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Colheita de milho nos EUA avança a 33% e soja chega a 46%, diz USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou na terça-feira (13) que a colheita da safra 2026/27 de milho no país alcançou 33% até o último domingo. O avanço foi de 10 pontos porcentuais em relação à semana anterior. Na soja, os trabalhos chegaram a 46%, ante 25% uma semana antes.
No milho, o ritmo de colheita segue abaixo da média dos cinco anos, de 39%. O USDA informou ainda que 56% da safra apresentava condição boa ou excelente, alta de 2 pontos porcentuais na semana. A parcela das lavouras maduras chegou a 91%, em linha com a média de cinco anos.
Na soja, a colheita também ficou abaixo da média histórica, de 50%. Segundo o USDA, 57% das lavouras estavam em condição boa ou excelente, sem mudança em relação à semana anterior. Já a queda de folhas atingia 92%, ante 94% na média de cinco anos.
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Para o trigo de inverno, o relatório mostrou que o plantio alcançou 51%, acima dos 36% da semana anterior, mas abaixo da média de cinco anos, de 58%. A emergência das lavouras foi registrada em 27%, também abaixo da média histórica de 32%.
No algodão, 34% da safra estava em condição boa ou excelente, avanço de 1 ponto porcentual na semana. A abertura de maçãs chegou a 82%, praticamente em linha com a média de cinco anos, de 83%. A colheita alcançou 31%, acima dos 29% observados na média do período.
O USDA explicou que, por causa da interrupção do financiamento federal em outubro e novembro de 2025, os relatórios de acompanhamento de safra referentes às semanas encerradas entre 5 de outubro e 9 de novembro de 2025 foram cancelados. Com isso, as estimativas do ano anterior para as semanas correspondentes não estarão disponíveis.
Os números mais recentes do USDA mostram avanço semanal na colheita de milho e soja nos Estados Unidos, com os dois trabalhos ainda abaixo da média de cinco anos, enquanto o plantio do trigo de inverno também segue em ritmo inferior ao histórico.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Indústria de fertilizantes lança apelo ao fim da dependência externa

O Sindicato Nacional da Indústria de Matérias-Primas para Fertilizantes (Sinprifert) divulgou na última terça-feira (13), Dia Mundial dos Fertilizantes, Carta Aberta ao Brasil, cobrando o fortalecimento da indústria brasileira para estes insumos.
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No texto, o Sindicato Nacional da Indústria de Matérias-Primas para Fertilizantes (Sinprifert) defende que há uma lógica de dependência externa intrínseca no agronegócio. “Por trinta anos, o Brasil tratou os fertilizantes como uma conta a fechar. Exportávamos alimentos e, com parte dessa riqueza, comprávamos lá fora os insumos de que precisávamos”, escreve.
O documento vem em um momento de crise do segmento. Os últimos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) apontam que o preço dos fertilizantes importados subiu 12,8% em agosto.
Os recentes gargalos no estreito de Ormuz causaram inflação em diversos componentes do fertilizante importado, como a ureia, o nitrato, o sulfato de amônio e o enxofre, além dos impactos no gás, no frete marítimo e no transporte rodoviário.
Isso causou uma queda de 22,3% nas entregas de fertilizantes para o mercado brasileiro em julho, o que já prejudicou o desempenho de diversos produtos agrícolas brasileiros.
O Sinprifert calcula que, ao longo dos últimos 30 anos, o agro brasileiro já destinou R$ 1,4 trilhão, em valores de hoje, para a compra dos importados – que correspondem a 85% do total de fertilizantes usados no Brasil. No entanto, já existem iniciativas brasileiras trabalhando para reverter este cenário.
O sindicato alega que “este dinheiro gerou renda, empregos e fábricas em outros países”. A carta destaca a necessidade de investimento em uma indústria nacional capaz de produzir itens de maior valor agregado, como os fertilizantes.
Ainda afirma a importância de que esse desenvolvimento seja sustentável, com economia circular, energia renovável e inovações biotecnológicas.
Ao fim da carta, o Sinprifert elege cinco compromissos a assumir com o Brasil:
- Que tudo que investimos no Brasil volte multiplicado para o Brasil
- Que a terra desnutrida volte a dar frutos
- Que a nossa pegada seja cada vez mais leve
- Que o Brasil lidere a próxima revolução verde
- Que o futuro desenhado se torne realidade
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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Conab revela avanço do plantio de soja no Brasil; saiba quais estados estão mais adiantados e quais estão atrás

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou seu mais recente levantamento sobre o andamento do plantio de soja no Brasil. Segundo os dados, a semeadura alcançou 15,6% da área prevista, avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 9,4%.
O ritmo atual representa um aumento de 66% em relação à semana passada. Na mesma época de 2025, o plantio estava em 11,1%, o que significa que o índice atual é 40,5% maior. Já em comparação com a média dos últimos cinco anos, de 15,2%, a semeadura está 2,6% acima.
Plantio de soja por estado
Entre os estados acompanhados, o Paraná lidera o avanço da semeadura, com 36% da área plantada. Na sequência, aparecem Mato Grosso, com 25,2%, e Mato Grosso do Sul, com 25%.
A Bahia registra 11% da área semeada, enquanto Goiás chega a 7%. Em Santa Catarina, o índice é de 7%, e Minas Gerais apresenta o menor percentual entre os estados listados, com 4,6%.
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Máximas podem chegar a 36 °C em dois municípios da Bahia

A previsão da Climatempo indica temperaturas máximas de até 36 °C em dois municípios da Bahia, na janela entre sexta-feira (16) e sábado (17). Em Itapetinga, a máxima prevista fica 8,5 °C acima da normal climatológica; em Teixeira de Freitas, a diferença deve ser de 6,9 °C.
Em Itapetinga (BA), a máxima prevista para sexta-feira (16) é de 36 °C, ante a normal climatológica de temperatura máxima de 27,5 °C. A Climatempo prevê esse patamar de máxima por três dias seguidos.
Para Teixeira de Freitas (BA), a previsão também indica uma sequência de três dias com máxima de 35 °C. Esse é o valor esperado para sábado (17).
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Temperaturas máximas elevadas por dias seguidos estão associadas a risco de estresse térmico em animais, aumento da demanda por água e possíveis impactos no desenvolvimento de lavouras.
Em Teixeira de Freitas, a normal climatológica de temperatura máxima usada na comparação é de 28,1 °C.
Fonte: Climatempo Advisor API
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