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5 de outubro de 2026

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Sema-MT abre inscrições de artigos científicos para a Semana de Recursos Hídricos

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Pesquisadores e especialistas têm até o dia 7 de julho para submeter trabalhos focados na segurança de barragens e gestão hídrica

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) abriu, nesta segunda-feira (18.5), o prazo para inscrição de artigos científicos para apresentação na Semana de Recursos Hídricos, que será realizada em Cuiabá nos dias 09 a 13 de novembro. Interessados terão até o dia 07 de julho para inscrever os seus trabalhos.

O evento deve reunir especialistas, gestores públicos, pesquisadores, estudantes e profissionais da área, com o objetivo de promover debates sobre à gestão das águas e segurança de barragens de Mato Grosso.

Todas as informações referentes às normas de submissão dos artigos, áreas temáticas, cronograma e regulamento estão disponíveis pelo link: https://drive.google.com/file/d/1OatU-kqof0JMOZgIScGM86ALbA6QLUQy/view.

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A abertura geral para participantes na Semana de Recursos Hídricos ocorrerá no dia 14 de setembro, por meio do site oficial do encontro e contemplará as seguintes categorias: Empreendedores; Responsáveis Técnicos; Estudantes; Representantes de Comitês de Bacia Hidrográfica; Servidores Públicos e Público Geral.

A programação será composta por dois importantes eventos, o 12º Seminário Estadual de Recursos Hídricos e o 4º Simpósio Estadual sobre Segurança de Barragens – MT.

Para mais informações acesse o site: https://www.even3.com.br/semana-de-recursos-hidricos-2026-708467?utm_source=chatgpt.com .

Com Assessoria 

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PL elege 19 senadores e garantirá a maior bancada do Senado a partir de 2027

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As eleições de 2026 definiram os 54 senadores que ocuparão as vagas em disputa no Senado Federal a partir de 2027. Entre os partidos, o PL foi o que mais elegeu representantes, com 19 cadeiras.

  • MDB e PT aparecem na sequência, com sete e seis eleitos, respectivamente;
  • PP, PSB, União Brasil e Novo tiveram três senadores eleitos;
  • Republicanos, PSD, PSDB e Podemos conquistaram duas vagas cada;
  • Rede e PDT elegeram um representante.

>> Saiba quem foram os 54 senadores eleitos em 2026

Desempenho por estado

O PL conquistou as duas vagas ao Senado em disputa no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina.

Além dessas unidades da Federação, o partido também elegeu senadores no Acre, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Tocantins.

O MDB elegeu senadores no Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins.

O PT conquistou os dois assentos da Bahia, além de um em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

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Renovação

Neste ano, os eleitores escolheram 54 dos 81 integrantes do Senado Federal, o equivalente a dois terços da composição da Casa.

Cada estado e o Distrito Federal elegeram dois representantes para mandatos de oito anos. Os outros 27 senadores, eleitos em 2022, seguem em mandato até 2031.

A eleição para o Senado é majoritária. São eleitos os dois candidatos mais votados em cada estado, sem aplicação de quociente eleitoral e sem segundo turno.

Composição da Casa

Com a eleição de 54 novos integrantes, o Senado passa a ter uma nova composição.

Considerando os parlamentares eleitos neste ano e os 27 senadores que permanecem em mandato, o PL passará a ter a maior bancada da Casa, com 28 integrantes.

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O PT terá nove senadores em exercício, enquanto o MDB contará com oito parlamentares.

PP e Republicanos ficarão com seis cadeiras cada. PSD e União Brasil terão cinco integrantes, enquanto o PSB ficará com quatro cadeiras.

Entre os mandatos que seguem em curso está o de Wellington Dias, eleito em 2022 pelo PT no Piauí e atualmente licenciado para comandar o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

A vaga está ocupada pela suplente Jussara Lima (PSD). Com eventual retorno de Wellington Dias ao Senado, o PT voltaria a somar dez cadeiras na Casa.

Atribuições

Ao lado da Câmara dos Deputados, o Senado compõe o Poder Legislativo federal. A Casa representa os estados e o Distrito Federal, enquanto a Câmara representa a população. Cada unidade da Federação possui três senadores, independentemente do número de habitantes.

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Além de elaborar leis e fiscalizar as ações do Executivo, o Senado exerce competências exclusivas previstas na Constituição, como aprovar autoridades indicadas para determinados cargos públicos e analisar matérias de interesse da Federação.

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Famílias com tradição na política de Mato Grosso são derrotadas e ficam sem mandato em 2027

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Lista inclui Janaína e Jéssica Riva, Jayme e Júlio Campos, Emanuelzinho Pinheiro, além de candidatos com histórico de derrota em disputas eleitorais

A eleição deste domingo (4) encerrou ciclos de algumas das famílias com longa trajetória na política de Mato Grosso. A partir de 2027, grupos que durante décadas mantiveram representantes em cargos eletivos ficarão, em alguns casos, sem integrantes ocupando mandatos.

Na família Riva, a deputada estadual Janaína Riva (MDB) não conseguiu se eleger para o Senado, enquanto sua irmã, Jéssica Riva (MDB), não conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Com os resultados, a família encerra uma trajetória política iniciada no fim da década de 1990 com José Riva, que exerceu diversos mandatos e presidiu a Assembleia Legislativa de Mato Grosso por várias vezes.

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Emanuel Pinheiro também perde espaço

Outro grupo político que ficará sem representação na Câmara Federal é o ligado ao ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD).

Seu filho, o deputado federal Emanuelzinho (PSD), não conseguiu renovar o mandato para a Câmara dos Deputados. Emanuel Pinheiro iniciou sua trajetória política na virada do século XX para o século XXI e também exerceu mandatos de deputado estadual e vereador.

Família Campos deixa de ter mandato

Na família Campos, o senador Jayme Campos (União Brasil) decidiu não disputar a reeleição. Seu irmão, o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), também não conseguiu renovar o mandato.

Júlio havia retornado à política em 2022, depois de um período afastado da vida pública. Na eleição deste ano, recebeu 18.571 votos, equivalentes a 0,96%, número insuficiente para garantir sua permanência na Assembleia Legislativa.

Com a saída dos dois, a família Campos ficará sem representação por meio de mandato eletivo após décadas de participação na política mato-grossense. Jayme e Júlio Campos já exerceram o cargo de governador de Mato Grosso na década de 1990.

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Botelho também fica fora

O ex-presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (MDB) foi outro nome tradicional da política estadual que não conseguiu renovar o mandato.

Botelho foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2014 e, desde então, consolidou sua trajetória no Legislativo mato-grossense. Ele chegou a presidir a Assembleia Legislativa, mas não conseguiu retornar à Casa na eleição deste ano.

Novas derrotas para nomes conhecidos

Além das famílias tradicionais, outros políticos com histórico de candidaturas também terminaram a eleição sem mandato.

O procurador Mauro (PSD), que já disputou a Prefeitura de Cuiabá e o Governo de Mato Grosso, tentou novamente chegar a um cargo eletivo, desta vez como candidato a deputado federal. Ele, porém, não obteve votos suficientes para conquistar uma cadeira na Câmara.

O ex-governador Pedro Taques (PSB) também tentou retornar à vida pública. Após a derrota na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2018, ele concorreu ao Senado neste ano, mas terminou na quinta colocação, com 224.621 votos.

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Outro nome que não conseguiu transformar desempenho em pesquisas em resultado eleitoral foi Irajá Lacerda (PSD). Ex-secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ele chegou a aparecer entre os primeiros colocados em levantamentos de intenção de voto para deputado federal, mas não alcançou votação suficiente para ser eleito.

O resultado das urnas, assim, modifica o mapa político de Mato Grosso e deixa sem mandato, a partir de 2027, nomes e famílias que estiveram presentes na vida pública do Estado durante diferentes períodos.

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TSE atuará para reduzir abstenção no 2º turno após 1º turno registrar 33,4 milhões de faltosos

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Presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, aponta aperfeiçoamento de campanhas; índice de 21,08% é o maior desde 1998

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que pretende trabalhar para diminuir a abstenção de eleitores no segundo turno. 

De acordo com os dados do sistema de totalização de votos do TSE, o primeiro turno registrou abstenção de 21,08%, percentual equivalente a 33,4 milhões de eleitores.

“Não é o ideal uma abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para que a gente consiga diminuir esse percentual no segundo turno”, afirmou.

O primeiro turno também registrou 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de nulos.

O comparecimento de eleitores foi de 125 milhões. O eleitorado apto a votar foi de 158,7 milhões.

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Marca histórica

A abstenção registrada no primeiro turno é considerada a maior desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%.

Nas eleições presidenciais de 2022, o número de eleitores faltosos foi de 20,95% na primeira etapa do pleito.

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