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30 de setembro de 2026

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Concurso do programa “Vivenciando a Prática: Café” premia alunos em Varginha

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O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a Associação De Olho no Material Escolar e a Tristão Trading realizaram, em 30 de setembro, na Escola Estadual Afonso Pena, em Varginha (MG), a cerimônia de premiação do concurso de redação do programa “Vivenciando a Prática: Café”. Voltada a alunos do Ensino Médio, a iniciativa teve como tema “Do grão ao mundo: o que aprendi ao conhecer a jornada do café”.

A ação marcou a primeira de sete etapas previstas para 2026 e reuniu estudantes e professores a partir das experiências vividas em visitas técnicas à unidade da Tristão Trading em Varginha. Durante a atividade, os alunos conheceram processos que ligam a cafeicultura brasileira aos consumidores em diferentes partes do mundo.

Segundo Ricardo Schneider, gerente de Operações da Tristão Trading, as redações vencedoras mostraram como a experiência prática levou os participantes a compreender a complexidade da cadeia exportadora do café. Entre os pontos destacados pelos estudantes estiveram o recebimento, a classificação e a armazenagem dos grãos, além dos controles de qualidade, da logística de embarque e da análise sensorial.

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O primeiro lugar ficou com Suzana S. Quintanilha, que transformou a visita técnica em um poema sobre a jornada do café e os processos acompanhados na empresa. Miguel Augusto Freira Morais conquistou o segundo lugar com uma redação sobre a receptividade dos colaboradores, a cooperação entre as equipes e os critérios de avaliação da qualidade do produto. Breno Henrique Jacinto Veras ficou em terceiro, com um relato sobre as etapas da cadeia exportadora, a classificação, o controle de qualidade e a experiência de avaliar o café por aroma e paladar.

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Como premiação, os vencedores receberam um tablet, um Kindle e um smartwatch, respectivamente. Os professores orientadores também foram homenageados com tablets. Para Nádia Jacintho, diretora da Associação De Olho no Material Escolar, a aproximação entre sala de aula e situações reais fortalece o aprendizado dos estudantes.

O programa é fruto de parceria entre o Cecafé e a Associação De Olho no Material Escolar e integra a agenda de sustentabilidade do setor exportador brasileiro. De acordo com Silvia Pizzol, diretora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade do Cecafé, a iniciativa está alinhada ao pilar social do ESG e ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 4 da Organização das Nações Unidas (ONU), voltado à educação de qualidade.

A premiação em Varginha abriu a agenda de 2026 do “Vivenciando a Prática: Café” e reuniu escola, exportadores e empresa para reconhecer redações produzidas a partir do contato dos alunos com etapas técnicas da cadeia do café.

Fonte: cecafe.com.br

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Amanhecer de 13°C e calor de 40°C: frente fria avança pelo Brasil; onde frio e calor atuam?

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Nesta quarta-feira (30), uma frente fria começa a avançar pelo país, acompanhada da formação de um ciclone extratropical entre hoje e quinta-feira (1º). A mudança no tempo provoca temporais e ajuda a aliviar o calor em algumas regiões, enquanto outras áreas continuam registrando temperaturas elevadas.

Nas áreas próximas à tríplice divisa entre Tocantins, Goiás e Mato Grosso, o calor permanece intenso, com máximas que podem chegar aos 42°C. A tendência é de que o calor continue forte na próxima semana nessas regiões.

No Mato Grosso, especialmente nas áreas de Rondonópolis e Cuiabá, as temperaturas também podem voltar a se aproximar dos 40°C.

Chuva aumenta a umidade do solo

A frente fria também favorece o avanço da chuva sobre áreas do norte de Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e Mato Grosso. Nos próximos dias, os volumes podem ficar entre 20 e 30 milímetros em algumas dessas áreas.

A tendência é de chuva mais volumosa no centro-sul de Mato Grosso do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 150 milímetros. O excesso de chuva pode prejudicar os trabalhos no campo, especialmente entre os dias 11 e 15 de outubro, período que também pode ser marcado pela possibilidade de uma nova onda de calor.

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Temporais atingem Sul e Sudeste

No restante do país, a frente fria também muda o cenário. Entre quarta e quinta-feira, há previsão de temporais no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo, com possibilidade de rajadas de vento intensas.

Os maiores volumes de chuva devem se concentrar no Paraná e em áreas da Zona da Mata de Minas Gerais. No Paraná e em Santa Catarina, os acumulados podem chegar a 100 a 150 milímetros em cinco dias.

No Matopiba, a chuva deve aparecer principalmente no fim de semana. Apesar da ocorrência de pancadas, os volumes não devem ser elevados em grande parte da região, com acumulados próximos de 20 a 30 milímetros em algumas áreas.

Ao mesmo tempo, o calor continua predominando em boa parte do Matopiba, com temperaturas máximas próximas dos 40°C nos próximos cinco dias.

Frio chega ao Sul

Em contraste com o calor do Centro-Oeste e do Matopiba, o Sul terá uma queda mais significativa nas temperaturas. O amanhecer pode registrar 13°C em algumas áreas.

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Na sexta-feira (2), o frio aumenta ainda mais, com possibilidade de geada no Rio Grande do Sul e temperaturas abaixo dos 5°C em algumas localidades.

Assim, os próximos dias terão um cenário bastante contrastante no país: enquanto a frente fria provoca chuva, temporais e queda nas temperaturas no Sul e em parte do Sudeste e Centro-Oeste, áreas do Centro-Norte continuam sob influência de calor intenso.

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Manejo eficiente ajuda produtor a reduzir custos e buscar rentabilidade

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A adoção de práticas mais eficientes no campo ganha importância em um cenário de custos elevados e margens mais apertadas. O planejamento do manejo, o uso racional de insumos e a aplicação de tecnologias ajudam a reduzir desperdícios e podem contribuir para preservar a rentabilidade da atividade.

Esse movimento também acompanha a evolução das exigências do mercado, que passa a demandar processos mais controlados, sustentabilidade e certificações. Na prática, isso leva propriedades a rever procedimentos e buscar maior precisão nas decisões tomadas ao longo da produção.

Em Mato Grosso, esse processo inclui mudanças na fertilização e no uso de agroquímicos. O trabalho é orientado por levantamentos da equipe agronômica, com o objetivo de utilizar somente o necessário para manter ou até melhorar a produtividade.

“Nos últimos três anos, com mais frequência ainda, a gente está trabalhando redução de custo em geral em todos os sentidos”, relata o produtor de Campo Verde, José Carlos Dolphine, ao Canal Rural Mato Grosso.

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Na fertilização, a definição dos volumes utilizados considera os levantamentos realizados pela equipe agronômica. A proposta é evitar aplicações além da necessidade da lavoura e, ao mesmo tempo, preservar o potencial produtivo.

O mesmo princípio é aplicado ao manejo fitossanitário, com aplicações direcionadas e treinamentos frequentes dos colaboradores. A orientação busca reduzir o uso desnecessário de produtos e, consequentemente, os custos da propriedade.

“Para que a gente tenha um custo mais barato e pra que a gente coloque menos defensivos agrícolas no meio ambiente”, pontua Dolphine ao relacionar o manejo à economia e à sustentabilidade.

Tecnologia ajuda a identificar desperdícios

A digitalização também passa a ter papel importante nesse processo. O acesso a novas técnicas e informações permite identificar com mais precisão onde estão ocorrendo desperdícios e quais gastos podem ser evitados.

“A tecnologia, essa parte digital, toda essa informação que estamos tendo com essas novas técnicas vem trazendo um benefício pro produtor rural”, observa Dolphine.

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A adoção dessas ferramentas ocorre junto à profissionalização da atividade. Para o produtor mato-grossense, o avanço tecnológico permite tornar o negócio mais eficiente e encontrar oportunidades para melhorar os resultados sem necessariamente ampliar os custos.

Esse processo também envolve instituições e empresas ligadas ao setor, que participam do desenvolvimento de variedades, técnicas e formas de manejo. “Nós temos várias empresas trabalhando isso junto com o produtor, desenvolvendo variedades novas, desenvolvendo novas técnicas, novos tipos de manejo”, destaca.

As cooperativas aparecem como outro elo dessa estrutura. Em Campo Verde, Dolphine cita a Cooperfibra, fundada há 25 anos, como exemplo de uma cadeia que reúne classificação, certificação, armazenagem e estrutura para diferentes etapas da produção.

Foto: Viviane Petroli/Canal Rural Mato Grosso

Manejo adequado também reduz perdas de insumos

A adoção de práticas mais eficientes não se limita à decisão sobre quanto aplicar, mas também envolve a forma como os produtos são utilizados. Para Andreza Fantine, líder de Boas Práticas Agrícolas da Corteva para a América Latina, o conceito passa pelo aproveitamento correto das ferramentas disponíveis ao agricultor.

“Boas práticas agrícolas, na verdade, nada mais é do que utilizar de maneira adequada e correta todas as ferramentas que o agricultor tem à disposição para um bom manejo da sua lavoura”, define à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.

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O planejamento começa pela identificação do problema e segue até a definição dos insumos e da maneira como serão utilizados. Em um cenário de custos elevados, cada etapa interfere no resultado econômico da lavoura.

Entre os exemplos está a tecnologia de aplicação. A escolha das pontas de pulverização precisa considerar o produto e a finalidade do tratamento. Fungicidas e inseticidas podem demandar gotas mais finas para melhorar a cobertura, enquanto herbicidas exigem gotas mais grossas.

O cuidado com a regulagem dos equipamentos também contribui para diminuir perdas durante as aplicações. A orientação envolve ainda dose, tempo de aplicação e volume de calda, variáveis que precisam ser consideradas conjuntamente para tornar o uso dos produtos mais racional.

“Isso é economia, isso é um uso racional e adequado dos produtos”, resume Andreza.

A capacitação sobre essas práticas é trabalhada pela Expedição da Agricultura para Vida, projeto itinerante da Corteva que percorre o Brasil e o Paraguai. A iniciativa reúne cinco pilares: manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, tecnologia de aplicação e segurança do aplicador.

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Capacitação acompanha novas exigências do mercado

A busca por conhecimento também parte dos próprios produtores e das equipes técnicas. Além da necessidade de reduzir custos, a adoção de práticas mais eficientes está relacionada às exigências de mercados e certificações que valorizam processos mais controlados e sustentáveis.

Andreza observa que a procura por capacitação vem crescendo justamente pela necessidade de utilizar os recursos disponíveis de maneira mais eficiente. O trabalho da Expedição inclui técnicos agrícolas, agrônomos, consultores, distribuidores e clientes, de acordo com as demandas de cada região. “Usar de forma racional todos os insumos faz parte do dia a dia do agricultor”, ressalta.

A proposta é levar orientação técnica para situações encontradas no campo, considerando as particularidades de cada produção. Para isso, a equipe também coleta as demandas apresentadas pelos profissionais e produtores antes de definir os conteúdos das capacitações.

O trabalho busca aproximar conhecimento técnico e aplicação prática. “A gente escuta essas demandas e traz uma conversa baseada, obviamente, na técnica e nas inovações existentes, para entender a melhor forma do agricultor utilizar de forma adequada e eficiente os produtos”, acrescenta Andreza.

Para Dolphine, o avanço das práticas de manejo representa parte de uma transformação mais ampla dentro das propriedades. A profissionalização e o uso de ferramentas que ajudam a identificar desperdícios permitem ao produtor buscar maior eficiência justamente em um período de margens mais estreitas.

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Além da eficiência dentro da lavoura, o produtor defende que Mato Grosso avance na agregação de valor à produção. A ideia é ampliar a transformação de commodities em produtos industrializados ou semielaborados, aproveitando estruturas já existentes no estado.

“Na área agrícola, a gente tem ainda muita coisa a explorar. A gente está explorando muito commodities. Nós temos que partir agora para outra esfera”, pontua Dolphine quanto a industrialização como forma de agregação de valor, à exemplo do etanol de milho.

Para ele, esse movimento depende não apenas do produtor, mas também de investimentos, instituições e acesso a recursos que permitam ampliar a industrialização. A adoção de práticas mais eficientes, por sua vez, permanece como uma das frentes para melhorar a eficiência e preservar a rentabilidade dentro da propriedade.


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CNA celebra sanção do seguro rural, mas quer derrubar veto sobre tributação

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avaliou positivamente a sanção da nova lei do seguro rural e afirmou que as mudanças representam um novo marco regulatório para o setor no país. Entre os principais avanços apontados pela entidade estão a regulamentação do Fundo de Catástrofe e a maior previsibilidade dos recursos destinados à subvenção das apólices.

A Lei nº 15.526/2026, publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU), tem origem no Projeto de Lei (PL) 2.951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina, e promove mudanças nas regras do seguro rural.

Segundo a CNA, a legislação busca modernizar o sistema e ampliar a segurança jurídica e a previsibilidade para produtores, seguradoras e demais agentes do setor.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, também destacou a atuação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a tramitação da proposta no Congresso Nacional. A matéria teve como relatores o senador Jayme Campos e o deputado Pedro Lupion, presidente da FPA.

Fundo de Catástrofe

Um dos pontos destacados pela CNA é a regulamentação do chamado Fundo de Catástrofe, mecanismo criado para oferecer cobertura suplementar aos riscos do seguro rural.

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Segundo Lucchi, o fundo pode contribuir principalmente em regiões mais expostas a perdas provocadas por eventos climáticos extremos.

“Esse fundo funcionará como um colchão de amortecimento para as seguradoras que estão em regiões críticas onde há muitos eventos climáticos extremos”, afirmou.

A expectativa é que o mecanismo ajude a distribuir os riscos associados a eventos de maior impacto e dê suporte ao funcionamento do mercado de seguros em áreas mais vulneráveis.

CNA destaca proteção dos recursos do seguro rural

Outro avanço apontado pela entidade é a maior previsibilidade orçamentária do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

A nova legislação estabelece como obrigatórias as despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural, observados os limites previstos no Orçamento.

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Na avaliação da CNA, a mudança reduz o risco de contingenciamento dos recursos e permite maior planejamento de produtores e seguradoras.

“Sofremos muito nos últimos anos com o contingenciamento. Hoje esses recursos viram obrigatórios e temos uma previsibilidade. Com isso, produtores e seguradoras podem se organizar melhor”, disse Lucchi.

O PSR permite que o governo federal arque com parte do custo da apólice, reduzindo o valor pago pelo produtor para contratar a cobertura.

Seguro poderá facilitar acesso ao crédito

A CNA também destaca as mudanças que relacionam a contratação do seguro rural às condições de acesso ao crédito.

Segundo Lucchi, produtores que contratarem seguro poderão ter acesso a condições diferenciadas nas operações de financiamento.

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“Ele pode ter taxas de juros diferenciadas, prazos diferentes e outros benefícios que vão melhorar a condição de acesso ao crédito”, afirmou.

A nova legislação prevê incentivos para operações de crédito protegidas por seguro rural, incluindo condições favorecidas de financiamento e prioridade no acesso ao crédito.

Outro ponto destacado pela CNA é a criação de um banco de dados com informações sobre as operações de seguro rural. A expectativa da entidade é que a concentração dessas informações contribua para o desenvolvimento e aprimoramento dos produtos oferecidos aos produtores.

CNA quer discutir derrubada de veto

Apesar da avaliação positiva, a CNA manifestou ressalvas aos vetos feitos na sanção.

Um deles atingiu dispositivo relacionado às Letras de Risco de Seguro (LRS), que poderiam representar uma fonte alternativa de recursos para o fundo. Outro veto alcançou dispositivo relacionado à isenção de tributação do seguro.

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Segundo Lucchi, a CNA defendia a medida tributária como uma forma de reduzir o custo das apólices para os produtores e pretende discutir o tema com a Frente Parlamentar da Agropecuária.

“Defendíamos essa isenção para ter preços de seguro ao produtor mais baixo. É um ponto que vamos discutir com a FPA, sobre a possível derrubada do veto ligado à tributação do seguro”, afirmou.

Os vetos presidenciais ainda precisam ser analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los.

Lei ainda precisa ser regulamentada

Apesar da sanção, parte das mudanças previstas na nova legislação ainda depende de regulamentação para ser implementada.

De acordo com a CNA, os próximos passos envolvem a publicação de decretos, resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e a criação do estatuto do Fundo de Catástrofe.

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Lucchi avalia que essas etapas “podem ter avanços em um futuro breve”.

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