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Ano Novo: agricultura familiar marca presença na ceia dos brasileiros; saiba mais

Os alimentos produzidos pela agricultura familiar estão presentes em pratos tradicionais da ceia de Ano Novo. Arroz, frutas, hortaliças, legumes, grãos e carnes fazem parte do cardápio preparado por famílias brasileiras em diferentes regiões do país.
Além de simbolizar costumes transmitidos ao longo do tempo, a ceia evidencia a participação da produção rural de base familiar no abastecimento alimentar, com itens que chegam à mesa em receitas variadas.
Arroz é base do cardápio
O arroz aparece em diferentes preparações, como o arroz branco, o arroz com passas e o arroz à grega, feito com cebola, pimentão, milho e ervilha. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam produção superior a 11 milhões de toneladas do grão na safra 2025/2026.
O Rio Grande do Sul concentra a maior parte da produção nacional, com predominância do cultivo irrigado por inundação. No segmento agroecológico, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) atua como produtor de arroz em escala na América Latina.
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Hortaliças e aves nas receitas tradicionais
Pratos como maionese e salpicão utilizam legumes produzidos pela agricultura familiar, entre eles cenoura, batata, vagem, cebolinha e salsa. No salpicão, o frango desfiado completa a receita.
A criação de galinhas caipiras integra a rotina de agricultores familiares e representa uma alternativa de produção com custos menores em comparação aos sistemas comerciais, além de gerar renda no meio rural.
Frutas também ocupam espaço na ceia, seja no preparo de receitas, na decoração da mesa ou como sobremesa. Abacaxi, manga, uva, pêssego, ameixa, nectarina, morango, tâmara e figo seco são cultivados por agricultores familiares e consumidos com frequência neste período.
Produção ganha destaque no período festivo
Segundo a secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ana Terra Reis, as festas de fim de ano ampliam a visibilidade desses produtos.
“Nesse período, alguns produtos ganham maior destaque em termos de produção e comercialização. A presença da agricultura familiar é fundamental, especialmente no fornecimento de frutas, verduras e legumes que compõem grande parte da ceia”, afirma.
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Dólar mais alto deve favorecer preços do milho nos portos e na B3, aponta Grão Direto

O milho spot em Chicago encerrou a semana passada com queda de 3,80% no período. No Brasil, o contrato da B3 com mesma referência fechou a R$ 65,53 por saca, baixa de 1,56% no período.
A ferramenta de inteligência de mercado da Grão Direto, Grainsights, traz os elementos que devem mexer com os preços do cereal nos próximos dias, após a definição da eleição presidencial que reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva. Confira:
- Mercado interno com oferta folgada: milho segue com preços pressionados no mercado brasileiro, segundo o Cepea, por causa da boa disponibilidade do cereal. Os compradores seguem cautelosos, abastecidos no curto prazo e observando o plantio, enquanto os produtores estão mais flexíveis para negociar, seja para fazer caixa, seja por receio de novas quedas. A demanda das usinas de etanol de milho e das fábricas de ração para aves e suínos segue firme e deve continuar crescendo, conforme a Conab, o que ajuda a dar um piso aos preços.
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- Dólar alto pode reanimar a exportação e a B3: a exportação de milho segue em ritmo mais lento que no ano passado, e a perda de competitividade nos portos vinha pesando sobre os preços internos. Com o dólar mais alto após as eleições, a paridade de exportação tende a melhorar, o que pode trazer algum fôlego às cotações nos portos e aos contratos na B3, que vinham com viés de baixa. Ainda assim, com oferta confortável, a reação no interior deve ser mais gradual do que nos portos. Na prática, a semana já começa com o milho valorizando mais de 3% na B3.
- Chicago com pouco peso, mas atenção à colheita norte-americana: em Chicago, o milho segue pressionado pelo avanço da colheita nos EUA, que, segundo o relatório de andamento de safra do USDA, ainda está abaixo da média, mas deve ganhar ritmo com o tempo seco no Meio-Oeste nos próximos dias. A demanda externa pelo milho norte-americano aparenta estar firme, o que limita quedas maiores. Para o produtor brasileiro, porém, o efeito de Chicago nesta semana deve ser bem menor do que o do câmbio e do ritmo de compra da indústria nacional.
- Macroeconomia e oportunidades: com a conclusão das eleições presidenciais, a Bolsa também teve uma manhã de forte turbulência. O Ibovespa caiu 10% ainda no leilão de abertura, pouco antes das 10h, e acionou o circuit breaker, uma pausa automática de 30 minutos nos negócios por causa da queda forte. Foi a primeira vez desde março de 2020, na pandemia. Na volta, o índice seguiu em queda forte e chegou a recuar mais de 16%, à casa dos 171 mil pontos. Os juros negociados na Bolsa para os próximos anos também dispararam: a taxa para 2031 passou de 12,58% para 14,46% ao ano logo cedo. O Tesouro Nacional cancelou os leilões de títulos prefixados e atrelados à inflação previstos para esta semana. O Boletim Focus desta segunda, com projeções coletadas antes da votação, ainda previa dólar a R$ 5,05 no fim do ano, o que mostra o tamanho do ajuste. “Daqui para frente, o mercado vai acompanhar os primeiros sinais sobre as contas públicas e a composição da equipe econômica”, destaca o Grainsights.
Também estão no radar a decisão de juros nos Estados Unidos na quarta-feira (28), com expectativa de manutenção, e a reunião do Copom em 3 e 4 de novembro. Dólar alto melhora o preço em reais e a competitividade da soja e do milho, mas também encarece fertilizantes, defensivos e o crédito atrelado à moeda.
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Plantio da soja 2026/27 avança para 40% da área no Brasil

O plantio da safra brasileira de soja 2026/27 alcançou 40% da área projetada no país até quinta-feira (22), segundo levantamento da AgRural divulgado nesta segunda-feira (26). O índice representa avanço frente aos 26% da semana anterior e também supera os 36% registrados no mesmo período do ano passado.
De acordo com a AgRural, a redução das chuvas permitiu maior ritmo aos trabalhos no Sul do Brasil e em parte de Mato Grosso do Sul. As áreas haviam perdido fôlego na semana anterior por causa do excesso de umidade.
Em alguns pontos do Paraná, porém, a falta de luminosidade foi citada como fator de preocupação para os produtores. No Cerrado, a melhora das chuvas também favoreceu o plantio em parte de Mato Grosso, Goiás e da região do Matopiba, formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia.
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Apesar do avanço, a consultoria apontou que algumas áreas ainda enfrentam dificuldades em razão da irregularidade das precipitações e das altas temperaturas.
No milho verão 2026/27, a área prevista no Centro-Sul do Brasil estava 58% plantada até quinta-feira (22), também segundo a AgRural. O número representa avanço de 10 pontos porcentuais em relação aos 48% da semana passada e ficou acima dos 55% observados um ano antes.
Os dados da AgRural mostram avanço semanal no plantio da soja no Brasil e do milho verão no Centro-Sul, com ritmo influenciado pelas condições de chuva, umidade e temperatura nas principais regiões produtoras.
Fonte: Estadão Conteúdo
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John Deere conecta plantio e aplicação e mostra no campo a força da tecnologia para a nova safra

O início de uma nova safra representa muito mais do que a largada para o plantio. É o momento em que decisões estratégicas começam a definir os próximos passos da lavoura, e a John Deere esteve no centro desse momento na Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27, em Ipiranga do Norte (MT). Parceira do evento, a John Deere levou ao campo soluções de seu portfólio para destacar o conceito Plante e Aplique, que integra tecnologias voltadas a duas etapas essenciais da produção agrícola.
Com máquinas e recursos desenvolvidos para atender às diferentes necessidades do produtor, a John Deere demonstrou como a combinação entre plantio e aplicação pode contribuir para maior eficiência operacional, melhor aproveitamento dos recursos e desempenho ao longo de todo o ciclo da lavoura.
O evento reuniu mais de 2 mil pessoas e marcou os 15 anos do Projeto Soja Brasil, além da largada oficial da safra 2026/27. Para a John Deere, estar presente nesse momento representa também a oportunidade de estar próxima do produtor, entender as necessidades do campo e apresentar tecnologias desenvolvidas para acompanhar uma agricultura cada vez mais eficiente, conectada e produtiva.
”Foi uma grande felicidade participar da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27. É uma oportunidade de estar próximo do cliente, entender o que ele precisa e mostrar as nossas soluções. É o pontapé inicial, quando a coisa começa a acontecer, e poder apresentar essas duas máquinas, mostrando o plantio e a aplicação, foi muito importante”, diz Valério Wagner, diretor de marketing Latam da John Deere.
Para Roberto Petri, diretor comercial da Agro Baggio Máquinas Agrícolas, o momento do plantio é decisivo para o resultado da safra. “Estar na largada é muito fundamental, porque temos o equipamento para isso: plantar no momento certo e com a qualidade necessária”, afirma.
Segundo Petri, a parceria com a Fazenda Horizontina, palco do evento, é construída a partir de uma relação próxima com a família proprietária e de um trabalho que acompanha todo o ciclo produtivo. “O que a gente preconiza é entregar aquilo que sabemos fazer. Conhecemos todo o ciclo, desde a soja, o milho e o algodão. Nosso objetivo é entregar os melhores produtos e, junto com eles, oferecer experiência, menor custo, melhor desempenho e qualidade”, explica.
Ele destaca ainda que a atuação da empresa acompanha diferentes etapas da produção. “Os produtos que apresentamos atendem desde o plantio até os tratos culturais, além de trazerem soluções ambientalmente sustentáveis. Em anos mais desafiadores, esse momento se torna ainda mais importante, porque, com margens apertadas, o produtor precisa buscar eficiência. A tecnologia tem um papel muito importante nesse processo. Estamos no celeiro do agronegócio brasileiro para mostrar isso”, completa.
Tecnologia que chega ao campo
Durante a programação, a John Deere destacou seu portfólio de máquinas com a apresentação da Plantadeira 3131FT, da Série 3100FT, e do trator 8R de Alta Potência, um dos lançamentos da marca. A demonstração também incluiu o Pulverizador 430R, da Série 400R. As máquinas levaram diretamente ao campo tecnologias voltadas à eficiência e ao desempenho em operações estratégicas da lavoura.
O trator 8R Alta Potência combina alta potência com maior capacidade operacional, reduz custos, aumenta a eficiência e permite melhor aproveitamento das janelas agrícolas, principalmente no plantio, elevando o desempenho da operação no campo.
Na plantadeira, o destaque está na combinação entre alta precisão na distribuição de sementes, agilidade e robustez, com conectividade em tempo real para o monitoramento da operação diretamente da cabine. A proposta é entregar mais eficiência em cada hectare e dar ao produtor maior controle sobre uma das etapas que definem o potencial produtivo da lavoura.
Já na pulverização, a Série 400R reúne um conjunto de tecnologias e soluções inteligentes desenvolvido para elevar a precisão e a eficiência de uma operação fundamental para o cultivo. Além de contribuir para a economia e para uma aplicação de maior qualidade, os recursos da linha permitem trabalhar com mais hectares por dia, reduzir o tempo gasto com configurações e ajustes iniciais e contar com recursos como maior estabilidade das barras, câmeras de ré, pacotes de luzes LED, sistemas de gerenciamento de manobras de cabeceira e abastecimento otimizado. O equipamento também pode ser equipado, como opcional de fábrica, com a tecnologia See & Spray™ Gen 2, que entrega uma aplicação mais inteligente ao identificar plantas daninhas e realizar pulverizações localizadas, reduzindo o uso de herbicidas.
A tecnologia também coloca mais informações nas mãos do produtor, ampliando as possibilidades de planejamento, monitoramento e controle da operação. É a inteligência aplicada ao campo para transformar dados e recursos tecnológicos em mais eficiência no dia a dia da propriedade.
As demonstrações permitiram que os produtores conhecessem as soluções de perto e visualizassem como o conjunto de tecnologias da John Deere pode ser incorporado à rotina da propriedade, conectando máquinas, operação e tomada de decisão.
”Estamos muito felizes em mostrar as grandes tecnologias do pulverizador, que trazem rentabilidade e produtividade para o dia a dia do produtor. Fazer parte desse movimento também é entender o peso que o agro tem para o nosso país e para o mundo”, comenta Rebeca Silva, especialista de produto da linha de pulverizadores da John Deere.
Plantio e aplicação na mesma estratégia
O Plante e Aplique reúne máquinas, tecnologia, conectividade, especialistas e concessionários em torno de duas operações diretamente ligadas ao resultado da lavoura. Mais do que uma campanha ou um conjunto de soluções, o conceito representa a forma como a John Deere conecta seu portfólio para apoiar o produtor em operações que não podem ser tratadas de maneira isolada.
A proposta é integrar as etapas para que o produtor possa estabelecer o potencial da cultura no plantio e, na sequência, trabalhar para protegê-lo durante o ciclo. Uma forma de unir máquinas, tecnologia, conectividade, especialistas e concessionários para ajudar o produtor a fazer mais e melhor em duas operações que impactam diretamente o resultado da safra. Porque, no campo, uma decisão influencia a outra. Um bom plantio cria o potencial. Uma boa aplicação ajuda a proteger esse potencial. E quando as etapas trabalham em sintonia, a tecnologia passa a atuar a favor de toda a operação.
Alta potência para aproveitar cada momento da janela de plantio
Além das soluções apresentadas para o plantio e a pulverização, a John Deere também levou à Abertura Nacional do Plantio sua linha de tratores de alta potência, reforçando a capacidade da marca de oferecer um portfólio completo para diferentes necessidades dentro da propriedade.
Entre os equipamentos apresentados está o trator 8R, com modelos de 440 a 540 cavalos nominais e potência máxima que pode chegar a 634 cavalos. A máquina representa a combinação entre força e tecnologia necessária para operações de alta demanda, especialmente em um cenário no qual o produtor precisa aproveitar cada momento disponível para realizar o plantio.
Para Alexander Onishi, especialista de produto e mercado das linhas de tratores de 200 a 830 cavalos da John Deere, a potência ganha ainda mais importância diante da redução das janelas disponíveis para realizar a operação.
”O que mostramos é o trator 8R de alta potência. Temos tratores de 440 a 540 cavalos nominais, podendo chegar até incríveis, 634 cavalos de potência máxima. Hoje, um dos grandes desafios do produtor é a janela de plantio, que está ficando cada vez menor. Ele precisa aumentar a produtividade e aproveitar melhor esse período”, aponta.
Para ele, combinar este trator com a plantadeira é uma estratégia importante para atender à janela de plantio, já que cada dia é decisivo para o produtor e eventuais atrasos podem impactar a produtividade. Por isso, segundo ele, a empresa busca levar essas soluções ao campo para contribuir com o desempenho da operação.
Tecnologia, suporte e parceria em cada etapa
A John Deere está ao lado do produtor em todos os momentos. Por meio do programa Excelência em Pós-venda e dos Centros de Soluções Conectadas, a Rede de Concessionários oferece suporte com tecnologia avançada em conectividade, gestão de dados e serviços remotos. Com máquinas conectadas, o produtor conta com técnicos, agrônomos e especialistas para monitoramento, otimizações, suporte remoto e agricultura de precisão, tornando a distância uma barreira cada vez menor.
Os concessionários estão preparados para oferecer uma verdadeira Experiência John Deere, com técnicos treinados e capacitados, ferramentas e recursos avançados, veículos e instalações adequadas e processos alinhados aos valores de qualidade, inovação, integridade e comprometimento da marca.
Entre as principais soluções estão o Service ADVISOR™ Remoto, que permite diagnosticar problemas e direcionar o técnico, as peças e as ferramentas certas; o Expert Alerts, que identifica possíveis falhas antes que aconteçam; e o Acesso Remoto ao Monitor, que auxilia na configuração, otimização e solução de problemas.
Com o apoio das fábricas e de ferramentas como o DTAC e o Service ADVISOR™, os funcionários conseguem detectar falhas com rapidez e realizar reparos eficazes, garantindo serviços ágeis, maior disponibilidade dos equipamentos e mais produtividade para o produtor. Com esse suporte, a John Deere reforça seu compromisso de manter o produtor em campo, com mais confiança para aproveitar cada janela de trabalho e alcançar os melhores resultados ao longo da safra.
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