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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Fisiologia vegetal e manejo eficiente ajudam produtor a bater recorde na safra 2024/25 e já investir na próxima temporada – MAIS SOJA

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A safra 2024/25 de soja obteve novo recorde no Brasil. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram 171,5 milhões de toneladas colhidas. Diversos fatores foram responsáveis por este resultado expressivo, como o aumento da área semeada combinado com uma expansão da produtividade, ou seja, do volume que os agricultores colheram por hectare, além da melhora nas condições climáticas na maioria das regiões produtoras, em relação à temporada anterior. Porém, um outro aspecto importante para o acréscimo produtivo na oleaginosa tem conexão com os hormônios: A regulação hormonal controla praticamente todas as fases do desenvolvimento da planta, desde a germinação até a maturação e senescência (processo de envelhecimento celular da planta).

Antônio Oliveira, da Fazenda Santana, em Itapeva (SP); vencedor nacional do Concurso CESB na categoria Irrigado

Um dos produtores que adotaram ferramentas fisiológicas da Stoller, marca da Corteva Biologicals, é a Fazenda Santana, localizada em Itapeva (SP), que foi a campeã nacional, na categoria Irrigado, do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb). A propriedade obteve, na safra 2024/25, 126,71 sacas por hectare (sc/ha). A propriedade já está semeando a safra 2025/26 e segue investindo no manejo que a auxiliou em ganho de produtividade na temporada passada.

“Muito desta produtividade obtida pelos produtores de soja vem de muitos anos de trabalho, assim como um manejo pensado ao longo de todo o ciclo da cultura. Junto com o produtor, traçamos estratégias com foco em nutrição e fisiologia de plantas. Dentre as estratégias de manejo está o uso de hormônios como auxina, citocinina e giberelina, que modulam grande parte dos processos da planta, desde o início de seu desenvolvimento, até redução do abortamento e aumento da fixação de estruturas reprodutivas. Além disso, essas soluções ajudam a planta a enfrentar melhor o estresse hídrico, uma vez que promovem o maior desenvolvimento radicular, consequentemente, melhorando o uso da água pela planta e absorção de nutrientes.” destaca Fernanda Patrício Vieira, gerente de Marketing da Stoller para a Região Sul.

Vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade

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Em Itapeva (SP), considerada parte de uma das regiões com maior protagonismo na produção de soja em São Paulo, Adriano Oliveira, da Fazenda Santana, o vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade do CESB, utilizou, durante o ciclo da soja, uma combinação de soluções Stoller, referência no mercado de biológicos, para otimizar a performance das plantas e, consequentemente, a produtividade desejada.

“Para nós, é um orgulho ser o campeão nacional de produtividade de soja, e a conquista é fruto de todo o trabalho que temos feito na lavoura: desde o preparo de solo até a plantabilidade, passando também pelo manejo nutricional, das pragas e das doenças. A assistência técnica que recebemos é essencial para obtermos um resultado expressivo em nossa lavoura. Utilizamos as soluções Stoller há quatro anos e isso vem nos ajudando muito nesse processo, possibilitando realizarmos aplicações em momentos adequados, com produtos de alta performance”, destaca Adriano Oliveira, gerente da fazenda, destacando que os desafios climáticos foram superados por conta de um trabalho focado em soluções fisiológicas. Oliveira planta, além de soja, milho, sorgo, feijão e cevada em 3100 hectares de sua propriedade, sendo 2070 hectares dedicados à oleaginosa.

Campeões estaduais obtém resultados expressivos com soluções Stoller

Além da vitória nacional de Adriano Oliveira na categoria Irrigado, outros agricultores que utilizaram as soluções da Stoller venceram o Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja em seus estados. Egon Milla conquistou o título no Paraná, com 119,6 sc/ha. Em Minas Gerais, Edinaldo Pereira Dias obteve a maior produtividade, com 112,8 sc/ha, enquanto Rogério Pianezzola venceu no Mato Grosso do Sul, com 114,6 sc/há. As regiões Norte e Nordeste também foram representadas por produtores que utilizaram as soluções da marca: no Piauí Ralf Karly foi premiado, obtendo 112,2 sc/ha, e no Pará foi a vez de Rodolfo Schlatter, com 108,8 sc/ha.

Soluções Stoller aumentam performance e produtividade da oleaginosa

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Para obter a produtividade de mais de 126 sc/ha, Adriano Oliveira utilizou uma combinação de soluções Stoller durante todo o ciclo da cultura. O produtor paulista aplicou Stimulate, regulador de crescimento que traz uma combinação de hormônios promotores que asseguram o equilíbrio hormonal da planta, ativando inúmeros processos fisiológicos, como a fotossíntese; e Mover, complexo de micronutrientes que melhora a eficiência das plantas durante a granação, cooperando para maior peso e qualidade de grãos, aumentando a produtividade. Juntos, as soluções que integram o portfólio da Stoller voltado ao mercado de biológicos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura, focado no rendimento e produtividade da lavoura.

Os dois produtos, além de Hold (solução fisiológica que aumenta a produtividade das plantas através da redução de etileno e diminuição dos efeitos causados por estresses), fazem parte do conceito Soja Forte, programa fisiológico que, por meio da combinação dos três produtos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura, focando no rendimento e produtividade da lavoura. Para isso, leva em consideração o aumento de vagens e número de grãos por vagem, bem como aumento no peso de grãos.

Sobre a Stoller do Brasil

Com a missão de estar próxima do produtor e transformar o conhecimento em inovação frente aos desafios do campo, a Stoller, uma marca Corteva Biologicals, focada em biológicos, nutrição e fisiologia vegetal, desenvolve soluções integradas em performance de plantas e possibilita ao agricultor aproveitar ao máximo o potencial das suas lavouras, obtendo elevados níveis de produtividade e construindo uma agricultura mais eficiente.

Fonte: Assessoria de Imprensa Stoller do Brasil 

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Sustentabilidade

Milho em MT: Exportações da Safra 24/25 Crescem 5%, mas Ritmo de Embarques Sofre Ajuste – MAIS SOJA

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A exportação de milho da safra 24/25 foi projetada em 25,00 mi t, avanço de 5,04% em relação à safra 23/24. No entanto, na messma revisão de mai/26, o instituto reduziu a estimativa em 3,85% frente ao relatório anterior, refletindo a menor expectativa para o ritmo de embarques entre abril e junho.

Até o momento, o estado exportou 23,86 mi t, restando cerca de 1,14 mi t para o cumprimento da projeção. Isso é influenciado por fatores como a queda do dólar, menores preços do milho e questões externas, como o conflito no Irã, que impactam o volume escoado por MT. Para a safra 25/26, a Imea estima exportações de 25,90 mi t, volume 3,60% superior ao projetado para a temporada anterior. No mercado interno, o consumo da safra 24/25 está estimado em 18,91 mi t, alta de 15,93% em relação à safra anterior, motivado pela expansão da produção de etanol de milho e pela maior demanda da indústria de ração. Para a safra 25/26 o consumo deve somar 20,72 mi t, avanço de 9,54% frente à safra 23/24.

Confira os principais destaques do boletim:
  • POSITIVO: na última semana, o preço do milho na CME – Group apresentou variação positiva de 2,25%, e fechou o período na média de US$ 4,64/bu, motivada pela alta demanda do milho americano.
  • AUMENTO: o preço da paridade de exportação para o contrato de julho fechou a semana na média de R$ 36,05/sc. A alta de 2,46% é explicada pela volta da valorização do dólar na semana.
  • INCREMENTO: na semana do dia 27/04, o valor do dólar compra Ptax fechou com alta em seu comparativo semanal de 0,21%, e finalizou o período a R$ 4,98/US$.
Em mai/26 o Imea manteve a área de milho da safra 25/26 em MT, projetada em 7,39 mi de ha.

Assim, a estimativa de área de milho da atual temporada está 1,83% maior que a da safra passada. Para a produtividade, a projeção cresceu 1,81% em relação ao mês anterior, atingindo 118,71 sc/ha. O melhor desempenho projetado está ligado às boas condições das lavouras, favorecidas pelas chuvas dos últimos três meses, que vêm beneficiando principalmente as áreas das regiões Médio-Norte, Noroeste e Oeste do estado. Na região Sudeste, ainda são necessários maiores volumes de chuva, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, mantendo o cenário regional indefinido.

Nesse contexto, de acordo com dados da NOAA, a perspectiva indica baixos índices hídricos nas próximas semanas nessas áreas, que se encontram em estágios iniciais de desenvolvimento. Por fim, diante da manutenção da área e do avanço na expectativa do rendimento obtido, a produção da safra 25/26 cresceu em MT, e ficou estimada em 52,65 mi de t.

Fonte: IMEA

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Sustentabilidade

Em tempos de nutrientes caros, usar calcário é uma das soluções mitigadoras, diz diretor do IAC – MAIS SOJA

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Os efeitos da guerra no Irã sobre o agronegócio brasileiro podem ser reduzidos. Uma das ações mitigadoras é a calagem, que, a partir do uso do calcário, amplia os efeitos dos fertilizantes, um dos principais meios de obtenção de nutrientes pelo solo.

A avaliação é do diretor da Divisão de Solos do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Heitor Cantarella. Recentemente, o pesquisador utilizou o perfil do IAC no Youtube para apresentar alternativas para os agricultores brasileiros diante do encarecimento dos preços dos produtos que contêm nutrientes.

O Brasil tem jazidas abundantes de calcário na maioria dos estados. Cantarella lembrou ainda que o calcário não tem cotação em dólar e nem passa pelo Estreito de Ormuz, via marítima estratégica para o comércio global e que foi afetada pela guerra.

O diretor do IAC destaca ainda a análise de solo como ferramenta fundamental nesse período.

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Confira a apresentação de Heitor Cantarella.

Fonte: Abracal

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Sustentabilidade

IMEA: Safra 25/26 de algodão em MT tem queda na oferta e redução nos estoques finais – MAIS SOJA

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Em mai/26, o Imea divulgou a nova estimativa de Oferta e Demanda do algodão em pluma de Mato Grosso para a safra 25/26. Desse modo, a Oferta foi projetada em 3,45 milhões de
toneladas, redução de 3,92% em relação ao ciclo anterior. Parte desse decréscimo está vinculado à menor produção prevista, com queda de 15,91% no comparativo entre safras,
ficando estimada em 2,52 milhões de toneladas. Já a demanda foi projetada em 2,69 milhões de toneladas, incremento de 1,02% em relação à safra passada. Esse avanço está associado à maior estimativa de exportação para o ciclo, projetada em 2,04 milhões de toneladas.

Dessa maneira, os estoques finais ficaram projetados em 762,92 mil toneladas, retração de 18,07% ante a safra anterior. Por fim, desse total, estima-se que 743,42 mil toneladas já estejam vendidas, mas que devem ser escoadas somente no próximo ciclo.

Confira os principais destaques do boletim:

  • ALTA: o contrato jul/26 da Ice NY apresentou aumento de 0,62% em relação à última semana, sendo cotado na média de ¢ US$ 80,16/lp, impulsionado pela valorização do dólar.
  • APRECIAÇÃO: o preço pluma Cepea teve alta de 1,41% no comparativo semanal, acompanhando o mercado externo e a postura mais cautelosa dos vendedores no período de entressafra.
  • VALORIZAÇÃO: o preço do caroço de algodão em Mato Grosso registrou elevação de 1,26% frente à semana passada, ficando precificado na média de R$ 910,77/t.
Em mai/26, o Imea divulgou nova estimativa de safra para o algodão da temporada 25/26.

A área destinada à cotonicultura da safra 25/26 ficou projetada em 1,38 mi de hectares, representando redução de 3,33% em relação à estimativa anterior e 11,11% quando comparado ao consolidado do ciclo 24/25. Parte dessa redução está ligada às margens rentáveis da cultura apresentarem-se mais estreitas em relação aos anos anteriores, atrelada ao cenário de custos mais elevados.

Com isso, os cotonicultores tendem a reduzir a área de algodão, concentrando o cultivo nos melhores talhões e destinando os demais a outras culturas de segunda safra. Em relação à produtividade, houve incremento de 2,34% ante a estimativa passada, projetada em 297,69 @/ha, aumento relacionado às condições climáticas favoráveis, que têm proporcionado um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras. Por fim, a produção de algodão em caroço ficou prevista em 6,14 mi de t, redução de 16,04% em relação à safra passada.

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Fonte: IMEA



 

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Agro MT