Sustentabilidade
Nano no tamanho. Gigante na cobertura: conheça Galil® nano, inseticida lançamento da ADAMA – MAIS SOJA

A ADAMA apresenta ao mercado brasileiro Galil® nano, desenvolvido no Brasil para elevar o padrão de controle de percevejos na soja e da cigarrinha-do-milho. O novo produto utiliza partículas em escala nano.
“Para se ter ideia, uma partícula nano pode ser até mil vezes menor do que uma partícula de uma formulação convencional. Esse tamanho muito reduzido traz benefícios como a maior velocidade de absorção pela planta, trazendo um efeito mais rápido, ou maior contaminação do inseto, como é o caso de Galil nano®”, explica Raphael Malandrino, gerente de Inseticidas da ADAMA. Na prática, a tecnologia nano entrega maior cobertura na superfície da folha e, por consequência, um efeito de choque mais rápido e perceptível no manejo de pragas, especialmente do percevejo-marrom e do percevejo-barriga-verde, contribuindo para reduzir perdas e preservar o potencial produtivo das lavouras, mesmo em cenários de difícil controle.
“O maior desafio no manejo do percevejo não é aplicar o inseticida, mas garantir que a praga entre em contato com o princípio ativo e só Galil® nano traz uma cobertura com alta eficácia de controle”, explica Malandrino. “Sendo assim, a nanotecnologia muda o jogo ao aumentar a biodisponibilidade do ativo e intensificar o contato tarsal, entregando um controle mais eficiente e seguro.”
Desenvolvido no Brasil, benefícios para os agricultores
Galil® nano foi desenvolvido integralmente no centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ADAMA em Londrina (PR) e testado por várias safras, em diferentes regiões produtoras de soja e milho do País, sempre com resultados consistentes. O produto conta com formulação alinhada ao padrão de qualidade ADAMA, que favorece a estabilidade e a eficiência da aplicação em condições climáticas distintas.
Outro diferencial está na versatilidade da solução, que se consolida como uma ferramenta estratégica para produtores de soja e milho devido à sua alta eficácia para o controle das espécies que podem maiores danos, como o percevejo-marrom (Euschistus heros) e o percevejo-barriga-verde (Diceraeus spp.) Para regiões de produção de sementes, o percevejo pode causar danos ainda mais críticos e o controle desses insetos deve ser ainda mais rigoroso. Galil® nano é uma ferramenta que contribui para elevar o padrão de qualidade das sementes, ao minimizar danos provocados pela alimentação dessas pragas.
Posicionamento estratégico e visão de futuro
O lançamento de Galil® nano sinaliza um novo momento da ADAMA em tecnologias de formulação. Trata-se do primeiro produto de uma plataforma de Nanotecnologia que já está sendo expandida para outros segmentos e outras culturas. Com o produto, que estará disponível comercialmente para os produtores brasileiros a partir da safra 2026/2027, a ADAMA reforça sua estratégia de Inovação de Valor, entregando ao agricultor uma ferramenta altamente eficaz, acessível e alinhada às práticas de manejo integrado de pragas (MIP), em um cenário de escassez de novos ingredientes ativos no mercado.
Sobre a ADAMA
A ADAMA Ltda. é uma empresa global líder em proteção de cultivos, oferecendo soluções inovadoras para agricultores no combate a plantas daninhas, insetos e doenças. A companhia possui um dos portfólios mais amplos e diversificados de ingredientes ativos do setor, apoiado por capacidades avançadas de Pesquisa & Desenvolvimento, fabricação e formulação.
Com presença em mais de 100 países, a ADAMA combina escala global com forte foco local, desenvolvendo produtos de alta qualidade e soluções customizadas, orientadas pelas necessidades reais dos agricultores e de seus parceiros comerciais.
Para mais informações, visite nosso site www.adama.com e nossos canais no Facebook, LinkedIn, Instagram e Youtube.
Foto de capa: ADAMA.
Sustentabilidade
Safra recorde deve garantir oferta de soja em 2027 – MAIS SOJA

Soja | Estimativas para a safra 2026/27
A StoneX realizou uma leve alteração para as perspectivas de produção de soja no ciclo 2026/27. Puxado sobretudo por uma revisão para a área do estado do Tocantins, a produção total para o ciclo 2026/27 está estimada em 183,36 milhões de toneladas, uma revisão bem marginal com relação à estimativa do mês anterior.
O plantio caminha com certa normalidade em boa parte das regiões produtoras, diminuindo preocupações principalmente com a janela da segunda safra. Ainda assim, olhando para a soja, o clima – tanto pluviometria quanto temperatura – será o principal ponto de atenção neste último trimestre do ano.
Nesse cenário, o El Niño ainda representa um ponto de preocupação, podendo impactar sobretudo os estados mais ao norte do país.

Milho | Estimativas para a 1ª safra 2026/27
A StoneX não realizou revisões para a produção de milho primeira safra no ciclo 2026/27. A perspectiva segue sendo de uma safra favorável, puxado sobretudo pelo Rio Grande do Sul, que deve expandir a área plantada em relação ao ano passado, além de contar potencialmente com bons níveis de produtividade frente a uma boa perspectiva climática no estado.
Com isso, o Brasil segue projetado em colher uma primeira safra de milho no volume de 29,3 milhões de toneladas, avanço de 2,4% em relação a 2025/26.
O plantio segue avançando de forma bastante adequada até o momento, enquanto o mercado acompanhará, assim como para a soja, as condições climáticas no mês de novembro, quando a safra deve entrar em um período mais crítico de desenvolvimento vegetativo.


Balanço de Oferta & Demanda
Soja
A StoneX mantém as suas estimativas para o balanço de soja 2026/27. Com uma produção projetada em ser recorde, haverá plena oferta para satisfazer tanto o mercado doméstico quanto as exportações no próximo ano.
A falta de novidades sobre a relação entre Estados Unidos e China no mercado de soja após a cúpula de Washington, no final de setembro, segue tornando o Brasil ainda atrativo do ponto de vista econômico para o maior importador do mundo.
Ainda assim, a relação política entre os países seguirá sendo fator de importante monitoramento nos próximos meses.
Milho
Dado o ritmo mais lento de embarques de milho que temos visto nos últimos meses, a StoneX revisou negativamente as suas estimativas para as exportações do ano-safra 2025/26 para 40 milhões de toneladas.
Essa revisão para a demanda exportadora deve colaborar entregando estoques finais maiores, elevando a relação estoque/uso para 20,85% e colaborando com estoques iniciais maiores para o ano-safra 2026/27, ajudando a manter o abastecimento doméstico no primeiro semestre do ano que vem.

Milho | Estimativas para a 2ª safra 2025/26
A StoneX revisou novamente para cima, de forma leve, sua estimativa de produção de milho safrinha 2025/26.
O ajuste positivo na produtividade do Mato Grosso do Sul acrescentou cerca de150 mil toneladas à produção do estado, levando a segunda safra 2025/26 a 111 milhões de toneladas.
Com a colheita encerrada, as atenções se voltam ao ritmo dos embarques e às perspectivas para a safra 2026/27.
Nesse contexto, a StoneX publicará em novembro sua primeira estimativa para a safrinha 2026/27, oferecendo uma visão mais assertiva sobre o balanço de oferta e demanda do próximo ano.


A StoneX manteve suas estimativas para a terceira safra de milho nos estados do Norte e Nordeste do Brasil. Com a expectativa de baixos rendimentos, a produção total segue estimada em 1,78 milhão de toneladas.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
O que o DNA revela sobre a soja que será plantada na safra 2026/27? – MAIS SOJA

Com o Brasil se movimentando para o plantio de uma nova safra de soja, cresce a atenção dos agricultores para um fator que começa muito antes da semeadura: a qualidade genética das sementes. Em um cenário de busca constante por produtividade, uniformidade e segurança no investimento, as análises genéticas vêm se consolidando como ferramentas estratégicas para a tomada de decisão no campo.
O tema ganha relevância diante do tamanho da próxima safra. Segundo as Perspectivas para a Agropecuária 2026/27, divulgadas em setembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área brasileira destinada à soja deverá alcançar 49,3 milhões de hectares, crescimento de 1,4% sobre a temporada anterior. A produção é projetada em 181,64 milhões de toneladas.
“Quando falamos em genética aplicada ao agro, estamos falando de transformar características presentes no DNA em informação que possa ser analisada de maneira objetiva. Entre essas ferramentas, destaca-se a análise de pureza genética varietal, considerada uma das mais importantes para garantir que a semente adquirida corresponde efetivamente à cultivar informada pelo fornecedor. A técnica permite identificar misturas varietais, contaminações genéticas e desvios que podem comprometer a uniformidade do cultivo e influenciar diretamente o potencial produtivo da área”, explica Tatiani Janegitz, gerente de Desenvolvimento de Mercado – Agronegócio da Loccus, empresa brasileira especializada em equipamentos e soluções para ciências da vida.
Análises de Pureza genética ganham protagonismo na preparação do plantio de soja
O planejamento da safra 2026/27 ocorre ainda em um cenário de atenção ao clima. A Embrapa aponta que os possíveis efeitos do El Niño podem trazer chuvas acima do normal para o Sul e precipitações menores e mais irregulares em áreas do Norte e Nordeste. Diante dessa variabilidade, a escolha da cultivar ganha ainda mais relevância, já que o desempenho de cada material está relacionado à interação entre genética, ambiente e manejo.
“A genética não elimina as variáveis ambientais, mas acrescenta informação ao processo. Conhecer com precisão as características do material vegetal permite que pesquisadores e empresas desenvolvam e caracterizem cultivares de maneira cada vez mais direcionada às condições encontradas no campo”, afirma Tatiani.
Outro ponto de destaque para a safra 2026/27 é a crescente adoção de análises para identificação de eventos biotecnológicos. A confirmação da presença de tecnologias específicas em sementes de soja tornou-se uma etapa importante para garantir conformidade contratual, rastreabilidade e segurança para produtores e empresas da cadeia produtiva, segundo informações da Embrapa.
Na prática, a genética vem assumindo um papel semelhante ao de uma análise preventiva. Ao identificar possíveis problemas antes do plantio, o produtor reduz riscos, evita investimentos em lotes inadequados e aumenta a previsibilidade dos resultados da lavoura. A estratégia é especialmente relevante em um contexto de margens mais apertadas e necessidade de maximizar o retorno sobre cada hectare cultivado.
Técnicas de biologia molecular, como PCR, qPCR e análise de SNPs, permitem investigar diferenças presentes no DNA das cultivares e identificar características de interesse. Para o mercado de sementes, a tendência também reforça a importância da certificação e dos programas de controle de qualidade. A adoção dessas ferramentas moleculares para avaliação de pureza genética tem contribuído para aumentar a confiabilidade dos materiais comercializados e fortalecer a relação de confiança entre obtentores, multiplicadores, distribuidores e produtores rurais.
Sobre a Loccus
A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, atua no fornecimento de equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país.
A companhia desenvolve soluções voltadas a áreas como diagnóstico molecular, genômica, biotecnologia e extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para mais precisão, segurança e agilidade nos processos laboratoriais. A empresa também apoia iniciativas de fortalecimento da ciência e ampliação do acesso ao diagnóstico no Brasil.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Pulgão-do-milho: Danos indiretos podem chegar a 50% com a transmissão do vírus do mosaico-comum-do-milho – MAIS SOJA

Embora os pulgões causem poucos danos diretos à cultura do milho, essas pragas são reconhecidas por seus danos indiretos, e portanto, devem receber uma atenção especial no manejo fitossanitário da lavoura. A principal espécie de importância econômica é a Rhopalosiphum maidis, popularmente conhecida como pulgão-do-milho (figura 1).
Figura 1. Ninfas e adultos do pulgão-do-milho, Rhopaloshipum maidis.
Além dos danos diretos decorrentes da sucção da seiva do floema da planta, a praga elimina dejeções líquidas, onde se desenvolve um fungo negro (fumagina), prejudicando a fotossíntese da planta, e, é capaz de transmitir viroses como o mosaico-comum do milho (figura 2).
Figura 2. Mosaico-comum-do-milho.

Os sintomas típicos do mosaico-comum-do-milho caracterizam-se pela formação nas folhas de manchas verde claras com áreas verde normal, dando um aspecto de mosaico. As plantas doentes são, normalmente, menores em altura e em tamanho de espigas e de grãos (Costa & Cota, 2021).
Figura 3. Sintomas do mosaico comum do milho

Ainda que os danos possam variam em função da suscetibilidade do híbrido de milho, e período de transmissão do vírus, estima-se que o mosaico-comum-do-milho possa causar perdas de produtividade de até 50% em condições mais severas (Costa & Cota, 2021). Dado o impacto econômico da doença, medidas integradas de controle necessitam ser adotadas para preservar o potencial produtivo do milho. Entre as principais e mais eficazes estratégias para isso, destaca-se o monitoramento intensivo das áreas e o controle dos vetores (pulgões).
O monitoramento dos pulgões deve ocorrer a partir de V4, estendendo-se até o início da fase reprodutiva do milho. Recomenda-se examinar 100 plantas em cada 10 ha, de forma aleatória. Deve-se observar principalmente a região do cartucho. O controle químico pode ser realizado quando 50% ou mais das plantas avaliadas apresentarem densidade maior que 100 pulgões por planta (Pozebon, 2022).
Veja mais: Milho – Tratamento de sementes é essencial para o controle dos percevejos no sistema soja-milho
Referências:
COSTA, R. V.; COTA, L. V. DOENÇAS CAUSADAS POR MOLICUTES E POR VÍRUS. Embrapa, Ageitec: Milho, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/milho/producao/pragas-e-doencas/doencas/doencas-causadas-por-molicutes-e-por-virus >, acesso em: 01/10/2026.
POZEBON, H. O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O PULGÃO-DO-MILHO. Mais Soja, 2022. Disponível em: < https://maissoja.com.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-pulgao-do-milho/ >, acesso em: 01/10/2026.
SABATO, E. O.; LANDAU. E. C.; OLIVEIRA, C. M. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS DO MILHO DISSEMINADAS POR INSETOS-VETORES. Embrapa, Circular Técnica, n. 205, 2014. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1012084/1/circ205.pdf >, acesso em: 01/10/2026.

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