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26 de outubro de 2026

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Colheita da soja em Mato Grosso supera média das últimas safras

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

A colheita da soja 2025/26 em Mato Grosso alcançou na última semana 1,98% dos 13 milhões de hectares semeados. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o percentual supera a média das últimas cinco safras de 1,09%.

Ao se comparar com os trabalhos da temporada passada, os do ciclo atual também estão à frente. Na safra 2024/25 nesta mesma época a retirada do grão das lavouras estava em 0,70% da área.

A previsão é que Mato Grosso colha 47,184 milhões de toneladas de soja na temporada 2025/26.

Médio-norte e oeste mais adiantados

Em relação aos trabalhos por regiões, o médio-norte lidera com 4,13% da área cultivada de 3,62 milhões de hectares. Em seguida surge o oeste mato-grossense com 2,41% de seus 1,38 milhão de hectares e o noroeste com 2,37% colhidos de 1,02 milhão de plantados.

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Ainda conforme o Instituto, a região centro-sul já colheu 1,34% da oleaginosa e o norte 1,74%. Já as regiões sudeste e nordeste ainda aquecem as máquinas com 0,72% e 0,10% de suas respectivas áreas colhidas.


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Plantio da soja 2026/27 avança para 40% da área no Brasil

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O plantio da safra brasileira de soja 2026/27 alcançou 40% da área projetada no país até quinta-feira (22), segundo levantamento da AgRural divulgado nesta segunda-feira (26). O índice representa avanço frente aos 26% da semana anterior e também supera os 36% registrados no mesmo período do ano passado.

De acordo com a AgRural, a redução das chuvas permitiu maior ritmo aos trabalhos no Sul do Brasil e em parte de Mato Grosso do Sul. As áreas haviam perdido fôlego na semana anterior por causa do excesso de umidade.

Em alguns pontos do Paraná, porém, a falta de luminosidade foi citada como fator de preocupação para os produtores. No Cerrado, a melhora das chuvas também favoreceu o plantio em parte de Mato Grosso, Goiás e da região do Matopiba, formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia.

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Apesar do avanço, a consultoria apontou que algumas áreas ainda enfrentam dificuldades em razão da irregularidade das precipitações e das altas temperaturas.

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No milho verão 2026/27, a área prevista no Centro-Sul do Brasil estava 58% plantada até quinta-feira (22), também segundo a AgRural. O número representa avanço de 10 pontos porcentuais em relação aos 48% da semana passada e ficou acima dos 55% observados um ano antes.

Os dados da AgRural mostram avanço semanal no plantio da soja no Brasil e do milho verão no Centro-Sul, com ritmo influenciado pelas condições de chuva, umidade e temperatura nas principais regiões produtoras.

Fonte: Estadão Conteúdo

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John Deere conecta plantio e aplicação e mostra no campo a força da tecnologia para a nova safra 

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O início de uma nova safra representa muito mais do que a largada para o plantio. É o momento em que decisões estratégicas começam a definir os próximos passos da lavoura, e a John Deere esteve no centro desse momento na Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27, em Ipiranga do Norte (MT). Parceira do evento, a John Deere levou ao campo soluções de seu portfólio para destacar o conceito Plante e Aplique, que integra tecnologias voltadas a duas etapas essenciais da produção agrícola.

Com máquinas e recursos desenvolvidos para atender às diferentes necessidades do produtor, a John Deere demonstrou como a combinação entre plantio e aplicação pode contribuir para maior eficiência operacional, melhor aproveitamento dos recursos e desempenho ao longo de todo o ciclo da lavoura. 

O evento reuniu mais de 2 mil pessoas e marcou os 15 anos do Projeto Soja Brasil, além da largada oficial da safra 2026/27. Para a John Deere, estar presente nesse momento representa também a oportunidade de estar próxima do produtor, entender as necessidades do campo e apresentar tecnologias desenvolvidas para acompanhar uma agricultura cada vez mais eficiente, conectada e produtiva.

”Foi uma grande felicidade participar da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27. É uma oportunidade de estar próximo do cliente, entender o que ele precisa e mostrar as nossas soluções. É o pontapé inicial, quando a coisa começa a acontecer, e poder apresentar essas duas máquinas, mostrando o plantio e a aplicação, foi muito importante”, diz Valério Wagner, diretor de marketing Latam da John Deere.

Para Roberto Petri, diretor comercial da Agro Baggio Máquinas Agrícolas, o momento do plantio é decisivo para o resultado da safra. “Estar na largada é muito fundamental, porque temos o equipamento para isso: plantar no momento certo e com a qualidade necessária”, afirma.

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Segundo Petri, a parceria com a Fazenda Horizontina, palco do evento, é construída a partir de uma relação próxima com a família proprietária e de um trabalho que acompanha todo o ciclo produtivo. “O que a gente preconiza é entregar aquilo que sabemos fazer. Conhecemos todo o ciclo, desde a soja, o milho e o algodão. Nosso objetivo é entregar os melhores produtos e, junto com eles, oferecer experiência, menor custo, melhor desempenho e qualidade”, explica.

Ele destaca ainda que a atuação da empresa acompanha diferentes etapas da produção. “Os produtos que apresentamos atendem desde o plantio até os tratos culturais, além de trazerem soluções ambientalmente sustentáveis. Em anos mais desafiadores, esse momento se torna ainda mais importante, porque, com margens apertadas, o produtor precisa buscar eficiência. A tecnologia tem um papel muito importante nesse processo. Estamos no celeiro do agronegócio brasileiro para mostrar isso”, completa. 

Tecnologia que chega ao campo

Durante a programação, a John Deere destacou seu portfólio de máquinas com a apresentação da Plantadeira 3131FT, da Série 3100FT, e do trator 8R de Alta Potência, um dos lançamentos da marca. A demonstração também incluiu o Pulverizador 430R, da Série 400R. As máquinas levaram diretamente ao campo tecnologias voltadas à eficiência e ao desempenho em operações estratégicas da lavoura. 

O trator 8R Alta Potência combina alta potência com maior capacidade operacional, reduz custos, aumenta a eficiência e permite melhor aproveitamento das janelas agrícolas, principalmente no plantio, elevando o desempenho da operação no campo.

Na plantadeira, o destaque está na combinação entre alta precisão na distribuição de sementes, agilidade e robustez, com conectividade em tempo real para o monitoramento da operação diretamente da cabine. A proposta é entregar mais eficiência em cada hectare e dar ao produtor maior controle sobre uma das etapas que definem o potencial produtivo da lavoura.

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Já na pulverização, a Série 400R reúne um conjunto de tecnologias e soluções inteligentes desenvolvido para elevar a precisão e a eficiência de uma operação fundamental para o cultivo. Além de contribuir para a economia e para uma aplicação de maior qualidade, os recursos da linha permitem trabalhar com mais hectares por dia, reduzir o tempo gasto com configurações e ajustes iniciais e contar com recursos como maior estabilidade das barras, câmeras de ré, pacotes de luzes LED, sistemas de gerenciamento de manobras de cabeceira e abastecimento otimizado. O equipamento também pode ser equipado, como opcional de fábrica, com a tecnologia See & Spray™ Gen 2, que entrega uma aplicação mais inteligente ao identificar plantas daninhas e realizar pulverizações localizadas, reduzindo o uso de herbicidas.

A tecnologia também coloca mais informações nas mãos do produtor, ampliando as possibilidades de planejamento, monitoramento e controle da operação. É a inteligência aplicada ao campo para transformar dados e recursos tecnológicos em mais eficiência no dia a dia da propriedade.

As demonstrações permitiram que os produtores conhecessem as soluções de perto e visualizassem como o conjunto de tecnologias da John Deere pode ser incorporado à rotina da propriedade, conectando máquinas, operação e tomada de decisão.

”Estamos muito felizes em mostrar as grandes tecnologias do pulverizador, que trazem rentabilidade e produtividade para o dia a dia do produtor. Fazer parte desse movimento também é entender o peso que o agro tem para o nosso país e para o mundo”, comenta Rebeca Silva, especialista de produto da linha de pulverizadores da John Deere.

Plantio e aplicação na mesma estratégia

O Plante e Aplique reúne máquinas, tecnologia, conectividade, especialistas e concessionários em torno de duas operações diretamente ligadas ao resultado da lavoura. Mais do que uma campanha ou um conjunto de soluções, o conceito representa a forma como a John Deere conecta seu portfólio para apoiar o produtor em operações que não podem ser tratadas de maneira isolada.

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A proposta é integrar as etapas para que o produtor possa estabelecer o potencial da cultura no plantio e, na sequência, trabalhar para protegê-lo durante o ciclo. Uma forma de unir máquinas, tecnologia, conectividade, especialistas e concessionários para ajudar o produtor a fazer mais e melhor em duas operações que impactam diretamente o resultado da safra. Porque, no campo, uma decisão influencia a outra. Um bom plantio cria o potencial. Uma boa aplicação ajuda a proteger esse potencial. E quando as etapas trabalham em sintonia, a tecnologia passa a atuar a favor de toda a operação.

Alta potência para aproveitar cada momento da janela de plantio

Além das soluções apresentadas para o plantio e a pulverização, a John Deere também levou à Abertura Nacional do Plantio sua linha de tratores de alta potência, reforçando a capacidade da marca de oferecer um portfólio completo para diferentes necessidades dentro da propriedade.

Entre os equipamentos apresentados está o trator 8R, com modelos de 440 a 540 cavalos nominais e potência máxima que pode chegar a 634 cavalos. A máquina representa a combinação entre força e tecnologia necessária para operações de alta demanda, especialmente em um cenário no qual o produtor precisa aproveitar cada momento disponível para realizar o plantio.

Para Alexander Onishi, especialista de produto e mercado das linhas de tratores de 200 a 830 cavalos da John Deere, a potência ganha ainda mais importância diante da redução das janelas disponíveis para realizar a operação.

”O que mostramos é o trator 8R de alta potência. Temos tratores de 440 a 540 cavalos nominais, podendo chegar até incríveis, 634 cavalos de potência máxima. Hoje, um dos grandes desafios do produtor é a janela de plantio, que está ficando cada vez menor. Ele precisa aumentar a produtividade e aproveitar melhor esse período”, aponta.

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Para ele, combinar este trator com a plantadeira é uma estratégia importante para atender à janela de plantio, já que cada dia é decisivo para o produtor e eventuais atrasos podem impactar a produtividade. Por isso, segundo ele, a empresa busca levar essas soluções ao campo para contribuir com o desempenho da operação. 

Tecnologia, suporte e parceria em cada etapa

A John Deere está ao lado do produtor em todos os momentos. Por meio do programa Excelência em Pós-venda e dos Centros de Soluções Conectadas, a Rede de Concessionários oferece suporte com tecnologia avançada em conectividade, gestão de dados e serviços remotos. Com máquinas conectadas, o produtor conta com técnicos, agrônomos e especialistas para monitoramento, otimizações, suporte remoto e agricultura de precisão, tornando a distância uma barreira cada vez menor. 

Os concessionários estão preparados para oferecer uma verdadeira Experiência John Deere, com técnicos treinados e capacitados, ferramentas e recursos avançados, veículos e instalações adequadas e processos alinhados aos valores de qualidade, inovação, integridade e comprometimento da marca.

Entre as principais soluções estão o Service ADVISOR™ Remoto, que permite diagnosticar problemas e direcionar o técnico, as peças e as ferramentas certas; o Expert Alerts, que identifica possíveis falhas antes que aconteçam; e o Acesso Remoto ao Monitor, que auxilia na configuração, otimização e solução de problemas.

Com o apoio das fábricas e de ferramentas como o DTAC e o Service ADVISOR™, os funcionários conseguem detectar falhas com rapidez e realizar reparos eficazes, garantindo serviços ágeis, maior disponibilidade dos equipamentos e mais produtividade para o produtor. Com esse suporte, a John Deere reforça seu compromisso de manter o produtor em campo, com mais confiança para aproveitar cada janela de trabalho e alcançar os melhores resultados ao longo da safra.

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Brasil ganha protagonismo global em biocontrole na Abim 2026

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O Brasil demonstrou seu protagonismo no desenvolvimento, na produção e na aplicação de insumos biológicos durante a Annual Biocontrol Industry Meeting — Encontro Anual da Indústria de Biocontrole (Abim 2026), realizada em Basel, na Suíça.

Com um mercado em rápida expansão, experiência acumulada em pesquisa aplicada e empresas que investem em tecnologia e internacionalização, o país se apresentou como uma das principais referências globais em biocontrole, despertando interesse de distribuidores e parceiros comerciais de diferentes regiões.

Segundo o estrategista de agronegócio da Bizup Strategy, Christian Pereira, o biocontrole já alcança 52% da área cultivada monitorada no Brasil, de acordo com dados da Kynetec Brasil, ante aproximadamente 30% há poucos anos.

Em apresentação durante o evento, ele destacou quatro fatores que explicam essa evolução, que podem servir de modelo ao mundo: a agricultura tropical intensiva, as limitações de determinadas soluções químicas, o ambiente regulatório e décadas de pesquisa aplicada.

No Brasil, a possibilidade de realizar duas safras anuais — e, em algumas regiões, três — aumenta a pressão de pragas e doenças e permite testar e aperfeiçoar tecnologias em condições reais de campo. Ao mesmo tempo, problemas como nematoides, lagartas e resistência a fungicidas criaram oportunidades para alternativas biológicas.

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Pereira também ressaltou o peso da regulação na velocidade de inovação. Segundo as estimativas apresentadas por ele, o registro de soluções de biocontrole pode levar de um a dois anos no Brasil, enquanto, na Europa, o processo pode chegar a dez anos.

Entretanto, a experiência brasileira não se resume às condições agrícolas. Universidades, Embrapa, institutos de pesquisa e empresas contribuíram para transformar conhecimento científico em tecnologias comercialmente viáveis. Para Pereira, o desafio agora é converter o crescimento acelerado em rentabilidade sustentável, em um mercado com mais concorrentes, produtos e pressão por diferenciação.

A presença brasileira na Abim 2026 também foi reforçada pelo estande do Renera (Brazilian Bioinputs Hub), iniciativa da CropLife Brasil em parceria com a ApexBrasil. O projeto busca ampliar a visibilidade internacional da indústria nacional, promover conexões estratégicas e abrir oportunidades de negócios e cooperação científica e tecnológica.

Para Renata Meliga, gestora do hub, a participação representa um avanço no posicionamento global do setor. “Essa participação amplia oportunidades de negócios, fortalece conexões estratégicas e consolida o Brasil como referência mundial em bioinsumos”, afirmou.

O estande contou também com a participação de Amália Borsari, diretora da CropLife Brasil, e Julia Pupe, gerente regulatória e institucional em bioinsumos da entidade. A iniciativa procurou destacar a capacidade científica e industrial brasileira, a biodiversidade como fonte de inovação e a competitividade das empresas nacionais nos mercados internacionais.

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Indústria brasileira mira 30 países até 2030

Entre as empresas brasileiras presentes, o Ecossistema Cogny destacou-se pela agenda de expansão internacional e pelos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e capacidade industrial.

Felipe Fiorese, gerente de negócios internacionais da empresa, afirmou que a participação na Abim 2026 foi marcada por reuniões com potenciais distribuidores e parceiros, especialmente na União Europeia e no Norte da África. A estratégia do grupo é alcançar presença comercial em 30 países até 2030. Atualmente, a empresa exporta direta ou indiretamente para 15 mercados, por meio de marcas próprias e fornecimento B2B.

Tulio Silva, também gerente de negócios internacionais, ressaltou a competitividade tecnológica da indústria brasileira diante do avanço de fabricantes asiáticos. Segundo ele, os contatos realizados durante o evento reforçaram a percepção de que o Ecossistema Cogny acompanha os principais movimentos globais de inovação.

“Em nenhum aspecto o Ecossistema Cogny está atrás de nenhuma empresa do mundo de biológicos nesse momento”, declarou Silva, citando tecnologia, capacidade industrial e qualificação profissional.

A estratégia de crescimento também se apoia na presença técnica junto aos produtores. Derik Chamberlain, diretor comercial executivo da Bioma, destacou que o ecossistema conta com mais de 300 técnicos em campo e pretende ampliar essa equipe em aproximadamente 30%, chegando a cerca de 400 profissionais em 2027.

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Para ele, a combinação entre pessoas capacitadas, pioneirismo tecnológico e demonstração prática dos benefícios das soluções é fundamental para sustentar a expansão.

A participação na Abim 2026 evidenciou, assim, uma nova etapa para o setor brasileiro: além de ampliar a adoção doméstica, a indústria busca transformar sua experiência agrícola, capacidade de inovação e escala produtiva em competitividade internacional.

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