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Politec-MT libera pagamento via PIX para emissão de RG e certidões criminais

Nova modalidade garante compensação imediata de taxas e reduz o tempo de permanência do cidadão nos postos de identificação
A Pericia Oficial e Identificação Técnica (Politec) passou a disponibilizar o pagamento via PIX para emissão de documentos e certidões, trazendo mais agilidade e comodidade para a população mato-grossense. A novidade já está disponível tanto para serviços da área de identificação civil quanto criminal.
Com a nova modalidade, o cidadão que precisar emitir segunda via da Carteira de Identidade Nacional (CIN) ou solicitar certidões poderá realizar o pagamento da taxa instantaneamente, sem precisar aguardar o prazo de compensação bancária do boleto tradicional.
Para o diretor-geral da Politec-MT, Jaime Trevizan, a nova funcionalidade integra o processo de modernização dos serviços oferecidos pela instituição.
“Essa implementação representa mais um avanço no processo de modernização dos serviços oferecidos pela Politec à população. A disponibilização do pagamento via PIX garante mais rapidez, praticidade e eficiência no atendimento, reduzindo o tempo de espera do cidadão e tornando o acesso aos serviços de identificação ainda mais ágil. Nosso objetivo é investir continuamente em soluções que melhorem a experiência do cidadão e fortaleçam a qualidade do serviço público prestado pela instituição”, destacou.
A primeira via da Carteira de Identidade Nacional continua sendo gratuita. A cobrança de taxa ocorre apenas nos casos de emissão de segunda via em cédula física ou para cidadãos que optarem pela versão em cartão do documento. Nessas situações, o pagamento agora poderá ser realizado também via PIX, permitindo compensação imediata e maior agilidade no atendimento.
De acordo com o gerente de Identificação Civil da Politec, Elthon Teixeira, a implementação do PIX surgiu para solucionar uma demanda recorrente enfrentada nos postos de atendimento.
“Antes, quando o pagamento era realizado apenas por boleto ou código de barras, a compensação podia demorar entre 30 minutos e até duas horas ou mais para aparecer no sistema. Muitas vezes o requerente precisava aguardar no posto até que o pagamento fosse confirmado. Com o PIX, essa compensação é imediata”, explicou.
Segundo o gerente, a mudança proporciona mais eficiência no atendimento e reduz o tempo de permanência do cidadão nas unidades da Politec.
“O PIX vem para trazer mais agilidade na prestação do serviço. Assim que o pagamento é realizado, ele já aparece instantaneamente no sistema e o requerente já consegue imediatamente solicitar o documento”, destacou Elthon.
Apesar da novidade, o pagamento via boleto continuará disponível para os cidadãos que preferirem essa modalidade. No entanto, nesses casos, o prazo de compensação bancária permanece variável, podendo levar de 30 minutos a algumas horas para ser reconhecido no sistema.
Com Assessoria
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Famílias com tradição na política de Mato Grosso são derrotadas e ficam sem mandato em 2027

Lista inclui Janaína e Jéssica Riva, Jayme e Júlio Campos, Emanuelzinho Pinheiro, além de candidatos com histórico de derrota em disputas eleitorais
A eleição deste domingo (4) encerrou ciclos de algumas das famílias com longa trajetória na política de Mato Grosso. A partir de 2027, grupos que durante décadas mantiveram representantes em cargos eletivos ficarão, em alguns casos, sem integrantes ocupando mandatos.
Na família Riva, a deputada estadual Janaína Riva (MDB) não conseguiu se eleger para o Senado, enquanto sua irmã, Jéssica Riva (MDB), não conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Com os resultados, a família encerra uma trajetória política iniciada no fim da década de 1990 com José Riva, que exerceu diversos mandatos e presidiu a Assembleia Legislativa de Mato Grosso por várias vezes.
Emanuel Pinheiro também perde espaço
Outro grupo político que ficará sem representação na Câmara Federal é o ligado ao ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD).
Seu filho, o deputado federal Emanuelzinho (PSD), não conseguiu renovar o mandato para a Câmara dos Deputados. Emanuel Pinheiro iniciou sua trajetória política na virada do século XX para o século XXI e também exerceu mandatos de deputado estadual e vereador.
Família Campos deixa de ter mandato
Na família Campos, o senador Jayme Campos (União Brasil) decidiu não disputar a reeleição. Seu irmão, o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), também não conseguiu renovar o mandato.
Júlio havia retornado à política em 2022, depois de um período afastado da vida pública. Na eleição deste ano, recebeu 18.571 votos, equivalentes a 0,96%, número insuficiente para garantir sua permanência na Assembleia Legislativa.
Com a saída dos dois, a família Campos ficará sem representação por meio de mandato eletivo após décadas de participação na política mato-grossense. Jayme e Júlio Campos já exerceram o cargo de governador de Mato Grosso na década de 1990.
Botelho também fica fora
O ex-presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (MDB) foi outro nome tradicional da política estadual que não conseguiu renovar o mandato.
Botelho foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2014 e, desde então, consolidou sua trajetória no Legislativo mato-grossense. Ele chegou a presidir a Assembleia Legislativa, mas não conseguiu retornar à Casa na eleição deste ano.
Novas derrotas para nomes conhecidos
Além das famílias tradicionais, outros políticos com histórico de candidaturas também terminaram a eleição sem mandato.
O procurador Mauro (PSD), que já disputou a Prefeitura de Cuiabá e o Governo de Mato Grosso, tentou novamente chegar a um cargo eletivo, desta vez como candidato a deputado federal. Ele, porém, não obteve votos suficientes para conquistar uma cadeira na Câmara.
O ex-governador Pedro Taques (PSB) também tentou retornar à vida pública. Após a derrota na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2018, ele concorreu ao Senado neste ano, mas terminou na quinta colocação, com 224.621 votos.
Outro nome que não conseguiu transformar desempenho em pesquisas em resultado eleitoral foi Irajá Lacerda (PSD). Ex-secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ele chegou a aparecer entre os primeiros colocados em levantamentos de intenção de voto para deputado federal, mas não alcançou votação suficiente para ser eleito.
O resultado das urnas, assim, modifica o mapa político de Mato Grosso e deixa sem mandato, a partir de 2027, nomes e famílias que estiveram presentes na vida pública do Estado durante diferentes períodos.
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TSE atuará para reduzir abstenção no 2º turno após 1º turno registrar 33,4 milhões de faltosos

Presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, aponta aperfeiçoamento de campanhas; índice de 21,08% é o maior desde 1998
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que pretende trabalhar para diminuir a abstenção de eleitores no segundo turno. 
De acordo com os dados do sistema de totalização de votos do TSE, o primeiro turno registrou abstenção de 21,08%, percentual equivalente a 33,4 milhões de eleitores.
“Não é o ideal uma abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para que a gente consiga diminuir esse percentual no segundo turno”, afirmou.
O primeiro turno também registrou 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de nulos.
O comparecimento de eleitores foi de 125 milhões. O eleitorado apto a votar foi de 158,7 milhões.
Marca histórica
A abstenção registrada no primeiro turno é considerada a maior desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%.
Nas eleições presidenciais de 2022, o número de eleitores faltosos foi de 20,95% na primeira etapa do pleito.
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Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo? Confira regras, prazos e multas

TSE confirma participação liberada no segundo turno de 25 de outubro para quem tem título regular; prazo para justificar ausência do 1º turno vai até 3 de dezembro
Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.
De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.
No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.
O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.
Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.
Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.
Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.
O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos.
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