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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Análise mensal do mercado do algodão – MAIS SOJA

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Depois de atingirem um pico em maio deste ano, os preços médios do algodão em pluma vêm, desde então, registrando quedas mensais consecutivas – já são seis meses seguidos de baixa, levando a média de novembro ao menor patamar desde setembro de 2009, em termos reais (IGP-DI de out/25).

Esse cenário é resultado da maior oferta nacional, da demanda interna retraída e do enfraquecimento também nos valores internacionais. Ainda que as exportações continuem apresentando excelente desempenho, os estoques de passagens devem permanecer elevados.

A média de novembro foi de R$ 3,4505/lp, com baixa de 1,91% em relação à de outubro/25, de 12,5% sobre novembro/24 e a menor desde setembro/09, quando esteve em R$ 3,4089/lp, em termos reais. Em dólar, a média mensal doméstica foi de US$ 0,6444/lp, valor 2% acima do primeiro vencimento da Bolsa de Nova York (ICE Futures, US$ 0,6321/lp), mas 14,3% inferior ao Índice Cotlook A (US$ 0,7523/lp). Ao longo de novembro (de 31 de outubro a 28 de novembro), o Indicador CEPEA/ESALQ (pagamento em oito dias) acumulou queda de 0,23%, fechando a R$ 3,4779/lp no dia 28. Ainda, a cotação ficou, em média, 1,2% abaixo da paridade de exportação no mês.

Em novembro, agentes já começavam a se programar para o recesso de final de ano e adquiriam a matéria-prima de forma pontual. Para os manufaturados, empresas continuaram apontando para demanda pontual. Vale considerar que o consumo global de têxtil também está desaquecido.

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Entre vendedores, os que tinham maior necessidade de caixa e/ou que buscavam liquidar lotes aceitaram valores menores nas efetivações de negócios. Ainda assim, a dificuldade de acordo quanto ao preço e/ou à qualidade dos lotes disponibilizados também limitou a maior liquidez.

Vale considerar que diante dos grandes volumes contratados e das remunerações mais atrativas do que as vendas no mercado spot, além dos embarques dos contratos a termo, agentes buscaram realizar novas programações, tanto para o início de 2026 quanto envolvendo lotes da próxima temporada.

Já no campo, as atenções estiveram voltadas ao início do cultivo da nova temporada, com avaliação das perspectivas climáticas para o novo cultivo. Quanto ao beneficiamento do algodão, dados da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) mostram que, até 27 de novembro, já chegou em 81,73% da safra 2024/25 no País. Em Mato Grosso, o percentual era de 79%, e, na Bahia, de 92%.

A Conab (Companhia Nacional de Abasteciemento) mantém suas projeções de oferta para a nova temporada em linha com as registradas em 2025. Nos dados divulgados em novembro, a Companhia estimou a produção nacional de pluma em 4,03 milhões de toneladas na safra 2025/26, 1,2% inferior à de 2024/25.

Porém, como os estoques iniciais de janeiro/26 devem ser elevados, a disponibilidade interna deve ficar 6,5% acima da registrada em 2025, para 6,8 milhões de toneladas. Deste total, a Companhia estima que 730 mil toneladas sejam consumidas internamente e 3,06 milhões de toneladas, exportadas. Mesmo assim, em dezembro/26, os estoques finais devem superar 3 milhões de toneladas, um recorde. Vale destacar que as exportações seguem a todo vapor. Em novembro, os embarques somaram 402,5 mil toneladas, superando em 34,4% a quantidade escoada em todo mês de novembro do ano passado e 36,9% a de outubro/25, sendo este o maior volume embarcado em um mês de novembro e ficando apenas 3,2% inferior ao recorde exportado em janeiro/25 (415,6 mil toneladas), conforme apontam dados da Secex.

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Já os preços médios de exportação ficaram em US$ 0,7214/lp no mês, retração de 2% sobre os de outubro/25 e 11,8% abaixo/acima dos de novembro/24 (US$ 0,8176/lp). Trata-se do menor valor desde janeiro/21 (US$ 0,7040/lp).

MERCADO INTERNACIONAL – A paridade de exportação (FAS) calculada pelo Cepea caiu 4,1% entre 31 de outubro e 28 de novembro, para R$ 3,4633/lp (US$ 0,6495/lp) no porto de Santos (SP) e para R$ 3,4738/lp (US$ 0,6515/lp) no de Paranaguá (PR). Isso porque o Índice Cotlook A teve baixa de 3,17% no mês, passando para US$ 0,7495/lp no dia 28, enquanto o dólar se desvalorizou 0,91% frente ao Real no mesmo período, cotado em R$ 5,332 também no dia 28. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), de 31 de outubro a 28 de novembro, o vencimento Dez/25 caiu 4,01%, para US$ 0,6291/lp; o Mar/26 recuou 3,03%, para US$ 0,6471/lp; Maio/26 registrou baixa de 2,92%, para US$ 0,6592/lp; e Jul/26, de 2,98%, para US$ 0,6696/lp.

RITMO INDUSTRIAL – Dados do IBGE mostram que, entre setembro e outubro de 2025, a produção industrial do setor de fabricação de produtos têxteis recuou apenas 0,8%, mas, na comparação anual (outubro/25 frente a outubro/24), avançou 5,9%. O segmento de confecção de artigos de vestuário e acessórios registrou elevação de 3,8% no mês, mas caiu 1,1% no ano. Entre os segmentos têxteis, o de tecelagem (exceto vestuário) segue crescente, com alta de 20,6% no comparativo anual, no entanto, esta foi a menor variação positiva do setor desde novembro/24. Para os demais, o setor de malharia e tricotagem recuou 6,3%, enquanto a fabricação de tecidos de malha e a preparação e fiação de fibras têxteis caíram 4,8% e 5,1%, respectivamente. Já a fabricação de artefatos têxteis (exceto vestuário) teve baixa de 0,6%; e a de vestuário e acessórios, 1,1%.

CAROÇO DE ALGODÃO – Na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, os preços do caroço de algodão recuaram em novembro, mas ainda estiveram acima dos praticados no ano anterior. O enfraquecimento nos valores está relacionado à menor demanda do período, especialmente com as precipitações da época. Dados do Cepea mostram que, em novembro, em Lucas do Rio Verde (MT), a média do caroço foi de R$ 850,03/t, retração de 4,1% frente à de outubro/25, porém, elevação de 4,2% em relação a novembro/24; em Primavera do Leste (MT), a média foi de R$ 957,24/t, baixa de 2,5% na comparação mensal, mas alta de 4,5% na anual; em Campo Novo do Parecis (MT), de R$ 902,78/t, retração mensal de 2,3% e avanço anual de 9,2%; em Barreiras (BA), a média foi de R$ 1.191,15/t, aumentos de 1,8% no mês e de 10% no ano; e em São Paulo (SP), de R$ 1.356,28/t, recuo de 5,1% e alta de 6,1%, nesta ordem.

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Confira o Agromensal novembro/2025 do Algodão completo, clicando aqui!

Fonte: CEPEA



 

FONTE

Autor:AGROMENSAIS NOVEMBRO/2025

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Preços se recuperam em abril, com oferta limitada e baixa liquidez – MAIS SOJA

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Impulsionadas pela oferta restrita e baixa liquidez, características típicas do período de entressafra, as cotações do trigo em grão consolidaram sua trajetória de recuperação em abril. Segundo o Cepea, vendedores estiveram retraídos, limitando a oferta no mercado spot, à espera de melhores condições de comercialização. Esse comportamento, somado à menor disponibilidade interna, mantém o ritmo de negócios reduzido.

Do lado da demanda, compradores com necessidade imediata acabam cedendo às cotações mais elevadas. No segmento de farelo de trigo, os preços seguiram em queda, pressionados pela combinação de demanda enfraquecida, elevada disponibilidade e maior competitividade com produtos substitutos. Quanto às farinhas, o comportamento foi mais estável, refletindo uma demanda relativamente equilibrada, de acordo com dados do Centro de Pesquisas.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Como dobrar a produção de soja? – MAIS SOJA

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Enquanto a média nacional da soja patina nas 60 sacas por hectare, um método baseado na construção do perfil do solo através da saturação de magnésio está reescrevendo o teto produtivo no Brasil. A técnica, que fundamentou o recorde de 135,49 sc/ha da Agro Mallon no CESB 2025, será revelada pelo consultor Leandro Barcelos na série gratuita “As Verdades Ocultas para Colher Mais Soja“.

Com o objetivo de entregar independência técnica ao produtor, as aulas mostram como destravar a absorção de nutrientes e garantir resiliência hídrica. As inscrições para o treinamento online são limitadas e se encerram nesta terça-feira, dia 05/05.

Método inédito

Diferentemente de abordagens que buscam apenas tornar o cálculo de calagem mais preciso, o método desenvolvido por Leandro Barcelos propõe uma mudança de paradigma: não se trata apenas de neutralizar o pH, mas de desenhar a arquitetura química do perfil do solo. Com foco na saturação de magnésio como fator-chave para destravar a produtividade, a proposta rompe com o modelo tradicional baseado em cálcio e recomendações padronizadas, ao introduzir um cálculo por saturação na CTC em diferentes camadas do solo, permitindo que a planta desenvolva raízes mais profundas e aumente sua resistência a períodos de estresse hídrico.

O método de Barcelos fundamentou o recorde da Agro Mallon (Fazenda Santa Bárbara, Canoinhas/SC) no 17º Desafio do CESB (2025), com a marca histórica de 135,49 sc/ha. “O produtor aprendeu a olhar para o cálcio, mas esqueceu que o magnésio é o motor da clorofila e da absorção de fósforo. Sem o equilíbrio correto entre esses elementos, você pode aplicar o melhor adubo do mundo no sulco ou a lanço, que a planta não conseguirá processar”, afirma Barcelos.

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O Fim do “Voo às Cegas” na Adubação

O especialista alerta que a calagem convencional, muitas vezes aplicada apenas para elevar o pH do solo, tornou-se um dos maiores desperdícios financeiros do agronegócio. “O foco exclusivo no Cálcio ignora que o Magnésio é o fator limitante oculto na maioria das fazendas. Mesmo em solos considerados ‘corrigidos’, a falta de equilíbrio de bases trava o motor da clorofila e impede a absorção de fósforo, pago a peso de ouro”, explica o agrônomo.

Para romper essa barreira, a proposta de Barcelos substitui as receitas de balcão pelo cálculo por saturação de Magnésio na CTC (%Mg/CTC), analisando rigorosamente tanto a camada de 0 a 20 cm quanto a de 20 a 40 cm. Essa construção de perfil em profundidade é o que elimina a “barreira invisível” que condena a soja a explorar apenas a superfície. Além disso, Barcelos traz um alerta decisivo sobre a eficiência do insumo. “O carbonato de Magnésio tem maior dificuldade de dissociação que o de Cálcio. Se você não domina essa dinâmica química, o investimento fica parado na superfície e não vira produtividade”, explicou.

Dominar a química do perfil do solo permite que a planta nasça forte o suficiente para suportar janelas críticas de estresse hídrico, acessando reservas de água que o manejo comum não alcança. Segundo Barcelos, essa autonomia técnica é o que garante a segurança do produtor diante de um calendário agrícola apertado.

“Não adianta investir fortunas em fertilizantes de última geração se a porta de entrada da planta está bloqueada. É o paradoxo que vejo em todo o Brasil, lavouras morrendo de sede com água disponível logo abaixo, simplesmente porque o perfil do solo foi tratado como um depósito de insumos e não como um sistema biológico vivo”, pontua Leandro.

O Caso do CESB 2025

A prova de fogo desse manejo ocorreu na safra 2024/2025. Sob a consultoria de Leandro Barcelos e o uso do Método da ARDS (A Raiz da Solução), o produtor Charles Adriano Breda (gestor da fazenda AgroMallon) conseguiu colher mais de 135 sacas por hectare, mesmo enfrentando 18 dias de veranico.

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A resiliência hídrica, segundo o método, é fruto direto da correção do perfil do solo. Quando o magnésio e o cálcio estão em equilíbrio, a planta consegue aprofundar o sistema radicular para acessar o CAD (Capacidade de Água Disponível) em camadas de até 1,5 metros de profundidade.

“Um segredo técnico que poucos dominam é a relação entre Potássio e Magnésio. Muitos tentam aumentar o K para ganhar peso de grão, mas sem o Magnésio adequado na CTC, ocorre a inibição competitiva. O resultado? O produtor gasta com adubo, o nutriente compete entre si e a planta perde produtividade. O equilíbrio é o que destrava o sistema.”

Resultados Reais

A metodologia defendida por Leandro Barcelos é validada no campo por produtores de várias regiões do país, que transformaram o manejo em resultados históricos, mesmo sob pressão climática.

  • Eduardo Primon (Minas Gerais): O engenheiro agrônomo e produtor no Cerrado Mineiro, relata que o manejo focado nos pilares da raiz e fisiologia permitiu elevar a média global da fazenda de 70 para 90,5 sacas por hectare. Para ele, a planta precisa estar pronta para o “embate” contra o clima. “A soja é igual a um atleta de alta performance; qualquer manejo errado ou ‘tropeço’ no meio do caminho impede que se chegue às 100 sacas. Preparamos a planta para o estresse antes mesmo do plantio, o que nos garantiu recordes de 107 sacas em áreas monitoradas, mesmo com o clima adverso”, destaca Primon.
  • Márcio Natalli (Rio Grande do Sul): Em Boa Vista do Incra (RS), Natalli transformou a realidade da sua produção ao investir na construção do perfil do solo, elevando a sua média de 60 para 90 sacas por hectare. “Enquanto a vizinhança sentia o veranico, a nossa soja continuava verde e a procurar água no fundo. O salto para as 90 sacas é o resultado direto de um sistema radicular que trabalha onde o manejo comum não alcança. Sem raiz, não há teto produtivo que se sustente”, afirma o produtor.
  • Francisco Luçardo (Goiás): O produtor conseguiu romper a barreira das 70 sacas, atingindo o patamar das 100 sacas por hectare através do ajuste nutricional profundo. “Não basta apenas colocar adubo; é preciso garantir que o solo esteja equilibrado em profundidade para que a planta consiga absorver tudo o que oferecemos. Quando ajustamos esse equilíbrio, o investimento finalmente se transforma em produtividade real e grão no armazém”, resume Luçardo.
Capacitação e Independência Técnica

Para Leandro Barcelos, o papel do consultor estratégico é entregar o conhecimento certo que permita ao produtor retomar as rédeas da própria lavoura. “O produtor precisa parar de ficar na mão do balcão de vendas e de aceitar pacotes prontos. A lucratividade máxima só vem quando ele conquista a sua independência técnica, que é saber olhar para a análise de solo e decidir, com critério, o que e quando aplicar”, pontua.

A série gratuita “As Verdades Ocultas para Colher Mais Soja” precede o evento presencial ARDS Experience e serve como porta de entrada para o Treinamento A Raiz da Solução 2.0. O programa é focado em construir um perfil de solo resiliente, respeitando o custo-benefício e a realidade financeira de cada fazenda.

As inscrições para a série gratuita estão na reta final e podem ser realizadas pelo link abaixo até terça-feira (05/05) clique aqui

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Quem é Leandro Barcelos?

Especialista em fertilidade do solo e fisiologia vegetal com mais de 40 anos de vivência no campo, Leandro Barcelos é o consultor agronômico por trás da conquista do último campeonato nacional de produtividade de soja do CESB 2025. Natural do Rio Grande do Sul e filho de produtores, trilhou uma jornada resiliente: de produtor rural e caminhoneiro a gerente de fazenda, estudando ciência das plantas na cabine do caminhão após enfrentar perdas severas pela seca. Essa trajetória o levou a desenvolver um método exclusivo chamado A Raiz da Solução, que permite colher acima de 100 sc/ha em diversas regiões do Brasil. Sempre considerando o tempo necessário de cada fazenda para chegar às altas produtividades. Evoluir significa Transformar, ou seja, usar o mesmo dinheiro no local e forma certa , transforma a produtividade gerando mais lucro. Assim, a Raiz é a solução e produtividade é que paga conta.

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Sustentabilidade

Inspeções de soja para exportação nos EUA caem quase 30%, aponta USDA

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O volume de soja inspecionado para exportação nos Estados Unidos caiu 29,5% na semana encerrada em quarta-feira (30), totalizando 450.145 toneladas.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório semanal de inspeção de embarques. No mesmo período, milho e trigo registraram aumento nas inspeções.

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Segundo o USDA, o milho somou 2,03 milhões de toneladas inspecionadas para exportação, alta de 22,4% frente à semana anterior. Já o trigo alcançou 434.204 toneladas, avanço de 17,4% na mesma comparação.

O relatório indica, portanto, comportamento distinto entre os principais grãos embarcados pelos Estados Unidos no fechamento de abril. Enquanto milho e trigo ganharam ritmo semanal nos portos, a soja apresentou desaceleração nas inspeções, dado que serve como referência para o fluxo efetivo de exportações.

No acumulado do ano comercial, o milho mantém desempenho acima do registrado no ciclo anterior. As inspeções do cereal estão 30,5% superiores às observadas no mesmo período do ano passado. No caso do trigo, o avanço acumulado é de 12%.

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A soja segue em direção oposta. De acordo com o USDA, o volume inspecionado no ano comercial está 23,5% abaixo do verificado em igual intervalo da temporada passada. Esse resultado mostra perda de ritmo nos embarques do grão norte-americano ao longo do ciclo atual.

O ano-safra considerado pelo USDA começa em 1º de junho de 2025 para o trigo e em 1º de setembro de 2025 para milho e soja. O relatório não detalha, neste recorte, os destinos das cargas nem os fatores específicos para a variação semanal por produto.

Os dados reforçam que o monitoramento semanal das inspeções segue relevante para medir a competitividade dos grãos dos Estados Unidos no mercado externo. Nas próximas divulgações, a atenção deve permanecer sobre a soja, diante do recuo semanal e da defasagem acumulada no ano comercial.

O post Inspeções de soja para exportação nos EUA caem quase 30%, aponta USDA apareceu primeiro em Canal Rural.

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