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9 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Preços da soja e farelo renovam máximas em setembro no Brasil e no exterior – MAIS SOJA

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As negociações de soja e de farelo estiveram aquecidas nos mercados internacionais e nacionais, em setembro. Este cenário afastou vendedores e impulsionou as cotações do grão e do derivado. A valorização da oleaginosa esteve atrelada também ao menor remanescente da safra 2025/26. Além disso, preocupações com os possíveis impactos do El Niño sobre a nova safra (2026/27), reforçaram as altas.

Porém, as altas foram limitadas pelas condições climáticas favoráveis ao início da semeadura da safra 2026/27 no Brasil. O maior índice pluviométrico em setembro permitiu a intensificação da semeadura de soja, sobretudo, no Paraná e em Mato Grosso. O excesso de umidade em São Paulo, por outro lado, impediu o início da semeadura no estado.

Quanto aos preços, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná registrou média de R$ 153,82/sc de 60 kg em setembro, alta de 7,9% frente à de agosto e de 14,15% em relação a setembro de 2025, em termos reais (IGP-DI de agosto/26), sendo a maior desde março de 2023.

A média do Indicador CEPEA/ESALQ Paranaguá foi de R$ 161,14/sc em setembro – a maior desde ago/2, em termos reais – com altas de 7,3% frente a agosto e de 14,62% em relação há um ano. Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, de agosto para setembro, as altas foram de 8,2% no mercado de balcão (valor pago ao produtor) e de 8,1% no de lotes (negociações entre empresas). No comparativo anual, o preço da soja pago ao produtor subiu 14,7%, e, no mercado de lotes, 15,5%, em termos nominais.

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Os preços internacionais da soja em grão foram sustentados pela firme demanda da China e preocupações quanto a um possível atraso na colheita da safra 2026/27, devido ao clima úmido no Hemisfério Norte. Vale ressaltar, no entanto, que até o final de setembro as atividades de campo estavam em ritmo parecido com o observado na média dos últimos cinco anos.

Além disso, segundo o relatório trimestral de estoques do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), os estoques norte-americanos somavam 8,57 milhões de toneladas em 1º de setembro, volume 3,16% inferior ao registrado no período equivalente do ano passado. Diante disso, na Bolsa de Chicago (CME Group), o contrato de novembro/26 da soja em grão registrou média de US$ 13,0654/bushel (US$ 28,80/sc de 60 kg) em setembro, com valorização de 8,98% frente a agosto e de 28,1% em relação a setembro de 2025, o maior patamar nominal desde dezembro de 2023.

FARELO DE SOJA – A valorização do farelo de soja esteve atrelada à firme demanda global pelo derivado. Além disso, no mercado doméstico, os consumidores demonstraram necessidade de recompor estoques, aumentando a disputa com os consumidores estrangeiros. Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, a alta foi de 10,5% no comparativo de agosto para setembro e de 25% em relação a setembro/25, em termos reais. Na Bolsa de Chicago, o contrato de primeiro vencimento (out/26) do farelo apresentou média de US$ 356,26/tonelada curta (US$ 392,70/t) em setembro, alta de 12,7% sobre a de agosto e de 27,5% frente a setembro/25, sendo também a maior valor nominal desde agosto/24.

Deste modo, com base nos preços da soja, do farelo e do óleo de soja negociados na região de São Paulo, a “crush margin” aumentou 5,4% frente ao mês anterior. Este aumento está atrelado a maior participação do farelo de soja na margem da indústria, o qual registrou média de 58,76% no mês de setembro, a maior média desde out/23 (59,54%).

Na Bolsa de Chicago, considerando-se o contrato de primeiro vencimento da soja, do farelo e do óleo de soja, a “crush margin” diminuiu 4,39%, pressionada pela menor participação do óleo de soja. O aumento na participação do farelo de soja na “crush margin”, no entanto, limitou as baixas. O farelo de soja voltou a ter a maior participação na margem da
indústria, alcançou média de 51,49% em setembro – vale ressaltar que, desde fevereiro deste ano, a participação do óleo de soja estava superando a do farelo.

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ÓLEO DE SOJA – Os preços do óleo de soja também avançaram em setembro, embora o mercado tenha apresentado comportamentos distintos entre o cenário doméstico e o internacional.

No Brasil, as cotações foram sustentadas principalmente pela menor disponibilidade do produto para negociação no mercado spot e pela firme demanda dos consumidores internacionais pelo coproduto brasileiro. No mercado internacional, os preços do óleo fecharam praticamente estáveis em relação a agosto/26.

Nesse cenário, segundo levantamento do Cepea, os preços do óleo de soja bruto e degomado (com 12% de ICMS) na região de São Paulo subiram 3,9% de agosto para setembro; por outro lado, observou-se desvalorização de 3,2% em um ano, em termos reais, a média de R$ 6.961,90/t em setembro, a maior média mensal do ano.

No entanto, na CME Group (Bolsa de Chicago), o contrato de primeiro venncimento do óleo de soja fechou próximo à estabilidade (-0,1%) entre agosto e setembro, registrando média de US$ 0,6888/lp (US$ 1.518,42/t) e valorização de 36,5% em relação a setembro/25. A baixa foi limitada pelos conflitos no Oriente Médio e pela valorização do petróleo, que tende a estimular a mistura do biodiesel ao óleo diesel.

Fonte: Agromensais CEPEA

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Sustentabilidade

Clima adverso e menor oferta impulsionam preços do trigo no Brasil e no exterior em setembro – MAIS SOJA

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Agentes estão preocupados com a possível menor oferta de trigo de boa qualidade, o que pode aumentar a dependência do Brasil de compras externas, além de elevar as cotações domésticas.

A baixa disponibilidade continua atrelada às incertezas sobre os resultados da safra de 2026, diante das condições observadas em campo – o clima desfavorável vem reduzindo a qualidade, o que pode diminuir também a produtividade. Esse cenário, aliado à valorização do cereal no mercado externo sustentou os preços domésticos.

Em setembro, o preço médio do trigo no Paraná foi de R$ 1.502,25/t, avanços de 5,1% em relação a agosto/26 e de 10,1% acima do registrado em setembro/25. Trata-se do maior valor desde julho/25, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de agosto/26). No Rio Grande do Sul, a média foi de R$ 1.390,92/t, altas de 4,9% frente a agosto/26 e de 9% na comparação anual, atingindo o maior valor real desde maio/25. Em Santa Catarina, o preço médio foi de R$ 1.428,39/t, o maior desde agosto/25, com aumentos de 4,7% no mês e de 3,8% em relação a setembro/25. Em São Paulo, por sua vez, a média atingiu R$ 1.512,81/t, o maior patamar desde julho/25, com avanços de 5% no comparativo mensal e de expressivos 19% no anual.

COLHEITA E ACOMPANHAMENTO DE CAMPO – Conforme dados divulgados pela Conab, 28,9% da área destinada ao cultivo de trigo no Brasil já havia sido colhida até 25 de setembro. No Paraná, conforme dados da Seab/Deral, as estimativas de rendimento e de produção para a safra de 2026 foram reduzidas. A produtividade, prevista em 54 sacas de 60 kg por hectare, caiu para 49 sacas por hectare devido às temperaturas acima da média e ao excesso de chuvas em agosto e setembro. Com a área estimada em 727 mil hectares, a perspectiva é de produção de 2,13 milhões de toneladas. Até o dia 28, 62% do trigo paranaense já havia sido colhido. Em campo, 64% das lavouras estavam em boas condições, 29%, em condições médias e 7%, em condições ruins. Quanto à fenologia, 57% estavam em maturação, 34%, em frutificação, 8%, em floração e 1%, em desenvolvimento vegetativo.

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No Rio Grande do Sul, conforme dados divulgados pela Emater/RS, a colheita teve início na
região do noroeste e alcançou 1% da área até o dia 24 de setembro. Até o dia 20, as condições climáticas estavam, de modo geral, favoráveis. No entanto, as chuvas acompanhadas de ventos no dia 21 provocaram danos pontuais em algumas lavouras. Até o dia 24, 13% das lavouras estavam em maturação, 54%, em enchimento dos grãos, 23%, em floração e 9%, em desenvolvimento vegetativo.

OFERTA E DEMANDA DOMÉSTICA – As estimativas da Conab, divulgadas em setembro, reforçam a tendência de alta dos preços no mercado doméstico. Para a temporada de trigo de 2026, a Companhia aponta reduções na área, na produção e na produtividade, associadas à cautela dos produtores diante do risco climático.

Em setembro, a área foi estimada pela Conab em 1,927 milhão de hectares, a menor desde
2017 (quando foi de 1,916 milhão de hectares), quedas de 1% em relação à estimativa de agosto/26 e de expressivos 21,2% frente a 2025. A produção cedeu 1,3% no comparativo mensal e 27,1% no anual, sendo estimada em 5,74 milhões de toneladas, a menor desde 2019 (5,154 milhões de toneladas). A produtividade, por sua vez, recuou 0,3% de agosto para setembro e 7,5% em relação à safra anterior, para em 2,978 t/ha.

Os estoques iniciais para setembro/26 estão previstos em 1,765 milhão de toneladas, aumento de 19,2% em relação a agosto/26. Esse incremento compensou a redução da produção e das importações no balanço dos suprimentos internos (estoques iniciais + produção + importações), que aumentaram 1,1% entre agosto e setembro. As importações, por sua vez, recuaram 0,7% no comparativo mensal; no entanto, em relação à temporada anterior, devem aumentar 15%.

Por fim, a estimativa dos estoques finais foi elevada para 1,067 milhão de toneladas, volume 18,5% superior ao projetado no levantamento anterior, mas 39,5% inferior ao previsto para a safra de 2025.

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OFERTA E DEMANDA MUNDIAL – O USDA, em relatório divulgado em setembro, elevou a estimativa de produção mundial de trigo para 2026/27 em 0,4% em relação à projeção de agosto, para 822,432 milhões de toneladas. Ainda assim, o volume é 2,6% inferior ao estimado para a temporada 2025/26.

O consumo mundial foi estimado em 826,745 milhões de toneladas, altas de 0,1% frente à estimativa de agosto e de 0,3% em relação a 2025/26. Os estoques finais foram elevados em 1,1% no comparativo mensal, para 276,291 milhões de toneladas, mas ficaram 1,5% abaixo dos da temporada anterior. Já o comércio internacional foi projetado em 213,176 milhões de toneladas, com recuos de 0,4% frente à projeção anterior e de 5,9% em relação a 2025/26.

MERCADO EXTERNO – O primeiro vencimento registrou expressiva alta nos comparativos mensal e anual, diante das dificuldades logísticas no embarque dos grãos para escoamento marítimo na região do Mar Negro, em meio ao conflito entre Rússia e Ucrânia. Assim, a média mensal do primeiro vencimento encerrou em US$ 7,1762/bushel (US$ 263,68/t) na Bolsa de Chicago, altas de 6,1% frente a agosto/26 e de expressivos 39% em relação a setembro/25. Na Bolsa de Kansas, a média alcançou US$ 7,8385/bushel (US$ 288,01/t), elevações de 4,9% no comparativo mensal e de fortes 57% no ano.

Na Argentina, segundo o Ministério da Economia, a média mensal dos preços FOB foi de US$ 260,73/t, altas de 6,5% frente a agosto/26 e de 15% em relação a setembro/25. Conforme a Bolsa de Cereales, apesar das chuvas e geadas pontuais em algumas regiões,  cultura do trigo não foi afetada e 94,6% das lavouras estão em condições entre normal e excelente.

DERIVADOS DE TRIGO – Diante do aumento nos preços do trigo, os valores dos derivados também avançaram, refletindo o repasse da valorização da matéria-prima. Conforme dados do Cepea, de agosto para setembro, o farelo a granel se valorizou 3,05% e o ensacado, 1,64%. Para as farinhas, no mesmo comparativo, houve valorização de 3,5% para massas frescas; 3,2% para bolacha salgada; 3% para pré-mistura, 2,9% para massas em geral; 2,8% para bolacha doce e 2,7% para panificação. Para a farinha integral, houve retração mensal de 2%.

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Fonte: Agromensais Cepea



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Sustentabilidade

Preços do arroz em casca sobem no RS impulsionados por exportações e firme demanda – MAIS SOJA

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Setembro foi marcado pela continuidade da recuperação dos preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul. A oferta mais restrita sustentou as cotações, com produtores resistentes a ampliar as vendas, enquanto a intensidade da demanda variou ao longo do mês. Em determinados períodos, a concorrência entre indústrias domésticas, compradores de outros estados e agentes voltados à exportação intensificou a disputa pela matéria-prima.

A necessidade de recomposição dos estoques de algumas empresas também contribuiu para manter a procura aquecida. Nas primeiras semanas de setembro, produtores mais capitalizados permaneceram retraídos, enquanto vendedores com necessidade de caixa estiveram mais ativos. Do lado comprador, a demanda variou ao longo do período, mas ganhou força com a maior atuação de indústrias de outros estados e, principalmente, de agentes voltados à exportação.

Negócios chegaram a trabalhar com referências de R$ 90/sc de 50 kg posto Porto de Rio Grande, ampliando a concorrência pela matéria-prima. A baixa disponibilidade de arroz com rendimento inferior a 57% de grãos inteiros também levou compradores externos a buscar lotes com 58%, aumentando a disputa com a indústria doméstica.

Na segunda metade do mês, porém, a demanda externa perdeu intensidade e parte dos compradores reduziu a atuação. Ainda assim, indústrias com necessidade de recompor estoques permaneceram ativas, mantendo as cotações sustentadas. Na reta final de setembro, o mercado ficou mais heterogêneo, com oscilações nos preços, enquanto o excesso de chuvas, sobretudo na região central do estado, passou a dificultar tanto os negócios quanto os trabalhos de implantação da nova safra.

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Preços regionais – No último mês, a média do Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi de R$ 80,70/sc de 50 kg, alta de 8,7% frente à de agosto. No acumulado de setembro, entre 31 de agosto e 30 de setembro, o avanço foi de 6,04%. Considerando-se as médias das microrregiões que compõem o Indicador, houve aumento de 7,35% na Campanha, a R$ 78,43/sc de 50 kg. Na Fronteira Oeste e na Zona Sul, as elevações foram de 7,51% e 9,25%, respectivamente, a R$ 80,39/sc e R$ 82,50/sc. Na Planície Costeira Externa, Depressão Central e Planície Costeira Interna, as altas foram ainda mais expressivas, de 9,27%, 9,29% e 10,36%, a R$ 80,62/sc, R$ 76,76/sc e R$ 84,04/sc, respectivamente.

Em relação aos demais rendimentos acompanhados pelo Cepea, a média de preços do produto com 63% a 65% de grãos inteiros subiu 8,16% entre agosto e setembro, a R$ 82,62/sc de 50 kg. Para os grãos com 59% a 62% de inteiros, o aumento foi de 8,34%, a R$ 81,94/sc. Quanto ao produto de 50% a 57% de grãos inteiros, a elevação foi ainda mais intensa, de 10,03%, para R$ 79,29/sc.

Arroz beneficiado e indústria – Os preços do arroz beneficiado também avançaram em setembro. Segundo o IRGA, a média mensal foi de R$ 128,80/sc de 30 kg, alta de 1,9% frente a agosto e de 3,74% em relação a setembro de 2025.

Já os dados mais recentes da Produção Industrial Física do IBGE apontam redução da atividade em agosto. O índice de beneficiamento de arroz e de fabricação de produtos do arroz ficou em 89,33 pontos, queda de 6,12% frente a julho, mas ainda 0,4% acima do registrado em agosto de 2025. Preços internacionais – No mercado internacional, os preços também avançaram em setembro, sobretudo para o arroz Indica. Segundo a FAO, o índice agregado de preços do arroz (FARPI) alcançou média de 110,5 pontos, alta de 1,4% frente a agosto e de 9,5% em relação a setembro de 2025. O índice específico do Indica avançou 2,6% no mês, para 115 pontos, atingindo o maior nível em 20 meses e completando a sexta alta mensal consecutiva.

Nos demais segmentos acompanhados pela FAO, os preços recuaram entre 0,5% e 2%, principalmente diante da menor demanda. Nas Américas, a menor safra em colheita nos Estados Unidos e as perspectivas de novos cortes de produção entre países concorrentes do Mercosul contribuíram para sustentar as cotações do Indica.

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Entre as referências do Mercosul para o arroz com 5% de quebrados, os preços médios chegaram a US$ 572,20/t no Brasil, US$ 564,90/t no Uruguai e US$ 477,50/t na Argentina. Frente a agosto, as altas foram de 5,61%, 4,36% e 4,95%, respectivamente.

Safra 2026/27 – A semeadura da safra 2026/27 avançou no Rio Grande do Sul durante setembro. Segundo a Conab, entre 18 e 25 do mês, a parcela semeada passou de 10% para 18% da área prevista, percentual superior aos 2% registrados no mesmo período de 2025 e à média dos últimos cinco anos, de 6,1%.

Entre os seis estados acompanhados pela Companhia, que representam 88% da área cultivada com arroz no País, a semeadura chegou a 15,5% até 25 de setembro. Em Santa Catarina, os trabalhos alcançaram 27% da área, enquanto, no Maranhão, permaneceram em 6,5%. No Rio Grande do Sul, contudo, o excesso de chuvas passou a limitar os trabalhos no encerramento do mês, sobretudo na região central. As precipitações elevaram o nível do Rio Jacuí e dificultaram o avanço das atividades em algumas áreas.

Fonte: Agromensais Cepea



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Sustentabilidade

Safra de soja argentina é estimada em 52,5 mi de t em 2026/27 – USDA – MAIS SOJA

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De acordo com um adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), a produção de soja da Argentina deve ser de 52,5 milhões de toneladas em 2026/27, ante 50,5 milhões na temporada anterior. A área total cultivada está estimada em 17,4 milhões de hectares em 2026/27, ante 16,5 milhões em 2025/26.

As exportações devem somar 5,5 milhões toneladas em 2026/27, ante 5,7 milhões na temporada anterior. As importações do país do país devem seguir em 7 milhões em 2026/27. Os estoques finais devem passar de 7,178 milhões de toneladas para 11,378 milhões de toneladas em 2026/27.

Auor/Fonte: Rodrigo Ramos / Agência Safras

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