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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa – 03/10/2025 – MAIS SOJA

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Destaque da Semana – O contrato Dez/25 na ICE tocou nova mínima do ciclo em 65,50 c/lp em 29/set e recuperou levemente, estimulando fixações e uma demanda pontual de importação em vários destinos. Ao mesmo tempo, o governo dos EUA entrou em shutdown em 01/out, o que pode atrasar dados oficiais e aumentar incertezas macro no curto prazo. Semana de feriado nacional na China até o dia 08/10.

Canal do Cotton Brazil – Para acessar as novidades do mercado de algodão no mundo, entre no nosso canal, por aqui: https://bit.ly/Canal-CottonBrazil.

Algodão em NY – O contrato Dez/25 fechou nesta quinta 02/out cotado a 65,09 U$c/lp (-1,8% vs. 25/set). O contrato Dez/26 fechou em 68,65 U$c/lp (-1,0% vs. 25/set).

Basis Ásia – O Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 766 pts para embarque Out/Nov-25 (Middling 1-1/8″ (31-3-36), fonte Cotlook 02/out/25.

Altistas 1 – Preços mais baixos motivaram fixações de fiações e alguma recomposição de estoques. A queda abaixo de 66 c/lp abriu janelas táticas de compra.

Altistas 2 – Índia voltou às importações com foco em cargas que podem chegar ainda em 2025, antes do retorno do imposto em 01/jan. A Austrália tem sido a origem mais beneficiada devido à proximidade e tempo curto de trânsito.

Altistas 3 – Índia: chuvas acima da média em set/out elevam risco de perdas de qualidade e atraso na colheita. Volatilidade climática eleva incerteza de oferta local.

Altistas 4 – Em Bangladesh, negócios com Brasil e África ocorreram apesar dos entraves financeiros, indicando demanda de oportunidade. Fixações ajudam a “baratear” estoque caro.

Altistas 5 – No Paquistão, firmeza recente nos preços domésticos pode redirecionar parte da demanda para algodão importado. Isso tende a elevar interesse por Brasil e EUA.

Altistas 6 – China: prêmio do CC Index sobre o A Index segue elevado, preservando a competitividade do importado ajustado, especialmente em janelas pós-feriado.

Baixistas 1 – Shutdown nos EUA paralisa relatórios, inclusive do USDA, e adiciona ruído macro, com estimativas de impacto na economia. A incerteza pesa no sentimento de risco.

Baixistas 2 – Ofertas na Ásia para várias origens recuaram na semana. O A Index caiu para 76,95 c/lp, espelhando fraqueza no mercado.

Baixistas 3 – Os fundos expandiram posições líquida vendidas, gerando pressão no mercado. A ausência de novidades altistas limita reação.

Baixistas 4 – Bangladesh: dificuldades bancárias/Lcs persistem e parte dos fios é vendido abaixo do break-even. Margens comprimidas limitam novas compras.

Baixistas 5 – Sinais de safra dos EUA ligeiramente maiores vs. relatório de setembro do USDA adicionam oferta potencial, mas Georgia e Delta seguem como pontos de atenção.

Baixistas 6 – Panorama global: probabilidade de aumento de estoques finais em cerca de 2 milhões tons não é construtiva para preços. Ausência de drivers de demanda mantém viés lateral/baixista.

Evento Comercial – Nos dias 8 e 9/out, em Dubai, será realizado o Dubai 2025 – The Future of Cotton, congresso da International Cotton Association, e o Cotton Brazil estará presente com um evento para convidados.

EUA 1 – O governo federal dos EUA entrou em shutdown em 1º/out devido à falta de acordo orçamentário no Congresso. Relatórios do USDA serão suspensos até novo aviso.

EUA 2 – A colheita do algodão nos EUA atingiu 16% em 28/set (+ 4 pontos semanais), equiparando-se à média histórica para o período, de acordo com o relatório mais recente do USDA.

EUA 3 – A condição da safra americana foi reportada nesta semana em 5% muito ruim (-1 p.p. vs semana anterior), 12% ruim (estável), 36% regular (+1 p.p.), 37% boa (estável) e 10% excelente (estável).

China – A China Cotton Association prevê para a safra 2025/26 uma produção chinesa de 7,22 milhões tons (+8,4%), com importações de 1,1 milhão de tons, consumo de 8,1 milhões (+3,8%) e estoques finais de 10,05 milhões (+2%).

Turquia – Compradores têm apresentado lances de forma frequente, porém em níveis considerados muito baixos pelos vendedores. As exportações de vestuário em agosto recuaram na comparação anual, e as importações de algodão seguem de caráter oportunístico, ocorrendo apenas quando os preços se ajustam às necessidades imediatas das fiações.

Paquistão – Nos últimos dias, Paquistão registrou demanda modesta por algodão brasileiro safra 2025, com Middling 36 G5 negociado a 700-725 pts sobre dezembro e Middling 1-3/32″ a 600-625 pts.

Vietnã – O Vietnã confirmou negócios na semana com algodão brasileiro safra 2025 (SM 1-5/32″) a 74,00 cent/lb para outubro, e algodão americano (Midd 1-5/32″) a 76,20 cent/lb para nov/dez.

Argentina – O plantio de algodão na Argentina ainda está em fase inicial, com a intenção de semeadura mantida entre 450 mil e 475 mil ha.

Grécia – Observadores locais estimam a produção de algodão da Grécia entre 220 mil e 230 mil tons nesta safra, mas condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento da cultura podem resultar em uma produção ainda maior.

Exportações – Até o fechamento deste boletim, os dados ainda não haviam sido divulgados.

Colheita 2024/25 – Até 02/10, somente o estado da Bahia apresenta áreas remanescentes de colheita (99,7%). Nos demais estados, a operação de colheita já foi concluída. Total Brasil: 99,95%

Beneficiamento 2024/25 – Até o dia de ontem (02/10) foram beneficiados nos estados da BA (68%), GO (79,2%), MA (42%), MG (74%), MS (68%), MT (43%), PI (76,23%), PR (100%) e SP (100%). Total Brasil: 50,03%.

Preços – Consulte tabela abaixo 

Quadro de cotações para 02-10

Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil – cottonbrazil@cottonbrazil.com

Fonte: Abrapa



 

FONTE

Autor:ABRAPA

Site: Abrapa

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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