Sustentabilidade
Safra recorde deve garantir oferta de soja em 2027 – MAIS SOJA

Soja | Estimativas para a safra 2026/27
A StoneX realizou uma leve alteração para as perspectivas de produção de soja no ciclo 2026/27. Puxado sobretudo por uma revisão para a área do estado do Tocantins, a produção total para o ciclo 2026/27 está estimada em 183,36 milhões de toneladas, uma revisão bem marginal com relação à estimativa do mês anterior.
O plantio caminha com certa normalidade em boa parte das regiões produtoras, diminuindo preocupações principalmente com a janela da segunda safra. Ainda assim, olhando para a soja, o clima – tanto pluviometria quanto temperatura – será o principal ponto de atenção neste último trimestre do ano.
Nesse cenário, o El Niño ainda representa um ponto de preocupação, podendo impactar sobretudo os estados mais ao norte do país.

Milho | Estimativas para a 1ª safra 2026/27
A StoneX não realizou revisões para a produção de milho primeira safra no ciclo 2026/27. A perspectiva segue sendo de uma safra favorável, puxado sobretudo pelo Rio Grande do Sul, que deve expandir a área plantada em relação ao ano passado, além de contar potencialmente com bons níveis de produtividade frente a uma boa perspectiva climática no estado.
Com isso, o Brasil segue projetado em colher uma primeira safra de milho no volume de 29,3 milhões de toneladas, avanço de 2,4% em relação a 2025/26.
O plantio segue avançando de forma bastante adequada até o momento, enquanto o mercado acompanhará, assim como para a soja, as condições climáticas no mês de novembro, quando a safra deve entrar em um período mais crítico de desenvolvimento vegetativo.


Balanço de Oferta & Demanda
Soja
A StoneX mantém as suas estimativas para o balanço de soja 2026/27. Com uma produção projetada em ser recorde, haverá plena oferta para satisfazer tanto o mercado doméstico quanto as exportações no próximo ano.
A falta de novidades sobre a relação entre Estados Unidos e China no mercado de soja após a cúpula de Washington, no final de setembro, segue tornando o Brasil ainda atrativo do ponto de vista econômico para o maior importador do mundo.
Ainda assim, a relação política entre os países seguirá sendo fator de importante monitoramento nos próximos meses.
Milho
Dado o ritmo mais lento de embarques de milho que temos visto nos últimos meses, a StoneX revisou negativamente as suas estimativas para as exportações do ano-safra 2025/26 para 40 milhões de toneladas.
Essa revisão para a demanda exportadora deve colaborar entregando estoques finais maiores, elevando a relação estoque/uso para 20,85% e colaborando com estoques iniciais maiores para o ano-safra 2026/27, ajudando a manter o abastecimento doméstico no primeiro semestre do ano que vem.

Milho | Estimativas para a 2ª safra 2025/26
A StoneX revisou novamente para cima, de forma leve, sua estimativa de produção de milho safrinha 2025/26.
O ajuste positivo na produtividade do Mato Grosso do Sul acrescentou cerca de150 mil toneladas à produção do estado, levando a segunda safra 2025/26 a 111 milhões de toneladas.
Com a colheita encerrada, as atenções se voltam ao ritmo dos embarques e às perspectivas para a safra 2026/27.
Nesse contexto, a StoneX publicará em novembro sua primeira estimativa para a safrinha 2026/27, oferecendo uma visão mais assertiva sobre o balanço de oferta e demanda do próximo ano.


A StoneX manteve suas estimativas para a terceira safra de milho nos estados do Norte e Nordeste do Brasil. Com a expectativa de baixos rendimentos, a produção total segue estimada em 1,78 milhão de toneladas.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Manutenção preventiva de máquinas agrícolas para a safra ajuda a reduzir o risco de prejuízos no campo – MAIS SOJA

No agronegócio, uma máquina parada durante o plantio ou a colheita pode representar atrasos em toda a operação. Por isso, antecipar a manutenção dos equipamentos antes dos períodos de maior demanda é uma estratégia importante para reduzir o risco de falhas inesperadas, controlar custos e garantir a continuidade das atividades no campo.
Tratores, colheitadeiras, pulverizadores e outros equipamentos agrícolas passam por longas jornadas de trabalho e ficam expostos a poeira, umidade, variações de temperatura e cargas elevadas. Essas condições tornam ainda mais importante realizar inspeções e revisões antes que as máquinas entrem em períodos de operação intensa.
Segundo José Antonio Borges dos Santos, Gerente de Contas da marca de lubrificantes Mobil, o planejamento antecipado permite identificar problemas que poderiam comprometer o desempenho dos equipamentos justamente quando eles são mais necessários. “A manutenção preventiva antes dos períodos de maior demanda permite identificar desgastes e necessidades de intervenção com antecedência. Dessa forma, o produtor consegue planejar as paradas, evitar que pequenos problemas evoluam para falhas mais graves e aumentar a disponibilidade das máquinas durante a operação.”
Entre os principais cuidados estão a verificação dos níveis e das condições dos fluidos, a inspeção de filtros, sistemas de arrefecimento, transmissão, componentes hidráulicos e pontos de lubrificação. Também é importante conferir mangueiras, correias, pneus e demais itens indicados no plano de manutenção do fabricante.
Antecipar a manutenção pode evitar custos maiores
Deixar a revisão para o momento em que a máquina já apresenta algum sinal de problema pode aumentar o risco de paradas durante a operação e exigir reparos mais complexos. Quando as intervenções são planejadas, é possível organizar a disponibilidade dos equipamentos e dos profissionais responsáveis pela manutenção, além de programar a substituição de componentes.
A atenção aos fluidos também faz parte desse processo. Utilizar produtos adequados para cada aplicação e respeitar os intervalos de substituição recomendados pelo fabricante contribui para preservar os sistemas e reduzir o desgaste dos componentes. “A preparação da máquina não deve começar quando a safra já está em andamento. Quanto mais cedo forem identificadas as necessidades de manutenção, maior é a possibilidade de programar as intervenções e colocar o equipamento em condições adequadas para enfrentar as jornadas de trabalho”, destaca o gerente.
A marca de lubrificantes Mobil conta com um portfólio completo e desenvolvido para diferentes aplicações no agronegócio, contribuindo para a proteção de motores, sistemas hidráulicos, transmissões e outros componentes presentes nas máquinas agrícolas. A escolha do produto adequado e o cumprimento dos intervalos de manutenção recomendados pelo fabricante são fundamentais para preservar o desempenho dos equipamentos.
Além da manutenção mecânica, manter registros das revisões e acompanhar as recomendações dos fabricantes ajuda o produtor a criar um histórico dos equipamentos e planejar futuras intervenções com maior precisão.
Em um cenário em que as janelas de plantio e colheita exigem cada vez mais eficiência, preparar as máquinas com antecedência é uma forma de reduzir imprevistos, aumentar a disponibilidade dos equipamentos e garantir que a operação esteja pronta para os períodos de maior demanda no campo.
Sobre os produtos Mobil™
Com mais de 150 anos de tradição, a linha de produtos Mobil™ é composta por lubrificantes, graxas, fluidos especiais e soluções complementares que estão presentes nos mais diversos segmentos do mercado. As soluções da marca se renovam a cada dia, acompanhando a evolução da indústria mundial, principais montadoras e oferecendo alta tecnologia para mover veículos, máquinas agrícolas, fretes terrestres, aéreos, marítimos e operações industriais em âmbito global. E acima de tudo, movimentar pessoas. A marca conta com distribuidores exclusivos e revendedores espalhados por todo o Brasil, garantindo que mecânicos, motoristas, motociclistas, caminhoneiros, produtores rurais, industriais e todos aqueles que ajudam a mover o país tenham acesso a soluções de alto desempenho e proteção. Afinal, se tem movimento, tem Mobil™.
Saiba mais em: Mobil | Se tem movimento, tem Mobil
Fonte: Assessoria de Imprensa
Sustentabilidade
O que o DNA revela sobre a soja que será plantada na safra 2026/27? – MAIS SOJA

Com o Brasil se movimentando para o plantio de uma nova safra de soja, cresce a atenção dos agricultores para um fator que começa muito antes da semeadura: a qualidade genética das sementes. Em um cenário de busca constante por produtividade, uniformidade e segurança no investimento, as análises genéticas vêm se consolidando como ferramentas estratégicas para a tomada de decisão no campo.
O tema ganha relevância diante do tamanho da próxima safra. Segundo as Perspectivas para a Agropecuária 2026/27, divulgadas em setembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área brasileira destinada à soja deverá alcançar 49,3 milhões de hectares, crescimento de 1,4% sobre a temporada anterior. A produção é projetada em 181,64 milhões de toneladas.
“Quando falamos em genética aplicada ao agro, estamos falando de transformar características presentes no DNA em informação que possa ser analisada de maneira objetiva. Entre essas ferramentas, destaca-se a análise de pureza genética varietal, considerada uma das mais importantes para garantir que a semente adquirida corresponde efetivamente à cultivar informada pelo fornecedor. A técnica permite identificar misturas varietais, contaminações genéticas e desvios que podem comprometer a uniformidade do cultivo e influenciar diretamente o potencial produtivo da área”, explica Tatiani Janegitz, gerente de Desenvolvimento de Mercado – Agronegócio da Loccus, empresa brasileira especializada em equipamentos e soluções para ciências da vida.
Análises de Pureza genética ganham protagonismo na preparação do plantio de soja
O planejamento da safra 2026/27 ocorre ainda em um cenário de atenção ao clima. A Embrapa aponta que os possíveis efeitos do El Niño podem trazer chuvas acima do normal para o Sul e precipitações menores e mais irregulares em áreas do Norte e Nordeste. Diante dessa variabilidade, a escolha da cultivar ganha ainda mais relevância, já que o desempenho de cada material está relacionado à interação entre genética, ambiente e manejo.
“A genética não elimina as variáveis ambientais, mas acrescenta informação ao processo. Conhecer com precisão as características do material vegetal permite que pesquisadores e empresas desenvolvam e caracterizem cultivares de maneira cada vez mais direcionada às condições encontradas no campo”, afirma Tatiani.
Outro ponto de destaque para a safra 2026/27 é a crescente adoção de análises para identificação de eventos biotecnológicos. A confirmação da presença de tecnologias específicas em sementes de soja tornou-se uma etapa importante para garantir conformidade contratual, rastreabilidade e segurança para produtores e empresas da cadeia produtiva, segundo informações da Embrapa.
Na prática, a genética vem assumindo um papel semelhante ao de uma análise preventiva. Ao identificar possíveis problemas antes do plantio, o produtor reduz riscos, evita investimentos em lotes inadequados e aumenta a previsibilidade dos resultados da lavoura. A estratégia é especialmente relevante em um contexto de margens mais apertadas e necessidade de maximizar o retorno sobre cada hectare cultivado.
Técnicas de biologia molecular, como PCR, qPCR e análise de SNPs, permitem investigar diferenças presentes no DNA das cultivares e identificar características de interesse. Para o mercado de sementes, a tendência também reforça a importância da certificação e dos programas de controle de qualidade. A adoção dessas ferramentas moleculares para avaliação de pureza genética tem contribuído para aumentar a confiabilidade dos materiais comercializados e fortalecer a relação de confiança entre obtentores, multiplicadores, distribuidores e produtores rurais.
Sobre a Loccus
A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, atua no fornecimento de equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país.
A companhia desenvolve soluções voltadas a áreas como diagnóstico molecular, genômica, biotecnologia e extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para mais precisão, segurança e agilidade nos processos laboratoriais. A empresa também apoia iniciativas de fortalecimento da ciência e ampliação do acesso ao diagnóstico no Brasil.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Pulgão-do-milho: Danos indiretos podem chegar a 50% com a transmissão do vírus do mosaico-comum-do-milho – MAIS SOJA

Embora os pulgões causem poucos danos diretos à cultura do milho, essas pragas são reconhecidas por seus danos indiretos, e portanto, devem receber uma atenção especial no manejo fitossanitário da lavoura. A principal espécie de importância econômica é a Rhopalosiphum maidis, popularmente conhecida como pulgão-do-milho (figura 1).
Figura 1. Ninfas e adultos do pulgão-do-milho, Rhopaloshipum maidis.
Além dos danos diretos decorrentes da sucção da seiva do floema da planta, a praga elimina dejeções líquidas, onde se desenvolve um fungo negro (fumagina), prejudicando a fotossíntese da planta, e, é capaz de transmitir viroses como o mosaico-comum do milho (figura 2).
Figura 2. Mosaico-comum-do-milho.

Os sintomas típicos do mosaico-comum-do-milho caracterizam-se pela formação nas folhas de manchas verde claras com áreas verde normal, dando um aspecto de mosaico. As plantas doentes são, normalmente, menores em altura e em tamanho de espigas e de grãos (Costa & Cota, 2021).
Figura 3. Sintomas do mosaico comum do milho

Ainda que os danos possam variam em função da suscetibilidade do híbrido de milho, e período de transmissão do vírus, estima-se que o mosaico-comum-do-milho possa causar perdas de produtividade de até 50% em condições mais severas (Costa & Cota, 2021). Dado o impacto econômico da doença, medidas integradas de controle necessitam ser adotadas para preservar o potencial produtivo do milho. Entre as principais e mais eficazes estratégias para isso, destaca-se o monitoramento intensivo das áreas e o controle dos vetores (pulgões).
O monitoramento dos pulgões deve ocorrer a partir de V4, estendendo-se até o início da fase reprodutiva do milho. Recomenda-se examinar 100 plantas em cada 10 ha, de forma aleatória. Deve-se observar principalmente a região do cartucho. O controle químico pode ser realizado quando 50% ou mais das plantas avaliadas apresentarem densidade maior que 100 pulgões por planta (Pozebon, 2022).
Veja mais: Milho – Tratamento de sementes é essencial para o controle dos percevejos no sistema soja-milho
Referências:
COSTA, R. V.; COTA, L. V. DOENÇAS CAUSADAS POR MOLICUTES E POR VÍRUS. Embrapa, Ageitec: Milho, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/milho/producao/pragas-e-doencas/doencas/doencas-causadas-por-molicutes-e-por-virus >, acesso em: 01/10/2026.
POZEBON, H. O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O PULGÃO-DO-MILHO. Mais Soja, 2022. Disponível em: < https://maissoja.com.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-pulgao-do-milho/ >, acesso em: 01/10/2026.
SABATO, E. O.; LANDAU. E. C.; OLIVEIRA, C. M. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS DO MILHO DISSEMINADAS POR INSETOS-VETORES. Embrapa, Circular Técnica, n. 205, 2014. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1012084/1/circ205.pdf >, acesso em: 01/10/2026.

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