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Presidente da Associação De Olho no Material Escolar participa de agenda inédita em escola de Cuiabá

Colégio Unicus e Toque de Mãe receberam Letícia Jacintho para diálogo com famílias de alunos
O Colégio Unicus e Toque de Mãe recebeu, nesta terça-feira (12), a presidente da Associação De Olho no Material Escolar, Letícia Jacintho, em um encontro com pais de alunos do ensino fundamental, em Cuiabá.
A agenda marcou o início de um novo ciclo de diálogo sobre o aprimoramento do material pedagógico da instituição e apresentou às famílias os primeiros detalhes da implantação do ensino médio.
A visita teve caráter inédito: a escola foi a única instituição de Mato Grosso a receber presencialmente a presidente da associação, reconhecida nacionalmente pela atuação em defesa da qualidade da educação, atualização dos materiais didáticos e fortalecimento das práticas pedagógicas.
Durante a conversa com os pais, Letícia apresentou o trabalho desenvolvido pela associação em diferentes regiões do país, os desafios da educação contemporânea e a importância de as escolas manterem um processo permanente de revisão pedagógica.
“Admiro a coragem da Márcia e da instituição em desenvolver o próprio material didático, porque isso é extremamente desafiador. Em todas as cidades que visitei, foi o primeiro material em que percebi, de forma muito clara, a preocupação em despertar no aluno o interesse genuíno pelo conhecimento e, principalmente, em mostrar como ele pode aplicar isso na prática”.
Outro diferencial destacado por Letícia foi a integração entre conteúdo pedagógico e inteligência artificial.
“Me chamou atenção a preocupação em orientar os alunos sobre como utilizar esse conhecimento também em ferramentas de inteligência artificial. Isso demonstra uma visão muito atual da educação e da preparação desses estudantes para o futuro”.
NOVIDADES
A agenda também inaugurou oficialmente as conversas sobre a chegada do ensino médio, com implementação prevista a partir de 2027. A instituição, que celebra 20 anos de legado, prepara ainda uma nova estrutura física dedicada exclusivamente a essa etapa de ensino, prevista para 2028.
As famílias conheceram o projeto do ensino médio internacional, que tornará o Colégio Unicus a única escola de Mato Grosso a oferecer formação integrada ao currículo norte-americano, em parceria com a Washington Academy, dos Estados Unidos. Com o programa, os estudantes cursarão simultaneamente o ensino médio brasileiro e o currículo internacional, recebendo ao final dois diplomas: brasileiro e americano. A proposta amplia as possibilidades de acesso a universidades globais.
O projeto prevê ainda o acompanhamento individual dos alunos desde o 9º ano por um “school counselor” — profissional especializado em orientar estudantes e famílias durante todo o processo de preparação acadêmica internacional. A proposta é construir, junto aos pais e alunos, um planejamento gradual para facilitar o acesso ao ensino superior.
A visita integrou uma agenda mais ampla de Letícia Jacintho pelo estado. Na sequência, a presidente participará do evento Mestres do Agro, em Sinop, voltado à formação de professores sobre agronegócio, sustentabilidade, inovação e os impactos do setor rural na educação.
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Antes de alterar processos, fluxogramas ajudam empresas a entender como a operação funciona

Representação visual de etapas, decisões e responsáveis permite identificar o percurso de uma atividade antes da implantação de mudanças na rotina
Antes de modificar um processo, é necessário conhecer o caminho que a atividade percorre. Em uma operação que envolve diferentes pessoas, sistemas e áreas, essa sequência pode incluir aprovações, registros, transferências de informações e pontos de decisão. O fluxograma organiza esses elementos visualmente e permite representar o funcionamento de uma rotina a partir das etapas que a compõem.
A ferramenta pode ser utilizada para documentar processos existentes, apoiar o treinamento de equipes e servir como referência para projetos de automação ou revisão operacional. Ao colocar as etapas em uma representação única, também fica mais simples observar a relação entre atividades que, no cotidiano, podem estar distribuídas entre diferentes setores.
Visualização mostra o caminho de uma atividade
Um fluxograma apresenta uma sequência de ações por meio de símbolos conectados. O formato utilizado pode variar conforme a finalidade, mas normalmente permite indicar início e fim, atividades, decisões e caminhos alternativos.
Em uma solicitação de compra, por exemplo, o desenho pode começar com o pedido feito por uma área. Depois, mostrar a conferência das informações, a necessidade de aprovação, o encaminhamento para compras e a etapa de pagamento. Caso exista alguma inconsistência, o fluxo pode indicar o retorno ao solicitante.
Esse tipo de representação ajuda a diferenciar o processo formalizado da percepção individual sobre como ele funciona. Uma tarefa que parece simples pode envolver diversas passagens entre pessoas e sistemas quando observada em detalhes.
Pontos de decisão ganham visibilidade
Um dos elementos que podem ser destacados em um fluxograma são os pontos de decisão. Neles, o processo segue caminhos diferentes conforme determinada condição seja atendida.
No cadastro de um fornecedor, por exemplo, uma informação ausente pode impedir o avanço da solicitação. O fluxo pode representar essa situação e indicar o retorno à etapa responsável pela correção. Em outro processo, uma aprovação pode ser necessária apenas quando o valor de uma operação ultrapassa determinado limite definido internamente.
Essa visualização permite localizar etapas que dependem de outras para continuar. Também facilita a identificação de atividades repetidas, transferências de informação e pontos nos quais uma tarefa pode permanecer aguardando uma ação.
O objetivo não é necessariamente eliminar essas etapas. Antes de qualquer alteração, é preciso compreender por que elas existem e quais regras estão associadas a cada uma.
Fluxograma serve como base para revisão
Depois de desenhar o processo existente, a empresa pode comparar o fluxo representado com a rotina executada. Essa verificação ajuda a identificar diferenças entre o procedimento documentado e aquilo que acontece na prática.
A análise pode envolver responsáveis, documentos utilizados, sistemas acessados, aprovações e prazos previstos. Se uma etapa aparece no processo formal, mas não é realizada na operação, a situação pode ser investigada antes de uma mudança. O inverso também é possível: uma atividade executada pela equipe pode não estar registrada na documentação.
O levantamento também cria uma referência para discutir alterações. Se a intenção for automatizar uma aprovação, por exemplo, o fluxograma permite visualizar em qual ponto ela ocorre, quais informações são necessárias e o que deve acontecer depois da decisão.
Em projetos de integração entre sistemas, esse mapeamento pode ajudar a identificar quais dados precisam passar de uma etapa para outra e em que momento isso acontece.
Documentação facilita acompanhamento das mudanças
A representação do processo também pode ser atualizada depois de uma revisão. A versão anterior serve como registro do fluxo existente, enquanto o novo desenho mostra as etapas definidas após a alteração.
Essa documentação facilita a comunicação entre áreas envolvidas e pode ser utilizada em treinamentos ou consultas internas. Quando um processo possui diferentes caminhos, registrar essas possibilidades evita que a descrição fique restrita a uma sequência linear que não corresponde à operação.
Os fluxogramas funcionam como uma ferramenta de observação antes da mudança. Ao representar atividades, decisões, responsáveis e conexões entre etapas, eles permitem analisar o processo a partir de sua estrutura real. A partir dessa visão, alterações em procedimentos ou sistemas podem ser planejadas com maior clareza sobre o que será modificado e quais partes da operação continuarão dependentes umas das outras.
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Gilmar Mendes pede identificação de ministros citados em investigação sobre Banco Master

Ministro defende suspensão do julgamento sobre Alexandre de Moraes até que sejam identificados magistrados mencionados nas conversas extraídas do celular de Daniel Vorcaro
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (28) a identificação de todos os ministros da Corte e outros juízes que aparecem nas investigações que envolvem o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A solicitação foi feita por meio de uma questão de ordem apresentada na petição na qual a Corte julga a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.
Para Mendes, o julgamento de Moraes deve ficar suspenso definitivamente até que seja informado ao Supremo quais magistrados também foram citados nas conversas extraídas do celular de Vorcaro.
“Apuração parcial é apuração viciada, porque o recorte do objeto já constitui, ele próprio, um juízo prévio sobre o que merece e o que não merece ser esclarecido”, disse o ministro.
Gilmar Mendes também afirmou que a identificação é necessária para saber quem pode votar nos processos sobre o Master.
“Enquanto não se souber quais integrantes desta Corte foram mencionados e em que condição, não se saberá quem pode votar e quem se acha impedido nos feitos correlatos”, completou.
No dia 15 deste mês, o ministro Flávio Dino pediu vista do julgamento que vai decidir se o caso do ministro Alexandre de Moraes poderá ser julgado pelo STF.
O prazo para devolução do processo para julgamento é de 90 dias.
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AGU cobra 17 plataformas de bets por gastos do SUS com danos causados por jogos

Ação na Justiça Federal em Pernambuco pede reparação mínima de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos e restituição em dobro de valores apostados por pessoas com ludopatia
A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta segunda-feira (28) que entrou na Justiça para cobrar os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com o tratamento dos danos causados pelos jogos on-line.
A ação civil pública foi protocolada na Justiça Federal em Pernambuco contra 17 plataformas de apostas esportivas e pede a reparação mínima de R$ 1 bilhão em danos morais coletivos.
A AGU também requereu à Justiça a restituição em dobro dos valores apostados por pessoas com ludopatia, sintoma que é caracterizado pelo vício compulsivo em jogos.
O órgão citou que os gastos do SUS são maiores que os valores arrecadados pelo governo com os impostos pagos pelas bets, que repassariam cerca de R$ 50 milhões aos cofres públicos.
“As empresas demandadas privatizam proveitos expressivos decorrentes da captação financeira de milhões de apostadores, enquanto transferem para o SUS e para toda a sociedade o custo orçamentário decorrente do adoecimento coletivo”, argumentou a AGU.
A advocacia do governo também acrescentou que o modelo de negócio das plataformas é estruturado para maximizar o tempo de engajamento e o volume de apostas, mecanismos que favorecem o vício.
“Esses elementos, tecnicamente equivalentes aos utilizados em jogos de azar com potencial reconhecido de geração de dependência, produzem um efeito colateral sistemático: o adoecimento psíquico de parcela significativa dos usuários, sob a forma de ansiedade, quadros depressivos, transtorno do jogo e, em casos extremos, ideação suicida associada ao endividamento”, completou.
Bets
Mais cedo, entidades que representam as plataformas pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line.
Em seguida, a AGU pediu prazo de 72 horas para se manifestar no processo, que será analisado pelo ministro Luiz Fux.
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