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13 de outubro de 2026

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Bombeiros combatem incêndios em três municípios e monitoram queimadas por satélite em MT

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Operações concentram forças em Rosário Oeste, Leverger e Barão de Melgaço; Inpe registra 59 focos de calor em três biomas

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

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Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

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O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

Proibição do uso do fogo

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O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

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Pesquisa mostra que vai dar Flávio…

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Pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta terça-feira (13) aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 55% dos votos válidos na disputa pela Presidência da República, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença entre os dois candidatos é de dez pontos percentuais.

O levantamento considera apenas os votos válidos, excluindo respostas de eleitores que declararam intenção de votar em branco, anular o voto, não escolher nenhum dos candidatos ou que não souberam responder.

Os números representam uma diferença maior do que a registrada nas urnas no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Na ocasião, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56,1 milhões de votos, enquanto Lula obteve 45,16%, com 53,8 milhões.

O segundo turno da eleição presidencial está marcado para o dia 25 de outubro.

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A pesquisa ouviu 2.400 eleitores por telefone, nos dias 8, 9 e 12 de outubro, em todas as unidades da Federação. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%.

O levantamento foi financiado pelo próprio instituto Gerp e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07877/2026.

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Estudante de 24 anos morre afogado durante passeio com esposa e amigos em MT

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O corpo do estudante Gabriel Renan da Silva Pontes, de 24 anos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (13), no rio Teles Pires, em Santa Rita do Trivelato, a 445 quilômetros de Cuiabá. O jovem estava desaparecido desde domingo (11), quando se afogou durante um passeio no Balneário Salto Magessi.

Gabriel estava acampando com a esposa e um grupo de amigos quando ocorreu o acidente. As circunstâncias do afogamento ainda não foram esclarecidas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 15h de domingo, mas as buscas tiveram início na manhã de segunda-feira (12). Os mergulhadores enfrentaram dificuldades devido à água turva, que comprometia a visibilidade.

Segundo os bombeiros, nas regiões mais rasas a visibilidade era de aproximadamente 15%, enquanto nos pontos mais profundos não era possível enxergar debaixo d’água. Apesar dos mergulhos realizados na segunda-feira, o jovem não foi localizado.

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As equipes retomaram os trabalhos na manhã desta terça-feira e encontraram o corpo por volta das 7h30, a aproximadamente 1,5 quilômetro do ponto onde Gabriel havia desaparecido.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do afogamento.

Nas redes sociais, familiares e amigos lamentaram a morte do estudante.

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DIREITOS TRABALHISTAS Título: PEC que acaba com a escala 6×1 entra na reta final no Senado com votação em plenário

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Proposta reduz jornada máxima para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado sem corte de salários; entenda a transição

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para um de descanso (escala 6×1), entrou na reta final de tramitação no Senado Federal.

Após ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a matéria está em discussão no plenário da Casa e tem votação em primeiro turno prevista para quarta-feira (14).

A PEC 221/2019 prevê a redução da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.

Se aprovada, a proposta poderá fazer o Brasil se juntar a países latino-americanos que reduziram suas jornadas de trabalho nos últimos anos, como Colômbia, Chile e México.

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a inclusão da proposta na pauta cumpre o compromisso de analisar o tema “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental”.

Por se tratar de uma proposta de alteração da Constituição, o texto precisa ser aprovado em dois turnos de votação no Senado. A base governista articula a adoção de um calendário especial para acelerar a tramitação e concluir a análise ainda neste mês.

Saiba quais são os próximos passos:

  • pelo rito normal, a proposta precisa cumprir cinco sessões de discussão em plenário antes da votação em primeiro turno;
  • na primeira votação, o texto precisará do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores, o equivalente a três quintos da composição da Casa;
  • se aprovada, a PEC seguirá para um segundo turno de votação, que também exigirá 49 votos favoráveis;
  • caso o Senado mantenha integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a emenda poderá ser promulgada pelas Mesas das duas Casas legislativas;
  • se os senadores fizerem alterações na proposta, o texto terá de retornar à Câmara para nova análise dos deputados.

O que muda para o trabalhador

A proposta substitui gradualmente a atual jornada máxima de 44 horas semanais, associada à escala 6×1, por um modelo com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima para 40 horas.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzido para 40 horas semanais.

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A PEC também prevê jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87, desde que seja mantida a escala 5×2. Nesses casos, a duração da jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregador e empregado.

Na prática, a mudança garantiria mais tempo de descanso e convivência familiar aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A proposta também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para disciplinar situações específicas e categorias submetidas a regimes diferenciados.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, a PEC foi encaminhada ao Senado, chegando em agosto à CCJ. A comissão aprovou a proposta no início de setembro. Com isso, o texto foi encaminhado ao plenário para votação.

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