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6 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Chuvas exigem atenção antes do plantio de soja no Triângulo Mineiro

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A safra de soja 2026/27 começa a avançar em Minas Gerais com o fim do vazio sanitário, encerrado em 30 de setembro. No Triângulo Mineiro, uma das principais regiões produtoras do estado, o retorno das chuvas favorece o início dos trabalhos no campo, mas também exige atenção redobrada na preparação das áreas antes da entrada das máquinas.

O calendário estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinou o período de 1º de julho a 30 de setembro para o vazio sanitário da soja. A medida tem como objetivo reduzir a sobrevivência e a disseminação da ferrugem-asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi.

Com o fim do período, cresce a expectativa para o início da semeadura. No entanto, a liberação do plantio não significa que a semeadora deva entrar imediatamente no campo. Antes disso, é necessário avaliar as condições da lavoura e garantir que a área esteja preparada para receber a cultura.

Um dos principais pontos de atenção é a dessecação pré-plantio. A operação busca eliminar as plantas daninhas presentes na área, reduzindo a competição inicial com a soja por água, luz e nutrientes.

A recomendação está alinhada às orientações técnicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Além de competir diretamente com a cultura, as plantas daninhas podem servir como hospedeiras de pragas, doenças e nematoides.

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Por isso, o manejo não deve ser concentrado apenas nos dias que antecedem o plantio. É necessário considerar as espécies presentes na área, o estágio de desenvolvimento das plantas e o histórico da propriedade para definir as estratégias mais adequadas.

A Embrapa destaca que não existe uma estratégia única para todas as lavouras. As características de cada propriedade e o estágio de desenvolvimento das plantas daninhas devem ser considerados na definição das medidas de controle.

Outro ponto de atenção é evitar que o manejo seja realizado somente durante o ciclo da soja. A recomendação é adotar estratégias ao longo de todo o ano para reduzir a formação do banco de sementes no solo e impedir que novas plantas se estabeleçam antes ou durante o cultivo.

Segundo o pesquisador da Embrapa Soja Fernando Adegas, as plantas daninhas podem permanecer na lavoura após o cultivo do milho ou surgir depois da colheita. Elas também podem se desenvolver a partir de sementes já presentes no solo, que encontram condições favoráveis para germinar, ou escapar das medidas adotadas durante a cultura anterior.

A rotação de culturas e de mecanismos de ação de herbicidas também faz parte das estratégias recomendadas para reduzir a pressão de seleção e preservar as alternativas disponíveis para o controle de plantas daninhas.

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O planejamento ganha ainda mais importância com a chegada das chuvas. No fim de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontava que o retorno da umidade favorecia o início da semeadura e o desenvolvimento das culturas de primeira safra em diferentes regiões produtoras.

Ao mesmo tempo, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso laranja de perigo para tempestades no Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais, sul do Rio de Janeiro e em áreas de São Paulo. Na região central de Minas Gerais e em outras áreas do Rio de Janeiro, o alerta era amarelo, de perigo potencial.

Diante desse cenário, o produtor precisa acompanhar as condições climáticas e avaliar o momento adequado para realizar as operações no campo. A umidade favorece o avanço da safra, mas o manejo correto da área continua sendo fundamental para garantir um bom estabelecimento da soja.

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Sustentabilidade

Previsões para outubro apontam chuvas acima da média no Sul e temperaturas elevadas no Norte – MAIS SOJA

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O mês de setembro foi marcado por elevados volumes de chuva, especialmente na região Sul do Brasil. Esse cenário contribuiu para aumentar o armazenamento de água no solo, influenciando tanto o desenvolvimento das culturas quanto o andamento das operações agrícolas. Em contrapartida, grande parte das regiões Norte e Nordeste apresentaram baixos volumes de precipitação, resultando em menor reposição hídrica e redução do armazenamento de água no solo.

Para outubro, as projeções indicam a manutenção de um cenário de maior concentração de chuvas na região Sul. De acordo com as previsões apresentadas pelo professor Fábio Marin no Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq, a primeira quinzena do mês deve registrar maiores volumes de precipitação no Sul, mas também com boas condições de chuva para as regiões Sudeste e Centro-Oeste. Esse cenário pode ser importante para o estabelecimento das lavouras de verão, especialmente em áreas que dependem da regularização das condições de umidade do solo para o início da semeadura.

Em relação à anomalia de precipitação prevista para outubro, a tendência é de volumes de chuva acima da média histórica no Sul do Brasil, com excedentes que podem ser significativamente superiores aos valores normalmente observados para o período. Caso as previsões se confirmem, o excesso de umidade poderá limitar o avanço das operações de semeadura das culturas de verão, tornando necessário um planejamento mais criterioso das atividades agrícolas ao longo do mês. Para as demais regiões do país, as projeções apontam menor variação nas anomalias de precipitação, com tendência de ocorrência de chuvas próximas à normalidade para o período.

Figura 1. Previsão de anomalias de precipitação (mm), valido para outubro de 2026. INMET, 6 de outubro de 2026.
Fonte: INMET (2026)

Esse comportamento, típico de anos sob influência do El Niño, tende a ser ainda mais evidente diante da maior intensidade do fenômeno, reforçando a necessidade de cautela e de um planejamento mais criterioso na condução das práticas agrícolas. Caso as projeções se confirmem, o acumulado de precipitação em outubro poderá superar 200 mm em grande parte da região Sul do Brasil (Figura 2).

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Figura 2. Precipitação total prevista (mm) para outubro de 2026. INMET, 6 de outubro de 2026.
Fonte: INMET (2026)

Em relação às condições de temperatura previstas para outubro, novembro e dezembro, Fábio Marin destaca uma maior probabilidade de ocorrência de temperaturas acima da média na região Norte do país. Já nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, a tendência é de temperaturas próximas à média histórica para o período.

Esse cenário, especialmente diante da maior intensidade e influência do fenômeno El Niño, reforça a necessidade de um planejamento estratégico e criterioso na implantação e condução das culturas agrícolas, buscando antecipar possíveis impactos e mitigar os efeitos de eventuais adversidades climáticas ao longo do ciclo produtivo.

Confira abaixo as atualizações completas para o mês de outubro, trazidas pelo professor Fábio Marin no Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq.


Inscreva-se agora no Canal Prof Fábio Marin clicando aqui!


Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 06/10/2026.

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Sustentabilidade

Soja/BR: Semeadura alcança 9,4% impulsionada pelas chuvas em MT e no Sul – MAIS SOJA

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Soja/BR: 9,4% semeado. Em MT, as chuvas, com destaque para o Médio-Norte, garantem o avanço da semeadura em sequeiro, sobretudo nos solos de textura mais argilosa. Em MS, os cultivos avançaram conforme as condições operacionais permitiam, sendo interrompidos após as chuvas de quarta-feira. Os produtores seguem com os primeiros manejos contra plantas invasoras.

Em GO, as chuvas irregulares aumentaram a umidade do solo e melhoraram as condições de plantio, sobretudo no Sudoeste do estado. As temperaturas elevadas seguem como risco e o ritmo ainda é lento. As lavouras estão em boas condições. Na BA, o plantio foi iniciado no manejo irrigado. Em MG, a semeadura começa timidamente nas áreas irrigadas.

No PR, o plantio avançou com a melhora da umidade e o tempo firme, embora as chuvas ainda causem interrupções pontuais. As lavouras apresentam bom desenvolvimento, porém com atrasos ligados às baixas temperaturas e à nebulosidade. Houve danos pontuais por granizo e maior ocorrência de plantas invasoras.

Em SC, a semeadura avançou de forma incipiente, com as primeiras lavouras em emergência no Extremo Oeste, no Oeste e no Meio-Oeste. Nas demais regiões, os trabalhos se concentraram no preparo das áreas. Na Serra e no Planalto Sul a semeadura deve ocorrer mais adiante, e no Litoral Sul a janela está prevista para outubro.

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Previsão Agrometeorológica (05/10/2026 a 12/10/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer no Oeste do AM, com valores que podem superar 100 mm. No PA, os maiores acumulados devem ocorrer na porção Sul, com valores mais significativos previstos para o Sudeste do estado, no entanto ainda insuficientes para o início da semeadura da soja. Nas demais áreas da região Norte, não se descartam chuvas isoladas. No Nordeste, a previsão não indica acumulados expressivos. Chuvas fracas e isoladas devem se concentrar na faixa litorânea entre o RN e Salvador, na BA. Nas demais áreas da região, o tempo deve permanecer estável.

CO: Os acumulados de chuva mais expressivos devem ocorrer em MS, com valores que podem chegar aos 100 mm em algumas localidades. Ao longo da semana, há indicação de ocorrência de chuvas isoladas em toda região. Na porção Sul de MT e GO, os acumulados podem chegar aos 50 mm, melhorando a disponibilidade hídrica no solo e favorecendo a semeadura dos cultivos de sequeiro. Nas demais áreas da região, os acumulados serão inferiores a 10 mm, mantendo o baixo armazenamento hídrico no solo.

SE: A semana inicia com instabilidades na porção Sul. Os maiores acumulados de chuva são previstos para SP e MG, devendo se concentrar no Centro-Leste de SP e Sul de MG. Apesar de contribuir com a manutenção da umidade no solo, essas chuvas podem prejudicar o feijão primeira safra e o trigo em SP e ainda causar danos pontuais às lavouras de café em MG. Para o Norte de MG e do ES, não há previsão de chuva. Nas demais áreas da região, não se descartam chuvas isoladas, com acumulados entre 20 e 30 mm.

S: Os maiores volumes de chuva podem alcançar 200 mm e devem se concentrar no Norte do RS, no Oeste de SC e no Centro-Sul do PR. Nessas áreas, há possibilidade de maiores restrições por excesso de chuvas em parte das lavouras de inverno e de verão. Já na porção Sul do RS, os acumulados previstos variam entre 40 e 70 mm. Nas demais áreas da região, os acumulados devem variar de 60 a 100 mm. O excedente hídrico pode restringir os cultivos de inverno em toda a região. No entanto, as chuvas previstas contribuirão para a manutenção da umidade no solo.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Manejo de Percevejos na Soja: Zeus® como Ferramenta Estratégica Baseada em Evidências Científicas – MAIS SOJA

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Os percevejos (Pentatomidae) representam um dos principais desafios fitossanitários na cultura da soja, causando perdas significativas tanto em produtividade quanto em qualidade de grãos e sementes. O manejo eficaz dessas pragas requer estratégias integradas que considerem as práticas do Manejo Integrado de pragas e a  rotação de mecanismos de ação, a fim de mitigar a seleção de resistência.

O produto Zeus® (dinotefuran + lambda-cialotrina) é uma ferramenta estratégica neste contexto, combinando dois mecanismos de ação distintos. O dinotefuran, se destaca entre os inseticidas do grupo dos neonicotinoides (subgrupo furanicotinil), por apresentar fórmula estrutural halogênios em sua molécula, . Além disso, a molécula apresenta solubilidade 10 vezes maior que os demais inseticidas do grupo, com 39.830 mg i.a./L, o que indica a alta capacidade de molécula em ser absorvida pelas plantas e ser translocada para os diferentes tecidos em desenvolvimento, com vagens e grãos. enquanto a lambda-cialotrina atua como piretroide.

Figura 1 – Estrutura molecular do dinotefuran evidenciando o grupamento tetra-hidrofurano (THF) em substituição aos anéis halogenados característicos de outros neonicotinoides. Fonte: Adaptado de WAKITA, T.; YASUI, N. Molecular design of dinotefuran with unique insecticidal properties. Journal of Agricultural and Food Chemistry, v. 59, n. 7, p. 2938-2942, 2011. DOI: 10.1021/jf1030778.

Diferentes estudos foram realizados a fim de evidenciar a eficiência e benefícios do produto Zeus no manejo integrado de percevejos.

1. Eficácia Diferencial Contra Espécies do Complexo de Percevejos

O manejo de percevejos na soja é complexificado pela ocorrência simultânea de múltiplas espécies com diferentes níveis de suscetibilidade a inseticidas. Bioensaios de suscetibilidade utilizando aplicação tópica, seguindo metodologia preconizada pelo IRAC-BR (2026), foram conduzidos com as principais espécies associadas à cultura: Euschistus heros, Dichelops melacanthus, Nezara viridula e Piezodorus guildinii.

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Os resultados demonstraram o potencial da formulação Zeus®, na qual a combinação dos ativos resultou em menores quantidades de ativo para causar a mortalidade desejada, em comparação aos ingredientes ativos isolados. Esta característica é particularmente relevante nas regiões de produção de soja no Brasil, na qual a incidência das distintas espécies de percevejos é comumente relatada.Assim, Zeus se mostra um produto capaz de auxiliar no manejo das principais espécies de percevejos pragas relatados em soja.

Tabela 2

Caracterização toxicológica dos inseticidas dinotefuran, lambda-cialotrina e lambda-cialotrina + dinotefuran para adultos de espécies de percevejos. Conchal, SP, 2022.

2. Efeitos Subletais na Redução de Danos em Sementes

O efeito de Zeus sobre os percevejos, não se limita em sua eficiência de controle e mortalidade causada aos insetos. Estudos realizados em laboratório comprovaram o efeito do produto sobre o comportamento alimentar do percevejo E. heros (Figura 1).

1/ CL10, CL20 e CL30: concentração letal capaz de causar mortalidade em 10%, 20% e 30% da população de percevejo, respectivamente.

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Ao expor os insetos sob doses subletais do produto, e oferecer vagens de soja (R5.4), os pesquisadores verificaram:

  • Redução significativa no número de puncturas em comparação a testemunha;
  • Após inserção do aparelho bucal nas vagens, redução do período de alimentação em relação a testemunha;
  • Diminuição dos danos às sementes, conforme avaliado em teste de tetrazólio;
  • Efeito aditivo da formulação Zeus, na qual a mistura reduziu o comportamento alimentar e gerou proteção às sementes .

Esses resultados evidenciam a capacidade do produto Zeus® em atuar não apenas através da mortalidade direta, mas também pela supressão no comportamento alimentar, contribuindo para a preservação da qualidade de sementes/grãos e redução de perdas associadas ao dano por percevejos.

Figura 2

Número de puncturas de adultos de Euschistus heros após exposição tópica a concentrações subletais (CL₁₀, CL₂₀ e CL₃₀) de inseticidas. As barras representam a média do número total de bainhas estilares por inseto após 10 dias da aplicação do inseticida. Barras com a mesma letra não apresentam diferença significativa nas médias dos tratamentos (F=10,88, P<0,0001). As concentrações de inseticidas no eixo x são equivalentes à concentração somente de dinotefuran. UTC: controle não tratado.

Figura 3

Dano em sementes de soja causado por adultos de Euschistus heros expostos topicamente a concentrações subletais (CL₁₀, CL₂₀ e CL₃₀) de inseticidas. As barras representam a média de dano em sementes de acordo com a escala proposta por França-Neto & Krzyzanowski (2018). Barras com a mesma letra não apresentam diferença significativa nas médias dos tratamentos (F=48,02, P<0,0001). UTC: controle não tratado. As concentrações de inseticidas no eixo x são equivalentes à concentração somente de dinotefuran. UTC: controle não tratado.

3. Impactos na Dinâmica Populacional: Efeitos na Reprodução e Transgeracionais

O sucesso no manejo de insetos pragas depende de estratégias que possam reduzir a população atual, e também que possam interfir na reprodução e na capacidade de crescimento populacional das pragas ao longo do tempo.Estudos avaliaram os efeitos subletais de Zeus® sobre parâmetros reprodutivos de E. heros nas gerações F1 e F2.

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A formulação dinotefuran + lambda-cialotrina demonstrou:

  • Alterações significativas nos parâmetros reprodutivos em ambas as gerações;
  • Na geração F1: redução do número de ovos por fêmea e na viabilidade dos ovos;
  • Na geração F2: manutenção da redução de oviposição e, na maior concentração, redução da viabilidade dos ovos.

Figura 6

Fertilidade dos ovos de Euschistus heros após adultos serem expostos topicamente a concentrações subletais (CL₁₀, CL₂₀ e CL₃₀) de inseticidas (A) dinotefuran, (B) lambda-cialotrina e (C) dinotefuran + lambda-cialotrina. As barras representam a média de fertilidade dos ovos depositados pelas fêmeas durante sua vida. Barras com a mesma letra não apresentam diferença significativa nas médias dos tratamentos. (dinotefuran: F=10,74, P<0,0001; lambda-cialotrina: F=12,31, P<0,0001; dinotefuran + lambda-cialotrina: F=12,74, P<0,0001). As concentrações de inseticidas no eixo x são equivalentes à concentração somente de dinotefuran. UTC: controle não tratado.

Figura 10

Fertilidade dos ovos de Euschistus heros após adultos serem expostos topicamente a concentrações subletais (CL₁₀, CL₂₀ e CL₃₀) de inseticidas (A) dinotefuran, (B) lambda-cialotrina e (C) dinotefuran + lambda-cialotrina. As barras representam a média de fertilidade dos ovos depositados pelas fêmeas durante sua vida. Barras com a mesma letra não apresentam diferença significativa nas médias dos tratamentos. (dinotefuran: F=1,82, P=0,1535; lambda-cialotrina: F=1,30, P=0,2831; dinotefuran + lambda-cialotrina: F=4,44, P=0,0072). As concentrações de inseticidas no eixo x são equivalentes à concentração somente de dinotefuran. UTC: controle não tratado.

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Os efeitos transgeracionais de Zeus® sobre alimentação e reprodução podem contribuir para o manejo através da redução da pressão de percevejos não apenas no momento da aplicação, mas também na dinâmica populacional subsequente.

Considerações Finais

As evidências científicas apresentadas reforçam o valor da do produto finalizado Zeus, considerando seus ingredientes ativos e sua alta tecnologia de formulação.

Zeus® apresenta-se como ferramenta estratégica quando:

  • Há ocorrência simultânea de múltiplas espécies de percevejos na área;
  • O objetivo prioritário é a manutenção da qualidade de grãos/sementes (pelo seu efeito em reduzir os danos provocados pelos insetos, por seu efeito de choque e redução de alimentação);
  • Manejar a dinâmica populacional da praga, através da sua alta eficácia e seu efeito na reprodução do inseto, contribuindo na redução de incidência da praga.

Em programas modernos de manejo de percevejos, onde o posicionamento adequado e o momento de aplicação são determinantes do sucesso, Zeus® consolida-se como ferramenta com benefício agronômico direto: proteção superior de sementes e estabilidade de controle, apoiando estratégias de manejo de resistência através da alternância e integração de mecanismos de ação.

A integração dessas evidências científicas reforça o valor de Zeus® como componente estratégico em programas de manejo integrado de pragas, contribuindo para a sustentabilidade e eficiência dos sistemas produtivos de soja.

Fonte: Assessoria de imprensa

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