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23 de outubro de 2026

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Fundação Shunji Nishimura e Fatec Pompeia fazem parceria tecnológica com Bayer 

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Foto: divulgação

A Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e a Faculdade de Tecnologia de Pompeia “Shunji Nishimura” (Fatec Pompeia) estabeleceram uma parceria tecnológica com a Bayer para desenvolver o Hub Bayer VAlora Milho. A iniciativa marca uma nova fase do programa VAlora Milho, criado em 2023 para oferecer soluções personalizadas por talhão e apoiar o aumento da produtividade e da rentabilidade na cultura.

O hub será estruturado ao longo do primeiro semestre de 2026 como uma central de relacionamento e suporte técnico remoto. O objetivo é integrar conhecimento acadêmico e aplicação prática no campo.

Além da Fundação e da Fatec Pompeia, participam do projeto o Centro de Inovação Tecnológica da Alta Paulista (Citap) e o Centro de Inovação no Agronegócio (CIAg).

Hub terá conteúdo técnico e plataforma de inteligência artificial

O trabalho conjunto prevê a criação de um hub de suporte ativo, com conteúdo técnico curado e atualizado, além de uma árvore de recomendação detalhada.

Segundo Denis Sakuma, coordenador do Citap, a parceria inclui a criação de um laboratório de inovação no próprio centro, denominado Hub Bayer VAlora Milho. A estrutura dará suporte tecnológico ao ecossistema Bayer.

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Em paralelo, com apoio do CIAg, será desenvolvida uma plataforma de Inteligência Artificial. A ferramenta apoiará a tomada de decisão e a resolução de problemas a partir de insights e orientações de alunos e professores da Fatec Pompeia.

O projeto também permitirá a capacitação de estudantes nas tecnologias da Bayer e a aproximação com oportunidades profissionais ligadas à multinacional.

Redução de gargalos e padronização do suporte

Integrado ao programa VAlora Milho, o hub busca reduzir gargalos técnicos no campo. A proposta inclui maior agilidade na resolução de problemas e padronização do suporte oferecido aos usuários.

A iniciativa também pretende fortalecer a estratégia de agricultura digital e melhorar a experiência do produtor.

O Citap oferece infraestrutura laboratorial e serviços tecnológicos que serão utilizados no projeto. Entre eles estão o Laboratório de Monitoramento e Proteção de Plantas, mantido pela Fatec Pompeia, e o FoodTech Lab, voltado à pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias para o setor de alimentos.

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Potencial de crescimento da produtividade

De acordo com a professora Marisa Silveira Almeida Renaud Faulin, o programa VAlora Milho combina novas aplicações de dados, avanços na pesquisa genética e desenvolvimento de híbridos de melhor performance.

Ela afirma que professores e alunos do curso de Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão da Fatec Pompeia contribuirão com a expertise desenvolvida na instituição.

O projeto ocorre em um contexto estratégico para o agronegócio brasileiro. O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho e o segundo maior exportador global.

Segundo a consultoria McKinsey, a produtividade da cultura ainda apresenta potencial de crescimento entre 30% e 40%, o que amplia a relevância de soluções que aproximem ciência, tecnologia e tomada de decisão no campo.

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Opções de título

  1. Bayer lança Hub VAlora Milho com foco em IA e suporte técnico remoto ao produtor
  2. Novo hub da Bayer integra ciência e campo para elevar produtividade do milho
  3. Programa VAlora Milho avança com central de relacionamento e inovação digital
  4. Bayer amplia estratégia no milho com hub de suporte e laboratório de inovação
  5. Hub VAlora Milho conecta academia, tecnologia e tomada de decisão no campo

Opções de linha fina

Criado em 2023 para oferecer soluções personalizadas por talhão de milho, o programa VAlora Milho, da Bayer, inicia uma nova fase no primeiro semestre de 2026. A empresa desenvolve uma central de relacionamento e suporte técnico remoto para integrar conhecimento acadêmico e aplicação prática no campo.

O projeto recebeu o nome de Hub Bayer VAlora Milho. A iniciativa é fruto de parceria com a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, ecossistema voltado à educação tecnológica, inovação e empreendedorismo.

Também participam do desenvolvimento o Centro de Inovação Tecnológica da Alta Paulista (CITAP), o Centro de Inovação no Agronegócio (CIAg) e a Faculdade de Tecnologia de Pompeia “Shunji Nishimura” (Fatec Pompeia).

Estrutura com IA e laboratório de inovação

O trabalho conjunto prevê a criação de um hub de suporte ativo, com conteúdo técnico curado e atualizado, além de uma árvore de recomendação detalhada.

Segundo Denis Sakuma, coordenador do CITAP, o projeto conta com a participação de professores da Fatec Pompeia. A iniciativa também permite que alunos sejam capacitados nas tecnologias da Bayer e tenham contato com oportunidades profissionais ligadas à multinacional.

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A parceria inclui a criação de um laboratório de inovação no CITAP, denominado Hub Bayer VAlora Milho. A estrutura dará suporte tecnológico ao ecossistema Bayer.

Em paralelo, a parceria com o CIAg prevê o desenvolvimento de uma plataforma de Inteligência Artificial. A ferramenta apoiará a tomada de decisão e a resolução de problemas com base em orientações de alunos e professores da Fatec Pompeia.

Foco em agilidade e padronização do suporte

Integrado ao programa VAlora Milho, o hub tem como objetivo reduzir gargalos técnicos no campo. A proposta também busca aumentar a agilidade na resolução de problemas e padronizar o suporte oferecido aos usuários.

A iniciativa pretende ainda melhorar a experiência do produtor e fortalecer a estratégia de agricultura digital da empresa.

O projeto contará com a infraestrutura do CITAP, que oferece serviços tecnológicos e laboratórios avançados. Entre eles estão o Laboratório de Monitoramento e Proteção de Plantas, mantido pela Fatec Pompeia, e o FoodTech Lab, voltado à pesquisa e desenvolvimento no setor de alimentos.

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Contexto estratégico para o milho brasileiro

De acordo com a professora Marisa Silveira Almeida Renaud Faulin, o programa VAlora Milho combina novas aplicações de dados, avanços em pesquisa genética e desenvolvimento de híbridos de melhor performance.

Ela afirma que professores e alunos do curso de Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão da Fatec Pompeia irão contribuir com a expertise desenvolvida na instituição.

A iniciativa ocorre em um momento estratégico para o agronegócio brasileiro. O país é o terceiro maior produtor mundial de milho e o segundo maior exportador global.

Segundo a consultoria McKinsey, a produtividade da cultura no Brasil ainda pode crescer entre 30% e 40%. O cenário reforça a relevância de soluções que aproximem ciência, tecnologia e tomada de decisão no campo.

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Brasil deve importar até 10 milhões de toneladas de trigo em 2027, diz especialista

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A redução da produção brasileira de trigo e a maior dependência das importações estão entre os principais desafios para o abastecimento nacional no fechamento de 2026 e ao longo de 2027. O cenário foi discutido por especialistas no último dia da 33ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo, no Rio de Janeiro (RJ).

Promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), a programação também debateu a importância da atuação regulatória de forma estratégica no setor.

No que se refere ao cenário externo, o diretor sênior de Originação e Trading de Trigo da Bunge Alimentos, Tito Marquetti Martinho estimou que o Brasil poderá importar entre 9,5 milhões e 10 milhões de toneladas de trigo no próximo ano.

“A combinação de menor volume produzido internamente e pior qualidade do cereal amplia a dependência do mercado externo e deve colocar à prova a capacidade portuária brasileira”, analisou.

Para esse crescente abastecimento interno, a Argentina permanecerá como principal fornecedora e, no cenário global, o conflito na região do Mar Negro continua como um dos principais fatores de incerteza para o mercado

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Produção nacional e abastecimento

O especialista em mercado de trigo Elcio Bento alertou para os efeitos da queda da produção brasileira sobre o abastecimento, diante da redução da oferta doméstica e da maior necessidade de importação. A produção nacional está estimada em 5,12 milhões de toneladas, recuo de 37% em relação ao período de referência apresentado, volume suficiente para atender a cerca de 36% do consumo brasileiro, exigindo mais aquisição externa.

“A disponibilidade de trigo de melhor qualidade também preocupa. Em São Paulo, a estimativa é de que apenas 70 mil a 80 mil toneladas da produção correspondam ao Tipo 1. No Paraná, onde cerca de 70% da colheita havia sido realizada no momento da análise, o volume de trigo Tipo 1 foi estimado em 500 mil a 600 mil toneladas”, ponderou.

A redução da oferta altera, de acordo com o especialista, o papel tradicional dos estados do Sul no abastecimento nacional. Nesse cenário, o Paraná passa de um excedente de 100 mil toneladas para um déficit de 1,85 milhão de toneladas. No Rio Grande do Sul, o excedente estimado em 4,07 milhões de toneladas se aproxima do equilíbrio entre oferta e demanda.

Contudo, a logística e a eficiência industrial ganham relevância na operação dos moinhos. “A logística favorecerá os moinhos bem-posicionados e preparados para receber o trigo importado. Já a moagem de trigos nacionais heterogêneos exigirá maior eficiência”, afirmou.

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Mercado global de biocontrole deve alcançar US$ 15 bilhões até 2032

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O mercado global de biocontrole deve movimentar US$ 14,97 bilhões em 2032, ante US$ 9,83 bilhões estimados para 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,3%.

Os números fazem parte do novo Global Biocontrol Market Report, da consultoria DunhamTrimmer, divulgado durante a Annual Biocontrol Industry Meeting (Abim) 2026, realizada nesta semana em Basel, na Suíça.

O estudo oferece uma análise do mercado mundial, com projeções até 2032 e avaliações por região, país, cultura agrícola, categoria de produto e empresa.

De acordo com o documento, embora a indústria continue em expansão, o ritmo de crescimento vem diminuindo à medida que os mercados mais maduros avançam para uma nova etapa de desenvolvimento, marcada pela consolidação competitiva e pela necessidade de comprovar o valor econômico das tecnologias biológicas.

“Estamos entrando em uma fase em que compreender as diferenças entre os mercados, identificar onde o crescimento efetivamente ocorre e avaliar a competitividade das empresas será cada vez mais importante para a tomada de decisões na indústria de biocontrole”, afirma o presidente e sócio-fundador da DunhamTrimmer, Mark Trimmer.

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A América Latina aparece como um dos principais mercados para acompanhar nesse cenário. A região movimenta aproximadamente US$ 2,74 bilhões em 2026, segundo o levantamento, o equivalente a cerca de 28% do mercado global estimado para o ano. O valor coloca a região atrás apenas dos Estados Unidos e Canadá, que somam US$ 3,08 bilhões.

A Europa aparece na sequência, com US$ 2 bilhões, enquanto a Ásia-Pacífico movimenta US$ 1,76 bilhão. A África, por sua vez, representa aproximadamente US$ 260 milhões.

Para Trimmer, a distribuição regional evidencia a importância das Américas para o desenvolvimento do setor e reforça o potencial da América Latina, onde a agricultura em larga escala favorece a incorporação de soluções biológicas aos programas de manejo de pragas e doenças.

Brasil ganha importância

O Brasil ocupa uma posição estratégica nesse contexto, impulsionado pela escala de sua produção agrícola, pela expansão do uso de insumos biológicos e pela evolução de seu ambiente regulatório.

O país também integra a análise regulatória ampliada da DunhamTrimmer, que abrange 27 mercados e examina agências, exigências de dados e procedimentos de registro.

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A atualização regulatória brasileira ganha relevância em um mercado no qual as regras de registro e comercialização influenciam diretamente a velocidade de lançamento de produtos e a capacidade de expansão das empresas. A análise da DunhamTrimmer inclui também Argentina e Quênia entre os mercados contemplados pela ampliação da cobertura regulatória.

Para fabricantes, investidores e desenvolvedores de tecnologias, a combinação entre demanda agrícola, acesso ao mercado e previsibilidade regulatória constitui um dos fatores que determinam as oportunidades de crescimento.

Microbianos, bioquímicos e novas tecnologias

O levantamento divide o mercado em quatro categorias de produtos: microbianos, bioquímicos, macro-organismos e outras soluções. A análise contempla ainda cinco segmentos de uso: bioinseticidas, biofungicidas, bionematicidas, bioherbicidas e reguladores de crescimento vegetal.

Entre os fatores que moldam a indústria estão a demanda dos consumidores, o manejo da resistência, a comoditização de produtos, a consolidação empresarial e o desenvolvimento de tecnologias como inteligência artificial, interferência por RNA (RNAi), peptídeos e aplicação de precisão.

O relatório destaca que a crescente diversidade tecnológica amplia as possibilidades de desenvolvimento de soluções biológicas, mas também torna mais complexa a competição entre empresas.

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Portfólio, presença internacional, capacidade de inovação e receita são alguns dos critérios considerados pela DunhamTrimmer em sua avaliação de 217 companhias, reunidas em quatro níveis de competitividade por meio do sistema Consolidated Strength Rating (CSR).

Biocontrole também pode facilitar o comércio internacional

Além das perspectivas de crescimento, o papel dos insumos biológicos na competitividade das exportações foi um dos temas abordados por Trimmer durante o painel Biocontrol as a Trade Enabler, realizado na Abim 2026.

A discussão examinou como o biocontrole pode contribuir para o comércio internacional de alimentos, especialmente diante das exigências relacionadas aos limites máximos de resíduos (LMRs) e às normas fitossanitárias dos países importadores.

Durante sua apresentação, Trimmer utilizou dados do novo relatório para contextualizar a situação atual do mercado, identificar regiões e países com oportunidades de expansão e discutir exemplos nos quais a integração de soluções biológicas aos programas de manejo ajudou a enfrentar obstáculos comerciais.

“Além de seu papel agronômico, o biocontrole pode contribuir para estratégias de produção voltadas à exportação, ajudando os produtores a administrar riscos relacionados a resíduos e às exigências dos mercados de destino”, afirma Trimmer.

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O especialista também destacou a necessidade de ampliar a comprovação desses benefícios. Segundo os pontos apresentados no painel, ainda são limitados os estudos que quantificam sistematicamente as rejeições de cargas evitadas e o valor econômico gerado pela adoção dessas tecnologias.

A construção de uma base de evidências mais robusta, com dados de resíduos em produtos exportados, registros de ocorrências relacionadas a LMRs e exigências de quarentena, poderá fortalecer a avaliação dos resultados comerciais do biocontrole.

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Plantio direto reforça legado do Paraná na conservação do solo

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O Dia Nacional do Plantio Direto, celebrado nesta sexta-feira (23), marca uma das principais transformações da agricultura brasileira. A tecnologia começou a ganhar forma no Norte do Paraná, a partir da busca de agricultores e pesquisadores por alternativas de produção que reduzissem a erosão e preservassem o solo. Com o avanço da pesquisa e da extensão rural, o sistema se consolidou como referência em produção sustentável.

O Sistema Plantio Direto se baseia em três princípios: mínimo revolvimento do solo, cobertura permanente com palha ou plantas vivas e rotação de culturas. Segundo o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), a integração dessas práticas contribui para reduzir perdas de solo e água, melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo e dar suporte à sustentabilidade da agropecuária.

Na prática, o modelo também pode reduzir operações mecanizadas e consumo de combustível, além de favorecer maior eficiência no uso dos recursos produtivos e melhores condições para manter a produtividade ao longo do tempo. A preservação da matéria orgânica e a melhora da estrutura do solo ainda ampliam a infiltração e o armazenamento de água.

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A trajetória do plantio direto no Brasil está diretamente ligada ao Paraná. Em 1972, o agricultor Herbert Bartz realizou, em Rolândia, a primeira semeadura comercial de soja sem preparo convencional do solo registrada na América Latina. Nos anos seguintes, a técnica avançou para outras regiões do estado e ganhou escala com a participação de produtores e pesquisadores.

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O antigo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), hoje integrado ao IDR-Paraná, intensificou os estudos a partir de 1976 para adaptar o sistema às condições de solo e clima das regiões produtoras. O trabalho envolveu manejo e fertilidade do solo, mecanização agrícola, fitotecnia, plantas de cobertura e controle de pragas e doenças.

De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 33 milhões de hectares eram cultivados com a tecnologia no Brasil, o equivalente a 62% da área destinada à produção de grãos. Rafael Fuentes Llanillo, pesquisador sênior do IDR-Paraná e coordenador de relações internacionais da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP), afirma que, em 2026, a área sob plantio direto no país está em torno de 45 milhões de hectares, o equivalente a 65% da área total destinada a lavouras temporárias.

No cenário internacional, o sistema alcançou cerca de 300 milhões de hectares, segundo Llanillo. Para o IDR-Paraná, a continuidade da pesquisa, da assistência técnica e da adoção correta dos princípios do plantio direto segue central para ampliar os ganhos agronômicos, econômicos e ambientais da tecnologia.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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