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2 de novembro de 2026

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Festa junina do Siminina mistura tradição e clima de Copa do Mundo em Cuiabá

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Meninas da unidade 1º de Março encantaram o público com quadrilhas, brincadeiras e coreografias inspiradas em jogadores da Seleção Brasileira

 

O clima de alegria, tradição e Copa do Mundo tomou conta da unidade 1º de Março do Programa Siminina durante a festa junina que reuniu meninas atendidas, familiares e equipe pedagógica em uma grande celebração cultural, na tarde desta quinta-feira (18).

A festividade contou com apresentações de dança, brincadeiras, pescaria, comidas típicas e muita criatividade nas caracterizações das participantes, que compareceram com vestidos coloridos, tranças, laços e adereços tradicionais.

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A coordenadora do Programa Siminina, Ivete Carneiro, destacou que a atividade integra o calendário pedagógico e tem como objetivo promover a convivência e o desenvolvimento social das participantes.

“Dançar uma quadrilha não é apenas dançar. É aprender a trabalhar em equipe, conviver, criar amizades e desenvolver habilidades sociais. Hoje estamos no 1º de Março, uma das maiores unidades do Siminina, onde atendemos cerca de 140 meninas. Optamos por realizar a festa em um único período para que os pais e familiares pudessem participar”, afirmou Ivete.

Outro destaque foi a apresentação ensaiada pela Siminina Débora Ferreira. Ela contou que a escolha das músicas foi feita em conjunto com as meninas, mesclando clássicos das festas juninas com sucessos atuais.

“Nós escolhemos as músicas juntas. Selecionamos canções que têm a ver com a festa junina e também incluímos uma música que elas pediram muito, ‘Brasil Com S’. Foi desafiador ensaiar, porque conciliar os horários nem sempre é fácil, mas é muito prazeroso ver todas elas dançando e se divertindo”, explicou Débora.

As meninas apresentaram uma coreografia que reproduziu, de forma lúdica, comemorações características de jogadores como Vinícius Júnior, Raphinha, Casemiro, Marquinhos, Endrick, Estêvão e Neymar. O número arrancou aplausos do público e levou o clima da Copa do Mundo para o arraial do Siminina.

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Além das apresentações, as meninas participaram de brincadeiras, como a pescaria, e se deliciaram com pipoca, paçoca, doces e outras guloseimas típicas.

A festa da unidade 1º de Março integra uma programação especial promovida pelo Programa Siminina ao longo desta semana. As celebrações seguem até julho nas 18 unidades distribuídas pela capital.

Vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, o Programa Siminina tem como madrinha a primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris. Atualmente, a iniciativa atende 1.402 meninas com idades entre 6 e 14 anos. Além de atividades recreativas e culturais, o programa oferece aulas de canto, balé, instrumentos musicais, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras, passeios culturais e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional das participantes.

Com Assessoria

 

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Gefron e PRF apreendem 130 kg de cocaína em Glória D’Oeste

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Operação resultou em uma prisão e gerou um prejuízo estimado em R$ 3,2 milhões às facções criminosas

Uma operação conjunta entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizada no município de Glória D’Oeste (a 130 km de Cuiabá), nesse domingo (1°.11), resultou na prisão de um suspeito e na apreensão de 130 kg de cloridrato de cocaína (a forma mais pura desse entorpecente).

A droga estava dividida em 120 tabletes, escondidos em diferentes compartimentos de um Jeep Cherokee. A apreensão dos entorpecentes e do veículo gerou um prejuízo de R$ 3,2 milhões às fações criminosas.

Aos policiais, o motorista preso relatou que receberia R$ 5 mil para levar a droga até São Paulo, mas não informou a origem da droga. O suspeito, o carro e os entorpecentes foram entregues da Delegacia Especializada de Fronteira (Defron), da Polícia Civil.

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Fiscalização na fronteira

Sob gestão da Secretaria de Segurança Pública, o Gefron atua há 24 anos na prevenção e combate ao tráfico de drogas, roubos, sequestros e outras modalidades de crimes nos municípios fronteiriços e do entorno da fronteira do Brasil do a Bolívia.

Entre janeiro e setembro deste ano, a equipe especializada apreendeu 26,3 toneladas de drogas no Estado, volume 22% maior do que toda a apreensão registrada nos 12 meses de 2025. Somente em 2026, o Gefron também levou à prisão 324 suspeitos, em 199 ocorrências. Ao todo, o prejuízo estimado às facções foi calculado em R$ 371 milhões.

Para contribuir com as ações do Gefron, a população pode denunciar de forma anônima pelos telefones: 0800 646 1402 e (65) 99668-7655, este último por ligação e mensagem de Whatsapp. Também está disponível o telefone 181 (Disque Extorsão), focado em ações de facções criminosas, com garantia de sigilo do denunciante.

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Polícia Civil de MT realiza mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano

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Os dados demonstram resultados expressivos no combate às facções criminosas em MT

A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.

O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades.

As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.

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Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.

“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.

Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.

Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.

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A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.

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Homem é morto a tiros pelo próprio irmão em bar de MT; briga política pode ter motivado crime

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Testemunha contou à polícia que os dois estavam afastados por divergências políticas; suspeito fugiu após os disparos e é procurado

Uma desavença entre irmãos terminou em morte na manhã de domingo (1º), em Paranaíta, a 838 quilômetros de Cuiabá. Gilmar Rodrigues da Silva, de 52 anos, foi assassinado a tiros pelo próprio irmão, Laercio Antônio da Silva, de 60 anos, dentro de um bar na comunidade Santa Marta, no assentamento São Pedro.

Segundo o boletim de ocorrência, Laercio começou a insultar Gilmar, que não reagiu às provocações. A vítima chegou a se levantar para deixar o estabelecimento, mas foi surpreendida pelo irmão, que sacou um revólver da cintura e abriu fogo.

Gilmar foi atingido três vezes, sendo uma na mão esquerda e duas no tórax. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

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O que chama a atenção é o possível pano de fundo político da tragédia. Uma testemunha contou aos policiais que os irmãos já não mantinham contato por divergências ideológicas. De acordo com o proprietário do bar, Laercio se identificava com a esquerda, enquanto Gilmar era alinhado à direita.

A Polícia Civil investiga se a rivalidade política teve relação direta com o assassinato.

Após o crime, Laercio deixou o estabelecimento com a arma em mãos e fugiu em uma caminhonete Fiat Titano preta. O veículo foi localizado abandonado no bairro Renascer, em Alta Floresta. Informações repassadas à Polícia Militar indicam que o suspeito teria seguido a pé.

Equipes policiais também estiveram na residência de Laercio, mas não encontraram ninguém. Até o momento, ele permanece foragido.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram os procedimentos necessários no local. O caso segue sob investigação.

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