Sustentabilidade
Câmara Setorial do Algodão e Derivados encerra 2025 com previsão de alta nas exportações e cautela na produção – MAIS SOJA

A Câmara Setorial do Algodão realizou, na última terça-feira, 02/12, seu encontro final de 2025, reunindo lideranças da cadeia produtiva para discutir cenários, desafios e prioridades para o próximo ano. A reunião foi coordenada pelo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gustavo Piccoli, com participação das associações estaduais da Bahia (Abapa), Goiás (Agopa), Mato Grosso (Ampa), Mato Grosso do Sul (Ampasul), Minas Gerais (Amipa) e Piauí (Apipa).
Representantes da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), e demais entidades que compõem o setor também participaram. O grupo analisou o balanço da safra 2024/2025, tendências de mercado e as propostas de políticas públicas para fortalecer o consumo de algodão no Brasil e no exterior.
Piccoli destacou a importância de uma agenda coordenada entre governo e setor privado para que o algodão brasileiro recupere protagonismo na indústria têxtil. “O crescimento do consumo de algodão depende de políticas públicas que valorizem a fibra natural. Ao contrário das fibras sintéticas, ela não representa riscos à saúde humana nem causa impacto ambiental duradouro. Essa pauta precisa avançar simultaneamente no mercado interno e no internacional”, afirmou.
Atuação da Abrapa
Piccoli citou os esforços da Abrapa para viabilizar aos cotonicultores o acesso ao Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Prepo), tendo em vista que o preço atual do algodão em pluma encontra-se abaixo do preço mínimo, ou o acesso a uma linha de crédito específica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que permita os produtores obterem o recurso para não serem obrigados a vender o seu algodão por preço muito baixo. Medidas que visam permitir que os produtores possam honrar os seus compromissos e aguardar para fechar contratos quando os preços estiverem melhores.
O diretor executivo da Abrapa, Marcio Portocarrero, argumentou que o acesso a instrumentos como o CPR-BNDES ou ao Pepro é decisivo para garantir o equilíbrio da atividade em um momento marcado por volatilidade de preços e aumento dos custos financeiros. Portocarrero explicou que com o crédito mais restrito e a elevação do estoque global pressionando as cotações internacionais, produtores têm enfrentado menor capacidade de giro e maior exposição ao risco. “A implementação desses programas permitiria suavizar perdas econômicas, assegurar liquidez e preservar a capacidade de investimento dos cotonicultores, fatores essenciais para que o país mantenha sua competitividade nas próximas safras”.
De acordo com o diretor, a Abrapa já levou a questão ao Ministro da Agricultura e Pecuária, Calos Fávaro. “Nós estivemos com o Ministro Fávaro em Cuiabá, para discutirmos a retomada desta demanda e hoje, estamos protocolando oficialmente a solicitação através da Câmara Setorial”.
Produção nacional
A Abrapa apresentou a primeira projeção para a safra 2026, apontando uma retração estratégica da produção. A área plantada deve cair 5,5% em relação a 2025, resultando em uma produção estimada de 3,829 milhões de toneladas, queda de 9,9% frente às 4,1 milhões de toneladas colhidas em 2024/2025.
O presidente da Associação Matogrossense de Produtores de Algodão (Ampa), Orcival Guimarães, citou o endividamento do setor e a alta dos juros como fatores de risco para o crescimento da cotonicultura do país. “O momento é de cautela, pelo excesso de oferta de algodão no mundo. Diante do cenário atual de endividamento interno e juros altos, estamos prevendo a redução de 10% da safra no Mato Grosso”, ponderou.
Para a presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessadra Zanotto, a falta de crédito e o risco da cultura são fatores que afetam todos os estados produtores. A tendência é de que a produção da Bahia também diminua, principalmente nas lavouras que não fazem o uso da irrigação. “A Bahia está prevendo uma redução de 2,5%. As áreas irrigadas serão as maiores produtoras no próximo ano.”, concluiu a presidente.
Exportações brasileiras
O diretor de relações internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte, apresentou dados do fechamento do ano safra, que confirmam que o Brasil segue exportando mais do que qualquer outro país, porém com uma receitar menor. “Isso se deve ao fato de que os preços de algodão seguem em queda, incentivados pelo grande volume de oferta no mercado mundial”, analisou o diretor A projeção do Cotton Brazil é de que em 2026, a participação do Brasil nas exportações globais de algodão aumente em 2%, alcançando o patamar recorde de 33%, com um volume total de 3,1 milhões de toneladas.
Apesar da diminuição do volume exportado do Brasil, a China ainda aparece como o principal comprador da pluma brasileira, representando 20% da participação no ano comercial 2025/2026, enquanto o Brasil detém 41% do market share do mercado chinês. A Índia está entre os destaques mais positivos. O país importou 92 mil toneladas de algodão brasileiro e atualmente ocupa a segunda colocação entre os maiores compradores, com 17% do total das exportações realizadas entre julho e novembro de 2025.
Duarte também aproveitou a reunião para mostrar como Agência Brasileira de Promoções de Exportações e Investimentos (Apex) influenciou no crescimento das exportações brasileiras, destacando o papel das parcerias público privadas no sucesso da pluma nacional. De acordo com o diretor, “Desde que a Apex começou a trabalhar conosco, na consolidação do Cotton Brazil, a receita das exportações brasileiras dobrou. Saltamos de US$ 2,6 bilhões em 2019 para US$ 5,2 bilhões em 2024”.
O presidente da Anea, Dawid Wajis, citou a conjuntura internacional como um gerador de incertezas para o mercado. Para Wajis, “O acordo entre Estados Unidos e China trouxe um pouco mais de clareza ao mercado, contudo ainda existem muitas incertezas de será o funcionamento em relação ao algodão”.
Desafios do consumo doméstico
O diretor-superintendente e presidente emérito da Abit, Fernando Pimentel, chamou atenção para os desafios competitivos enfrentados pela indústria nacional, sobretudo diante do preço do fio importado da China, que chega ao Brasil por valores inferiores ao do próprio algodão exportado pelo país asiático. “Essa assimetria compromete a competitividade da indústria brasileira e exige a adoção de medidas que equilibrem o jogo e protejam uma cadeia que é estratégica para o país”, disse Pimentel.
Ele também pontuou que o avanço das fibras sintéticas precisa ser enfrentado com uma agenda integrada de comunicação, modernização regulatória e aproximação do varejo e do consumidor. De acordo com Pimentel, as fibras sintéticas avançaram no país, em 2005 elas representavam 37% do total utilizado pela indústria, hoje são 56% das fibras consumidas pela indústria. “O Brasil tem condições de ampliar o uso do algodão, mas isso requer informação, previsibilidade regulatória e articulação setorial. É um movimento que precisa partir de toda a cadeia”, completou. O presidente da Abit também apresentou uma proposta da indústria para aumentar o consumo do algodão no Brasil, contemplando os seguintes eixos de ação:
– Pesquisa, desenvolvimento e inovação;
– Competitividade e mercado;
– Comunicação e sustentabilidade;
– Articulação institucional;
– Inteligência de mercado.
A próxima reunião da Câmara Setorial está programada para 23 de março de 2026, quando serão retomadas as discussões sobre competitividade, expansão do consumo interno e estratégia para o fortalecimento internacional da pluma brasileira.
Fonte: Assessoria de Imprensa Abrapa

Sustentabilidade
IMEA: Safra 25/26 de algodão em MT tem queda na oferta e redução nos estoques finais – MAIS SOJA

Em mai/26, o Imea divulgou a nova estimativa de Oferta e Demanda do algodão em pluma de Mato Grosso para a safra 25/26. Desse modo, a Oferta foi projetada em 3,45 milhões de
toneladas, redução de 3,92% em relação ao ciclo anterior. Parte desse decréscimo está vinculado à menor produção prevista, com queda de 15,91% no comparativo entre safras,
ficando estimada em 2,52 milhões de toneladas. Já a demanda foi projetada em 2,69 milhões de toneladas, incremento de 1,02% em relação à safra passada. Esse avanço está associado à maior estimativa de exportação para o ciclo, projetada em 2,04 milhões de toneladas.
Dessa maneira, os estoques finais ficaram projetados em 762,92 mil toneladas, retração de 18,07% ante a safra anterior. Por fim, desse total, estima-se que 743,42 mil toneladas já estejam vendidas, mas que devem ser escoadas somente no próximo ciclo.
Confira os principais destaques do boletim:
- ALTA: o contrato jul/26 da Ice NY apresentou aumento de 0,62% em relação à última semana, sendo cotado na média de ¢ US$ 80,16/lp, impulsionado pela valorização do dólar.
- APRECIAÇÃO: o preço pluma Cepea teve alta de 1,41% no comparativo semanal, acompanhando o mercado externo e a postura mais cautelosa dos vendedores no período de entressafra.
- VALORIZAÇÃO: o preço do caroço de algodão em Mato Grosso registrou elevação de 1,26% frente à semana passada, ficando precificado na média de R$ 910,77/t.
Em mai/26, o Imea divulgou nova estimativa de safra para o algodão da temporada 25/26.
A área destinada à cotonicultura da safra 25/26 ficou projetada em 1,38 mi de hectares, representando redução de 3,33% em relação à estimativa anterior e 11,11% quando comparado ao consolidado do ciclo 24/25. Parte dessa redução está ligada às margens rentáveis da cultura apresentarem-se mais estreitas em relação aos anos anteriores, atrelada ao cenário de custos mais elevados.
Com isso, os cotonicultores tendem a reduzir a área de algodão, concentrando o cultivo nos melhores talhões e destinando os demais a outras culturas de segunda safra. Em relação à produtividade, houve incremento de 2,34% ante a estimativa passada, projetada em 297,69 @/ha, aumento relacionado às condições climáticas favoráveis, que têm proporcionado um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras. Por fim, a produção de algodão em caroço ficou prevista em 6,14 mi de t, redução de 16,04% em relação à safra passada.
Fonte: IMEA
Sustentabilidade
Preços da soja têm queda após alta generalizada na sessão anterior

O mercado brasileiro de soja teve um dia travado para a comercialização, revertendo o movimento positivo observado na segunda-feira (4).
De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário foi marcado por queda generalizada nas cotações.
"Os preços caíram em praticamente todas as praças, refletindo a forte queda do dólar e a devolução de parte dos ganhos em Chicago", afirma. Segundo ele, os prêmios apresentaram apenas pequenas mudanças e não foram suficientes para compensar as perdas.Assim, o ambiente foi de retração tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores. “Algumas tradings ficaram fora do mercado e o produtor também se manteve retraído, aguardando melhores oportunidades”, conta Silveira.
Preços médios da saca de soja
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 126 para R$ 124
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 127 para R$ 125
- Cascavel (PR): passou de R$ 122 para R$ 120
- Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 111 para R$ 109
- Dourados (MS): diminuiu de R$ 113,50 para R$ 112
- Rio Verde (GO): foi de R$ 113 para R$ 111
- Portos de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 132 para R$ 130
- Porto de Rio Grande (RS): recuou de R$ 132 para R$ 130
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após os bons ganhos de ontem, o mercado realizou lucros, com base em fatores técnicos.
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A forte queda do petróleo no mercado internacional e as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras estadunidenses completaram o cenário baixista.
De acordo com relatório de segunda-feira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio das lavouras de soja atingiu 33% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 28%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o número era de 23%.Os investidores também se posicionam frente ao relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para a próxima terça-feira (12), e à reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, marcada para 14 e 15 de maio, em Pequim.
Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 0,92%, a US$ 12,11 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,05 por bushel, com redução de 11,00 centavos de dólar ou 0,90%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,15% a US$ 320,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,91 centavos de dólar, com ganho de 0,38 centavo ou 0,49%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,09%, sendo negociado a R$ 4,9122 para venda e a R$ 4,9102 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9057 e a máxima de R$ 4,9527.O post Preços da soja têm queda após alta generalizada na sessão anterior apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Bradyrhizobium e Trichoderma são compatíveis para coinoculação? – MAIS SOJA

Em função dos inúmeros benefícios associados ao uso de bioinsumos na cultura da soja, a adoção de produtos biológicos, especialmente aqueles à base de microrganismos, tem crescido de forma expressiva na produção agrícola. Entre os principais grupos utilizados, destacam-se as bactérias do gênero Bradyrhizobium, amplamente reconhecidas por sua elevada eficiência na fixação do nitrogênio (N) atmosférico, sendo capazes de suprir integralmente a demanda de N da soja por meio da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN). Paralelamente, fungos do gênero Trichoderma têm sido amplamente empregados devido ao seu papel como promotores de crescimento vegetal, indutores de resistência sistêmica e agentes de biocontrole de patógenos.
Com o objetivo de otimizar as práticas operacionais, especialmente no que se refere à aplicação desses bioinsumos, é comum que ambos os microrganismos sejam utilizados de forma conjunta, seja no tratamento de sementes (coinoculação), seja na aplicação no sulco de semeadura (figura 1). No entanto, essa prática levanta questionamentos quanto à interação entre esses organismos, incluindo possíveis efeitos de sinergismo ou antagonismo, bem como seus reflexos sobre a eficácia agronômica.
Figura 1 Sistema de inoculação no sulco de semeadura.
Integração entre Bradyrhizobium e Trichoderma
A interação entre fungos do gênero Trichoderma e bactérias do gênero Bradyrhizobium no tratamento de sementes de soja tem sido tema de questionamento. Pesquisas demonstram que, no geral, há predominância de compatibilidade biológica e potencial de atuação complementar. Estudos indicam que a coinoculação desses microrganismos, na maioria das combinações avaliadas, não compromete a nodulação nem o desenvolvimento inicial da cultura, podendo inclusive resultar em na melhoria de atributos fisiológicos da planta, como melhor crescimento e desenvolvimento radicular, além de contribuir para um melhor estabelecimento inicial da soja (Cadore, et al., 2020).
Avaliando 24 linhagens de Trichoderma em coinoculação com Bradyrhizobium, Sales (2023) observou que a maioria dos isolados não compromete a nodulação nem o desenvolvimento da soja, evidenciando ausência de antagonismo significativo. Em alguns casos, inclusive, foram observadas respostas positivas no crescimento vegetal, possivelmente associadas à promoção do sistema radicular.
Embora efeitos negativos pontuais possam ocorrer, estes estão relacionados a características específicas de determinadas linhagens, não representando o comportamento predominante. Assim, os resultados obtidos por Sales (2023) indicam que o uso conjunto de Trichoderma e Bradyrhizobium é tecnicamente viável, desde que consideradas as combinações de estirpes.
Em termos práticos, as evidências disponíveis indicam que a interação entre Trichoderma spp. e bactérias do gênero Bradyrhizobium é, de modo geral, favorável ou neutra. Esse padrão reforça a predominância de compatibilidade biológica entre esses microrganismos. No entanto, ainda são necessários estudos mais direcionados que permitam quantificar, de forma consistente, a magnitude dessas interações, especialmente considerando as principais linhagens de Trichoderma utilizadas no tratamento de sementes de soja.
Ainda assim, estudos como o de Silva et al. (2018) demonstram que a coinoculação de bactérias do gênero Bradyrhizobium com fungos do gênero Trichoderma pode promover incrementos na produtividade da soja, no índice de nodulação e na redução da incidência de doenças, evidenciando o potencial dessa interação em atuar de forma positiva no desenvolvimento da cultura. Dessa forma, o uso conjunto de Trichoderma e Bradyrhizobium no tratamento de sementes de soja mostra-se tecnicamente viável e agronomicamente justificável, desde que fundamentado na seleção criteriosa de estirpes compatíveis.
Veja mais: Trichoderma – Compatibilidade com químicos no tratamento de sementes é determinante para o uso desse bioinsumo
Referências:
CADORE, L. S. et al. TRICHODERMA AND Bradyrhizobium japonicum BIOFORMULATES ON SOY INITIAL GROWTH. Ciência e Natura, 2020. Disponível em: < https://periodicos.ufsm.br/cienciaenatura/article/view/e23%27/pdf >, acesso em: 05/05/2026.
SALES, R. F. TESTE DE COMPATIBILIDADE DO BRADYRHIZOBIUM JAPONICUM COM 24 LINHAGENS DE TRICHODERMA SPP NA SOJA (Glycine max). Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Trabalho de Conclusão de Curso, 2023. Disponível em: < https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/bitstream/123456789/6874/1/TESTE%20DE%20COMPATIBILIDADE%20DO%20BRADYRHIZOBIUM%20COM%2024%20LINHAGENS%20DE%20TRICHODERMA%20NA%20SOJA%20%28Glycine%20max%29.pdf >, acesso em: 05/05/2026.
SILVA, I. W. et al. Growth Promoting Microorganisms for Treatment of Soybean Seeds. Journal of Agricultural Science, 2028. Disponível em: < https://www.ccsenet.org/journal/index.php/jas/article/view/74033?utm_source=chatgpt.com >, acesso em: 05/05/2026.

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