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Manejo adequado na produção de soja é tema de curso promovido pela Embrapa

A Embrapa Soja realizará, entre os dias 22 e 26 de junho de 2025, o Curso de Produção de Soja, na sede da empresa, em Londrina. A programação dará destaque ao módulo de Manejo do Solo e da Cultura e Manejo de Plantas Daninhas, com foco nas principais estratégias de produção da cultura.
O objetivo do módulo é compartilhar conhecimentos voltados ao adequado manejo do sistema produtivo, visando melhores resultados no campo, além de apresentar práticas eficientes para o manejo de plantas daninhas.
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As aulas teóricas e práticas serão ministradas por pesquisadores da Embrapa e de instituições parceiras. Entre os temas abordados estão instalação da lavoura e integração lavoura-pecuária; manejo e conservação do solo e da água; fertilidade do solo e nutrição de plantas; manejo pós-colheita; manejo integrado de plantas daninhas; e dessecação pré-colheita.
Dividido em dois módulos independentes, o Curso de Produção de Soja contará ainda com um segundo módulo, previsto para 2026, voltado ao Manejo Fitossanitário.
SERVIÇO
Curso de Produção de Soja
Data: 22 a 26 de junho
Local: Embrapa Soja | Londrina (PR)
Programação e inscrições: http://www.embrapa.br//soja/curso-de-producao.
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Sejus-MT investe R$ 1,1 milhão e entrega 87 espingardas e 500 coletes balísticos à Polícia Penal

Equipamentos de proteção nível III-A e armamentos de calibre 12 vão reequipar unidades prisionais e grupos operacionais de elite em Mato Grosso
A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) entregou, na sexta-feira (23.10), 87 espingardas calibre 12 e 500 coletes de proteção balística nível III-A para reforçar a estrutura de segurança da Polícia Penal em Mato Grosso. A entrega contou com a participação de representantes de unidades prisionais e setores especializados.
Os equipamentos serão distribuídos a unidades prisionais e setores operacionais da Polícia Penal, como parte da estratégia contínua de renovação e modernização do aparelhamento da segurança penitenciária. A iniciativa busca ampliar a capacidade operacional das equipes e oferecer melhores condições de trabalho aos servidores.
O investimento total foi de R$ 1.113.657,87, com recursos do Tesouro Estadual e do Fundo Penitenciário de Mato Grosso (Funpen-MT). Para a aquisição das espingardas, foram destinados R$ 261.240,70 do Tesouro Estadual e R$ 63.444,17 do Funpen-MT, totalizando R$ 324.684,87. Já os 500 coletes balísticos foram adquiridos com recursos do Funpen-MT, no valor de R$ 788.973,00.
O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado, destacou a importância de oferecer aos servidores os recursos necessários para o desempenho das atividades com segurança e eficiência.
“Parto do princípio de que precisamos oferecer aos nossos servidores as condições necessárias para executar seu trabalho com eficiência e segurança. Isso inclui equipamentos adequados e qualidade nas condições de trabalho, para que possamos alcançar bons resultados na ponta, no atendimento e na custódia das pessoas privadas de liberdade. Investir no aparelhamento da Polícia Penal é também investir na segurança e no funcionamento do sistema penitenciário”, afirmou.
Os armamentos e os coletes balísticos serão distribuídos à Gerência do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), à Gerência de Serviços de Operações Especializadas (SOE), à Penitenciária Central do Estado (PCE), à Unidade de Segurança Máxima de Cuiabá, à Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, à Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, à Penitenciária de Água Boa, à Penitenciária de Sinop e à reserva da Coordenadoria de Armas e Logística Penitenciária (CALP).
A distribuição tem como objetivo fortalecer a prontidão e a eficiência das equipes nas atividades de segurança, escoltas e resposta a eventuais crises nas unidades prisionais, conforme os protocolos institucionais.
Participaram da entrega o gerente de Intervenção Rápida (GIR), Gilberto Valias Rondon Carvalho; o gerente de Serviços de Operações Especializadas (SOE), Milton Flavio de Brito Arruda; os diretores Lucivaldo de Arruda e Silva, da Penitenciária Central do Estado (PCE); Edson Cassimiro da Silva Filho, do Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande; Domingos Sávio Souza das Chagas, do Centro de Ressocialização de Várzea Grande (CRVG); e Keily Adriana Arruda Marques, da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May; além do coordenador de Armas e Logística Penitenciária (CALP), Dilton Matos de Freitas Junior.
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Polícia Penal intercepta drone com carregadores e fones na Penitenciária Mata Grande em Rondonópolis

Ação da Equipe Antidrone ocorreu na madrugada desta segunda-feira (26); equipamento despejou ilícitos no Raio 2 antes de ser apreendido
A Polícia Penal apreendeu um drone, seis carregadores completos e três fones de ouvido na madrugada desta segunda-feira (26.10), na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande, em Rondonópolis. O equipamento foi localizado após a identificação de um drone sobrevoando a unidade prisional.
Por volta de 1h40, o líder da equipe foi informado pelo policial penal responsável pela segurança da Torre 03 sobre a presença do drone. Os policiais penais se deslocaram até a laje da unidade e iniciaram o monitoramento do equipamento.
Durante a vigilância, a equipe identificou a entrega de materiais ilícitos no Raio 2, mas não foi possível determinar se os objetos foram depositados na parte superior ou inferior da estrutura. Os policiais penais mantiveram o monitoramento da área para acompanhar a movimentação do drone.
Por volta das 2h, o drone retornou às proximidades da penitenciária, e a equipe conseguiu apreender o equipamento e os materiais transportados. Após a intervenção, os policiais penais permaneceram em vigilância até as 4h30, reforçando a segurança no perímetro da unidade.
Ao todo, foram apreendidos um drone, seis carregadores completos e três fones de ouvido.
A medida faz parte das ações de prevenção à entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais por meio de drones. O trabalho é realizado por policiais penais e pela Equipe Antidrone, no âmbito do programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso.
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Polícia Federal registra 86 ocorrências de crimes eleitorais e abre 13 inquéritos no 2º turno

Violação do sigilo do voto liderou os casos no país; apreensões da corporação em ações contra crimes eleitorais chegam a R$ 52 milhões em 2026
A Polícia Federal divulgou nesta segunda-feira (26) que 86 casos relacionados a possíveis crimes eleitorais foram registrados no segundo turno das eleições.
Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência. Além disso, seis situações de flagrante permaneciam em análise.
Entre os principais registros, estão 38 casos de possíveis violações ou tentativas de violações dos sigilos dos votos, 24 de propaganda eleitoral irregular, oito de desordem nos trabalhos eleitorais e seis de desobediência eleitoral. Foram registradas ainda ocorrências envolvendo danos a urnas eletrônicas e suspeitas de votação em nome de terceiros.
Os casos foram registrados em 21 unidades da federação: Paraíba (11), Minas Gerais (9), Sergipe (8), Bahia (5), Pernambuco (5), Rio de Janeiro (5), Alagoas (4), Espírito Santo (4), Mato Grosso (4), Acre (3), Distrito Federal (3), Piauí (3), Paraná (3), São Paulo (3), Ceará (2), Maranhão (2), Mato Grosso do Sul (2), Pará (2), Rio Grande do Norte (2), Rondônia (2) e Santa Catarina (1).
Durante o segundo turno, foram apreendidos, em contagem preliminar, R$ 41.420 em bens e valores, incluindo R$ 4.157 em dinheiro. Entre os materiais apreendidos, estão aparelhos celulares, equipamentos de informática e de som.
Números de 2026
Até as 9h30 desta segunda-feira (26), a Polícia Federal havia instaurado 1.629 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026. Na mesma data, havia 2.483 inquéritos em andamento.
O valor total de bens e valores apreendidos em ações relacionadas a crimes eleitorais alcançou quase R$ 52 milhões, dos quais R$ 31 milhões correspondem a dinheiro em espécie.
Os dados também incluem investigações relacionadas à violência política contra a mulher, prevista no art. 326-B do Código Eleitoral. Ao longo do ano, há 104 inquéritos em andamento.
Os números são dinâmicos e podem sofrer alterações em razão de novas ocorrências, investigações e atualizações dos sistemas da instituição.
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