximo à sessão de posteres e painéis técnicos e do acesso aos auditórios. A cobertura do Canal Rural contra com apoio da Embrapa Soja e da Unity Agro ( www.unityagro.com.br ), empresa que atua no desenvolvimento de fertilizantes funcionais.

O CBSoja e Mercosoja 2025 acontecem de 21 a 24 de julho de 2025, no Centro de Exposições e Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP).

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A cobertura você acompanha na multioplataforma de comunicação do Canal Rural, pela TV, Redes Sociais e site www.canalrural.com.br

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Projeto Produzindo Alimento Seguro realiza primeira ação em Itapetininga

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O projeto Produzindo Alimento Seguro realizou sua primeira ação em Itapetininga, no interior de São Paulo, nos dias 16 e 17 de setembro. A iniciativa, coordenada pela Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo em parceria com entidades do setor, contou com a participação do Sistema Faesp/Senar e teve como foco ampliar o acesso dos produtores a informações técnicas sobre uso responsável de defensivos agrícolas e boas práticas agrícolas.

A proposta integra uma estratégia de educação sanitária contínua baseada nos resultados do Programa Estadual de Análise de Resíduos de Defensivos agrícolas e Afins de Uso Agrícola em Produtos de Origem Vegetal (PEARA-POV). O objetivo é fortalecer a adoção de práticas técnicas no campo e contribuir para a produção de alimentos mais seguros no estado.

Em Itapetininga, a programação reuniu produtores e profissionais do setor para discutir responsabilidade técnica, boas práticas na prescrição, mitigação de riscos na aquisição e no uso de defensivos agrícolas, armazenamento nas propriedades e bioinsumos. Parte das atividades foi realizada no Sindicato Rural de Itapetininga.

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Também participaram da ação Érica Barros, assessora técnica do Departamento Econômico da Faesp, além de Roberto Ueno e Bruno Galvão, respectivamente presidente e coordenador do Sindicato Rural de Itapetininga.

A agenda incluiu ainda o recebimento de embalagens vazias e de produtos impróprios para uso, como itens vencidos ou com sobras, no posto de recebimento da ADIAESP no município.

Um dos destaques da programação foi a participação de cerca de 60 alunos e seis instrutores do Programa Jovem Empreendedor do Agro do Senar-SP, realizado pelo Sindicato Rural de Itapetininga. O grupo participou de palestras específicas e de uma visita técnica ao Posto ADIAESP no segundo dia do evento.

Durante as atividades, os jovens receberam informações sobre fiscalização, preservação ambiental e medidas de proteção à saúde dos animais, vegetais, agricultores e da população. O grupo também conheceu o funcionamento do Sistema Campo Limpo, gerenciado pelo inpEV, voltado à destinação adequada das embalagens vazias de defensivos agrícolas.

A experiência em Itapetininga será usada como base para a expansão do projeto a outros municípios, com programação adaptada às características de cada região e integração com ações já desenvolvidas pelos sindicatos rurais. Segundo Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar, a iniciativa reforça o papel dos sindicatos na disseminação de informação e na mobilização dos produtores.

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Fonte: cnabrasil.org.br

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Conab compra 191 mil toneladas de milho para reforçar estoques públicos

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) comprou 191 mil toneladas de milho em grãos em leilões realizados nos dias 18 e 21 de setembro. O volume representa 85,27% das 224 mil toneladas ofertadas nos pregões e teve custo total de cerca de R$ 228 milhões. A operação faz parte das medidas do governo federal para prevenir possíveis impactos do fenômeno El Niño no abastecimento e na oferta de grãos.

A maior parte do cereal adquirido será fornecida pela agricultura familiar. No leilão do dia 18, a Conab comprou 121 mil toneladas de milho em grãos, o equivalente a 64,92% do total adquirido pela companhia nos dois certames. Para essa operação, o desembolso previsto é de pouco mais de R$ 152 milhões.

Houve negociações em Irecê, Goiatuba, Imperatriz, Uberlândia, Uberaba, Iguatemi, Camargo e Santa Cecília do Sul. Os lotes arrematados foram destinados a unidades armazenadoras localizadas na Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

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Na última segunda-feira (21), a Conab comprou outras 70 mil toneladas de milho em grãos em leilão aberto à ampla concorrência, com participação de produtores rurais, cooperativas e comerciantes. A operação foi voltada à negociação dos lotes que não tiveram negócio no certame anterior e somou R$ 76 milhões.

Nesse segundo leilão, houve negociação para todos os lotes previstos no Distrito Federal, em Bom Jesus de Goiás, em Imperatriz e no Rio Grande do Sul, além de parte dos lotes ofertados em Rondonópolis, Gaúcha do Norte e Vera, em Mato Grosso.

Segundo a Conab, o reforço dos estoques públicos de milho ofertado pelo Programa de Vendas em Balcão vai atender pequenos criadores de animais em todo o país, principalmente os localizados em áreas mais distantes dos grandes centros e das regiões de maior produção, que utilizam o grão na alimentação dos plantéis.

Com a compra de 191 mil toneladas de milho, a Conab amplia a formação de estoques públicos para abastecer o Programa de Vendas em Balcão, em uma ação voltada à oferta do cereal e ao atendimento de pequenos criadores.

Fonte: gov.br

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Preço do trigo sobe com temor sobre qualidade e tamanho da safra de 2026

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Os preços do trigo seguem em alta no Brasil, em meio às incertezas sobre o desempenho da safra de 2026. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as principais preocupações estão relacionadas à qualidade dos grãos, à produtividade das lavouras e ao volume que será colhido.

As condições climáticas desfavoráveis registradas ao longo do ciclo têm pressionado as lavouras. O excesso de chuvas, a elevada umidade do solo e a ocorrência de doenças em diferentes regiões produtoras prejudicaram o desenvolvimento das plantas e, em algumas áreas, já resultam em trigo de qualidade abaixo da esperada.

O cenário ocorre em uma temporada que já começou com menor investimento na cultura. De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores estavam desestimulados diante das perspectivas para o trigo, o que levou à redução tanto da área cultivada quanto da produção prevista para 2026.

Colheita revela problemas na qualidade

Com o avanço da colheita, os impactos do clima começam a aparecer com maior clareza. Agentes consultados pelo Cepea relatam redução do peso hectolítrico (PH), da força do glúten e do Falling Number, indicadores importantes para determinar a qualidade do cereal destinado, principalmente, à produção de farinha para panificação.

No Paraná e em São Paulo, colaboradores do Centro já identificam maior presença de trigo dos tipos 2 e 3 nos lotes colhidos, enquanto a disponibilidade de grãos do tipo 1 está mais limitada.

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A menor oferta de trigo de qualidade superior no mercado doméstico pode elevar a necessidade de importações para complementar o abastecimento brasileiro, especialmente para atender às exigências da indústria moageira.

Nesse ambiente de oferta mais restrita e dúvidas sobre o resultado final da safra, as cotações do trigo permanecem sustentadas no mercado nacional.

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