Sustentabilidade
Governo federal aumenta impostos para o setor agropecuário – MAIS SOJA

Os fertilizantes, juntamente com outros insumos agropecuários, como sementes e defensivos, passaram a ser tributados por PIS e Cofins desde o dia 1º de abril deste ano. Essa alteração faz parte de uma mudança na legislação tributária, por meio de lei complementar implementada pelo governo federal.
Nas novas regras, as alíquotas passam a ser tributadas em 0,925% ou representam aumento de 10% da alíquota cheia, dependendo do regime, encerrando o período de alíquota zero.
A medida gera impacto na cadeia produtiva, encarece os insumos e afeta diretamente a margem de lucro dos produtores rurais.
A mudança tem gerado preocupação no agronegócio devido à pressão de custos adicionais, somada a fatores externos, como conflitos geopolíticos, que já impactam o mercado de fertilizantes.
Da mesma forma, também a partir de 1º de abril, outro tributo federal foi elevado para o setor agro. As alíquotas do Funrural tiveram aumento e impactam a comercialização da produção tanto para produtores rurais pessoa física quanto jurídica.
Para o produtor rural pessoa física, a alíquota passou de 1,3% para 1,43%. Já para o produtor rural pessoa jurídica, a alíquota total passou de aproximadamente 2,05% para 2,23%.
O deputado federal catarinense Rafael Pezenti criticou a medida adotada pelo governo federal.
Fonte: Fecoagro
Sustentabilidade
AgRural aponta colheita de soja em 82% e alerta para clima no milho safrinha

A colheita de soja segue no Brasil e alcança 82% da área semeada, segundo a AgRural, em comparação com 75% da semana anterior. Apesar do progresso, o ritmo ainda está abaixo do observado no mesmo período do ano passado, quando os trabalhos atingiram 87%.
Atualmente, a colheita se concentra principalmente no Matopiba e no Rio Grande do Sul. No Matopiba, o excesso de umidade dos grãos tem provocado problemas pontuais de qualidade, além de atrasar o ritmo das operações e a recepção nos armazéns.
Já no estado do Rio Grande do Sul, as chuvas esparsas da última semana foram consideradas positivas para as lavouras que ainda estão em fase de enchimento de grãos.
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No milho safrinha, a irregularidade climática segue no radar dos produtores do Centro-Sul do país. O volume insuficiente de chuvas, aliado às altas temperaturas, já preocupa especialmente no oeste do Paraná, onde muitas lavouras estão em fase reprodutiva, período decisivo para o potencial produtivo.
Produtores da região já começam, inclusive, a calcular possíveis perdas nas áreas mais afetadas pela estiagem. A preocupação também se estende ao norte do Paraná, sul de Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo, onde as lavouras enfrentam umidade no limite.
Nas demais regiões produtoras, o cenário é mais favorável, com chuvas mais frequentes favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Ainda assim, a AgRural ressalta que o milho safrinha 2026 dependerá de precipitações regulares até maio para garantir boas produtividades.
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Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Indicador volta a se sustentar – MAIS SOJA

O atual ambiente externo incerto, a atual volatilidade do petróleo e o encarecimento dos fretes no Brasil mantiveram vendedores de milho afastados do mercado spot ao longo da semana passada, apontam pesquisadores do Cepea. Diante disso, as negociações envolvendo o cereal foram limitadas, e os preços registraram apenas pequenas variações.
Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, que havia recuado na semana anterior, voltou a se sustentar na semana passada. No campo, o clima favoreceu o avanço da colheita do milho primeira safra nas principais regiões e também a semeadura da segunda temporada. Já no mercado externo, os valores do milho caíram na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, especulações em relação ao possível encerramento do conflito militar no Irã pressionaram os valores do petróleo e, consequentemente, os do milho, especialmente na quarta-feira, 1º.
Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
SOJA/CEPEA: Alta de preço é interrompida no BR – MAIS SOJA

As cotações externas da soja caíram na semana passada devido à maior oferta na América do Sul e às expectativas de expansão da área nos Estados Unidos. Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa no mercado internacional foi repassada ao Brasil e acabou sendo intensificada pela desvalorização do dólar frente ao Real. Vale lembrar que, até então, os valores da soja estavam firmes, sustentados pelo conflito no Oriente Médio e pela valorização significativa do óleo de soja.
No caso do óleo de soja, os valores seguem em alta no Brasil, operando nos patamares de novembro do ano passado. Pesquisadores do Cepea indicam que os preços do derivado são impulsionados pela demanda aquecida para a produção de biodiesel. Já quanto ao farelo, os preços continuam em queda. De acordo com pesquisadores do Cepea, consumidores indicam ter estoques suficientes até meados de abril e não demonstram necessidade de novas aquisições no curto prazo.
A expectativa desses agentes é de preços mais baixos nas próximas semanas, considerando que a maior demanda por óleo pode elevar a disponibilidade de farelo. Vale lembrar que, para cada tonelada de soja processada, são gerados cerca de 190 kg de óleo e 780 kg de farelo.
Fonte: Cepea
Autor:CEPEA
Site: CEPEA
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