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5 de maio de 2026

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Polícia Civil desarticula quadrilha especializada em furto e venda de máquinas agrícolas em MT

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Dois homens foram presos e foram recuperados equipamentos agrícolas avaliados em R$ 400 mil

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (220 km de Cuiabá), prendeu em flagrante, nessa terça-feira (15), dois homens, de 59 e 56 anos, suspeitos de integrar uma associação criminosa envolvida no furto e receptação de máquinas agrícolas. A ação resultou também na recuperação de um trator e uma calcareadeira, avaliados em aproximadamente R$ 400 mil.

As investigações tiveram início logo após a vítima comparecer à delegacia informando que havia contratado um homem, de 51 anos, para realizar o transporte de suas máquinas agrícolas de Bandeirantes (MS) até Santiago do Norte, distrito de Paranatinga (375 km de Cuiabá).

Contudo, o contratado não efetuou a entrega dos equipamentos e, dias depois, procurou a polícia alegando ter sido vítima de um suposto roubo, além de registrar uma segunda ocorrência comunicando ter encontrado o caminhão abandonado, sem os equipamentos.

Diante das contradições apresentadas, a equipe da Derf iniciou as investigações e apurou que o suspeito permaneceu por várias horas em Rondonópolis, levantando fortes indícios de que o desvio teria ocorrido na cidade.

Durante as apurações, os policiais localizaram a calcareadeira escondida nos fundos de uma revenda de máquinas agrícolas. Os administradores do estabelecimento confirmaram que o homem contratado para o transporte, juntamente com outro suspeito, haviam deixado o equipamento no local para venda em consignação. Um deles, inclusive, conduziu pessoalmente as negociações.

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Com o avanço das investigações, os policiais localizaram os suspeitos, que circulavam na cidade utilizando o mesmo veículo registrado em imagens no dia em que deixaram a calcareadeira na loja.

Em seguida, o trator foi encontrado em uma propriedade rural em Primavera do Leste (230 km de Cuiabá). O proprietário da fazenda relatou ter adquirido o maquinário diretamente dos dois suspeitos.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos. Os presos permanecem à disposição da Justiça e devem passar por audiência de custódia.

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Mais da metade do país não confia no STF, revela pesquisa

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Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (5) pela RealTime Big Data escancara um problema que o Supremo Tribunal Federal já não consegue mais ignorar: a perda de confiança da população. Segundo o levantamento, 55% dos brasileiros dizem não confiar na Corte — um número que, por si só, já sinaliza desgaste profundo.

Não se trata de um ruído isolado. A desconfiança cresce em meio a decisões polêmicas, embates constantes com o Congresso e episódios que colocam em xeque a imagem de imparcialidade da instituição. Quando a mais alta Corte do país passa a ser vista com suspeita por mais da metade da população, o problema deixa de ser político e passa a ser institucional.

O dado é ainda mais sensível porque o STF ocupa papel central no equilíbrio entre os Poderes. Sem credibilidade, qualquer decisão — por mais técnica que seja — tende a ser questionada nas ruas.

A tentativa de criar mecanismos internos, como um código de ética, surge como resposta ao desgaste. Mas, diante do cenário atual, a pergunta que fica é direta: será suficiente para recuperar a confiança perdida — ou já é tarde demais para conter o abalo na imagem da Corte?

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Operação apura desaparecimento de jovem e possível ligação com facção em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (5), a Operação “My Love”, em Rondonópolis, a 212 km de Cuiabá. A ação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre o desaparecimento de Karen Anelita Ferreira da Silva, de 25 anos, que não é vista desde o dia 9 de dezembro de 2025.

De acordo com as informações apuradas, o desaparecimento foi comunicado pelo pai da jovem, após ela sair para o trabalho e não retornar para casa. Desde então, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realiza diligências, utilizando análise de imagens, monitoramento e levantamentos de inteligência.

As investigações apontam indícios de que a jovem teria ligação com uma facção criminosa que atua na cidade. Conforme a polícia, ela estaria envolvida no recrutamento de mulheres para transportar drogas até a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande.

Ainda segundo a apuração, o desaparecimento pode ter relação com conflitos internos da organização, especialmente desentendimentos com outras mulheres que desempenhavam a mesma função.

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Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis. Nos locais alvos, os policiais encontraram porções de maconha e ecstasy, além de materiais ligados ao tráfico e aparelhos eletrônicos que seriam levados para dentro da unidade prisional.

Duas mulheres, de 31 e 35 anos, foram presas em flagrante por tráfico de drogas. Uma delas também teve a prisão temporária decretada. Após os procedimentos, ambas foram encaminhadas ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça.

A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer o desaparecimento, identificar outros envolvidos e responsabilizar os participantes do esquema. O inquérito deve ser concluído no prazo de até 30 dias.

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Missão internacional da China avalia produção de carne sustentável em Mato Grosso

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Comitiva liderada pela CFNA e 20 empresários asiáticos discute ampliação de negócios; China já compra metade da proteína animal do Estado

Uma missão internacional liderada pela Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Alimentos, Produtos Nativos e Subprodutos Animais (CFNA) está em Mato Grosso até 6 de maio com foco direto na carne bovina, sustentabilidade e ampliação da relação comercial com o país asiático. A China é destino de metade da produção de grãos e proteína animal de Mato Grosso.O primeiro compromisso foi realizado nesta segunda-feira (4), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, em reunião com o governador Otaviano Pivetta, secretários de Estado e representantes do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), que intermediou e é anfitriã da comitiva. A delegação reúne técnicos da CFNA e cerca de 20 empresários asiáticos que atuam na importação, logística e distribuição de proteína animal no mercado chinês.A visita tem caráter técnico e estratégico. Mato Grosso foi escolhido como vitrine de um dos temas que hoje mais pesam na abertura e manutenção de mercado: a capacidade de produzir com sustentabilidade comprovada e rastreabilidade completa, da origem do animal até o destino.A delegação veio ao Estado para avaliar, in loco, como funciona o modelo de carne sustentável e como esse sistema pode atender às novas exigências do mercado chinês, cada vez mais atento a critérios ambientais, sanitários e de transparência na cadeia produtiva.“A visita ao Brasil está diretamente ligada ao avanço da carne com sustentabilidade. Mato Grosso já é reconhecido como uma das regiões mais avançadas do país nesse tema, e viemos entender como esse modelo funciona na prática, desde a fazenda até a chegada do produto ao mercado chinês”, afirmou a vice-presidente da CFNA, Yu Lu.Além da carne bovina, a missão também observa a capacidade produtiva do Estado em outras commodities e avalia oportunidades de diversificação da pauta exportadora. O movimento acompanha uma estratégia mais ampla da China de garantir segurança alimentar com múltiplos fornecedores e cadeias mais previsíveis.“A gente não está olhando apenas para a carne bovina. Mato Grosso tem força também em soja, milho e outros produtos, e isso amplia o interesse da China na região”, completou Yu Lu.

Cota para exportaçãoOutro ponto tratado na reunião foi a cota de exportação de carne para a China, que já apresenta alto nível de utilização nos primeiros meses do ano e gera preocupação entre produtores brasileiros. A cota do Brasil é de embarque de 1,106 milhão de toneladas de carne bovina por ano. De janeiro a março, o país já usou 46% da cota. Apenas Mato Grosso exportou para a China no ano passado 978,4 mil toneladas.Apesar disso, a avaliação da delegação chinesa é de continuidade nas compras, com possibilidade de ajustes futuros no modelo. Yu Lu explicou que existe um mecanismo de controle de volume, mas também há espaço para estudos e ajustes que permitam ampliar esse mercado ao longo dos próximos anos.Do lado do Governo de Mato Grosso, o discurso foi de reposicionamento estratégico. O Estado quer consolidar uma imagem de fornecedor confiável em um mercado cada vez mais exigente.“Mato Grosso não quer ser apenas um grande produtor. Queremos ser reconhecidos pela qualidade, pela sustentabilidade e pela rastreabilidade da nossa produção. É isso que garante acesso a mercado e competitividade no longo prazo”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.A leitura do Governo é de que essa agenda representa uma mudança de patamar na relação comercial com a China, especialmente pela presença direta da CFNA, que atua como elo entre o governo chinês e o setor produtivo e tem influência sobre regras de acesso ao mercado.“Essa agenda mostra que Mato Grosso está sendo observado não só pelo volume que produz, mas pela forma como produz. A rastreabilidade e as boas práticas comerciais são diferenciais que colocam o estado em outro nível nas negociações internacionais”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman.A estratégia também passa por agregar valor à produção local e ampliar a participação do estado em etapas mais qualificadas da cadeia, incluindo industrialização e atração de investimentos estrangeiros.“Mato Grosso já é essencial para a segurança alimentar chinesa porque entrega escala, regularidade e segurança. O próximo passo é avançar em valor agregado, industrialização e integração dessa cadeia com o mercado chinês”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho.Ganho para cadeia produtivaEntre os avanços discutidos, está a possibilidade de ampliar a pauta exportadora com a inclusão de miúdos bovinos (fígado, rins, língua, coração, dentre outros), que ainda não fazem parte da cota padrão chinesa, hoje concentrada na carcaça bovina. A medida pode representar ganho imediato de valor para a cadeia produtiva.A agenda da missão segue nos próximos dias com visitas técnicas a frigoríficos e associações do setor, nesta terça-feira (5), além de um workshop técnico no dia 6 de maio, organizado com o Imac, para aprofundar discussões sobre sustentabilidade, rastreabilidade e oportunidades comerciais.

Com Assessoria

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