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5 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Aprosoja MT fortalece ações de prevenção e combate aos incêndios aos produtores rurais

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Com orientação técnica e investimentos em prevenção dentro das fazendas, produtores reforçam o compromisso com a preservação ambiental e o combate aos incêndios no campo

Com a chegada do período de estiagem em Mato Grosso e o aumento do risco de incêndios florestais, produtores rurais de diferentes regiões do estado reforçam ações preventivas dentro das propriedades e destacam o compromisso do setor com a preservação ambiental e o combate às queimadas. Em meio aos desafios enfrentados durante os meses mais secos do ano, agricultores têm investido em estrutura, treinamento de equipes e atuação conjunta entre propriedades vizinhas para impedir que o fogo cause prejuízos ambientais e econômicos.Em Mato Grosso, estado que reúne os biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, o cenário climático exige atenção redobrada durante o período seco. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que o estado registra elevados índices de focos de calor anualmente, reforçando a necessidade de ações preventivas permanentes. Nesse contexto, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) tem intensificado o trabalho de orientação e conscientização junto aos produtores rurais, incentivando medidas de prevenção e fortalecendo iniciativas regionais de combate aos incêndios.

Vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade da entidade, Nathan Belusso, explica que o produtor rural é um dos maiores interessados na preservação das áreas produtivas e ambientais, já que o fogo representa prejuízos diretos ao solo, às lavouras, às estruturas das propriedades e aos recursos naturais. “O produtor rural tende a proteger as suas florestas, as suas plantações e toda a sua área produtiva, afinal de contas, aquele é o seu ganha-pão e o fogo destrói tudo. O produtor depende da terra para produzir e preservar a qualidade do solo é fundamental para garantir produtividade e sustentabilidade”, destacou.

Segundo Nathan, além das perdas ambientais, os incêndios podem comprometer áreas agrícolas inteiras, atingir maquinários, cercas, pastagens e reduzir a fertilidade do solo. “Quando uma área agrícola é atingida pelo fogo, há perda de matéria orgânica e de fertilizantes já aplicados. Muitas vezes o produtor leva anos para recuperar a qualidade daquela área novamente”, explicou.

Ele também ressalta que os produtores rurais costumam ser os primeiros a atuar no combate aos incêndios, especialmente em regiões mais distantes dos centros urbanos. “O produtor faz o primeiro combate e atua como uma importante linha de defesa contra os incêndios. Muitas vezes é essa ação rápida que impede que o fogo tome grandes proporções”, afirmou.

Para fortalecer esse trabalho, a Aprosoja MT tem incentivado a formação de grupos regionais de apoio entre produtores vizinhos, além de treinamentos e orientações técnicas voltadas à prevenção e ao combate inicial às chamas. “Quando ocorre um incêndio, os produtores da região se mobilizam com caminhões-pipa, tanques de água, grades e maquinários para auxiliar no combate. Esse trabalho conjunto é muito importante para evitar que o fogo avance para outras áreas”, ressaltou Nathan.

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Na prática, produtores rurais de diferentes regiões do estado relatam que a prevenção tem feito parte da rotina dentro das propriedades. Associado do núcleo de Primavera do Leste, Júlio César Bravin afirma que mantém uma série de medidas preventivas durante as operações agrícolas, especialmente no período de colheita. “Durante a colheita, todas as propriedades contam com caminhão-pipa acompanhando as máquinas, além de equipamentos de apoio e monitoramento constante. Caso aconteça algum foco de incêndio, conseguimos controlar rapidamente”, relatou.

Bravin também destaca que mantém cuidados específicos em áreas próximas às redes de alta tensão e reforça que preservar o meio ambiente faz parte da responsabilidade do produtor rural. “Essas ações reforçam o compromisso do produtor com a preservação da fauna, da flora, do solo e das nascentes”, afirmou.

Também em Primavera do Leste, o produtor Amauri Segatto relata que intensificou os investimentos em prevenção após enfrentar incêndios em anos anteriores. Hoje, a propriedade conta com brigada interna treinada, tanques de água e monitoramento constante das áreas de risco. “A gente trabalha continuamente na prevenção e no combate rápido aos focos de incêndio para proteger tanto as áreas produtivas quanto as áreas de vegetação”, destacou.

Em Nova Mutum, o associado Jairo Carneiro explica que mantém equipes e estruturas de prontidão durante o período mais crítico da estiagem. Segundo ele, entre as principais medidas adotadas estão a construção de aceiros, manutenção de comboios de combate e equipes preparadas para atuação imediata. “Todo ano fazemos aceiros na propriedade e também internos para prevenir a dispersão do fogo. Mantemos equipes de prontidão justamente para agir rapidamente caso necessário”, explicou.

Já em Rondonópolis, o produtor Jorge Augusto Salles reforça que o cuidado com o solo é uma prioridade para quem vive da produção rural. “O maior ativo do produtor é o solo. É nele que está todo o investimento, dedicação e trabalho desenvolvido ao longo dos anos”, afirmou. Ele destaca ainda que práticas como a manutenção da palhada de cobertura são fundamentais para garantir produtividade, conservação da umidade e sustentabilidade no campo. Além das ações individuais dentro das propriedades, Jorge ressalta que a união entre produtores vizinhos também tem sido essencial para fortalecer o combate aos incêndios nas regiões produtoras.

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Com ações preventivas, investimentos em estrutura e mobilização conjunta entre produtores, o setor produtivo mato-grossense reforça o compromisso com a preservação ambiental e com a construção de uma produção cada vez mais sustentável. Em um estado marcado pela força do agronegócio e pela riqueza ambiental, produtores rurais seguem atuando diariamente para proteger o campo, o solo e os recursos naturais que garantem a produção de alimentos e o desenvolvimento de Mato Grosso.

Raiane Florentino

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MT registra menor número de focos de calor em setembro em 28 anos

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Mato Grosso registrou, em setembro de 2026, o menor número de focos de calor para o mês desde o início da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 1998. Ao todo, foram registrados 1.964 focos de calor em setembro deste ano, redução de 82,6%, em comparação com a média histórica para o mês, que é de 13.206.

Também foi registrada redução de 14,38% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram contabilizadas 2.294 ocorrências. Os dados são do Banco de Dados de Queimadas (BDQueimadas), do Inpe, que monitora os focos de calor por meio de imagens de satélite.

Segundo o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Heitor Alves de Souza, o trabalho de prevenção, monitoramento e resposta rápida das equipes contribuiu para o resultado registrado em setembro, mesmo diante das condições climáticas associadas aos efeitos do El Niño, que apontavam para um cenário de seca mais intensa e temperaturas elevadas.

“É um resultado muito importante para Mato Grosso, especialmente porque setembro é historicamente um dos meses mais críticos. A redução mostra que o trabalho preventivo, o monitoramento e a preparação das equipes são fundamentais para reduzir os impactos dos incêndios. Mesmo com esse cenário positivo, continuamos com nosso trabalho. O período de estiagem ainda exige atenção, e a prevenção continua sendo essencial”, destacou.

Neste ano, Mato Grosso mantém o reforço das ações de fiscalização e combate aos incêndios florestais e ao desmatamento ilegal, com investimento de R$ 134 milhões. Os recursos são aplicados em estratégias de proteção ambiental, ampliação da estrutura operacional e medidas preventivas.

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As ações mobilizam diariamente bombeiros militares e brigadistas estaduais, com apoio de brigadistas municipais. As equipes atuam em diferentes regiões do Estado com o suporte de viaturas, máquinas e estrutura aérea. Entre os equipamentos empregados estão seis aeronaves do Grupamento de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM) e da Defesa Civil, além de um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e do veículo anfíbio SHERP.

Também fazem parte das ações de prevenção a construção e a manutenção de aceiros em áreas estratégicas. Todas essas medidas  ajudam a reduzir a propagação das chamas, amplia a capacidade de resposta das equipes e contribui para o controle dos incêndios florestais.

 

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Mercado de madeira tratada deve crescer 6,7% ao ano até 2030 segundo pesquisa

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O mercado mundial de madeira tratada deve crescer, em média, 6,7% ao ano até 2030, segundo projeção da Grand View Research divulgada pela Associação Brasileira de Preservadores de Madeira (ABPM). A construção concentra a maior parcela da demanda global e está entre as principais frentes de uso do material.

Avaliado em aproximadamente US$5,9 bilhões em 2023, o mercado encontra no Brasil um potencial estimado de comercialização de 2,4 milhões de metros cúbicos de madeira tratada por ano provenientes de áreas de reflorestamento, segundo a ABPM. A estimativa brasileira foi divulgada em 2020 e indica o potencial calculado pela entidade, não o volume atualmente vendido no país.

Postes, cruzetas, dormentes e cercas estão entre as aplicações tradicionais da madeira tratada no Brasil. Na construção, o material também pode ser empregado em fachadas, decks, estruturas e sistemas industrializados, usos que submetem a madeira a condições bastante diferentes de exposição.

Dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) indicam que determinados sistemas construtivos com madeira de árvores cultivadas podem reduzir em até 50% o tempo de execução em relação a métodos tradicionais. O desperdício de materiais pode ser de 20% a 30% menor.

As exigências técnicas mudam conforme o uso. Uma peça instalada sob cobertura não enfrenta as mesmas condições de uma fachada ou de um deck expostos diariamente ao sol, à chuva e à umidade. Espécie, projeto, instalação e exposição a fungos e insetos também interferem na conservação.

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Elaine Guedes, diretora comercial da Montana Química, explica que o local de instalação é uma das primeiras variáveis a serem consideradas na especificação.

“Duas peças da mesma espécie podem ter comportamentos diferentes se uma estiver protegida e a outra receber sol e chuva diariamente. Antes de definir a proteção, precisamos saber onde a madeira será usada, qual será o nível de exposição e quais condições ela enfrentará ao longo do tempo, afirma.

Durabilidade começa antes do acabamento
A vida útil da madeira não depende apenas do acabamento escolhido. O próprio projeto pode reduzir ou aumentar a exposição à água. Pontos que dificultam o escoamento, por exemplo, favorecem a permanência de umidade sobre a peça e podem comprometer seu desempenho.

Em áreas externas, radiação ultravioleta, chuva e oscilações de umidade provocam alterações naturais na madeira e desgastam os acabamentos. A necessidade de manutenção, portanto, varia conforme a exposição e o estado da superfície.
“Quando aparece um problema no acabamento, nem sempre ele começou ali. Água acumulada, umidade persistente ou algum detalhe construtivo podem estar por trás do desgaste. Por isso, olhar apenas para o produto aplicado é insuficiente para avaliar o que aconteceu”, diz Elaine.

Tratamento industrial e acabamento não são a mesma coisa
Tratamento industrial e acabamento superficial também cumprem funções diferentes.

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No primeiro, preservativos são introduzidos na madeira por processos específicos, como os realizados em autoclave, para aumentar a resistência a determinados agentes deterioradores. A atividade é regulamentada no Brasil.

Stains e vernizes são aplicados à superfície e têm indicações que variam de acordo com o ambiente e a exposição. Por isso, uma madeira submetida a tratamento industrial pode continuar precisando de acabamento adequado à aplicação.

“Há uma diferença de função. O tratamento industrial atende a determinadas necessidades de preservação da madeira, enquanto o acabamento atua na superfície. Em alguns usos, os dois processos são necessários e cumprem papéis distintos”, explica a executiva.

Com a construção concentrando a maior parcela da demanda mundial e o mercado global projetado para crescer 6,7% ao ano até 2030, fachadas, decks, estruturas e sistemas construtivos colocam a madeira em condições de uso bastante distintas. A expansão dessas aplicações traz para o centro da discussão questões como exposição, durabilidade e manutenção do material.

Sobre a Montana QuímicaSomos uma indústria química especialista na formulação de produtos de alta performance para a construção civil. Autoridade no mercado, possuímos uma linha completa de produtos para o tratamento, proteção, preservação e acabamento de madeiras, além de outros substratos como pedra, tecido, alvenaria, preservativos industriais para madeira e produtos de alta performance para indústria moveleira.

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Com sede em São Paulo, filial em Porto Alegre e revendas em todo o Brasil, em 2014 lançou a marca Monsa para atender o mercado internacional. Atualmente, a Montana já conta com unidades de negócios em diversos países sul-americanos e com uma filial em Medellín, na Colômbia, instalada em 2017 e outra no Uruguai, instalada em 2019.

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Agro Mato Grosso

Valtra lança sexta geração da Série T com até 245 cv

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Tratores recebem motor CORE75, novas transmissões, SmartTouch Gen2 e conectividade FarmENGAGE

A Valtra apresentou a sexta geração da Série T, com potência de 170 cv a 245 cv, novo motor AGCO Power CORE75, duas opções de transmissão e atualização dos sistemas de operação, automação e agricultura digital. A fabricante direciona os tratores a produtores profissionais e prestadores de serviços.

A nova geração adota uma plataforma desenvolvida para integrar trator, implementos e gerenciamento da propriedade. A linha também recebe o sistema SmartTouch Gen2 e preparação de fábrica para a plataforma PTx FarmENGAGE.

Motor CORE75

O motor AGCO Power CORE75 utiliza seis cilindros e 7,5 litros de cilindrada. No modelo T236, entrega até 245 cv e torque máximo de 1.184 newton-metros.

O conjunto trabalha com o Smart Power Management. O sistema ajusta o comportamento do motor e da transmissão conforme a operação e a preferência selecionada pelo operador. A estratégia busca combinar capacidade de tração e consumo de combustível.

Segundo testes de laboratório da AGCO Power, o CORE75 apresentou redução de até 5% no consumo específico de combustível no ponto de melhor eficiência frente ao motor AGCO Power 74HD da geração anterior. A empresa prevê concluir testes independentes de validação até o final de 2026.

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O operador pode selecionar os modos Eco, Normal ou Power. O motor também trabalha com uma faixa ampla de torque em baixas rotações. Segundo a fabricante, essa característica auxilia na manutenção do desempenho durante mudanças de carga.

Duas opções de transmissão

A sexta geração oferece duas alternativas de transmissão. Uma delas utiliza a transmissão continuamente variável AGCO ML 180. A segunda emprega uma nova transmissão powershift de dez etapas.

As configurações permitem velocidades de transporte de 40, 50 ou 57 quilômetros por hora, conforme a especificação e as regras locais de trânsito.

A plataforma utiliza distância entre eixos de 2.950 milímetros, vão livre do solo de até 575 milímetros e raio de giro de 4,9 metros. O sistema hidráulico fornece vazão de até 200 litros por minuto. O peso bruto máximo permitido alcança 14 mil quilogramas.

SmartTouch Gen2

A nova Série T incorpora o SmartTouch Gen2. A interface utiliza tela sensível ao toque de 12 polegadas e oferece capacidade de processamento dez vezes superior à geração anterior, segundo a Valtra.

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O sistema apresenta tempo de inicialização de 22 segundos. O operador pode configurar telas de trabalho com até 16 quadrantes e criar perfis específicos para operadores, tarefas e implementos.

O SmartTouch Gen2 oferece até 12 botões configuráveis. A interface integra recursos de orientação, ISOBUS e gerenciamento de implementos. Uma função de ajuda apresenta informações adicionais e códigos QR para consulta.

A fabricante também disponibiliza o novo apoio de braço Active Gen2. A solução utiliza comandos dedicados e funções configuráveis. SmartTouch Gen2 e Active Gen2 sincronizam as informações com a tela instalada na coluna A da cabine.

Ajustes durante operações

A sexta geração incorpora recursos de automação voltados ao controle do trator e dos implementos. A lista inclui Tractor Implement Management, Ground Speed Hydraulics e Front Linkage Control.

O Ground Speed Hydraulics vincula funções hidráulicas à velocidade de deslocamento. Outros recursos permitem programar controles e administrar implementos. A estratégia busca reduzir ajustes repetitivos durante as operações.

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A linha também mantém o programa Valtra Unlimited, destinado à personalização de fábrica. A fabricante prevê configurações para agricultura, pecuária, prestação de serviços, atividades florestais e aplicações municipais.

Máquinas conectadas

Os tratores saem de fábrica preparados para o PTx FarmENGAGE. A plataforma permite administrar dados das máquinas, planejamento e comunicação entre escritório e campo.

O sistema permite transferir tarefas, documentação e informações agronômicas. A Valtra também prevê uso do FarmENGAGE em frotas formadas por equipamentos de diferentes fabricantes.

Segundo Johan Grotell, gerente de marketing de produto da Valtra EME, a integração entre máquina, implemento, gestão e dados amplia o uso das tecnologias embarcadas em diferentes operações.

Matti Tiitinen, vice-presidente de vendas e marketing da Valtra EME, afirma que a nova geração buscou atender demandas apresentadas por agricultores e prestadores de serviços. Entre os pontos citados aparecem desempenho, custos operacionais, conectividade, personalização e facilidade de operação.

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