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13 de outubro de 2026

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Governador Otaviano Pivetta nomeia Eduardo Manciolli para o comando da Casa Civil

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Empresário, considerado homem de confiança de Pivetta, já esteve no grupo de secretários antes e participou da campanha da reeleição ao governo

O governador Otaviano Pivetta nomeou o empresário Eduardo dos Santos Manciolli para chefe da Casa Civil. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13). 

Manciolli, que já fazia parte do grupo de secretários do governo, é o primeiro escolhido por Pivetta para compor o secretariado de seu novo mandato, a partir de janeiro de 2027. 

Manciolli é considerado homem de confiança do governador Otaviano Pivetta. Ele já era cogitado para ocupar a chefia da Casa Civil desde o início deste ano, numa lista com outros candidatos que estavam sondados para um eventual mandato. 

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No começo deste semestre ele fora exonerado de cargo no governo para participar da campanha Pivetta. Ele foi um dos responsáveis por participar da estratégia da campanha que garantiu novo mandato ao governador. 

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Pesquisa mostra que vai dar Flávio…

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Pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta terça-feira (13) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 55% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença entre os dois candidatos é de dez pontos percentuais.

O levantamento considera apenas os votos válidos, excluindo respostas de eleitores que declararam intenção de votar em branco, anular o voto, não escolher nenhum dos candidatos ou que não souberam responder.

Os números representam uma diferença maior do que a registrada nas urnas no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Na ocasião, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56,1 milhões de votos, enquanto Lula obteve 45,16%, com 53,8 milhões.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para o dia 25 de outubro.

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A pesquisa ouviu 2.400 eleitores por telefone, nos dias 8, 9 e 12 de outubro, em todas as unidades da Federação. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%.

O levantamento foi financiado pelo próprio instituto Gerp e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07877/2026.

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Estudante de 24 anos morre afogado durante passeio com esposa e amigos em MT

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O corpo do estudante Gabriel Renan da Silva Pontes, de 24 anos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (13), no rio Teles Pires, em Santa Rita do Trivelato, a 445 quilômetros de Cuiabá. O jovem estava desaparecido desde domingo (11), quando se afogou durante um passeio no Balneário Salto Magessi.

Gabriel estava acampando com a esposa e um grupo de amigos quando ocorreu o acidente. As circunstâncias do afogamento ainda não foram esclarecidas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 15h de domingo, mas as buscas tiveram início na manhã de segunda-feira (12). Os mergulhadores enfrentaram dificuldades devido à água turva, que comprometia a visibilidade.

Segundo os bombeiros, nas regiões mais rasas a visibilidade era de aproximadamente 15%, enquanto nos pontos mais profundos não era possível enxergar debaixo d’água. Apesar dos mergulhos realizados na segunda-feira, o jovem não foi localizado.

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As equipes retomaram os trabalhos na manhã desta terça-feira e encontraram o corpo por volta das 7h30, a aproximadamente 1,5 quilômetro do ponto onde Gabriel havia desaparecido.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do afogamento.

Nas redes sociais, familiares e amigos lamentaram a morte do estudante.

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DIREITOS TRABALHISTAS Título: PEC que acaba com a escala 6×1 entra na reta final no Senado com votação em plenário

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Proposta reduz jornada máxima para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado sem corte de salários; entenda a transição

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para um de descanso (escala 6×1), entrou na reta final de tramitação no Senado Federal.

Após ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a matéria está em discussão no plenário da Casa e tem votação em primeiro turno prevista para quarta-feira (14).

A PEC 221/2019 prevê a redução da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.

Se aprovada, a proposta poderá fazer o Brasil se juntar a países latino-americanos que reduziram suas jornadas de trabalho nos últimos anos, como Colômbia, Chile e México.

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a inclusão da proposta na pauta cumpre o compromisso de analisar o tema “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental”.

Por se tratar de uma proposta de alteração da Constituição, o texto precisa ser aprovado em dois turnos de votação no Senado. A base governista articula a adoção de um calendário especial para acelerar a tramitação e concluir a análise ainda neste mês.

Saiba quais são os próximos passos:

  • pelo rito normal, a proposta precisa cumprir cinco sessões de discussão em plenário antes da votação em primeiro turno;
  • na primeira votação, o texto precisará do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores, o equivalente a três quintos da composição da Casa;
  • se aprovada, a PEC seguirá para um segundo turno de votação, que também exigirá 49 votos favoráveis;
  • caso o Senado mantenha integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda poderá ser promulgada pelas Mesas das duas Casas legislativas;
  • se os senadores fizerem alterações na proposta, o texto terá de retornar à Câmara para nova análise dos deputados.

O que muda para o trabalhador

A proposta substitui gradualmente a atual jornada máxima de 44 horas semanais, associada à escala 6×1, por um modelo com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima para 40 horas.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzido para 40 horas semanais.

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A PEC também prevê jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87, desde que seja mantida a escala 5×2. Nesses casos, a duração da jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregador e empregado.

Na prática, a mudança garantiria mais tempo de descanso e convivência familiar aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A proposta também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para disciplinar situações específicas e categorias submetidas a regimes diferenciados.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, a PEC foi encaminhada ao Senado, chegando em agosto à CCJ. A comissão aprovou a proposta no início de setembro. Com isso, o texto foi encaminhado ao plenário para votação.

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