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26 de outubro de 2026

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PM altera tática de rua e treina tropa para frear explosão de agressões dentro de casa

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Comando-Geral usa salto da criminalidade para forçar novo padrão de socorro e antecipar prisões na capital e no interior

A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta terça-feira (26.5), o primeiro curso de prevenção orientado à violência doméstica e familiar, no auditório do Quartel do Comando-Geral, em Cuiabá. A capacitação reúne policiais militares de diferentes unidades com o objetivo de fortalecer o atendimento às vítimas, ampliar ações preventivas e aprimorar o enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso.

No último ano, a Patrulha Maria da Penha registrou mais de 7 mil mulheres vítimas de violência doméstica no Estado. O programa está presente em 111 cidades, por meio de 45 núcleos, dos 15 Comandos Regionais da Polícia Militar.

Conforme a coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar do Estado (CPCDH), tenente-coronel Ludmila Eickoff, durante a formação, os participantes, de forma híbrida e presencial, recebem instruções sobre atendimento humanizado, medidas protetivas, identificação de sinais de violência, atuação em ocorrências e estratégias de prevenção dentro das comunidades.

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“A iniciativa busca preparar os policiais para atuarem de forma mais próxima da população, reforçando o acolhimento às vítimas e o combate aos crimes de violência doméstica em todas as regiões do Estado”, comentou a tenente-coronel Ludmila.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, destacou que a capacitação representa um avanço importante no fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres no Estado.

“Este curso é um marco para a segurança pública de Mato Grosso. Estamos qualificando nossos policiais para atuarem de maneira ainda mais eficiente, preventiva e humanizada no enfrentamento à violência doméstica. A Polícia Militar está cada vez mais preparada para proteger as vítimas e combater esse tipo de crime em todo o Estado”, ressaltou o coronel Fernando.

A secretária de Estado de Segurança Pública, coronel Susane Tamanho reforçou a importância da integração entre as Forças de Segurança e das ações de prevenção para reduzir os índices de violência doméstica. Somente em 2025, o Governo de Mato Grosso investiu R$ 88 milhões para o enfrentamento à violência doméstica.

“O fortalecimento das ações preventivas e da capacitação dos profissionais é fundamental para garantir um atendimento mais ágil, sensível e eficaz às vítimas. O Governo do Estado segue investindo em políticas públicas voltadas à proteção das mulheres como a criação do SER Família Mulher, o Programa Mato Grosso em Defesa das Mulheres, o Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, entre outras ações”, finalizou coronel Susane.

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Com AssessoriaA Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta terça-feira (26.5), o primeiro curso de prevenção orientado à violência doméstica e familiar, no auditório do Quartel do Comando-Geral, em Cuiabá. A capacitação reúne policiais militares de diferentes unidades com o objetivo de fortalecer o atendimento às vítimas, ampliar ações preventivas e aprimorar o enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso.

No último ano, a Patrulha Maria da Penha registrou mais de 7 mil mulheres vítimas de violência doméstica no Estado. O programa está presente em 111 cidades, por meio de 45 núcleos, dos 15 Comandos Regionais da Polícia Militar.

Conforme a coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar do Estado (CPCDH), tenente-coronel Ludmila Eickoff, durante a formação, os participantes, de forma híbrida e presencial, recebem instruções sobre atendimento humanizado, medidas protetivas, identificação de sinais de violência, atuação em ocorrências e estratégias de prevenção dentro das comunidades.

“A iniciativa busca preparar os policiais para atuarem de forma mais próxima da população, reforçando o acolhimento às vítimas e o combate aos crimes de violência doméstica em todas as regiões do Estado”, comentou a tenente-coronel Ludmila.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, destacou que a capacitação representa um avanço importante no fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres no Estado.

“Este curso é um marco para a segurança pública de Mato Grosso. Estamos qualificando nossos policiais para atuarem de maneira ainda mais eficiente, preventiva e humanizada no enfrentamento à violência doméstica. A Polícia Militar está cada vez mais preparada para proteger as vítimas e combater esse tipo de crime em todo o Estado”, ressaltou o coronel Fernando.

A secretária de Estado de Segurança Pública, coronel Susane Tamanho reforçou a importância da integração entre as Forças de Segurança e das ações de prevenção para reduzir os índices de violência doméstica. Somente em 2025, o Governo de Mato Grosso investiu R$ 88 milhões para o enfrentamento à violência doméstica.

“O fortalecimento das ações preventivas e da capacitação dos profissionais é fundamental para garantir um atendimento mais ágil, sensível e eficaz às vítimas. O Governo do Estado segue investindo em políticas públicas voltadas à proteção das mulheres como a criação do SER Família Mulher, o Programa Mato Grosso em Defesa das Mulheres, o Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, entre outras ações”, finalizou coronel Susane.

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Polícia Federal registra 86 ocorrências de crimes eleitorais e abre 13 inquéritos no 2º turno

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Violação do sigilo do voto liderou os casos no país; apreensões da corporação em ações contra crimes eleitorais chegam a R$ 52 milhões em 2026

A Polícia Federal divulgou nesta segunda-feira (26) que 86 casos relacionados a possíveis crimes eleitorais foram registrados no segundo turno das eleições.

Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência. Além disso, seis situações de flagrante permaneciam em análise.

Entre os principais registros, estão 38 casos de possíveis violações ou tentativas de violações dos sigilos dos votos, 24 de propaganda eleitoral irregular, oito de desordem nos trabalhos eleitorais e seis de desobediência eleitoral. Foram registradas ainda ocorrências envolvendo danos a urnas eletrônicas e suspeitas de votação em nome de terceiros.

Os casos foram registrados em 21 unidades da federação: Paraíba (11), Minas Gerais (9), Sergipe (8), Bahia (5), Pernambuco (5), Rio de Janeiro (5), Alagoas (4), Espírito Santo (4), Mato Grosso (4), Acre (3), Distrito Federal (3), Piauí (3), Paraná (3), São Paulo (3), Ceará (2), Maranhão (2), Mato Grosso do Sul (2), Pará (2), Rio Grande do Norte (2), Rondônia (2) e Santa Catarina (1).

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Durante o segundo turno, foram apreendidos, em contagem preliminar, R$ 41.420 em bens e valores, incluindo R$ 4.157 em dinheiro. Entre os materiais apreendidos, estão aparelhos celulares, equipamentos de informática e de som.

Números de 2026

Até as 9h30 desta segunda-feira (26), a Polícia Federal havia instaurado 1.629 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026. Na mesma data, havia 2.483 inquéritos em andamento.

O valor total de bens e valores apreendidos em ações relacionadas a crimes eleitorais alcançou quase R$ 52 milhões, dos quais R$ 31 milhões correspondem a dinheiro em espécie.

Os dados também incluem investigações relacionadas à violência política contra a mulher, prevista no art. 326-B do Código Eleitoral. Ao longo do ano, há 104 inquéritos em andamento.

Os números são dinâmicos e podem sofrer alterações em razão de novas ocorrências, investigações e atualizações dos sistemas da instituição.

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Polícia Civil identifica dois suspeitos de duplo homicídio e duas tentativas em Porto Esperidião

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Investigação descarta motivação política e aponta briga banal por consumo de álcool; atiradores estão foragidos

A Polícia Civil investiga os homicídios e as tentativas de homicídio ocorridos na noite de sábado (24.10), nas imediações de estabelecimentos comerciais, no município de Porto Esperidião. Dois suspeitos foram identificados e estão sendo procurados.

Desde o registro da ocorrência, por volta das 22h, policiais civis da Delegacia de Porto Esperidião realizaram diligências para esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar os suspeitos. A investigação reuniu imagens de câmeras de segurança, depoimentos de cinco testemunhas, entre elas uma das vítimas, relatórios policiais e perícias requisitadas.

A confusão começou após uma discussão que evoluiu para agressões e disparos de arma de fogo. A equipe de investigação da Delegacia de Porto Esperidião descarta a relação entre o crime e as eleições ou disputas políticas. Embora o fato tenha ocorrido após uma carreata, a apuração aponta como contexto uma briga de motivação banal, associada ao consumo excessivo de bebida alcoólica e a possíveis desavenças anteriores entre pessoas que já se conheciam.

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O tiroteio deixou dois homens mortos e duas pessoas feridas. Uma das vítimas feridas foi atingida no tórax, e o projétil permaneceu alojado. Conforme as informações fornecidas à investigação, ela recebeu alta no domingo (25), pois a retirada do projétil oferecia risco à vida.

Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil identificou dois suspeitos apontados como autores dos disparos. Ambos estão foragidos e são procurados. Segundo a investigação, cada um deverá responder por homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado. A definição final das responsabilidades caberá ao Poder Judiciário, após a análise do inquérito e das provas.

O delegado titular da Delegacia de Porto Esperidião, Cleber Emanuel Neves,  destacou o trabalho das equipes policiais: “Desde a data do fato, os policiais civis empreenderam diligências incansáveis na busca de elementos que chegassem à autoria dos crimes praticados, demonstrando a qualidade da atividade investigativa prestada pela Polícia Civil de Mato Grosso. A investigação conseguiu esclarecer os crimes e apontar a autoria, com efetividade, e será encaminhada ao Poder Judiciário para a responsabilização dos envolvidos.”

A Polícia Civil mantém as buscas pelos suspeitos e dará continuidade aos procedimentos necessários para a conclusão do inquérito.

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Mercado imobiliário movimenta R$ 1,8 bilhão no terceiro trimestre em Cuiabá

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O mercado imobiliário de Cuiabá movimentou R$ 1,834 bilhão no terceiro trimestre de 2026, estabelecendo um novo recorde para o período. Ao todo, foram comercializados 3.472 imóveis na capital mato-grossense, com crescimento de 25,5% no valor das transações em relação ao mesmo trimestre de 2025.

Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT), em parceria com a Secretaria Municipal de Fazenda de Cuiabá e com apoio da Fecomércio-MT.

Apesar do crescimento financeiro, o número de imóveis comercializados apresentou retração de 8,63% em relação ao terceiro trimestre de 2025, quando foram vendidas 3.800 unidades. Em contrapartida, o ticket médio por imóvel negociado avançou 37,35%, passando de R$ 384.684,00 para R$ 528.378,00 no período.

O responsável técnico pela pesquisa e vice-presidente do Secovi-MT, Guido Grando Junior, explicou que o perfil de compra dos imóveis tem passado por mudanças, com maior participação de unidades de médio e alto padrão nas negociações.

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“O ano de 2025 fechou com faturamento recorde e forte concentração em habitações populares. Já os dados desse terceiro trimestre de 2026 confirmam a migração da demanda para imóveis de médio e alto padrão e produtos de maior valor agregado, elevando a receita global do setor mesmo com menor número de escrituras.”

Já o presidente do Secovi-MT e vice-presidente da Fecomércio-MT, Marco Pessoz, destacou a influência do agronegócio e das atividades econômicas ligadas ao setor na aquisição de imóveis como forma de ampliação patrimonial.

“A forte atuação do setor agropecuário no estado e atividades econômicas ancoradas em setores do comércio e de serviços que atendem à cadeia do agronegócio tem levado investidores a ampliarem seus patrimônios em imóveis, principalmente, na capital do estado”, disse Pessoz.

Entre as regiões com maior movimentação imobiliária na capital, a Leste e a Oeste concentraram quase 65% do valor total negociado, somando R$ 1,19 bilhão em transações. Juntas, as duas regiões contabilizaram 2.115 imóveis comercializados. A Região Leste liderou em valor movimentado, com R$ 596,05 milhões, enquanto a Oeste registrou o maior número de unidades vendidas, com 1.200 imóveis.

Já a Região Sul apresentou o maior crescimento percentual do ticket médio, que avançou 65,64% em um ano, passando de R$ 253,85 mil para R$ 420,48 mil. A Região Norte, por sua vez, destacou-se pelas negociações de imóveis de alto padrão, especialmente no condomínio Florais dos Lagos, onde o valor médio das unidades comercializadas chegou a R$ 3,65 milhões.

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Ao avaliar o cenário imobiliário, Marco Pessoz também ressaltou a importância econômica de Cuiabá e de Mato Grosso, relacionando o desempenho local aos indicadores nacionais do setor.

“No âmbito nacional, dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam alta de 5,4% nas vendas de imóveis no primeiro semestre de 2026 e expansão de 13,1% na oferta de imóveis disponíveis no Centro-Oeste do país na comparação anual.”

Realizado desde 2015 pelo Secovi-MT, em parceria com a Secretaria Municipal de Fazenda de Cuiabá e com apoio da Fecomércio-MT – entidade filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) –, o levantamento utiliza informações do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) para acompanhar o desempenho do mercado imobiliário da capital.

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