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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou novamente em alta com compras de oportunidade – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 16/07/2025
FECHAMENTOS DO DIA 16/07

Milho: A cotação de setembro, referência para a nossa safrinha, fechou em alta de 1,00% ou $ 4,00 cents/bushel a $ 405,25. A cotação para dezembro, referência alternativa, fechou em alta de 1,01% ou $ 4,25 cents/bushel a $ 424,00.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta. As cotações do cereal fecharam o terceiro dia com saldo positivo, depois de atingirem as mínimas de 8 meses na semana passada. A demanda continua sendo a força motriz do milho americano. O mercado espera vendas para exportação entre 900 e 2,1 milhões de toneladas no relatório do USDA desta quinta-feira. Apesar de toda as travas geradas pela guerra comercial com os principais compradores de milho americano. A produção de etanol subiu e os estoques caíram 1% pela segunda semana seguida

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: Milho B3 fechou em alta com ANEC estimando uma maior exportação em julho

Os principais contratos de milho encerraram em alta nesta quarta-feira. As cotações da B3 seguiram a cotação do dólar e Chicago para a alta deste meio de semana. Chicago está se recuperando dos preços baixos aprestados na semana passada, reduzindo a vantagem competitiva do milho americano. Os americanos seguem vendendo e embarcando volumes
significativos, mas conforme o Brasil está colhendo a safrinha, podemos observar o comprador internacional buscando o grão no país. Neste sentido a ANEC elevou de 4,34 para 4,60 milhões de toneladas a estimativa para as exportações brasileiras de milho em julho, ante 568.668 toneladas em junho e 4,71 milhões de toneladas no mesmo mês de 2024

OS FECHAMENTOS DO DIA

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 64,03, apresentando alta de R$ 0,58 no dia e alta de R$ 0,23 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 67,57, apresentando alta de R$ 0,60 no dia e baixa de R$ 0,15 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,55, apresentando alta de R$ 0,25 no dia e baixa de R$ 0,82 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
MERCADO CAUTELOSO NECESSITA DE MAIS ACORDOS (baixista)

Os preços do milho estão subindo em Chicago, com os investidores continuando a proteger suas compras, após a safra atingir mínimas históricas para a maioria dos contratos ativos na sexta-feira. Após o acordo tarifário de ontem entre os Estados Unidos e a Indonésia, o mercado espera — e precisa — que as negociações comerciais com mais países se acelerem antes de 1º de agosto, data em que as tarifas recíprocas finalmente entrarão em vigor.

ETANOL-RELATÓRIO LIGEIRAMENTE POSITIVO (altista)

O relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) foi ligeiramente positivo hoje, com a produção diária de etanol subindo de 1.085.000 para 1.087.000 barris, um número inferior ao do ano anterior, de 1.106.000 barris. Os estoques de biocombustíveis foram ajustados de 23.959.000 para 23.635.000 barris, um nível que se manteve acima dos 23.160.000 barris em estoque no mesmo período em 2024.

EUA-BOAS CONDIÇÕES DAS LAVOURAS LIMITAM A ALTA (baixista)

A melhora é limitada pelas boas condições das lavouras americanas, agora sustentadas pela retomada das chuvas nas áreas produtoras, e pela entrada do milho safrinha brasileiro no mercado.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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