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2 de novembro de 2026

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Roubos de veículos caem 20% neste ano; redução acumulada chega a 70% desde 2019

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: Balanço dos cinco primeiros meses de 2026 aponta apenas 170 ocorrências. Secretária credita avanço ao programa Vigia Mais e aumento do policiamento nas ruas

Nos primeiros cinco meses de 2026, entre janeiro e maio, Mato Grosso alcançou redução de 20% no índice de roubos de veículos, conforme comparação com o mesmo período de 2025. De 212 ocorrências registradas ano passado, caiu para 170, este ano.

As estatísticas dos mesmos períodos dos três anos anteriores, janeiro a maio de 2023, 2024 e 2025, mostram que desde 2019 essa modalidade de crime contra o patrimônio está em queda  no estado.

Nos primeiros cinco meses de 2023, por exemplo, 504 veículos foram roubados em todo o estado de Mato Grosso, um índice que, na comparação a 2026, com 170 registros, mostra que este ano a queda foi de 66%. Já em 2024, com 370 roubos veículos, ocorreu uma redução de 54%, comparado às 170 ocorrências de 2026.

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Dados anuais

A análise dos índices anuais de roubos de veículos (janeiro a dezembro) mostra que há sete anos, desde 2019, o estado de Mato Grosso apresenta redução nos índices de roubos de veículos. De 2019 para 2025, por exemplo, ocorreu uma queda de 70%. De 1.837 roubos, em 2019, caiu para 504, em 2025, conforme o monitoramento do Observatório de Segurança Pública (OBS/Sesp-MT).

No primeiro ano, 2019 para 2020, os índices já começaram a cair. De 1.837 roubos, em 2019, caiu para 1.322, em 2020, o que representa 28%, ou 515 carros a menos. Esse número de roubos prevenidos é maior que o número de veículos roubados em todo o ano de 2025, cujos registros apontaram 504 crimes dessa natureza. “Essa redução dos índices de roubo de veículos é um importante indicador da melhoria dos serviços de segurança pública ao longo desses sete anos. Com certeza, é uma resposta aos investimentos feitos pelo Governo do Estado e do trabalho que as forças policiais estão levando à população em todos os municípios de Mato Grosso”, analisa a secretária de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho.

“Além de investir em infraestrutura e modernização, com aquisição de armamento moderno, radiocomunicação digital, criação do Vigia Mais, programa de videomonitoramento que está levando câmeras para todos os municípios, o Governo do Estado aumentou o número de policiais nas ruas”, observa Susane Tamanho.

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Na análise da secretária, coronel Susane Tamanho, os dados mostram o quanto as forças policiais avançaram em capacidade técnico-científica, investigação qualificada e no policiamento ostensivo de prevenção e repressão à criminalidade levados às ruas.

Com Assessoria 

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Polícia Civil de MT realiza mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano

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Os dados demonstram resultados expressivos no combate às facções criminosas em MT

A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.

O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades.

As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.

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Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.

“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.

Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.

Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.

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A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.

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Homem é morto a tiros pelo próprio irmão em bar de MT; briga política pode ter motivado crime

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Testemunha contou à polícia que os dois estavam afastados por divergências políticas; suspeito fugiu após os disparos e é procurado

Uma desavença entre irmãos terminou em morte na manhã de domingo (1º), em Paranaíta, a 838 quilômetros de Cuiabá. Gilmar Rodrigues da Silva, de 52 anos, foi assassinado a tiros pelo próprio irmão, Laercio Antônio da Silva, de 60 anos, dentro de um bar na comunidade Santa Marta, no assentamento São Pedro.

Segundo o boletim de ocorrência, Laercio começou a insultar Gilmar, que não reagiu às provocações. A vítima chegou a se levantar para deixar o estabelecimento, mas foi surpreendida pelo irmão, que sacou um revólver da cintura e abriu fogo.

Gilmar foi atingido três vezes, sendo uma na mão esquerda e duas no tórax. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

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O que chama a atenção é o possível pano de fundo político da tragédia. Uma testemunha contou aos policiais que os irmãos já não mantinham contato por divergências ideológicas. De acordo com o proprietário do bar, Laercio se identificava com a esquerda, enquanto Gilmar era alinhado à direita.

A Polícia Civil investiga se a rivalidade política teve relação direta com o assassinato.

Após o crime, Laercio deixou o estabelecimento com a arma em mãos e fugiu em uma caminhonete Fiat Titano preta. O veículo foi localizado abandonado no bairro Renascer, em Alta Floresta. Informações repassadas à Polícia Militar indicam que o suspeito teria seguido a pé.

Equipes policiais também estiveram na residência de Laercio, mas não encontraram ninguém. Até o momento, ele permanece foragido.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram os procedimentos necessários no local. O caso segue sob investigação.

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Papai Noel veio caro: Glória D’Oeste vai gastar 1,1 milhão em decoração de natal

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O espírito natalino promete chegar com cifras generosas a Glória D’Oeste, município de Mato Grosso com menos de 10 mil habitantes. A prefeitura registrou preços de até R$ 1.122.173,50 para transformar a cidade em um cenário de Natal.

A ata foi firmada com a empresa Casa Noel Ltda. e prevê desde a aquisição de enfeites até a locação de estruturas, montagem, manutenção e desmontagem da decoração.

O curioso é que, apesar da cifra milionária, o extrato publicado no Diário Oficial não informa quantos enfeites serão adquiridos, quanto custa cada item ou sequer quais pontos da cidade serão contemplados.

Para não colocar um gasto que ainda não aconteceu na conta do Papai Noel, vale a ressalva: o valor representa o teto de uma ata de registro de preços, válida por 12 meses, e não significa que a prefeitura desembolsará toda a quantia.

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Ainda assim, para uma cidade com menos de 10 mil moradores, o tamanho da previsão chama atenção. Resta saber quanto desse Natal milionário efetivamente sairá dos cofres públicos.

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