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9 de outubro de 2026

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Campanha eleitoral começa neste domingo com carreatas, comícios e propaganda na internet

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Candidatos podem realizar atos de campanha até 3 de outubro; propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV começa em 28 de agosto

A campanha eleitoral para as Eleições 2026 está liberada a partir deste domingo (16). Os candidatos e candidatas podem participar de carreatas, passeatas e panfletagem entre as 8h e as 22h. Estão permitidos também as propagandas na internet e os anúncios pagos na imprensa escrita.

De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1° de outubro. 

As mobilizações devem manter distância mínima de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de tribunais, quarteis militares, hospitais, escolas e igrejas.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão será permitida entre 28 de agosto e 1° de outubro.

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Votação

O primeiro turno do pleito ocorrerá no dia 4 de outubro, para a escolha de deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e do presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.

Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Veja a seguir, em ordem alfabética, os nomes dos candidatos ao cargo de presidente da República e seus perfis na página do TSE:

  1. Augusto Cury (Avante)
  2. Clariana Barão (DC)
  3. Edmilson Costa (PCB)
  4. Flávio Bolsonaro (PL)
  5. Hertz Dias (PSTU)
  6. Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  7. Pablo Marçal (PRTB)
  8. Renan Santos (Missão)
  9. Romeu Zema (Novo)
  10. Ronaldo Caiado (PSD)
  11. Rui Costa Pimenta (PCO)
  12. Samara Martins (UP)
  13. Wilson Grassi (Democrata)
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Juros altos continuam sendo o principal obstáculo para a indústria acessar crédito no Brasil

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Pesquisa da CNI revela que 76% das empresas enfrentam barreiras nas taxas de financiamento; uso de crédito longo para capital de giro acende alerta

Os juros altos são o principal obstáculo para a indústria brasileira acessar crédito, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Entre as empresas que tiveram dificuldades para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% apontaram as taxas elevadas como uma das principais barreiras. Nas operações de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os juros foram citados por 69% dos empresários.

A Sondagem Especial 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026 ouviu 1.701 empresas industriais, de 3 a 12 de agosto, sobre as condições enfrentadas entre fevereiro e julho. O universo da pesquisa inclui 692 pequenas, 612 médias e 397 grandes empresas industriais em todo o país.

Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas perderam peso em relação à pesquisa anterior. Em 2025, eram apontadas por 80% das empresas nas operações de curto e médio prazo e por 71% nas de longo prazo.

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“A queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, afirma em nota Maria Virgínia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI.

Outras barreiras

Depois dos juros, as exigências de garantias reais aparecem como o principal entrave nas operações de curto e médio prazo. O problema foi citado por 33,4% das empresas. No crédito de longo prazo, o percentual ficou em 31,5%.

A burocracia foi mencionada por 13,6% dos empresários nas operações de curto e médio prazo. Já no longo prazo, a segunda dificuldade foi o prazo de carência considerado insuficiente, citado por 18,9%.

Principais obstáculos

  • Juros elevados: 76% no curto/médio prazo e 69% no longo prazo;
  • Garantias reais: 33,4% e 31,5%, respectivamente;
  • Burocracia: 13,6% no curto/médio prazo;
  • Carência insuficiente: 18,9% no longo prazo.

Busca por crédito

Quase metade das empresas industriais, 49,9%, não tentou contratar ou renovar crédito de curto ou médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar ou renovar financiamento, e 7,5% tentaram, mas não obtiveram os recursos.

No crédito de longo prazo, 54% não buscaram financiamento. Outros 15,5% conseguiram contratar ou renovar operações, e 9,2% tentaram, sem sucesso.

Considerando apenas as empresas que efetivamente buscaram crédito, a taxa de frustração aumentou em relação a 2025:

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  • Curto/médio prazo: 24,7%, contra 20% em 2025;
  • Longo prazo: 37,2%, contra 33% no ano anterior.

As pequenas empresas tiveram os maiores índices de insucesso. No longo prazo, por exemplo, 48,2% das pequenas e 48,1% das médias não conseguiram obter o crédito procurado, ante 29,9% das grandes.

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Cédulas de R$ 100 Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Crédito para despesas

A pesquisa também identificou que empresas industriais continuam recorrendo a linhas de longo prazo para financiar despesas do dia a dia. Entre as que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de crédito, 28,7% indicaram o capital de giro como principal finalidade.

O percentual ficou acima do registrado para investimentos em máquinas e equipamentos (23,6%) e construção ou instalações (11,6%).

Segundo a CNI, o movimento chama atenção porque linhas de longo prazo normalmente são destinadas a investimentos, enquanto despesas como folha de pagamento, materiais e insumos costumam ser financiadas por operações de menor duração.

No curto e médio prazo, quase 60% das empresas apontaram o capital de giro como principal finalidade do crédito.

Menos custos

Para as empresas, a redução dos custos tributários e administrativos seria a principal medida para facilitar o acesso ao crédito. A alternativa foi escolhida por 38,4% dos entrevistados para operações de curto e médio prazo e por 31,2% para as de longo prazo.

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Também aparecem entre as principais sugestões:

  • Ampliação das linhas públicas: 22,8% no curto/médio prazo e 26,3% no longo;
  • Simplificação das exigências bancárias: 21,1% e 22,1%, respectivamente.
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Novo Mercado Municipal deve levar 3 mil pessoas por dia ao Centro de Cuiabá

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Assessoria – Com mais de 100 espaços comerciais, estacionamento para 302 veículos e uma fachada coberta por 1,3 mil floreiras, o Novo Mercado Municipal Miguel Sutil já desponta como o principal símbolo da revitalização do Centro de Cuiabá. Nesta quinta-feira (8), a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) levou um grupo de lojistas da região central para conhecer de perto a estrutura, que está em fase de finalização e tem 70% das lojas comercializadas.

Localizado entre a Rua Joaquim Murtinho e a Avenida Isaac Póvoas, em área de intensa circulação de pessoas, o prédio tem 23 mil metros quadrados e sete pavimentos.

O grupo foi recebido pelo gerente-geral da CS Mobi Cuiabá, Alan Guedes, que explicou que o térreo do mercado é composto por lojas e quiosques de diferentes segmentos , entre eles produtos de empório, como charcutaria, condimentos, embutidos em geral. O espaço terá ainda um piso com praça de alimentação e um terraço com vista panorâmica da cidade. O estacionamento, com 302 vagas, ocupa três andares e uma fachada ‘viva’ reúne quatro tipos diferentes de plantas e compõe o visual externo do prédio.

A expectativa é de que cerca de 3 mil pessoas frequentem o mercado diariamente, um fluxo que deve beneficiar todo o comércio do entorno.

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Atrativo para o Centro

Para o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam, o empreendimento tem potencial para se tornar um polo de atração de alcance nacional. Ele destacou ainda que os lojistas da vizinhança também precisam se preparar para receber o novo público.

“O novo mercado municipal será um polo atrativo na região. É importante que o lojista do entorno também faça melhorias para captar esse público que virá ao Centro com mais intensidade. Essa é a ideia da CDL Cuiabá: ajudar o lojista e o desenvolvimento de Cuiabá, pensando num bem maior”, afirmou. 

Oportunidades para o varejo

Após a visita, a CDL Cuiabá reuniu os lojistas com o economista do Sebrae-MT, Fábio Apolinário, especialista em mercado, tributação e empreendedorismo. Ele apontou setores com potencial de crescimento na Baixada Cuiabana, como eventos, economia prateada, tecnologia da informação, turismo receptivo e de negócios (impulsionado pelo Pantanal e pela Chapada dos Guimarães) e centros de distribuição. Segundo ele, o varejo local também tende a crescer e, por isso, precisa se tornar cada vez mais competitivo.

Fábio citou como exemplos similares ao novo mercado da capital, empreendimentos em Niterói (RJ), Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC), cujas lojas de rua instaladas nos entornos dos mercados, onde houve reurbanização, apresentaram crescimento acima de 10% no faturamento.

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Empresário do ramo de óticas e estabelecido no Centro há mais de quatro décadas, Manoel Procópio Filho se disse impressionado com o que viu. Para ele, o Novo Mercado valoriza o centro histórico e atrairá visitantes à região. “Ficamos maravilhados com o que pudemos observar, já praticamente na complementação das obras. Com o que está previsto para ser instalado no empreendimento, o nosso centro histórico terá um ganho muito importante”, avaliou.

Procópio também ressaltou que os empresários precisam fazer os melhoramentos mínimos necessários em seus negócios para que o consumidor atraído pela nova estrutura visite também as lojas físicas do entorno. E elogiou a iniciativa da entidade: “Mais uma vez a CDL sai na frente, levando os empresários a conhecer esse grande empreendimento e a entender o que vai acontecer com a inauguração dele”, finalizou o empresário.

Marcelo Dorileo, empresário do setor de papelaria e conselheiro da CDL Cuiabá, parabenizou a iniciativa. “Pudemos avaliar as possibilidades de investimentos no centro da cidade, além de muitas informações que recebemos da equipe do Sebrae-MT para avaliar a nova estrutura e nos orientar”.

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Polícia Militar atende denúncia de invasão, apreende arma raspada e prende dupla com cocaína e pés de maconha

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Operação conjunta do 6º Batalhão, Força Tática e Rotam no bairro Lobo acabou com duas mulheres detidas por porte ilegal e tráfico

Equipes da Polícia Militar prenderam duas mulheres, 34 e 22 anos, por porte ilegal de arma, tráfico e cultivo ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (7.10), em Cáceres. Com a dupla, a PM apreendeu um revólver carregado com sete munições, porções de cocaína e dois pés de maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais receberam denúncias sobre uma suposta invasão a uma residência, no bairro Lobo. De acordo com as informações, os suspeitos seriam membros de uma facção criminosa e estavam armados.

As equipes do 6º Batalhão, Força Tática e Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) foram ao endereço e não encontraram os supostos invasores. Na verificação ao imóvel, os policiais localizaram dois pés de maconha e um revólver de calibre 38 de numeração raspada com sete munições.

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Ainda na casa, os militares encontraram as duas suspeitas. Uma delas afirmou ser moradora da residência e confirmou uma situação de tentativa de invasão anterior. Ela ainda disse que, após o fato, solicitou uma arma de fogo para sua defesa, que foi trazida pela segunda mulher detida.

Na abordagem, policiais femininas fizeram revista pessoal nas suspeitas e encontraram também 14 porções de cocaína que seriam vendidas por elas.

Diante do flagrante com os materiais ilícitos, a dupla recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia de Cáceres e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

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