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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Tecnologias verdes para o agro serão destaque em feira de Rondônia – MAIS SOJA

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Com o agronegócio em expansão, Rondônia desponta como protagonista no mercado nacional de grãos. Segundo a Conab, o estado registrou um crescimento de 29,4% entre as safras 2023/24 (4,1 milhões de toneladas) e 2024/25 (5,3 milhões), o maior salto do país, superando a média nacional de 14%. Apenas em soja, teve-se plantio em cerca de 687 mil hectares em 2025. Esse desempenho transformou Rondônia em um dos maiores valores brutos de produção (VBP) da Região Norte, alçando Vilhena ao título de polo estratégico para a introdução de tecnologias no campo.

É nesse cenário que a Sell Agro, empresa mato-grossense especialista em tecnologias de aplicação de insumos, se apresenta na Agroshow de Vilhena-RO, evento promovido pelo Sicoob e que será realizado de 23 a 26 de julho no Parque de Exposições da cidade. “O nosso objetivo é aliar alta produtividade com responsabilidade ambiental, entregando soluções práticas que realmente transformam o dia a dia do produtor rural do Estado”, afirma Leandro Viegas, CEO da empresa.

Um dos destaques da companhia durante a feira será o Oleum Sell, um óleo mineral de alta pureza, isento de enxofre, aromáticos e nafta, que atua diretamente na penetração dos defensivos agrícolas na camada cerosa das folhas. Seu diferencial está na formulação moderna, que promove uma distribuição mais uniforme da calda, reduz perdas por evaporação e melhora significativamente a absorção dos princípios ativos pela planta.

Já o Olivum, é um óleo vegetal biodegradável, composto por uma alta concentração de surfactantes naturais que intensificam o espalhamento e a adesão das gotas sobre as folhas, minimizando perdas por escorrimento e lavagem pela chuva. “Seu uso potencializa a absorção de nutrientes e princípios ativos, além de ser uma alternativa sustentável para produtores que buscam desempenho aliado ao respeito ambiental”, diz o executivo.

Agroshow

O evento reúne mais de 150 expositores e atrai aproximadamente 20 mil visitantes anualmente. Além de ser um palco para apresentação de tecnologias de ponta, oferece oportunidades estratégicas de negócios, troca de conhecimento técnico e palestras especializadas.

Serviço

Sellagro na Agroshow

Data: 23 a 26 de julho de 2025

Local: Parque de Exposições de Vilhena

Site: https://sellagro.com.br/

Fonte: Assessoria de Imprensa SellAgro



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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