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6 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Arroz/BR: Semeadura alcança 19,7% com avanço no Sul e boas condições no PR – MAIS SOJA

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Arroz/BR:19,7% semeado. No RS, a semeadura avança conforme a drenagem das áreas de várzea. Em SC, as áreas semeadas apresentam, em geral, bom desenvolvimento inicial, especialmente no Litoral Norte e no Alto Vale do Itajaí. O excesso de chuvas dificulta o preparo e o nivelamento do solo, limitando ainda o controle inicial de plantas invasoras.

No MA, o plantio do arroz irrigado, que corresponde a cerca de 7% da área total, está quase finalizado e a colheita já está ocorrendo apenas nas áreas em Grajaú. No PR, as áreas semeadas encontram-se em boas condições e o plantio está em mais de 70%.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Colheita atinge 36,4% sob forte impacto de chuvas e perda de qualidade no Sul e em SP – MAIS SOJA

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Trigo/BR: 36,4% colhido. No RS, as primeiras áreas colhidas reforçam o indicativo de redução de produtividade e qualidade. Nas regiões da Campanha e das Missões, tempestades e granizo causaram danos irreversíveis, sobretudo nas lavouras em enchimento de grãos e maturação. Os dias nublados, a elevada umidade e as temperaturas amenas têm favorecido as doenças de espiga, como giberela e brusone.

No PR, a condição das lavouras se manteve prejudicada. O avanço da colheita depende de tempo seco e da redução da umidade dos grãos. A permanência do trigo no campo o expõe a novas chuvas.

Em SC, no Oeste e no Extremo Oeste, as plantas estão em início de maturação, enquanto as demais regiões seguem em estádios anteriores. As chuvas frequentes e a alta umidade
elevaram o risco fitossanitário, além de dificultar as aplicações de fungicidas, aumentar o acamamento e prejudicar a qualidade dos grãos. No Oeste e no Extremo Oeste, houve ainda danos pontuais por granizo.

Em SP, o trigo está comprometido pelas fortes chuvas. O que já foi colhido apresenta-se praticamente todo abaixo do padrão e o que permanece em campo aguarda melhores condições para a colheita. Na BA, praticamente metade das lavouras já foram colhidas, com algumas em enchimento de grãos. Em MG, GO e MS, a colheita foi encerrada.

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Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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Sustentabilidade

Imea projeta queda de 7,5% na produção de milho em MT para a safra 26/27 sob alerta do clima – MAIS SOJA

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Em out/26, segundo o Imea, a área de milho em MT para a safra 26/27 é estimada em 7,48 mi de ha, avanço de 0,59% ante a safra 25/26. A produtividade é projetada em 119,64 sc/ha, queda de 8,05% frente ao ciclo passado, refletindo uma expectativa mais conservadora diante dos possíveis impactos do El Niño sobre a distribuição das chuvas ao longo do ciclo. Com isso, a produção está estimada em 53,68 mi de t, recuo de 7,50% no comparativo anual.

Como ponto de atenção, a semeadura da soja iniciou em ritmo mais lento em MT e, caso esse cenário persista, poderá reduzir a janela do milho segunda safra. Contudo, caso as chuvas se regularizem ao longo de outubro, a elevada capacidade operacional das propriedades pode acelerar os trabalhos e recuperar parte do atraso inicial da oleaginosa. Com isso, se o avanço da soja ocorrer em um período favorável, contribuirá para que parcela relevante do milho seja semeada dentro da janela ideal e reduzindo a exposição dos riscos climáticos no fim do ciclo.

Confira os principais destaques do boletim:
  • QUEDA: o preço do milho em Chicago recuou 4,46% ante a semana passada, encerrando o período cotado a US$ 5,09/bu, pressionado pelo avanço da colheita da safra norte-americana.
  • VALORIZAÇÃO: O dólar avançou 1,16% ante a semana passada, registrando média de R$5,21/US$, impulsionado principalmente pelo movimento global de aversão ao risco.
  • BAIXA: o preço da saca de milho na bolsa B3 apresentou queda de 4,10% ante a semana passada, encerrando a semana cotada a R$ 72,90/sc.
A semeadura do milho argentino da safra 26/27 alcançou 22,20% dos 8,40 mi de ha projetados.

Segundo a Bolsa de Cereales, até 30/09/26 foram implantados cerca de 1,87 mi de ha, com maior avanço no Centro-Leste de Entre Ríos (80,00%), Núcleo Norte (62,20%) e Centro-Norte de Santa Fe, com 51,40%. Apesar da estabilidade da área nacional frente à safra 25/26, sua distribuição regional deve mudar, com menor intenção de plantio no NOA e NEA, compensada por expansão em Santa Fe, regiões Núcleo, Entre Ríos e partes de Buenos Aires. Para a safra 26/27, a produção é estimada em 66,00 mi de t, alta de 3,13% frente as 64,00 mi de t previstas para 25/26, atual recorde.

Com a área praticamente inalterada, o acréscimo de 2,00 mi de t está ligado à expectativa de maior rendimento médio, favorecida pela melhor disponibilidade hídrica e por um início de ciclo mais favorável em importantes regiões produtoras.

Ainda assim, a renovação do recorde dependerá da manutenção dessas condições nas fases críticas da cultura e da evolução dos riscos de excesso de umidade, pragas e doenças.

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Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Imea mantém produção de soja em MT em 48,88 milhões de t para a safra 26/27 – MAIS SOJA

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No último mês, o Imea manteve as estimativas de produção para a safra 26/27, uma vez que não houve mudanças expressivas nos fundamentos de mercado em relação ao que foi observado na projeção de abertura. Ao todo, o estado deve produzir 48,88 milhões de toneladas, distribuídas pelos 13,05 milhões de hectares.

A produtividade ainda está mantida em 62,44 sc/ha, inferior ao observado nas últimas duas safras, que apresentaram rendimentos excepcionais, com médias acima de 66,00 sc/ha em ambas as safras. Com o avanço dos trabalhos a campo, a distribuição e a continuidade das precipitações serão determinantes para confirmar o potencial produtivo inicialmente projetado ou subsidiar eventuais revisões nas estimativas futuras. Para as próximas semanas, as atenções se voltam para as condições climáticas, especialmente para as altas temperaturas previstas para dezembro, o que pode interferir no potencial produtivo da cultura.

Confira os principais destaques do boletim:

  • RETRAÇÃO: o prêmio Santos registrou queda de 2,87% durante a semana, pressionado pela oferta elevada da safra norte-americana, encerrando o período com média de ¢US$ 143,00/bu.
  • DESVALORIZAÇÃO: o contrato futuro de mar/27 em Chicago recuou 2,17% em relação à semana passada, reflexo da realização de lucros e maior cautela dos investidores.
  • QUEDA: a paridade de exportação em MT para março de 2027 recuou 0,61%, no comparativo semanal, acompanhando o enfraquecimento das cotações em Chicago.
Preço da saca de soja em MT atingiu o maior nível dos últimos dois anos.

No início do ano, as cotações da oleaginosa no estado seguiram pressionadas pela elevada oferta do grão em MT, reflexo de estoques formados por duas safras de boa produção que, mesmo diante da demanda aquecida, não foram suficientes para absorver toda a disponibilidade. No entanto, com a procura das indústrias pelo grão para o esmagamento, que contribuiu para maior absorção da oleaginosa no mercado interno, as cotações reagiram ao longo do 3° tri/26 e, em 30/09/26, o preço da saca atingiu R$ 140,85, maior nível observado desde o pico em 2024.

O movimento contrasta com o cenário de baixa do início do ano, quando o indicador esteve abaixo de R$ 100,00/sc (o que não acontecia desde mar/24). Diante da recuperação dos preços e da menor disponibilidade da safra 25/26, os produtores intensificaram a comercialização nos últimos meses, impulsionando as negociações das safras 25/26 e 26/27.

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Fonte: IMEA



 

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