Business
Ceagesp abre as portas para feira de flores, plantas e artesanato

A partir deste sábado (3), o Entreposto da Ceagesp em São José do Rio Preto (CESJR) se abre para receber o Ceagesp em Flor. O evento, que irá até dia 10 de outubro, mobilizará os 50 lojistas da Feira de Flores da unidade.
Além de flores e plantas ornamentais, o público poderá adquirir em um só lugar:
- Folhagens em geral;
- Plantas artificiais;
- Produtos de jardinagem;
- Artigos de decoração;
- Artesanato;
- Implementos para aquarismo.
Artesanato local
A Feira de Artesanato, tão conhecida do público frequentador da Feira de Flores da unidade, irá acontecer todos os dias. Serão cerca de 14 expositores presentes durante a feira.
“São peças de artesãos rio-pretanos. Durante o evento, a feira terá promoções exclusivas e sorteios para os visitantes”, conta Carla Roberta de Souza Mattos, técnica administrativa da unidade que esteve envolvida com a elaboração do evento.
Além de a Praça de Alimentação, haverá dois restaurantes, um servindo comida caseira em geral e outro, na peixaria da unidade, oferece culinária japonesa e o melhor dos pescados em geral.
“Frisamos que todas essas opções estão disponíveis não só durante o CEAGESP em Flor como também ao longo do ano. A Praça de Alimentação, por exemplo, sempre funciona junto à Feira de Flores”, conta Carla. A entrada e o estacionamento são gratuitos e já damos as boas-vindas ao público.
Serviços
Datas: 03, 05, 06, 07, 08, 09 e 10 de outubro.
Horário: Segunda a sexta-feira das 08h às 17h, aos sábados das 08h às 13h.
Endereço: Av. João Batista Vetorazzo, 1.600 – Distrito Industrial, São José do Rio Preto (SP).
Telefone: (17) 3233-3812 | (17) 3233-3022 | (17) 3233-3650
Evento gratuito: entrada e estacionamento gratuitos.
Business
Amanhecer de 13°C e calor de 40°C: frente fria avança pelo Brasil; onde frio e calor atuam?

Nesta quarta-feira (30), uma frente fria começa a avançar pelo país, acompanhada da formação de um ciclone extratropical entre hoje e quinta-feira (1º). A mudança no tempo provoca temporais e ajuda a aliviar o calor em algumas regiões, enquanto outras áreas continuam registrando temperaturas elevadas.
Nas áreas próximas à tríplice divisa entre Tocantins, Goiás e Mato Grosso, o calor permanece intenso, com máximas que podem chegar aos 42°C. A tendência é de que o calor continue forte na próxima semana nessas regiões.
No Mato Grosso, especialmente nas áreas de Rondonópolis e Cuiabá, as temperaturas também podem voltar a se aproximar dos 40°C.
Chuva aumenta a umidade do solo
A frente fria também favorece o avanço da chuva sobre áreas do norte de Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e Mato Grosso. Nos próximos dias, os volumes podem ficar entre 20 e 30 milímetros em algumas dessas áreas.
A tendência é de chuva mais volumosa no centro-sul de Mato Grosso do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 150 milímetros. O excesso de chuva pode prejudicar os trabalhos no campo, especialmente entre os dias 11 e 15 de outubro, período que também pode ser marcado pela possibilidade de uma nova onda de calor.
Temporais atingem Sul e Sudeste
No restante do país, a frente fria também muda o cenário. Entre quarta e quinta-feira, há previsão de temporais no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo, com possibilidade de rajadas de vento intensas.
Os maiores volumes de chuva devem se concentrar no Paraná e em áreas da Zona da Mata de Minas Gerais. No Paraná e em Santa Catarina, os acumulados podem chegar a 100 a 150 milímetros em cinco dias.
No Matopiba, a chuva deve aparecer principalmente no fim de semana. Apesar da ocorrência de pancadas, os volumes não devem ser elevados em grande parte da região, com acumulados próximos de 20 a 30 milímetros em algumas áreas.
Ao mesmo tempo, o calor continua predominando em boa parte do Matopiba, com temperaturas máximas próximas dos 40°C nos próximos cinco dias.
Frio chega ao Sul
Em contraste com o calor do Centro-Oeste e do Matopiba, o Sul terá uma queda mais significativa nas temperaturas. O amanhecer pode registrar 13°C em algumas áreas.
Na sexta-feira (2), o frio aumenta ainda mais, com possibilidade de geada no Rio Grande do Sul e temperaturas abaixo dos 5°C em algumas localidades.
Assim, os próximos dias terão um cenário bastante contrastante no país: enquanto a frente fria provoca chuva, temporais e queda nas temperaturas no Sul e em parte do Sudeste e Centro-Oeste, áreas do Centro-Norte continuam sob influência de calor intenso.
Business
Concurso do programa “Vivenciando a Prática: Café” premia alunos em Varginha

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a Associação De Olho no Material Escolar e a Tristão Trading realizaram, em 30 de setembro, na Escola Estadual Afonso Pena, em Varginha (MG), a cerimônia de premiação do concurso de redação do programa “Vivenciando a Prática: Café”. Voltada a alunos do Ensino Médio, a iniciativa teve como tema “Do grão ao mundo: o que aprendi ao conhecer a jornada do café”.
A ação marcou a primeira de sete etapas previstas para 2026 e reuniu estudantes e professores a partir das experiências vividas em visitas técnicas à unidade da Tristão Trading em Varginha. Durante a atividade, os alunos conheceram processos que ligam a cafeicultura brasileira aos consumidores em diferentes partes do mundo.
Segundo Ricardo Schneider, gerente de Operações da Tristão Trading, as redações vencedoras mostraram como a experiência prática levou os participantes a compreender a complexidade da cadeia exportadora do café. Entre os pontos destacados pelos estudantes estiveram o recebimento, a classificação e a armazenagem dos grãos, além dos controles de qualidade, da logística de embarque e da análise sensorial.
Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!
O primeiro lugar ficou com Suzana S. Quintanilha, que transformou a visita técnica em um poema sobre a jornada do café e os processos acompanhados na empresa. Miguel Augusto Freira Morais conquistou o segundo lugar com uma redação sobre a receptividade dos colaboradores, a cooperação entre as equipes e os critérios de avaliação da qualidade do produto. Breno Henrique Jacinto Veras ficou em terceiro, com um relato sobre as etapas da cadeia exportadora, a classificação, o controle de qualidade e a experiência de avaliar o café por aroma e paladar.
Como premiação, os vencedores receberam um tablet, um Kindle e um smartwatch, respectivamente. Os professores orientadores também foram homenageados com tablets. Para Nádia Jacintho, diretora da Associação De Olho no Material Escolar, a aproximação entre sala de aula e situações reais fortalece o aprendizado dos estudantes.
O programa é fruto de parceria entre o Cecafé e a Associação De Olho no Material Escolar e integra a agenda de sustentabilidade do setor exportador brasileiro. De acordo com Silvia Pizzol, diretora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade do Cecafé, a iniciativa está alinhada ao pilar social do ESG e ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 4 da Organização das Nações Unidas (ONU), voltado à educação de qualidade.
A premiação em Varginha abriu a agenda de 2026 do “Vivenciando a Prática: Café” e reuniu escola, exportadores e empresa para reconhecer redações produzidas a partir do contato dos alunos com etapas técnicas da cadeia do café.
Fonte: cecafe.com.br
Business
Manejo eficiente ajuda produtor a reduzir custos e buscar rentabilidade

A adoção de práticas mais eficientes no campo ganha importância em um cenário de custos elevados e margens mais apertadas. O planejamento do manejo, o uso racional de insumos e a aplicação de tecnologias ajudam a reduzir desperdícios e podem contribuir para preservar a rentabilidade da atividade.
Esse movimento também acompanha a evolução das exigências do mercado, que passa a demandar processos mais controlados, sustentabilidade e certificações. Na prática, isso leva propriedades a rever procedimentos e buscar maior precisão nas decisões tomadas ao longo da produção.
Em Mato Grosso, esse processo inclui mudanças na fertilização e no uso de agroquímicos. O trabalho é orientado por levantamentos da equipe agronômica, com o objetivo de utilizar somente o necessário para manter ou até melhorar a produtividade.
“Nos últimos três anos, com mais frequência ainda, a gente está trabalhando redução de custo em geral em todos os sentidos”, relata o produtor de Campo Verde, José Carlos Dolphine, ao Canal Rural Mato Grosso.
Na fertilização, a definição dos volumes utilizados considera os levantamentos realizados pela equipe agronômica. A proposta é evitar aplicações além da necessidade da lavoura e, ao mesmo tempo, preservar o potencial produtivo.
O mesmo princípio é aplicado ao manejo fitossanitário, com aplicações direcionadas e treinamentos frequentes dos colaboradores. A orientação busca reduzir o uso desnecessário de produtos e, consequentemente, os custos da propriedade.
“Para que a gente tenha um custo mais barato e pra que a gente coloque menos defensivos agrícolas no meio ambiente”, pontua Dolphine ao relacionar o manejo à economia e à sustentabilidade.
Tecnologia ajuda a identificar desperdícios
A digitalização também passa a ter papel importante nesse processo. O acesso a novas técnicas e informações permite identificar com mais precisão onde estão ocorrendo desperdícios e quais gastos podem ser evitados.
“A tecnologia, essa parte digital, toda essa informação que estamos tendo com essas novas técnicas vem trazendo um benefício pro produtor rural”, observa Dolphine.
A adoção dessas ferramentas ocorre junto à profissionalização da atividade. Para o produtor mato-grossense, o avanço tecnológico permite tornar o negócio mais eficiente e encontrar oportunidades para melhorar os resultados sem necessariamente ampliar os custos.
Esse processo também envolve instituições e empresas ligadas ao setor, que participam do desenvolvimento de variedades, técnicas e formas de manejo. “Nós temos várias empresas trabalhando isso junto com o produtor, desenvolvendo variedades novas, desenvolvendo novas técnicas, novos tipos de manejo”, destaca.
As cooperativas aparecem como outro elo dessa estrutura. Em Campo Verde, Dolphine cita a Cooperfibra, fundada há 25 anos, como exemplo de uma cadeia que reúne classificação, certificação, armazenagem e estrutura para diferentes etapas da produção.
Manejo adequado também reduz perdas de insumos
A adoção de práticas mais eficientes não se limita à decisão sobre quanto aplicar, mas também envolve a forma como os produtos são utilizados. Para Andreza Fantine, líder de Boas Práticas Agrícolas da Corteva para a América Latina, o conceito passa pelo aproveitamento correto das ferramentas disponíveis ao agricultor.
“Boas práticas agrícolas, na verdade, nada mais é do que utilizar de maneira adequada e correta todas as ferramentas que o agricultor tem à disposição para um bom manejo da sua lavoura”, define à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.
O planejamento começa pela identificação do problema e segue até a definição dos insumos e da maneira como serão utilizados. Em um cenário de custos elevados, cada etapa interfere no resultado econômico da lavoura.
Entre os exemplos está a tecnologia de aplicação. A escolha das pontas de pulverização precisa considerar o produto e a finalidade do tratamento. Fungicidas e inseticidas podem demandar gotas mais finas para melhorar a cobertura, enquanto herbicidas exigem gotas mais grossas.
O cuidado com a regulagem dos equipamentos também contribui para diminuir perdas durante as aplicações. A orientação envolve ainda dose, tempo de aplicação e volume de calda, variáveis que precisam ser consideradas conjuntamente para tornar o uso dos produtos mais racional.
“Isso é economia, isso é um uso racional e adequado dos produtos”, resume Andreza.
A capacitação sobre essas práticas é trabalhada pela Expedição da Agricultura para Vida, projeto itinerante da Corteva que percorre o Brasil e o Paraguai. A iniciativa reúne cinco pilares: manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, tecnologia de aplicação e segurança do aplicador.
Capacitação acompanha novas exigências do mercado
A busca por conhecimento também parte dos próprios produtores e das equipes técnicas. Além da necessidade de reduzir custos, a adoção de práticas mais eficientes está relacionada às exigências de mercados e certificações que valorizam processos mais controlados e sustentáveis.
Andreza observa que a procura por capacitação vem crescendo justamente pela necessidade de utilizar os recursos disponíveis de maneira mais eficiente. O trabalho da Expedição inclui técnicos agrícolas, agrônomos, consultores, distribuidores e clientes, de acordo com as demandas de cada região. “Usar de forma racional todos os insumos faz parte do dia a dia do agricultor”, ressalta.
A proposta é levar orientação técnica para situações encontradas no campo, considerando as particularidades de cada produção. Para isso, a equipe também coleta as demandas apresentadas pelos profissionais e produtores antes de definir os conteúdos das capacitações.
O trabalho busca aproximar conhecimento técnico e aplicação prática. “A gente escuta essas demandas e traz uma conversa baseada, obviamente, na técnica e nas inovações existentes, para entender a melhor forma do agricultor utilizar de forma adequada e eficiente os produtos”, acrescenta Andreza.
Para Dolphine, o avanço das práticas de manejo representa parte de uma transformação mais ampla dentro das propriedades. A profissionalização e o uso de ferramentas que ajudam a identificar desperdícios permitem ao produtor buscar maior eficiência justamente em um período de margens mais estreitas.
Além da eficiência dentro da lavoura, o produtor defende que Mato Grosso avance na agregação de valor à produção. A ideia é ampliar a transformação de commodities em produtos industrializados ou semielaborados, aproveitando estruturas já existentes no estado.
“Na área agrícola, a gente tem ainda muita coisa a explorar. A gente está explorando muito commodities. Nós temos que partir agora para outra esfera”, pontua Dolphine quanto a industrialização como forma de agregação de valor, à exemplo do etanol de milho.
Para ele, esse movimento depende não apenas do produtor, mas também de investimentos, instituições e acesso a recursos que permitam ampliar a industrialização. A adoção de práticas mais eficientes, por sua vez, permanece como uma das frentes para melhorar a eficiência e preservar a rentabilidade dentro da propriedade.
Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
Featured23 horas agoEdital Aldir Blanc em Cuiabá destina R$ 2 milhões para selecionar 48 projetos culturais
Business23 horas agoMercado da soja já começa a precificar os futuros impactos do El Niño?
Featured24 horas agoCPI da Saúde aponta R$ 1,1 bi em despesas indenizatórias e apresenta relatório na ALMT
Sustentabilidade11 horas agoTrigo consolida recuperação técnica em Chicago e fecha com alta predominante – MAIS SOJA
Featured6 horas agoAnec reduz projeção de exportação de soja do Brasil em setembro
Agro Mato Grosso8 horas agoVazio sanitário do algodão começa em outubro em MT e exige atenção dos produtores
Sustentabilidade8 horas agoALGODÃO/CEPEA: Comercialização segue lenta, e preços oscilam – MAIS SOJA
Sustentabilidade10 horas agoARROZ/CEPEA: Custo total ainda limita rentabilidade – MAIS SOJA

















