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Capim-pé-de-galinha está entre as plantas daninhas mais agressivas da soja e vira tema de curso online

O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) é uma planta daninha que afeta culturas como soja, milho e algodão. Por apresentar comportamento agressivo, seu manejo tem sido um desafio crescente nas lavouras de soja brasileiras, especialmente na região centro-oeste. A planta daninha também se destaca por sua capacidade de adaptação e resistência a diferentes herbicidas, o que também dificulta seu manejo.
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Com esse intuito, será lançado, nesta terça-feira (7), às 10h30, um curso online voltado ao manejo do capim-pé-de-galinha. A apresentação ocorre durante a vitrine de tecnologias na TecnoShow Comigo, em Rio Verde (GO), e o conteúdo ficará disponível gratuitamente a partir da mesma data na plataforma e-Campo.
A capacitação aborda desde as características da planta daninha até sua relação com os sistemas de produção, além de apresentar estratégias práticas de manejo. Segundo o pesquisador Edison Ulisses Ramos Jr., o objetivo é preparar agrônomos, produtores e estudantes para reconhecer a importância do controle do capim-pé-de-galinha dentro do sistema produtivo.
Mesmo com acesso livre e por tempo indeterminado, a recomendação é que os participantes concluam os módulos em até 30 dias, para melhor aproveitamento do conteúdo. O curso tem duração total de quatro horas e será ministrado pelo pesquisador Fernando Adegas, agrônomo com atuação na área de manejo de plantas daninhas, com foco em ecologia, manejo integrado e resistência a herbicidas.
A proposta é permitir que os participantes identifiquem as características da planta, seu ciclo de vida, forma de crescimento e os fatores que dificultam o controle. Além disso, o curso traz uma análise do comportamento do capim-pé-de-galinha nos cenários brasileiro e internacional, destacando as melhores estratégias para o seu manejo.
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Moagem de cana cai 4,1% no Norte e Nordeste na safra 2025/26; produção de etanol avança

A moagem de cana-de-açúcar na safra 2025/26 nas regiões Norte e Nordeste somou 52,8 milhões de toneladas até o fim de fevereiro, uma queda de 4,1% em relação ao mesmo período do ciclo anterior. Os dados são da NovaBio, com base em informações do Ministério da Agricultura e Pecuária.
O recuo foi puxado por ambas as regiões. No Norte, a moagem atingiu 6,9 milhões de toneladas, baixa de 5,3% na comparação anual. Já no Nordeste, o volume processado chegou a 45,8 milhões de toneladas, queda de 4%.
Com menor oferta de matéria-prima e mudança no perfil produtivo, a fabricação de açúcar caiu de forma mais acentuada. A produção totalizou 2,99 milhões de toneladas no período, retração de 13,8% em relação à safra passada.
Etanol ganha espaço
Em contrapartida, o etanol avançou. A produção total do biocombustível, considerando cana e milho — chegou a 2,79 milhões de metros cúbicos até 28 de fevereiro, acima dos 2,15 milhões registrados um ano antes.
No etanol de cana, a produção de anidro somou 852,8 mil metros cúbicos, alta de 3,4%, enquanto o hidratado atingiu 1,289 milhão de metros cúbicos, com leve recuo de 3,2%. Já o etanol de milho respondeu por 648,5 mil metros cúbicos, com destaque para o anidro.
Segundo o presidente executivo da NovaBio, Renato Cunha, o direcionamento maior para o etanol reflete tanto fatores climáticos quanto o cenário internacional.
De acordo com o executivo, a safra tem sido marcada por chuvas irregulares e maior variabilidade climática. Além disso, a volatilidade dos preços do açúcar no mercado externo e fatores geopolíticos influenciaram o mix produtivo.
Cunha também destacou impactos das políticas comerciais dos Estados Unidos, especialmente após medidas adotadas pelo presidente Donald Trump, que afetaram embarques brasileiros de açúcar — principalmente do Norte e Nordeste, regiões que tradicionalmente atendem cotas preferenciais ao mercado norte-americano.
Qualidade da cana recua
Os indicadores de qualidade também pioraram. O Açúcar Total Recuperável (ATR) apresentou queda de 7% no acumulado, enquanto o índice por tonelada de cana recuou 3% na comparação anual.
Apesar disso, a execução da safra segue próxima do esperado. Até fevereiro, o setor alcançou 89,5% da moagem projetada. O Norte já praticamente encerrou os trabalhos, com 97% da previsão cumprida, enquanto o Nordeste atingiu 88,5%.
Estoques menores
Os estoques de etanol também recuaram. Ao fim de fevereiro, o volume total armazenado somava 343,7 mil metros cúbicos, queda de 10,25% em relação ao ano anterior.
Desse total, 322,6 mil metros cúbicos eram de etanol de cana e 21 mil de etanol de milho. Tanto o etanol anidro quanto o hidratado registraram retração nos estoques, de 9,05% e 11,83%, respectivamente.
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Entrega de fertilizantes aumenta 5,3% em janeiro, aponta Anda

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 3,87 milhões de toneladas em janeiro, 5,3% mais em relação a igual mês do ano anterior, quando foram comercializadas 3,67 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda).
Mato Grosso liderou as entregas nacionais com 1,14 milhão de toneladas, concentrando 29,7% do total do país.
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Na sequência, os maiores volumes foram registrados em Goiás (468 mil toneladas), Paraná (400 mil toneladas), São Paulo (357 mil toneladas) e Minas Gerais (320 mil toneladas).
Produção nacional de fertilizantes cai
A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou o primeiro mês de 2026 em 497 mil toneladas. O resultado indica uma queda de 23% na comparação com janeiro de 2025, período em que foram produzidas 647 mil toneladas.
Já as importações de adubos totalizaram 3,16 milhões de toneladas em janeiro. Segundo a Anda, houve crescimento de 5,4% sobre igual período do ano anterior, quando o volume importado foi de três milhões de toneladas.
Pelo porto de Paranaguá ingressaram 786 mil toneladas no período, alta de 9,5% frente a 2025 (718 mil toneladas). O terminal representou 24,8% do total de fertilizantes que entraram no país por todos os portos em janeiro.
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Feijão perde força no fim de março, mas fecha mês com alta expressiva

O final do mês de março marcou uma queda nos preços do feijão. As cotações que chegaram a bater recordes no meio do mês, começaram a cair devido a baixa procura dos compradores pelo produto, muito por conta da dificuldade de repassar a mercadoria para o atacado e varejo. Apesar disso, vendedores buscaram se aproveitar da alta mensal e fechar mais negociações.
Pesquisadores do Cepea apontam que, apesar da queda na última semana, o mês de março foi forte para o mercado do grão, visto que o feijão carioca aumentou sua média do período, enquanto o feijão preto ficou estável neste intervalo de tempo.
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Comparação de preços
Em números, o avanço das cotações no terceiro mês do ano ficou registrado da seguinte forma:
Feijão carioca (notas 8 e 8,5): valorização de 6,7% comparada a fevereiro e valorização de 41,6% comparada a março de de 2025.
Feijão carioca (notas 9 ou superior): avanço de 8,1% comparado a fevereiro e de 33,6% comparado ao mesmo período em 2025.
Feijão preto: queda de apenas 0,2% comparado a fevereiro e praticamente estável comparado a 2025.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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