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Carreta com soja tomba na SP-225 e interdita parcialmente rodovia em Itirapina

Uma carreta carregada com soja tombou na manhã desta segunda-feira (6) na Rodovia SP-225, na altura do km 92, no município de Itirapina. O acidente ocorreu por volta das 7h30, no sentido interior, e mobilizou equipes de atendimento e segurança viária.
De acordo com a Eixo SP Concessionária de Rodovias, o tombamento resultou no derramamento de carga de soja sobre a pista, exigindo atuação imediata para evitar novos incidentes e garantir a fluidez do tráfego.
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Apesar do impacto, o motorista não sofreu ferimentos. Ainda assim, o acidente causou a interdição parcial da rodovia, com bloqueio do acostamento, da faixa 2 e das alças de aceleração e desaceleração no trecho afetado.
As equipes realizaram o destombamento do veículo por volta das 9h20, e os trabalhos de limpeza e retirada da carga seguiram ao longo da manhã. A liberação total da pista ocorreu por volta das 10h30, após a normalização das condições de segurança.
A concessionária informou, também, que o atendimento contou com apoio do policiamento rodoviário e reforçou que não houve vítimas no acidente.
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Produtor recua e mercado trava; confira como ficaram as cotações da soja

O mercado brasileiro de soja começou a semana em ritmo lento, com pouca movimentação tanto nos portos quanto no interior do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi marcado pela ausência de novidades e pelo baixo volume de negócios.
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De acordo com o especialista, os formadores de preço se mantiveram mais afastados, o que limitou oscilações nas cotações ao longo do dia. Além disso, a postura do produtor, ainda resistente a negociar nos níveis atuais, contribui para a baixa liquidez observada no mercado.
Preços no Brasil
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 124,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 125,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 120,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 109,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 130,00
- Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja encerraram a segunda-feira (6) em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago. O movimento foi impulsionado por correções técnicas, pela expectativa de retomada da demanda pelo produto norte-americano, pela queda do dólar e também pelas tensões envolvendo o Irã.
O mercado também voltou suas atenções para a viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, à China, prevista para maio. A expectativa é de avanço em acordos comerciais entre os dois países, com potencial impacto positivo para a soja. A desvalorização do dólar ao longo do dia também contribuiu para aumentar a competitividade do produto no mercado internacional.
De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, as inspeções de exportação de soja dos Estados Unidos somaram 779.352 toneladas na semana encerrada em 2 de abril, acima das 694.076 toneladas registradas na semana anterior.
Contratos futuros de soja
Na CBOT, o contrato com entrega em maio avançou 3,25 centavos de dólar, ou 0,27%, fechando a US$ 11,66 3/4 por bushel. A posição julho também subiu 3,25 centavos de dólar, ou 0,27%, cotada a US$ 11,83 1/4 por bushel.
Entre os subprodutos, o farelo de soja para maio teve alta de US$ 1,40, ou 0,44%, encerrando a US$ 316,60 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em maio, subiu 1,01 centavo de dólar, ou 1,46%, para 69,95 centavos de dólar.
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial fechou em leve queda de 0,27%, cotado a R$ 5,1469 para venda e R$ 5,1449 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1395 e a máxima de R$ 5,1595.
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Ciclone extratropical chega e espalha chuvas pelo Brasil; saiba onde o tempo vira

A formação de um ciclone extratropical no Sul do Brasil deve intensificar as instabilidades climáticas no início desta semana, com previsão de chuvas mais abrangentes e, em alguns pontos, volumosas.
Os maiores impactos são esperados nas lavouras da região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul. Áreas do sudoeste do estado, como Alegrete, próximas à fronteira com o Uruguai, tendem a registrar acumulados mais elevados devido à proximidade com a formação do sistema. A previsão indica dias consecutivos de maior instabilidade, com destaque para volumes mais significativos até o dia 12 de abril.
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Além do Sul, o sistema também favorece a ocorrência de chuvas no Centro-Oeste, alcançando estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No Sudeste, São Paulo deve registrar aumento nos volumes, o que pode influenciar as atividades no campo.
No Norte do país, o destaque permanece no Amazonas, com manutenção de chuvas frequentes e volumes expressivos. Já no Nordeste, os maiores acumulados são esperados no Maranhão, com precipitações que também podem atingir áreas do Piauí e do Ceará.
12 a 16 de abril
Entre os dias 12 e 16 de abril, a tendência é de que a chuva, inicialmente concentrada no Norte, avance sobre áreas produtoras do Centro-Oeste e do Nordeste. A partir da segunda quinzena do mês, especialmente após o dia 16, os volumes tendem a diminuir de forma mais ampla.
A previsão indica retorno das chuvas por volta do dia 21 de abril, porém com baixos acumulados. Assim, os maiores volumes esperados para os próximos 30 dias devem se concentrar neste início de período, com destaque para esta terça-feira, quando os acumulados tendem a ser mais elevados.
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Indústria se destaca na geração de empregos entre outros setores em Mato Grosso

A indústria de Mato Grosso manteve desempenho positivo e estratégico na geração de empregos formais em fevereiro de 2026, consolidando-se como o segundo setor que mais criou vagas no estado. Os dados são do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com análise do Observatório de Mato Grosso, no período, o estado registrou saldo positivo de 4.749 novos postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 58.904 admissões frente a 54.155 desligamentos. O estoque de empregos formais também apresentou crescimento expressivo de 5,92% na comparação com fevereiro de 2025 e avanço de 0,48% em relação a janeiro deste ano.
Indústria impulsiona o mercado de trabalho
Dentro desse cenário, a indústria, que engloba a transformação e a construção, teve papel decisivo, com saldo de 994 vagas, ficando atrás apenas do setor de serviços. O desempenho reforça a relevância do setor industrial como motor da economia mato-grossense, especialmente em um contexto de crescimento do emprego formal.
Os segmentos industriais que mais contribuíram para esse resultado foram a fabricação de produtos alimentícios, com saldo de 556 vagas, seguida pela construção de edifícios (539) e pelas obras de infraestrutura (515). Também apresentaram desempenho positivo a fabricação de derivados de petróleo e biocombustíveis (131) e a produção de minerais não metálicos (116).
Cenário econômico estadual
De forma geral, todos os setores da economia mato-grossense registraram saldo positivo em fevereiro, com exceção da agropecuária, que apresentou retração no período. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 3.023 vagas, seguido pela construção (1.144), indústria (994) e comércio (942).
O desempenho da indústria, especialmente em segmentos ligados à cadeia produtiva do agronegócio e à construção civil, evidencia um ambiente econômico dinâmico e em expansão, com capacidade de absorver mão de obra e fortalecer o desenvolvimento regional.
Brasil também registra avanço
No cenário nacional, o Brasil contabilizou saldo positivo de 255.321 empregos formais em fevereiro de 2026. A indústria também teve papel relevante, com a criação de mais de 63 mil vagas, ocupando a segunda posição entre os setores que mais geraram empregos no país.
Além disso, o estoque de empregos formais no Brasil cresceu 2,19% na comparação anual e 0,53% em relação ao mês anterior, indicando continuidade na trajetória de recuperação e crescimento do mercado de trabalho.
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