Sustentabilidade
Imea projeta estoque de 940 mil t em Mato Grosso para safra 2025/26

A oferta total de soja em Mato Grosso na safra 2025/26 foi estimada em 48,55 milhões de toneladas, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O volume considera a produção estimada de 47,18 milhões de toneladas e estoques iniciais de 1,36 milhão.
A demanda total foi projetada em 47,61 milhões de toneladas, com estoque final de 940 mil toneladas.
O número representa recuo de 3,28% em relação à estimativa anterior. A produção estimada recuou 7,29% na comparação com a safra 2024/25, quando foram colhidas 50,89 milhões de toneladas. A retração foi projetada com base em menor produtividade, calculada em 60,45 sacas por hectare, ante 66,29 sacas na safra passada.
A área plantada foi estimada em 13,01 milhões de hectares, aumento de 1,67% sobre o ciclo anterior.
O Imea utilizou a média de produtividade dos últimos três anos como base inicial de cálculo, diante das indefinições sobre clima, pragas, doenças e volume efetivo de investimento. As projeções poderão ser revistas ao longo da safra.
Sustentabilidade
Plantio do milho segunda safra foi concluído em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

O plantio do milho segunda safra 2025/2026 foi concluído em Mato Grosso do Sul, conforme levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc. A área estimada destinada ao cereal é de 2,206 milhões de hectares.
Segundo o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o encerramento da semeadura marca o início de uma nova etapa de acompanhamento das lavouras em campo.“Com o plantio finalizado, o foco agora passa a ser o desenvolvimento das áreas e o comportamento climático nas próximas semanas, fatores que serão determinantes para o potencial produtivo da cultura”, explica.
Atualmente, 72,7% das lavouras de milho no Estado são avaliadas como boas, 16,9% como regulares e 10,4% como ruins. As equipes seguem monitorando, além das condições climáticas, a incidência de pragas e doenças nas principais regiões produtoras.
A estimativa inicial aponta produtividade média de 84,2 sacas por hectare, com produção projetada em 11,139 milhões de toneladas.
Paralelamente ao encerramento do plantio do milho, a área colhida de soja safra 2025/2026 alcançou 99,8% em Mato Grosso do Sul. A região centro está com a colheita concluída, enquanto a região sul registra média de 99,8% e a região norte 99,6%. A área colhida até o momento é de aproximadamente 4,7 milhões de hectares. Com o avanço das amostragens de produtividade, a Aprosoja/MS revisou a média estadual para 61,73 sacas por hectare, índice 19,2% superior ao ciclo anterior.
“Os levantamentos de campo mostram uma safra de soja com resultados consistentes em boa parte do Estado. Mesmo com perdas pontuais em algumas regiões, a produtividade média foi revisada positivamente à medida que as amostras avançaram”.
A expectativa é de produção de 17,759 milhões de toneladas de soja no Estado.
O boletim completo pode ser acessado aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
Sustentabilidade
MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Em 2025, agronegócio emprega mais de 26% da população ocupada no País – MAIS SOJA

O agronegócio brasileiro somou 28,4 milhões de trabalhadores em 2025, se configurando como um novo recorde, conforme indicam pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Esse contingente representa 26,3% do mercado de trabalho nacional, participação superior à observada em 2024 (26,1%). Entre 2024 e 2025, o número de pessoas atuando no agronegócio avançou 2,2% (equivalente a pouco mais de 600 mil pessoas). Na mesma comparação, o mercado de trabalho brasileiro cresceu 1,7% (equivalente a 1,8 milhão de pessoas).
Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado do agronegócio foi impulsionado sobretudo pelo segmento de agrosserviços, que registrou aumento de 6,1% no número de trabalhadores. De modo geral, a expansão das ocupações nesse segmento está fortemente associada à retomada das atividades agroindustriais, que abrangem desde o processamento de produtos agropecuários até a produção de insumos, refletindo, em última instância, as transformações estruturais em curso no setor. Adicionalmente, o bom desempenho da agropecuária – impulsionado pela renovação de recordes de safras e de abates de animais – tem ampliado a demanda por serviços de apoio e logística, intensificando a absorção de mão de obra nos agrosserviços e contribuindo para o aquecimento do mercado de trabalho no agronegócio.
O segmento de insumos avançou 3,4% em 2025 frente ao ano anterior. Pesquisadores do Cepea/CNA indicam que esse resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo das indústrias de fertilizantes, defensivos, medicamentos veterinários e máquinas agrícolas. Para a agroindústria, o crescimento anual foi de 1,4%.
Já o segmento primário registrou queda nas ocupações, de 1,1%, resultado reflete, sobretudo, a queda do contingente na agricultura, em contraste com a relativa estabilidade observada na pecuária.
PERFIL
De 2024 para 2025, houve crescimento no número de empregados com carteira assinada (4,6%, ou 440.337 pessoas) e sem carteira assinada (0,2%, ou 9.942 pessoas) – ambas as categorias atingindo os maiores níveis da série histórica –, além da expansão dos trabalhadores por conta própria (3,2%, ou 213.981 pessoas).
No que se refere ao grau de escolaridade da população ocupada, em 2025, houve elevação do nível de instrução no agronegócio: reduziram-se os trabalhadores sem instrução (-7,6% ou 121.998 pessoas) e com ensino fundamental (-0,9% ou 101.876 pessoas), enquanto aumentaram os com ensino médio (4,2% ou 459.556 pessoas) e superior (8,3% ou 336.124 pessoas).
A análise por gênero indica expansão da ocupação para ambos os grupos, com aumento de 1,9% no número de trabalhadores homens (ou 323.761 pessoas) e de 2,6% no contingente de trabalhadoras mulheres (ou 278.046 pessoas), sugerindo avanço, ainda que gradual, da participação feminina no mercado de trabalho do agronegócio.
Fonte: Cepea
Sustentabilidade
Com faturamento de R$ 105,7 bilhões, cooperativas impulsionam a economia de Santa Catarina – MAIS SOJA

O balanço do setor cooperativista de SC foi levantado pelo Sistema OCESC (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina) junto às 236 cooperativas associadas e anunciado em Florianópolis, pelo presidente Vanir Zanatta.
O crescimento das receitas, em 2025, foi de 15,8%, três vezes maior que a expansão do PIB (produto interno bruto) brasileiro que ficou em 2,3% no ano passado.
Refletindo o bom desempenho das cooperativas, as sobras (lucros) avançaram 30,8% e chegaram a R$ 7,3 bilhões, valores que serão destinados a investimentos, fundos estatutários e rateio entre os associados.
Um dos dados mais relevantes do levantamento é a expansão do número de associados (cooperados) que cresceu 8,1% no ano passado com o ingresso de mais de 370 mil pessoas no quadro associativo das cooperativas. No conjunto, as cooperativas reúnem, agora, mais de 5 milhões de catarinenses (5.078.635), o que representa 61% da população barriga-verde. “Somos o Estado mais cooperativista do Brasil”, comemora o presidente Zanatta.
Os setores que mais atraíram novos associados foram as cooperativas de crédito que têm atualmente mais de 4 milhões de cooperados (4.034.326), as de infraestrutura que atuam em distribuição de energia elétrica (469.149 pessoas), além das de consumo (467.171) e as agropecuárias (84.909). As cooperativas de saúde têm 15.207 associados e, as de transporte, 6.441 cooperados.
A carga tributária não poupou as cooperativas. Em 2025 elas recolheram R$ 4,4 bilhões aos cofres públicos em impostos sobre a receita bruta, um crescimento de 12,9% em relação ao exercício anterior. Esse montante retorna para a sociedade em forma de estradas, hospitais, escolas, creches e segurança pública.
Para atender seus associados com ações e serviços de qualidade, as cooperativas mantêm quadros funcionais de empregados qualificados. Em 2025 contrataram mais 15,8% de colaboradores e criaram 7.301 novos postos de trabalho. Juntas, elas agora mantêm 109.677 empregados diretos.
As cooperativas do agronegócio (ramo agropecuário) foram, novamente, as mais expressivas na geração de empregos diretos e de receita operacional bruta, respondendo por 62% dos postos de trabalho e também por 60% das receitas globais do universo cooperativista.
As 45 cooperativas agropecuárias fecharam o ano com 84,9 mil cooperados. O setor também foi o que mais criou vagas – gerou mais de 4 mil novos empregos – e, agora, essas cooperativas sustentam 68 mil postos de trabalho, o que representa aumento de 6%. A receita operacional total das cooperativas agro avançou 10% e totalizou R$ 63 bilhões.
As vendas no exterior das cooperativas agropecuárias atingiram 2,18 bilhões de dólares e representaram 17,9% das exportações de Santa Catarina e 38,9% dos embarques de aves e suínos. Os principais produtos de exportação foram cereais in natura e proteína animal, seguidos de fertilizantes, sementes, frutas e derivados, lácteos e cereais processados. O presidente da OCESC prevê que continuará expressiva a participação das cooperativas nas exportações do agronegócio, que respondem por cerca de 30% do PIB catarinense e por 70% das vendas catarinenses no exterior, decorrente da imensa presença das cooperativas nas cadeias produtivas de grãos, leite, suínos e aves.
Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro
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