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7 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Fisiologia vegetal e manejo eficiente ajudam produtor a bater recorde na safra 2024/25 e já investir na próxima temporada – MAIS SOJA

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A safra 2024/25 de soja obteve novo recorde no Brasil. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram 171,5 milhões de toneladas colhidas. Diversos fatores foram responsáveis por este resultado expressivo, como o aumento da área semeada combinado com uma expansão da produtividade, ou seja, do volume que os agricultores colheram por hectare, além da melhora nas condições climáticas na maioria das regiões produtoras, em relação à temporada anterior. Porém, um outro aspecto importante para o acréscimo produtivo na oleaginosa tem conexão com os hormônios: A regulação hormonal controla praticamente todas as fases do desenvolvimento da planta, desde a germinação até a maturação e senescência (processo de envelhecimento celular da planta).

Antônio Oliveira, da Fazenda Santana, em Itapeva (SP); vencedor nacional do Concurso CESB na categoria Irrigado

Um dos produtores que adotaram ferramentas fisiológicas da Stoller, marca da Corteva Biologicals, é a Fazenda Santana, localizada em Itapeva (SP), que foi a campeã nacional, na categoria Irrigado, do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb). A propriedade obteve, na safra 2024/25, 126,71 sacas por hectare (sc/ha). A propriedade já está semeando a safra 2025/26 e segue investindo no manejo que a auxiliou em ganho de produtividade na temporada passada.

“Muito desta produtividade obtida pelos produtores de soja vem de muitos anos de trabalho, assim como um manejo pensado ao longo de todo o ciclo da cultura. Junto com o produtor, traçamos estratégias com foco em nutrição e fisiologia de plantas. Dentre as estratégias de manejo está o uso de hormônios como auxina, citocinina e giberelina, que modulam grande parte dos processos da planta, desde o início de seu desenvolvimento, até redução do abortamento e aumento da fixação de estruturas reprodutivas. Além disso, essas soluções ajudam a planta a enfrentar melhor o estresse hídrico, uma vez que promovem o maior desenvolvimento radicular, consequentemente, melhorando o uso da água pela planta e absorção de nutrientes.” destaca Fernanda Patrício Vieira, gerente de Marketing da Stoller para a Região Sul.

Vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade

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Em Itapeva (SP), considerada parte de uma das regiões com maior protagonismo na produção de soja em São Paulo, Adriano Oliveira, da Fazenda Santana, o vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade do CESB, utilizou, durante o ciclo da soja, uma combinação de soluções Stoller, referência no mercado de biológicos, para otimizar a performance das plantas e, consequentemente, a produtividade desejada.

“Para nós, é um orgulho ser o campeão nacional de produtividade de soja, e a conquista é fruto de todo o trabalho que temos feito na lavoura: desde o preparo de solo até a plantabilidade, passando também pelo manejo nutricional, das pragas e das doenças. A assistência técnica que recebemos é essencial para obtermos um resultado expressivo em nossa lavoura. Utilizamos as soluções Stoller há quatro anos e isso vem nos ajudando muito nesse processo, possibilitando realizarmos aplicações em momentos adequados, com produtos de alta performance”, destaca Adriano Oliveira, gerente da fazenda, destacando que os desafios climáticos foram superados por conta de um trabalho focado em soluções fisiológicas. Oliveira planta, além de soja, milho, sorgo, feijão e cevada em 3100 hectares de sua propriedade, sendo 2070 hectares dedicados à oleaginosa.

Campeões estaduais obtém resultados expressivos com soluções Stoller

Além da vitória nacional de Adriano Oliveira na categoria Irrigado, outros agricultores que utilizaram as soluções da Stoller venceram o Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja em seus estados. Egon Milla conquistou o título no Paraná, com 119,6 sc/ha. Em Minas Gerais, Edinaldo Pereira Dias obteve a maior produtividade, com 112,8 sc/ha, enquanto Rogério Pianezzola venceu no Mato Grosso do Sul, com 114,6 sc/há. As regiões Norte e Nordeste também foram representadas por produtores que utilizaram as soluções da marca: no Piauí Ralf Karly foi premiado, obtendo 112,2 sc/ha, e no Pará foi a vez de Rodolfo Schlatter, com 108,8 sc/ha.

Soluções Stoller aumentam performance e produtividade da oleaginosa

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Para obter a produtividade de mais de 126 sc/ha, Adriano Oliveira utilizou uma combinação de soluções Stoller durante todo o ciclo da cultura. O produtor paulista aplicou Stimulate, regulador de crescimento que traz uma combinação de hormônios promotores que asseguram o equilíbrio hormonal da planta, ativando inúmeros processos fisiológicos, como a fotossíntese; e Mover, complexo de micronutrientes que melhora a eficiência das plantas durante a granação, cooperando para maior peso e qualidade de grãos, aumentando a produtividade. Juntos, as soluções que integram o portfólio da Stoller voltado ao mercado de biológicos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura, focado no rendimento e produtividade da lavoura.

Os dois produtos, além de Hold (solução fisiológica que aumenta a produtividade das plantas através da redução de etileno e diminuição dos efeitos causados por estresses), fazem parte do conceito Soja Forte, programa fisiológico que, por meio da combinação dos três produtos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura, focando no rendimento e produtividade da lavoura. Para isso, leva em consideração o aumento de vagens e número de grãos por vagem, bem como aumento no peso de grãos.

Sobre a Stoller do Brasil

Com a missão de estar próxima do produtor e transformar o conhecimento em inovação frente aos desafios do campo, a Stoller, uma marca Corteva Biologicals, focada em biológicos, nutrição e fisiologia vegetal, desenvolve soluções integradas em performance de plantas e possibilita ao agricultor aproveitar ao máximo o potencial das suas lavouras, obtendo elevados níveis de produtividade e construindo uma agricultura mais eficiente.

Fonte: Assessoria de Imprensa Stoller do Brasil 

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Sustentabilidade

Quebra de safra e maior dependência de importações desafiam planejamento da indústria do trigo para 2027 – MAIS SOJA

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As perdas provocadas pelo clima na safra brasileira de trigo e a maior necessidade de importação do cereal colocam o abastecimento entre os desafios da indústria de moagem no planejamento de 2027. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), as compras externas podem se aproximar de 9 milhões de toneladas no ciclo atual, acima da projeção inicial de 7,5 milhões. A produção nacional é estimada em cerca de 5,7 milhões de toneladas, mas a disponibilidade para os moinhos também depende da qualidade dos grãos e dos volumes já comprometidos.

Para os moinhos, a necessidade de ampliar as compras no exterior exige atenção aos prazos de reposição, às condições de transporte e à variação do câmbio. A concentração da demanda em períodos mais curtos, somada às incertezas geopolíticas e aos custos de frete e seguros, torna mais complexo o planejamento da aquisição de matéria-prima.

É nesse contexto que a Abitrigo promoverá o 33º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, de 21 a 23 de outubro, no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro (RJ). O encontro reunirá representantes da cadeia e especialistas para trocar informações, analisar as perspectivas do mercado e discutir estratégias que contribuam para as decisões de abastecimento e gestão no próximo ano.

“O mercado nacional de trigo enfrenta um período crítico, em que as oscilações do clima forçam uma revisão profunda no planejamento do abastecimento”, enfatiza o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa. “Essa necessidade de buscar volumes adicionais no exterior traz impactos diretos para a operação, deixando o setor exposto às flutuações cambiais, ao aumento de fretes e seguros e às incertezas do cenário global. Nenhum moinho enfrenta esse cenário isoladamente. Por isso, o Congresso será o ambiente ideal para debatermos saídas práticas, alinharmos estratégias e identificarmos oportunidades diante deste momento de transição.”

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Abastecimento e gestão na programação

As projeções de safra e comercialização do trigo no Brasil e no mundo serão discutidas no dia 23 de outubro, com análises de Elcio Bento, da Safras & Mercado, Índio Brasil dos Santos, da Solo Corretora de Cereais, e Oscar Spaccasassi, diretor de Comercialização de Trigo e Cevada da Bunge, na Argentina. O painel será moderado pelo conselheiro da Abitrigo e CEO do Moinho do Nordeste, Valdomiro Bocchese. O debate abordará as perspectivas de oferta e mercado que orientam as decisões de compra da indústria.

A programação também tratará de fatores que influenciam os custos e a operação dos moinhos. No dia 22, o analista de assuntos internacionais da CNN Brasil e colunista do Estadão, Lourival Sant’Anna, e o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, discutirão o panorama político, econômico e geopolítico, com moderação do presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa. À tarde, o tema inteligência em gestão reunirá Antonio Maciel Neto, da Academia CEO, e Marcelo Treff, consultor em Gestão de Carreira e Desenvolvimento Gerencial, com mediação do superintendente da Abitrigo, Eduardo Assêncio. No mesmo dia, o painel sobre ciência do consumo abordará saudabilidade e farinhas funcionais, com Alessandra Rascovski, Lorenzo Rancati e Priscila Ariani, sob moderação de Vanderli Marchiori.

A programação contará ainda com workshops técnicos e sobre “O futuro do mercado de Farelo de Trigo”, com o especialista em manejo pós-colheita e processamento de grãos do IGP Institute/Kansas State University, nos Estados Unidos, Carlos Campabadal, e coordenação do fundador e consultor sênior da IL Lima Consultoria em Nutrição Animal, Ideraldo Luiz Lima.

No dia 23, a discussão sobre o processo regulatório e seus impactos para as empresas terá a participação do secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária, Carlos Goulart, e da CEO da NutraLíder Consultoria Regulatória, Luiza Zanatta, com moderação de Carlos Augusto Neves da Rocha, conselheiro da Abitrigo e CEO do Grande Moinho Cearense.

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O Congresso começará na noite de 21 de outubro, com palestra de Alexandre Slivnik sobre liderança. Paralelamente aos debates, a feira de negócios reunirá fornecedores de máquinas, equipamentos, insumos e tecnologias para o setor.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis clicando aqui.

SERVIÇO

33º Congresso Internacional da Indústria do Trigo

  • Data: 21 a 23 de outubro de 2026
  • Local: Windsor Barra Hotel – Rio de Janeiro (RJ)
  • Informações e inscrições, clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

Colheita de milho e dólar sustentam Chicago, que fecha em alta – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado foi sustentado pelo ritmo da colheita nos Estados Unidos, abaixo da média dos últimos cinco anos, e pela desvalorização do dólar frente a outras moedas.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de milho alcançou 23% da área até 4 de outubro, acima dos 18% registrados na semana anterior, mas abaixo da média dos últimos cinco anos, de 27%.

O USDA também informou que 54% das lavouras estavam em condições boas ou excelentes, ante 57% na semana anterior. As áreas em situação regular correspondiam a 28%, contra 26% em 27 de setembro, enquanto 18% estavam em condições ruins ou muito ruins, ante 17% na semana anterior.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,08, alta de 10,75 centavos, ou 2,16% em relação ao fechamento anterior. Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 5,22 1/4, avanço de 10,75 centavos, ou 2,10% em relação ao fechamento anterior.

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Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Pedro Diniz Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Preço do fertilizante importado sobe 12,8% e pressiona custos da safra 2026/27 – MAIS SOJA

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O início da safra 2026/27 encontra o produtor brasileiro diante de uma pressão que começa antes do plantio: o custo dos fertilizantes importados. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que, em agosto, o Brasil importou 2,97 milhões de toneladas de adubos ou fertilizantes químicos, volume 43,2% inferior ao registrado no mesmo mês de 2025. O preço médio, porém, avançou 12,8% na mesma comparação, chegando a US$ 403,20 por tonelada.

O movimento não ficou restrito a agosto. Em julho, o preço médio de importação havia aumentado 18,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior; em junho, 26,2%; e, em maio, 18,2%. Os dados colocam o custo das compras externas entre os pontos de atenção para o planejamento da produção agrícola.

A exposição brasileira às oscilações internacionais é elevada. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), cerca de 85% dos fertilizantes utilizados no país são importados. Isso faz com que câmbio, preços internacionais, disponibilidade de transporte e alterações nas principais rotas comerciais possam repercutir sobre os custos internos.

Para Eudes Silveira, gerente de desenvolvimento de negócios e produtos internacionais, a dependência externa faz com que fatores que acontecem a milhares de quilômetros das lavouras brasileiras entrem na conta do produtor.

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“O fertilizante não chega ao Brasil com um preço determinado apenas pelo valor do produto na origem. Existe uma cadeia internacional por trás dessa operação. Câmbio, disponibilidade de transporte, frete marítimo, rota utilizada e prazo de entrega entram nessa conta. Quando parte desses componentes fica mais cara ou instável, isso pode aparecer no custo final do insumo”, explica.

Levantamento divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em maio já apontava pressão sobre essa cadeia. Entre janeiro e abril de 2026, as importações brasileiras de fertilizantes nitrogenados e fosfatados recuaram 4% em volume na comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto o valor desembolsado pelo país aumentou 16%.

A origem dos produtos adiciona outra camada de exposição. Dados analisados pelo Banco Central mostram que, em 2025, a Rússia respondeu por 25,9% das importações brasileiras de fertilizantes, seguida pela China, com 18,8%, enquanto países do Oriente Médio representaram 14,5%. No caso dos nitrogenados, aproximadamente 22% das compras brasileiras tiveram origem no Oriente Médio.

Segundo Silveira, a concentração em mercados fornecedores exige que importadores e empresas acompanhem não apenas os preços internacionais, mas também possíveis gargalos logísticos.

“Em comércio exterior, não basta observar quanto custa uma tonelada na origem. Uma alteração de rota, redução da disponibilidade de transporte ou problema em uma região fornecedora pode modificar prazo e custo. Quando estamos falando de um insumo diretamente ligado ao calendário agrícola, previsibilidade logística também tem valor econômico”, afirma.

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O cenário ganha importância diante do tamanho da próxima safra. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção brasileira de grãos pode chegar a 366,6 milhões de toneladas em 2026/27, crescimento de 1,4% sobre o ciclo anterior, em uma área projetada de 85,3 milhões de hectares.

A pressão sobre os preços dos fertilizantes importados não significa necessariamente risco de desabastecimento. O ponto de atenção está na combinação entre dependência externa, preço internacional e custos envolvidos na internalização do produto em um setor no qual o planejamento das compras acompanha o calendário da produção.

Para Silveira, o cenário reforça a importância da diversificação comercial. “Quanto maior a dependência de poucos mercados, maior a exposição a acontecimentos que o importador brasileiro não controla. Trabalhar com alternativas de origem, planejamento de compra e antecedência logística não elimina a volatilidade internacional, mas reduz a exposição a decisões tomadas em cima da hora”, diz.

A dependência estrutural levou o país a buscar alternativas de longo prazo. Em setembro, foi instituído o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), que tem entre seus objetivos ampliar a produção nacional, reduzir a dependência externa e diminuir custos na cadeia agropecuária.

Enquanto o aumento da produção doméstica é uma estratégia de longo prazo, câmbio, frete, fornecedores e geopolítica continuam fazendo parte da formação do custo dos fertilizantes que chegam às lavouras brasileiras.

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Sobre

Eudes Silveira é gerente de Desenvolvimento de Negócios e Produtos Internacionais, com cerca de 30 anos de experiência em comércio exterior. Atua no desenvolvimento de operações de importação e exportação, logística internacional e soluções para empresas que negociam com diferentes mercados. Sua trajetória inclui estruturação de operações internacionais, negociação com fornecedores, transporte de cargas e acompanhamento de processos relacionados à entrada e saída de produtos do Brasil.

Fonte: Assessoria de imprensa



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