Connect with us
13 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Fusão® FIX: A solução para fechar o manejo da soja com “chave de ouro” – MAIS SOJA

Published

on


A sanidade da lavoura de soja está diretamente relacionada à produtividade e à qualidade dos grãos e/ou sementes produzidos. Embora diferentes estratégias de manejo possam ser adotadas de forma integrada para aumentar a proteção e a sanidade das plantas, os fungicidas ainda representam, em escala comercial, as principais ferramentas utilizadas no manejo e controle das doenças da soja.

Figura 1. Período de ocorrência das principais doenças da soja. Fonte: +Soja.

Em função da maior incidência de doenças durante a fase reprodutiva da cultura (Figura 1), a maior parte das aplicações de fungicidas é posicionada nesse período, especialmente após o fechamento das entrelinhas, priorizando-se o uso de produtos de alta eficiência e espectro de controle.

Sobretudo, algumas doenças se sobressaem a esse período, com desenvolvimento favorecido ao final do ciclo da soja. As doenças de final de ciclo (DFCs), como são popularmente conhecidas, acometem a cultura principalmente nas fases mais avançadas do desenvolvimento, causando perdas quantitativas e qualitativas na produção. Entre as principais DFCs da soja, destacam-se a cercosporiose, causada pelo fungo Cercospora spp., e a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi). Embora a ferrugem-asiática seja um dos principais focos do manejo fitossanitário durante a fase reprodutiva, sua ocorrência pode se dar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, inclusive no final do ciclo.

Advertisement

A mancha alvo tem potencial para reduzir a produtividade da soja em até 40% (Godoy et al., 2023), e junto a ferrugem asiática da soja são as doenças mais prejudiciais, especialmente em anos com condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos. Além disso, por serem doenças policíclicas e apresentarem controle complexo, podem ocorrer em mais de um momento ao longo do ciclo da cultura, contribuindo para a manutenção do inóculo e da severidade das doenças até o final do desenvolvimento da soja.

Nesse cenário, especialmente em áreas com histórico de ocorrência dessas doenças, falhas de manejo ou condições ambientais favoráveis à infecção, o uso de fungicidas de alta performance torna-se indispensável para preservar o potencial produtivo da cultura, inclusive em estádios mais avançados do desenvolvimento da soja. Dessa forma, o correto posicionamento de fungicidas no final do ciclo, promovendo um melhor “fechamento” do programa fitossanitário, pode ser determinante para a obtenção de elevadas produtividades.

Contudo, para maximizar a eficácia das aplicações e os resultados produtivos, essas pulverizações devem ser realizadas até o estádio R7 da soja, caracterizado pelo início da maturação fisiológica, fase em que ocorre o máximo acúmulo de matéria seca nos grãos e a interrupção da absorção de água e nutrientes (Tagliapietra et al., 2022). Após esse estádio, aplicações visando efeitos fisiológicos ou produtivos sobre a planta deixam de gerar impacto na produção de grãos ou sementes, uma vez que não há mais conexão funcional entre a planta-mãe e os grãos (Zanon et al., 2018).

Figura 2. Ilustração de planta de soja em estádio R7. Adaptado: Oliveira Junior et al. (2016)

Visando maior assertividade no manejo fitossanitário do final do ciclo da soja, o monitoramento periódico e frequente da lavoura é indispensável. Contudo, além do correto posicionamento das aplicações dentro do limite adequado do período de pulverização, é fundamental atentar para a escolha dos fungicidas, priorizando produtos de alta performance e, preferencialmente, formulações compostas por mais de um princípio ativo. Essa estratégia contribui não apenas para ampliar a eficiência de controle, mas também para o manejo da resistência da ferrugem-asiática e da mancha-alvo aos fungicidas.

No cenário atual, fungicidas com eficácia comprovada para o controle dessas doenças devem ser associados a produtos multissítios nas aplicações de fechamento da soja, favorecendo tanto a manutenção do potencial produtivo da cultura quanto a qualidade dos grãos e sementes produzidos, reduzindo perdas e depreciações causadas por patógenos. Nesse contexto, o Fusão® FIX se destaca por reunir três princípios ativos de diferentes grupos químicos em sua formulação, proporcionando ação rápida, eficiente e abrangente no manejo dessas doenças.

Além de contribuir para um melhor fechamento do programa fitossanitário da soja, o Fusão® FIX apresenta características estratégicas para o manejo da resistência de patógenos a fungicidas. Com elevada sistemicidade e atuação tanto sistêmica quanto de contato, o produto alia alta seletividade à cultura com forte desempenho no controle de ferrugem-asiática e da mancha-alvo (IHARA, s.d.).

Advertisement

A presença de um fungicida multissítio associado a dois fungicidas sítio-específicos confere ao Fusão® FIX um desempenho diferenciado no final do ciclo da soja, especialmente quando posicionado de forma estratégica e preventiva, em alinhamento ao programa fitossanitário da lavoura, sendo portanto, uma solução eficiente e eficaz para o manejo das principais doenças de final de ciclo da soja.



Referências:

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA, Phakopsora pachyrhizi, NA SAFRA 2023/2024: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 206, 2024. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1165843/1/CT-206-Claudia-Godoy.pdf >, acesso em: 21/05/2026.

GODOY, C. V. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA MANCHA-ALVO, Corynespora cassiicola, NA CULTURA DA SOJA, NA SAFRA 2022/2023: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa, circular técnica, 194. Londrina – PR, 2023. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1154756/1/Circ-Tec-194.pdf >, acesso em: 21/05/2026.

IHARA. FUSÃO FIX. IHARA: Agricultura é a nossa vida, s.d. Disponível em: < https://ihara.com.br/produtos/fusao-fix/?utm_source=&utm_medium=&utm_campaign=&utm_content=&gad_source=1&gad_campaignid=21260028180&gbraid=0AAAAACqHsuCIQdzFPGCdquMe4rDQ4NFHe&gclid=CjwKCAjw2rrQBhBuEiwAarLWHU4_K78QFXOtohDvFQQVJ6Csyoh4TVDsmP0DEJeCn7tMAtATiJh0ChoCf_gQAvD_BwE >, acesso em: 21/05/2026.

OLIVEIRA JUNIOR, A et al. ESTÁDIOS FENOLÓGICOS E MARCHA DE ABSORÇÃO DE NUTRIENTES DA SOJA. Embrapa Soja; Fortgreen, 2016. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1047123/estadios-fenologicos-e-marcha-de-absorcao-de-nutrientes-da-soja >, acesso em: 21/05/2026.

Advertisement

TAGLIAPIETRA, E. L. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 2, 2022.

ZANON, A. J. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 1, 2018.

Redação: Equipe Mais Soja.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter mais um dia de cautela nas negociações – MAIS SOJA

Published

on


 O mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de cautela nas negociações. Os agentes seguem no quadro de paralisação, aguardando novos fatores para retomar negócios. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera perto da estabilidade, enquanto o dólar sobe frente ao real.

O mercado brasileiro de milho manteve preços fracos nesta sexta-feira. Como destacou o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, a forte queda do milho na Bolsa de Chicago, com a divulgação de um relatório de oferta e demanda de outubro pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) baixista, travou a comercialização.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 63,50/67,50 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 63,00/67,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/63,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 66,50/67,50 a saca.

Advertisement

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 70,00/71,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 60,00/65,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 55,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/55,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com vencimento em dezembro de 2026 operaram cotados a US$ 5,01 3/4 por bushel, baixa de 0,25 centavo, ou 0,04% em relação ao fechamento anterior.

* O mercado volta a sentir a pressão do aumento das estimativas de produção e estoques divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que elevou os estoques mundiais em 8,34 milhões de toneladas, para 280,44 milhões de toneladas. O avanço da colheita no Meio-Oeste norte-americano, favorecido pelo tempo seco, e a queda dos preços do petróleo também pressionam as cotações.

* Por outro lado, a correção técnica após as perdas recentes e a desvalorização do dólar frente a outras moedas limitam o movimento de baixa. Com isso, o cereal opera sem tendência definida

Advertisement

* Ontem (12), a posição dezembro/26 terminou negociada a US$ 4,83 por bushel, alta de 3,75 pontos, enquanto março/27 avançou 3 pontos, para US$ 4,97 por bushel. Já maio/27 fechou a US$ 5,05, também com ganho de 3 pontos.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra alta de 0,53%, a R$ 5,0123. O Dollar Index registra com recuo de 0,30%, a 102.281 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas na Europa operam com índices altos. Paris, +0,07%. Frankfurt, +0,12%. Londres, + 0,50%.

Advertisement

* As principais bolsas da Ásia operaram mistas. Xangai, +0,10%. Japão, -1,82%.

* O petróleo opera em baixa. Novembro do WTI em NY: US$ 92,20 o barril (-1,64%).

AGENDA

—-Terça-feira (13/10)

– China: Balança comercial de setembro.

Advertisement

11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.

12:00 – Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA.

15:00 – Balança comercial parcial de outubro/MDIC.

17:00 – Relatório de condições das lavouras dos EUA – USDA.

22:30 – China: Indice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro.

Advertisement

22:30 – China: Indice de Preços ao Consumidor (CPI) de setembro.

—–Quarta-feira (14/10)

09:00 – Pesquisa Mensal de Serviços de agosto/IBGE.

09:30 EUA: Indice de Preços ao Consumidor (CPI) de setembro.

Fonte: Agência Safras

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Câmbio pressiona cotações internas; exportações recordes limitam quedas – MAIS SOJA

Published

on


Os preços da soja recuaram no Brasil, pressionados pela valorização do Real frente ao dólar. Segundo o Cepea, esse movimento tende a reduzir a competitividade da soja brasileira em relação à norte-americana.

Pesquisadores do Cepea destacam que as baixas, no entanto, foram limitadas pelo elevado volume de soja e derivados exportado de janeiro a setembro. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o País embarcou 7,36 milhões de toneladas de soja em grão em setembro. Embora esse volume seja 25% inferior ao de agosto, recuo comum para o período, trata-se de um recorde para o mês de setembro.

As exportações de farelo de soja também registraram recorde para o mês, com aumentos de 10% frente a agosto e de 18,5% em relação a setembro de 2025, de acordo com dados da Secex.

Fonte: Cepea

Advertisement


FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

Advertisement

Continue Reading

Sustentabilidade

Primeiras semanas após o plantio pedem atenção redobrada na lavoura de soja – MAIS SOJA

Published

on


Com o avanço da semeadura da soja em Mato Grosso, as primeiras semanas após a emergência passam a concentrar a atenção no campo. É nesse período que a planta desenvolve as raízes, se firma no solo e começa a construir seu potencial produtivo. Parte dos problemas que surgem nessa etapa pode ser difícil, ou até inviável, de corrigir mais adiante, e por isso a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) reforça a importância do acompanhamento próximo da lavoura logo após a emergência.

“Os primeiros 30 dias são decisivos para garantir um bom estabelecimento da lavoura”, afirma Rodrigo Knevitz Hammerschmitt, coordenador de pesquisa do Centro Tecnológico Parecis (CTECNO Parecis), da Aprosoja MT e do Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT). Segundo ele, o cuidado começa ainda na escolha de sementes com alto poder germinativo e vigor, e segue com o acompanhamento da emergência, do estande de plantas, das falhas de plantio e do desenvolvimento inicial das raízes.

Para o vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Diogo Balistieri, essa é uma das fases mais importantes da safra. “A gente depende, logicamente, das tecnologias que vêm sendo aplicadas no tratamento de sementes, mas conta também com o clima e com as chuvas”, diz. Na propriedade, o primeiro passo é medir a população de plantas que se estabeleceu na área. De acordo com ele, o produtor tem optado cada vez mais por não replantar, já que a semente e o tratamento somados chegam a quase 10% do custo da lavoura.

Competição com plantas daninhas – Um dos pontos de maior atenção nessa fase é o controle das plantas daninhas, que disputam água, luz e nutrientes com a soja. Além de afetar a produtividade, elas podem prejudicar a colheita, gerar impurezas nos grãos e facilitar a disseminação de sementes na área.

Advertisement

“De modo geral, enquanto a soja não tiver finalizado o fechamento das linhas, esse deve ser considerado o período crítico, embora perdas por competição possam ocorrer em qualquer fase de desenvolvimento da cultura”, explica André Somavilla, coordenador de pesquisa do Centro Tecnológico Araguaia (CTECNO Araguaia), da Aprosoja MT e Iagro MT.

A orientação é controlar as plantas daninhas ainda nos estágios iniciais e aproveitar as cultivares com tecnologias de resistência a herbicidas disponíveis no mercado. “É necessário ajustar o planejamento de herbicidas para melhor utilização das tecnologias”, completa Somavilla. Ele lembra ainda que as doses de pré-emergentes devem ser ajustadas conforme a textura do solo, já que solos argilosos toleram doses maiores do que os arenosos, e os siltosos têm comportamento semelhante ao dos arenosos.

Para Rodrigo, a regra é não abrir espaço para que essas plantas se estabeleçam. “Plantas daninhas são oportunistas e aproveitam rapidamente falhas no estande, espaços livres e atrasos no manejo. Por isso, quanto mais precoce for o controle, menor será a competição com a soja e maior a eficiência do manejo”.

Monitoramento de pragas – Lagartas, besouros, percevejos e pragas de solo também podem aparecer nas primeiras semanas. O tratamento de sementes é um aliado, mas não dispensa o monitoramento frequente da lavoura, que permite posicionar corretamente os defensivos agrícolas quando eles forem necessários.“Quando houver plantas mortas ou com desenvolvimento anormal, é importante investigar a causa antes de realizar qualquer controle”, orienta.

O diagnóstico ganha ainda mais importância em algumas áreas. “Em solos siltosos, falhas de emergência causadas por encrostamento podem ser confundidas com danos de pragas. Por isso, é importante diferenciar problemas físicos de ataques biológicos”.

Advertisement

Nodulação e planejamento – Outro ponto a ser verificado é a fixação biológica de nitrogênio. Nas raízes da soja se formam pequenos nódulos, resultado da associação entre a planta e bactérias que captam o nitrogênio do ar e o transformam em nutriente.

Entre 20 e 30 dias após a emergência, a recomendação é arrancar cuidadosamente algumas plantas e conferir esses nódulos, que, quando ativos, normalmente apresentam coloração rosada ou avermelhada por dentro.

“Também é importante evitar a ideia de que qualquer deficiência inicial pode ser corrigida apenas com aplicações foliares. A base da nutrição da soja está no solo, no sistema radicular bem desenvolvido e na eficiência da fixação biológica de nitrogênio”, afirma Rodrigo.

Com a lavoura estabelecida, o desafio passa a ser cumprir o cronograma. Contando a partir do dia em que a soja nasce, a adubação de cobertura com cloreto de potássio deve ocorrer entre 15 e 20 dias, e o início das aplicações de fungicidas, para prevenção e controle de doenças, entre 20 e 25 dias. Aplicações foliares de cobalto, molibdênio e manganês entram quando necessárias, e o controle de pragas e plantas daninhas segue conforme o monitoramento. “A realização destas práticas nos tempos adequadamente planejados é importante para evitar redução do potencial produtivo da lavoura”, reforça André Somavilla.

Custo pesa nas decisões – Nesta safra, o planejamento da adubação esbarra no custo de produção. “É um ano desafiador. Vários produtores optaram por diminuir ou até tirar completamente a adubação”, relata Balistieri. Segundo ele, o cenário reflete a situação financeira no campo. “O produtor está descapitalizado, endividado e buscando formas de conseguir plantar mais uma safra. Sem o fertilizante, o custo baixa drasticamente, mas sabemos que lá na frente isso também pode baixar a produção. É preciso pôr na balança o custo-benefício”.

Advertisement

O vice-presidente norte pondera que muitos produtores vêm adubando bem as lavouras ao longo dos anos, o que mantém uma reserva de fertilidade no solo. Com isso, ainda é possível alcançar produtividades satisfatórias, mesmo que abaixo do que seria obtido com a adubação completa.

Cada solo, um cuidado – Mato Grosso tem diferentes tipos de solo, e o manejo inicial precisa considerar essas diferenças. Os solos arenosos, de textura mais leve, armazenam pouca água, e as plantas tendem a sofrer estresse mais rápido quando falta chuva. Eles também têm maior potencial de perda de alguns nutrientes, o que torna preferível o parcelamento da adubação. Nessas áreas, a recomendação é evitar semeaduras muito antecipadas, com chuvas ainda irregulares. “Depois que a soja está implantada, há pouca possibilidade de corrigir diretamente os efeitos de um veranico”, alerta Rodrigo.

Os solos siltosos, formados por partículas de tamanho entre a areia e a argila, podem desenvolver uma casca dura na superfície depois de chuvas fortes, o chamado selamento superficial. Essa camada dificulta a emergência da soja, favorece o escorrimento da água em vez da infiltração e pode comprometer o estande de plantas. Já os solos argilosos, mais pegajosos quando úmidos, retêm mais água e nutrientes e, por isso, permitem semeaduras mais antecipadas em situações de maior risco climático. Essa vantagem, porém, se perde quando o solo está compactado, o que exige atenção ao tráfego de máquinas com o solo úmido.

“Não existe um único manejo para todos os ambientes. Conhecer a principal limitação física e química de cada solo é fundamental para definir a estratégia mais adequada”, resume Rodrigo.

Entre os equívocos mais comuns nessa fase, e que devem ser evitados, estão aplicar inseticidas sem monitoramento adequado, deixar de controlar as plantas daninhas nos estágios iniciais e não adaptar o manejo ao tipo de solo.

Advertisement

Fonte: Aprosoja/MT



FONTE

Autor:Marianne Mariano – Assessoria de Comunicação Aprosoja/MT

Site: Aprosoja MT

Advertisement

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT