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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em baixa com melhora na qualidade da safra americana – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 15/07/2025
FECHAMENTOS DO DIA 15/07

O contrato de soja para agosto, referência para a safra brasileira, fechou em baixa de -0,60%, ou $ -6,00 cents/bushel a $ 995,00. A cotação de setembro fechou em baixa de -0,60% ou $ -6,00 cents/bushel a $ 987,25. O contrato de farelo de soja para agosto fechou em baixa de -0,90% ou $ -2,40/ton curta a $ 265,3 e o contrato de óleo de soja para agosto fechou em alta de 0,72% ou $ 0,39/libra-peso a $ 54,56.

ANÁLISE DA BAIXA

A soja negociada em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. As cotações da oleaginosa foram pressionadas pela melhora na classificação da safra americana. A melhora de 4 p.p. foi acima do esperado pelo mercado, o que aponta para uma produção robusta nos EUA. A Associação Nacional de Processadores de Oleaginosas (NOPA) relatou uma moagem de soja em junho totalizando 5,05 milhões de toneladas, um aumento de 5,8% em relação ao ano anterior e a maior moagem de junho já registrada.

Os estoques são os menores em cinco meses, mostrando a boa demanda. Segundo a Reuters, a moagem não foi maior, visto a dificuldade que escoamento do farelo, isso fica mais claro quando vemos o movimento de alta nas cotações do óleo e de baixa para o farelo.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
MAIOR ÍNDICE DE INFLAÇÃO NOS EUA PRESSIONOU A SOJA (baixista)

No dia em que a inflação de junho nos Estados Unidos foi registrada em 0,3%, a maior alta desde janeiro, após a alta de 0,1% em maio, que elevou o índice anual para 2,7%, ante 2,4% no mês anterior, a soja encerrou a sessão de Chicago com cotações mais baixas. Isso ocorreu apesar do suporte dado pelos preços do óleo (a posição de agosto subiu US$ 8,60 e fechou em US$ 1.202,82 por tonelada) e em linha com a nova queda do farelo (o contrato de agosto caiu US$ 2,65 e fechou o dia em US$ 292,44).

EUA-BOOM DE ENERGIA (altista)

A “desvalorização” do petróleo se deve ao crescimento esperado da demanda do setor de biocombustíveis. Esse boom da “energia agrícola” coloca o biodiesel em uma boa posição, em meio ao crescimento da capacidade de moagem de soja nos Estados Unidos. O impulso é proporcionado pelo aumento da participação desse combustível nos mandatos de corte, conforme estabelecido no mês passado pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) — dos atuais 3,35 bilhões de galões para 2025 para 5,61 bilhões de galões para 2026 e 5,86 bilhões de galões para 2027 —; pela extensão dos créditos 45Z para combustíveis de baixo carbono até 2029; e, agora, pela intenção de vários estados de promover créditos fiscais para combustível de aviação sustentável.

O CONTRAPONTO DO FARELO (baixista)

Como já observamos em ocasiões anteriores, o outro lado dessa crise do óleo é o farelo, que continua apresentando preços deprimidos devido ao aumento da oferta resultante do aumento da moagem doméstica.

EUA-ESMAGAMENTO RECORDE EM JUNHO (altista)

Em linha com o exposto, em seu relatório mensal de hoje, a Associação Nacional de Processadores de Oleaginosas dos Estados Unidos (NOPA) relatou um esmagamento de soja em junho de 5,05 milhões de toneladas, um volume recorde para o sexto mês do ano, superando os 5,04 milhões de toneladas estimados pelos produtores privados, em média. O volume ficou abaixo dos 5,25 milhões de toneladas registrados em maio, mas acima dos 4,78 milhões de toneladas registrados no mesmo mês do ano passado.

O setor reportou estoques de óleo de soja em 30 de junho em 619.607 toneladas, o menor nível em cinco meses, abaixo das 623.236 toneladas estimadas pelos traders, das 622.782 toneladas no final de maio e das 735.727 toneladas em estoque um ano antes. “As recentes expansões das plantas de processamento e a abertura de novas plantas, em meio à crescente demanda por óleo de soja, elevaram a capacidade de moagem a níveis recordes. No entanto, essa capacidade foi subutilizada em alguns momentos neste verão, já que o excesso de farelo de soja impediu as fábricas de operar em plena capacidade, de acordo com analistas”, informou a Reuters hoje.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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