Connect with us
26 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Saiba como ficaram os preços da soja às vésperas do feriado

Published

on


Cotação da soja

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com ritmo moderado de negócios, poucas ofertas e cotações mistas ao longo do dia. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve momentos de maior atratividade, impulsionados pela volatilidade, mas sem volumes relevantes negociados.

De acordo com ele, os prêmios de exportação seguem mais favoráveis para embarques a partir de maio, enquanto abril ainda apresenta baixa liquidez nos portos. Nesse cenário, negociações com prazos de pagamento mais longos têm oferecido melhores condições, enquanto a indústria atua de forma mais cautelosa, já relativamente abastecida.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

No mercado físico brasileiro, os preços apresentaram variações pontuais entre as praças, refletindo a dinâmica regional de oferta e demanda.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 119,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 108,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 109,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Em dia de muita volatilidade, os participantes optaram por posicionar suas carteiras tendo em vista o final de semana prolongado.
A tensão no Oriente Médio seguiu no radar. Após o presidente dos Estados Unidos, Donald
Trump, ter dito que vai continuar atacando o Irã, o clima de aversão ao risco voltou ao mercado financeiro internacional. Se, por um lado, o petróleo disparou, em contrapartida o dólar subiu, tirando competitividade dos produtos de exportação dos Estados Unidos. Na semana, a posição maio teve alta de 0,37%.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com
início em 1º de setembro, ficaram em 353.300 toneladas na semana encerrada em 26 de março. Analistas esperavam exportações entre 400 mil e 700 mil toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 5,00 centavos de dólar, ou 0,42%, a US$ 11,63 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,80 por bushel, com retração de 4,50 centavos de dólar ou 0,37%.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 3,00 ou 0,94% a US$ 315,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 68,94 centavos de dólar, com ganho de 1,83 centavo ou 2,72%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,1584 para venda e a R$ 5,1564 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1398 e a máxima de R$ 5,1943. Na semana, a moeda recuou 1,52%.

O post Saiba como ficaram os preços da soja às vésperas do feriado apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Frente fria deixa chuvas no Centro-Norte e volumes voltam a crescer no Sul no início de novembro – Rural Clima – MAIS SOJA

Published

on


A última semana de outubro começa com chuvas concentradas na faixa mais ao norte do Brasil, após a passagem de uma frente fria pela região Sudeste, segundo o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos.

No Sul, o tempo abre no início da semana, com pancadas isoladas entre o Paraguai, Mato Grosso do Sul e Paraná. Também há áreas de instabilidade na faixa litorânea do Sudeste e no litoral paranaense. Entre segunda e terça-feira (27), as chuvas devem se concentrar principalmente em Mato Grosso, Goiás, norte de Minas Gerais e na região do Matopiba.

O cenário muda a partir de quarta-feira (28), quando áreas de instabilidade se formam sobre a faixa central do país. “Na quinta-feira, o tempo volta a fechar no Sul do Brasil, em especial no Paraná. Então, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais com muitas chuvas já no final dessa semana”, disse o especialista.

Segundo Santos, os volumes podem atrapalhar os trabalhos no campo. “Todas essas chuvas, como a gente falou na semana passada, podem trazer algumas paralisações no plantio da soja e nas atividades de campo, como a colheita da cana-de-açúcar. Deem muita atenção ao longo dessa semana”, alertou.

Advertisement

Para o fim de semana e, principalmente, o início de novembro, a tendência é de retorno de altos volumes ao Sul do país, com avanço gradual das chuvas para as regiões centrais. O ponto de atenção segue sendo o Matopiba.

De acordo com o agrometeorologista, tanto o modelo americano quanto o europeu indicam poucas chuvas para a região nas próximas semanas, embora o europeu seja um pouco mais úmido. A tendência é de concentração das precipitações entre Santa Catarina, Paraná, Sudeste e Centro-Oeste, alcançando apenas algumas áreas do sul do Matopiba, como o sul do Tocantins, o oeste da Bahia e o extremo sul do Maranhão, além de partes do Pará.

As temperaturas devem subir ao longo da semana, mas sem picos expressivos. “Por conta das chuvas, as temperaturas não sobem tanto, mas é uma semana que vai trazer chuvas em grande parte dessa faixa central do Brasil, chuvas um pouco menores e mais irregulares sobre o Sul, e o final de semana com muita chuva no Sul”, concluiu Santos.

Fonte: Agência Safras



 

Advertisement
FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Safra de grãos 2026/27 projeta recordes em São Paulo e no Brasil, aponta Faesp – MAIS SOJA

Published

on


A safra de grãos 2026/27 caminha para novos recordes de produção tanto no cenário paulista quanto no brasileiro. De acordo com análise do Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), fundamentada no 1º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o avanço da área cultivada justifica o crescimento das projeções para o novo ciclo.

Em São Paulo, a produção total de grãos deve atingir a marca inédita de 12,43 milhões de toneladas, o que representa um incremento de 1,2% (+146,9 mil toneladas) frente ao ciclo 2025/26. Esse resultado é sustentado pela ampliação de 3,5% na área plantada, estimada em 2,84 milhões de hectares, compensando a retração prevista de 2,2% na produtividade média estadual.

Carros-chefes da agricultura paulista, a soja e o milho concentram os maiores volumes do estado, previstos em 5,4 milhões e 5,0 milhões de toneladas, respectivamente.

A soja tem previsão de avanço de 0,3% na colheita (+15,1 mil toneladas) e de 1,9% na área, embora a produtividade aponte recuo de 1,6% diante da postura cautelosa dos produtores em relação a possíveis efeitos do El Niño, fator que atrasou o início da semeadura em relação ao padrão histórico. Já o milho paulista projeta salto de 4,9% na produção (+229,6 mil toneladas), puxado pela expansão de 7,8% da área, com perspectivas positivas para todas as safras, especialmente a primeira.

Advertisement

No panorama de outras culturas em território paulista, o algodão (+6,7%) e o sorgo (+6,1%) destacam-se com estimativas de crescimento. Por outro lado, há projeções de recuo para o feijão (-2,4%), pressionado por perdas em área e produtividade e pelo receio de alterações no regime de chuvas no sudoeste do estado, e para o amendoim (-12,4%), afetado por desestímulo decorrente de altos custos operacionais e cotações desfavoráveis.

BRASIL

No âmbito nacional, o 1º levantamento da Conab estima uma safra brasileira de grãos de 367,1 milhões de toneladas, um aumento de 1,4% (+4,9 milhões de toneladas) sobre o período anterior. A área plantada no país deve avançar 2,3% (alcançando 1,9 milhão de hectares adicionais), enquanto a produtividade média registra ligeira queda de 0,9%.

O milho desponta como a principal alavanca do recorde nacional, com colheita prevista de mais de 148 milhões de toneladas (+2,4%), respondendo isoladamente por 71,7% do incremento total de grãos do país. O quadro reflete o fortalecimento do consumo doméstico para a produção de etanol do cereal, o ritmo consistente das exportações e preços mais vantajosos no mercado em relação a outras culturas. Crescimentos também são esperados para o sorgo (+9,0%), a soja (+0,7%) e o algodão (+0,3%).

Em contrapartida, as lavouras nacionais de arroz (-2,9%) e feijão (-0,7%) apontam retração de volume no país. A leguminosa tem sido desestimulada por ocorrências de mosca-branca em regiões produtoras, enquanto a cadeia orizícola projeta impactos na produtividade em razão de previsões de chuvas excessivas sobre a Região Sul ao longo do ciclo.

Advertisement

Clique aqui para acessar o relatório completo elaborado pelo Departamento Técnico da Faesp. Outras informações relevantes sobre o setor podem ser acessadas através do Painel de Dados da Faesp.

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:CNA

Advertisement

Site: CNA

Continue Reading

Sustentabilidade

Disparada do dólar impulsiona preços da soja no Brasil, mas volatilidade limita negócios

Published

on

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com forte volatilidade e preços predominantemente mais altos nesta segunda-feira (26). A disparada do dólar e as perdas na Bolsa de Chicago influenciaram as negociações. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os movimentos acentuados do câmbio dificultaram a formação de preços pelos traders, mantendo as indicações bastante nominais ao longo da sessão.

Nos portos, foram reportadas ofertas de até R$ 160,00 por saca, mas sem indicação de volumes expressivos negociados. A combinação de queda em Chicago e forte valorização do dólar trouxe instabilidade às cotações, apesar da melhora nos preços do mercado físico.

Segundo Silveira, alguns produtores aproveitaram a alta da moeda norte-americana para fechar contratos em dólar que estavam em aberto para a safra nova. Ainda assim, o foco permanece nos trabalhos de plantio, enquanto a comercialização segue limitada.

No mercado físico, as cotações da soja tiveram os seguintes movimentos:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 148,00 para R$ 152,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 149,00 para R$ 153,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 142,00 para R$ 147,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 141,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 140,00 para R$ 143,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 139,00 para R$ 141,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 153,00 para R$ 158,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 155,00 para R$ 159,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta segunda-feira. A forte desvalorização do real frente ao dólar e o avanço da colheita da maior safra da história dos Estados Unidos voltaram a pressionar as cotações.

A surpreendente reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil trouxe nervosismo ao mercado financeiro. Como consequência, o dólar subiu fortemente na comparação com o real, tornando a soja brasileira mais competitiva. Os operadores temem que a demanda chinesa se desloque para o mercado brasileiro.

Advertisement

Do lado da oferta, o clima segue favorecendo os trabalhos de colheita nos Estados Unidos, ampliando a disponibilidade global do produto e adicionando pressão sazonal às cotações.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 2.476.453 toneladas na semana encerrada em 22 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 2.068.086 toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 14,25 centavos de dólar, ou 1,13%, a US$ 12,41 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,52 1/2 por bushel, com retração de 15,00 centavos de dólar, ou 1,18%.

Entre os subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 6,40, ou 1,84%, a US$ 340,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,01 centavos de dólar, com ganho de 0,17 centavo, ou 0,25%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 8,41%, negociado a R$ 5,4098 para venda e a R$ 5,4078 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3928 e a máxima de R$ 5,6048.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT